Brasil

Saúde recomenda uso de máscara diante de sintomas gripais

Combate ao coronavírus: Secretaria de Saúde orienta o uso correto de  máscaras – CORONAVÍRUS MSFoto: Reprodução

Uma nota técnica do Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras de proteção facial para pessoas com sintomas gripais, pessoas que apresentem fatores de risco para covid-19 e casos suspeitos ou confirmados da doença.

De acordo com a pasta, os grupos com fatores de risco para complicações da covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde.

No documento, a pasta destaca que, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha declarado o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, o vírus continua a circular no Brasil e no mundo.

“O vírus ainda tem caráter pandêmico, com transmissão generalizada, e ainda há risco do surgimento de novas variantes que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.”

Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.

A pasta também reitera a importância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina monovalente.

Agência Brasil

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Saúde

Conselho autoriza que biomédicos prescrevam produtos com canabidiol

PF toneladas maconha terra indígena
O Conselho Federal de Biomedicina (CFBM) autorizou nesta sexta-feira (23) que profissionais habilitados em acupuntura prescrevam produtos à base de canabidiol, também conhecida como CDB, sem orientação ou prescrição médica.

O canabidiol é encontrado, em sua maioria, na maconha. A resolução foi assinada pelo presidente do CFBM, Silvio José Cecchi.

Antes, médicos, dentistas, nutricionistas e fisioterapeutas já poderiam prescrever produtos à base de canabidiol.

GazetaBrasil

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Brasil

STF retoma julgamento do piso salarial da enfermagem nesta sexta

Apreciação do piso nacional da enfermagem foi paralisada em 16 de junho, após pedido de vista do ministro Dias Toffoli

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará nesta sexta-feira (23), em plenário virtual, o julgamento sobre a decisão que liberou a aplicação do piso nacional salarial da enfermagem. A medida será analisada até o dia 30 de junho.

A apreciação foi paralisada em 16 de junho, após pedido de vista do ministro Dias Toffoli. O magistrado fez a devolução do processo na última terça-feira (20).

A interrupção foi feita logo após o julgamento ter sido retomado com a apresentação inédita de voto conjunto do relator, Luís Roberto Barroso, e de Gilmar Mendes.Os ministros votaram para confirmar a decisão que liberou o pagamento do piso. Entretanto, estabeleceram novas regras como a abertura de crédito suplementar a partir do dinheiro destinado a emendas parlamentares para custear o piso na rede pública de estados e municípios.

Ao liberar a aplicação do piso da enfermagem, em decisão individual, Barroso determinou que a medida fosse aplicada por estados, municípios e autarquias só nos limites de valores repassados pela União. Para profissionais da iniciativa privada, o ministro previu a possibilidade de negociação coletiva.

Barroso ainda definiu que o início dos pagamentos a trabalhadores do setor público seria feito a partir de maio e de acordo com portaria do Ministério da Saúde. No setor privado, os valores devem ser pagos pelos dias trabalhados a partir do 1º de julho de 2023.

O magistrado também revogou parcialmente sua liminar que suspendia o piso, mas manteve suspenso trecho da lei que instituiu o piso da enfermagem que trata do impedimento para negociação coletiva.

Também foram estabelecidas as seguintes medidas:

  • Em caso de insuficiência no repasse financeiros a estados, municípios e Distrito Federal, a União deve providenciar crédito suplementar, cuja fonte são recursos inicialmente destinados a ações e serviços públicos de saúde por meio de emendas parlamentares individuais ao Orçamento, ou “direcionadas às demais emendas parlamentares (inclusive de Relator-Geral do Orçamento)”;
  • O pagamento do piso salarial deve ser proporcional nos casos de carga horária inferior a 8 (oito) horas por dia ou 44 horas semanais;
  • Para funcionários privados, necessidade de negociação coletiva para implementação do piso, com a possibilidade de adoção de valores diferentes do mínimo estabelecido na lei. Em caso de não haver acordo, será aplicado o valor do piso, num prazo de 60 dias (contados a partir da publicação da ata de julgamento do caso).

Segundo o último levantamento do Conselho Federal de Enfermagem, há mais de 2,8 milhões de profissionais do setor no país, entre 693,4 mil enfermeiros, 450 mil auxiliares de enfermagem; 1,66 milhão de técnicos de enfermagem e cerca de 60 mil parteiras.

Segundo o Ministério da Saúde, a despesa anual com a assistência financeira da União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios é estimada em R$ 10,6 bilhões. No entanto, a contar de maio até o fim deste exercício financeiro, são necessários R$ 7,3 bilhões.

CNN

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Mundo

Mundo verá aumento ‘alarmante’ de diabetes até 2050, diz estudo

Diabetes | Drauzio Varella

Foto: Reprodução

Todos os países do mundo verão as taxas de diabetes aumentarem nos próximos 30 anos se nenhuma ação for tomada, indica um novo estudo global. Atualmente, existem 529 milhões de pessoas no mundo com diabetes, segundo o estudo liderado por pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington.

Pesquisadores projetaram que o número mais do que dobrará, para cerca de 1,3 bilhão de pessoas, até 2050. A maioria dos casos é de diabetes tipo 2, a forma da doença ligada à obesidade e amplamente evitável, disseram os pesquisadores.

O aumento da prevalência globalmente não é uniforme: alguns países e regiões são particularmente atingidos. Por exemplo, espera-se que as taxas de prevalência cheguem a 16,8% no norte da África e Oriente Médio e 11,3% na América Latina e Caribe até 2050, em comparação com uma estimativa de 9,8% globalmente. Atualmente, a prevalência é de 6,1%. Mas todos os países serão afetados, disseram os pesquisadores.

“A rápida taxa de crescimento do diabetes não é apenas alarmante, mas também desafiadora para todos os sistemas de saúde do mundo”, disse Liane Ong, principal autora do artigo, apontando que a condição está ligada a várias outras condições cardiovasculares, como doenças cardíacas e derrames.

O número crescente de pessoas com diabetes é impulsionado em parte pelo aumento da obesidade e em parte por mudanças demográficas: a prevalência é maior entre os adultos mais velhos, mostrou o estudo.

Os dados de 204 países não levam em conta o impacto da pandemia de Covid-19, porque esses números ainda não estavam disponíveis, disseram os pesquisadores.

O estudo, financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, faz parte de uma série mais ampla sobre diabetes publicada nesta quinta-feira (22) na revista médica The Lancet. A série pede estratégias de mitigação mais eficazes e uma consciência da desigualdade, com a maioria dos pacientes com diabetes vivendo em países de baixa e média renda e sem acesso ao tratamento adequado.

Folha de São Paulo

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Saúde

Toffoli libera julgamento sobre piso da enfermagem no STF

Dias Toffoli

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou, depois de 4 dias, o julgamento sobre a decisão liminar (provisória) do ministro Roberto Barroso que restabeleceu o piso salarial da enfermagem. Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) na última sexta-feira (16), quando o julgamento havia sido retomado em plenário virtual.

A análise voltará na próxima sexta (23) virtualmente, em que os votos são publicados ao longo de uma semana, sem discussão das questões. Até o momento, o relator do caso, ministro Roberto Barroso, e o ministro Gilmar Mendes apresentaram um voto conjunto no caso, algo inédito na Corte.

Os magistrados decidiram por barrar outros pisos de categorias e determinaram uma negociação coletiva prévia no setor privado antes da implementação do piso da enfermagem com o objetivo de evitar demissões em massa. Já o ministro Edson Fachin divergiu, votando para que a medida fosse integral e valesse também para outras categorias.

Em sua decisão, Barroso reconheceu que os recursos não são suficientes para garantir 100% do custeio da regra. Por essa razão, determinou a implementação da seguinte forma:

  1. funcionários públicos federais – o piso deve ser aplicado de maneira integral com reajustes dos salários de acordo com o estabelecido pela lei 14.434/2022;
  2. funcionários públicos de Estados, Distrito Federal e Brasília e de autarquias dessas instâncias e de entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo SUS – nesse caso, o piso salarial só será aplicado até quando os recursos fornecidos pela União, de R$ 7,3 bilhões, atendam aos pagamentos.
  3. funcionários da iniciativa privada contratados por meio da CLT – o piso salarial da enfermagem deve ser aplicado como definido pela lei 14.434/2022, exceto se houver convenção coletiva que estabeleça outros valores levando em conta “a preocupação com demissões em massa ou comprometimento dos serviços de saúde”.

Fachin divergiu da decisão do relator e mandou pagar integralmente o novo piso nacional da enfermagem.

O voto de Fachin fala em “justiça social” e “dignidade da pessoa humana”, mas não informa como as entidades públicas e privadas terão recursos para pagar os novos salários.

Fachin divergiu dos pontos 2 e 3 de Barroso. O ministro defendeu em seu voto a integral aplicação do novo piso nacional da enfermagem, mas sem dizer de onde devem sair os recursos.

Com a manutenção da decisão enquanto o caso não termina de ser julgado, o setor privado terá de arcar sem auxílio com o aumento total das despesas com salários e encargos. O resultado deve ser o fechamento de unidades e demissão de profissionais com fechamento de postos de trabalho. Cálculos preliminares falam em demissão de até 165 mil profissionais.

Cidades das regiões Norte e Nordeste –que tradicionalmente já contam com estruturas mais precárias e dificuldades financeiras– serão desproporcionalmente impactadas pela regra. Isso se deve principalmente ao fato de a diferença entre a média salarial atual e os valores do novo piso nacional serem maiores do que nas regiões mais ricas do país.

O piso salarial é um tema discutido por diversas categorias no Brasil. O Congresso tem hoje 148 propostas para criação de piso nacional de saláriospara pelo menos 59 categorias profissionais de trabalhadores. Os dados são de levantamento do Poder360 realizado até 30 de maio de 2023 e foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Essas propostas ganharão tração caso seja implantado o piso nacional da enfermagem.

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Paraíba

Paraíba tem aumento de até 2.900% em casos de doenças respiratórias

 

Um boletim divulgado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria de Saúde da Paraíba mostra que o estado registrou um aumento de 2.900%, em um ano, nos casos de influenza B, uma principais das síndromes respiratórias que estão acometendo os paraibanos.

Com relação a influenza B, em 2022 foram registrados três casos em 2022 e 91 neste ano, até o dia 17 deste mês.

Entre todas as doenças respiratórias, o boletim traz que a Paraíba totaliza 1.902 registros de casos graves, distribuídos em 174 dos 223 municípios paraibanos.

Já a síndrome com maior incidência é o vírus Sincicial, com 448 casos confirmados. Ele atinge mais crianças de até nove anos, com 427 casos dos 448 totais.

“Destacamos a importância de a população realizar a etiqueta respiratória e manter o cartão vacinal atualizado com a vacina contra Influenza, que previne contra tipo A e B, e da vacina contra Covid-19. A imunização é o meio mais seguro de proteger contra as formas graves das doenças respiratórias”, afirmou o secretário de Saúde do Estado, Jhony Bezerra.

Neste ano, o boletim traz também que 45 pessoas morreram acometidas por síndromes respiratórias que não sejam a covid-19. Deste total, 24 tinham entre três dias e nove anos de idade; sete estavam na faixa etária entre 33 e 58 anos e 14 eram idosos acima de 60 anos.

Os municípios com maior número de óbitos foram: Monteiro, nove; João Pessoa, oito; Sousa, quatro; Campina Grande, três; e Sapé, dois. Alagoa Grande, Cabedelo, Conde, Cuité de Mamanguape, Esperança, Jacaraú, Lagoa Seca, Livramento, Mamanguape, Marcação, Queimadas, Quixaba, Santa Luzia, Santa Rita, São João do Tigre, São José da Lagoa Tapada, Solânea, Sumé e Tacima registraram um óbito cada.

Blog do BG PB

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Saúde

Pragas urbanas na Paraíba: risco para saúde

Pombos domésticos: os riscos de transmissão de doenças e formas de prevenção - Pragas e Eventos

A presença de pombos é uma cena comum em vários pontos da cidade e um dos locais onde eles são vistos com maior frequência é o Ponto de Cem Réis, no Centro. A ave parece inofensiva, mas é capaz de transmitir doenças ao ser humano, assim como caramujos e roedores que são encontrados na orla, em terrenos baldios, tubulações de esgotos e até mesmo no quintal de casas.

Considerados pragas urbanas, eles transmitem doenças que podem matar. Nos últimos dez anos (2013/2022), 20 pessoas morreram na Paraíba vítimas da leptospirose, transmitida pelo rato, de acordo com Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).

A Vigilância Ambiental de João Pessoa alerta que esses animais procuram sempre alimento, abrigo, água e acesso ao abrigo. Os pombos, por exemplo, gostam de locais onde podem ter abrigo e formar ninhos, como caixas de ar-condicionados e prédios abandonados. Além disso, eles preferem as áreas urbanas porque encontram alimento, principalmente no lixo. O Ponto de Cem Réis é um espaço movimentado e as pessoas costumam oferecer alimento para eles.

O técnico de Vigilância em Saúde de João Pessoa, Fabrício de Souza Silva, explica que várias informações já foram divulgadas alertando para não alimentar os pombos. Segundo ele, a dificuldade no Ponto de Cem Réis é que há prédios abandonados e toda condição para que formem ninhos. “A Vigilância Ambiental realizou ações junto com a Emlur e outras secretarias. A orientação que foi repassada à população é sempre de não alimentar e tentar tirar o mais rápido possível comidas do chão e restos de lixo”.

Ele ressalta que é preciso evitar a formação de ninhos e retirá-los se estiverem apenas com ovos. Se houver filhotes, é preciso esperar que se desenvolvam e saiam. Nesse processo é recomendado utilizar máscara porque as fezes do pombo podem causar danos à saúde. Por fim, fazer a limpeza com hipoclorito. Ao inalar as fezes, o ser humano pode desenvolver infecção por fungos. “Existem duas doenças transmitidas pelo pombo, a histoplasmose e a criptococose”. Elas têm tratamento e cura.

Roedores
Na orla, principalmente durante à noite, é possível se deparar com ratazanas próximo à vegetação e aos
bancos da calçadinha. Além de assustar algumas pessoas, o rato, que é outra praga urbana, pode transmitir a leptospirose. Eles existem em grande número nas áreas urbanas.

Um esconderijo para eles é na vegetação da praia, que é área de proteção permanente, e não pode ser retirada. Os ratos, conforme Fabrício de Souza Silva, também utilizam os canais pluviais. Além disso, toda a calçadinha da praia tem espaços que servem de abrigo.

O Centro de Controle de Zoonoses realiza, de duas a três vezes por ano, um trabalho intensivo na orla justamente por causa da circulação de pessoas. O técnico lembra que qualquer local que ofereça água,
abrigo, alimentos e acesso ao abrigo dá condições para a presença de roedores.

Mercados públicos e feiras livres são ambientes favoráveis. Terrenos baldios, com mato, podem ser um local propício ao surgimento de ratos. Por isso, a recomendação é que os proprietários mantenham esses espaços limpos e que a população evite jogar lixo. “A população tem que entender que os problemas que enfrentamos com todas as pragas urbanas, mas principalmente com os roedores, é a presença do lixo. Por isso, é preciso manter o ambiente limpo e organizado”, ensina.

Ele explica que, se houver a presença de roedores, é possível fazer o controle por meio de produtos químicos aprovados pela Vigilância Sanitária. Chumbinho não é indicado. Ao comprar o produto, a orientação é ler a maneira como deve ser usado. O técnico acrescenta que o uso de produtos químicos deve ser regular.

Blog do BG PB com União

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Paraíba

Paraíba e mais sete estados apresentam aumento em casos de síndromes respiratórias, diz Fiocruz


A Paraíba está entre os oito estados brasileiros que apresentaram aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que informa o boletim InfoGripe, divulgado nesta sexta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES), até o dia 10 de junho, foram confirmados 608 casos de síndromes respiratórias na Paraíba.

Os oito estados que apresentam sinal de crescimento são: Acre, Alagoas, Amapá, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. Em cinco, Acre, Amapá, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima, o crescimento recente está associado às crianças.

Nos estados de Alagoas, Paraíba e Sergipe, além das crianças, é possível observar aumento em faixas etárias da população adulta, principalmente em idades mais avançadas.

Capitais

Nove capitais apresentam sinal de crescimento da síndrome respiratória: Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES). Na maioria, o sinal está presente sobretudo nas crianças.

Mortes

Até o momento, a Paraíba registrou 45 óbitos por síndrome respiratória, sendo 24 por influenza (um deles com coinfecção com VRS), 18 de Vírus Sincicial Respiratório (VRS), dois por Rinovírus e um por parainfluenza.  Das vítimas, 24 estavam na faixa etária entre 0 e 9 anos; sete tinham entre 33 e 58 anos; e 14 eram idosos a partir de 60 anos.

Os óbitos ocorreram entre residentes dos municípios de: Monteiro (9); João Pessoa (8); Sousa (4); Sapé (2); Campina Grande (3); Alagoa Grande (1); Cabedelo (1); Conde (1); Cuité de Mamanguape (2); Esperança (1); Jacaraú (1); Lagoa Seca (1); Livramento (1); Marcação (1); Queimadas (1); Quixaba (1); Santa Luzia (1); Santa Rita (1); São João do Tigre (1); São José da Lagoa Tapada (1); Solânea (1); Sumé (1) e Tacima (1).

No momento, a Paraíba está com três óbitos em investigação.

AgênciaBrasil

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Saúde

João Pessoa tem aumento de idosos em situação de rua, em 2023

A violência e a violação de direitos contra idosos são feridas sociais que crescem nos centros urbanos brasileiros. Em João Pessoa, o número da população acima de 60 anos vivendo nas ruas aumentou. Nos quatro primeiros meses de 2023, o Ruartes (Serviço Especializado em Abordagem Social) registrou 14 idosos em situação de rua na capital paraibana. No ano anterior, foram registrados 10 casos, no mesmo período.

Ainda neste ano, outras 55 pessoas desamparadas foram atendidas nas Casas do Idoso. Esses idosos em vulnerabilidade tiveram acolhimento nessas unidades públicas de João Pessoa em meio a perda de direitos.

Violência

De janeiro a abril desse ano, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) registrou 94 casos de violência ou violação de direitos contra idosos. O número representa uma pequena redução, de 10%, quando comparado aos registros do mesmo período de 2022, quando foram contabilizados 131 casos.

As denúncias de violações aos direitos de pessoas idosas também chegam por meio do Disque 156, que é um canal gratuito disponibilizado pela Prefeitura, através da Sedhuc. Só no primeiro quadrimestre desse ano, foram registradas 32 ligações. Dessas, 12 foram relativas à violação de direitos de idosos , o que representa o dobro registrado em 2022 no mesmo período.

Denuncie 

O Disque 156 deve ser acionado quando houver registro de discriminação ou preconceito de gênero, etnia, cor e demais situações. As denúncias podem ser feitas também pelo e-mail [email protected] ou ainda pelo chat online, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Ligações gratuitas e sigilosas.

T5

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Paraíba

Enfermeiros protestam nesta quinta em JP para cobrar pagamento do piso nacional

Profissionais da Enfermagem fazem protesto para manter piso | CIDADES |  OPOVO+Foto: Reprodução

Enfermeiros, técnicos e auxiliares de todo o estado irão às ruas a partir das 09h, nesta quinta-feira (15), durante a ‘1ª Marcha da Enfermagem de João Pessoa e Região’, para pressionar o Governo Federal a liberar verbas suficientes para realização do pagamento do piso nacional da categoria.

De acordo com Fábio Patterson, presidente do SATENF-PB (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Serviço Público da Paraíba) e um dos organizadores do ato na Capital paraibana, o ponto de concentração será na Praça da Independência.

“Sabemos que a lei 14 434/23 está vigente. E que o ministro Luís Roberto Barroso revogou a suspensão do piso. O ato terá o intuito de pressionar os gestores. É importante salientarmos que o piso não está atrelado a carga horária e é constitucional“, diz Patterson.

Valores

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde (MS), já realizou os cálculos referentes ao valor que cada município brasileiro irá receber sob forma de subsídio para pagamento do piso nacional da categoria, porém, além de ainda não ter enviado os ditos valores, segundo os prefeitos, os montantes são insuficientes.

Além de prefeitos, o tema também preocupa gestores das unidades de Saúde particulares e, principalmente, filantrópicas, que também alegam não possuírem verbas suficientes para realizar o pagamento determinado ainda na reta final do então presidente Jair Bolsonaro (PL), medida considerada à época eleitoreira.

FNP

O atraso no repasse da verba e a insuficiência em reais para realização do pagamento do piso nacional da Enfermagem se transformou em uma das pautas principais no encontro da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), evento que reuniu ministros, prefeitos e diversas lideranças políticas nacionais em João Pessoa nos últimos dias 01 e 02 de junho.

Na ocasião, os gestores assinaram um documento intitulado “Carta de João Pessoa” que cobra soluções para viabilização do pagamento do piso salarial da Enfermagem no país.

O documento visa a possibilidade de garantir a sobrevivência do pagamento do piso da categoria mesmo após o fim do ano 2023.

Blog do BG PB

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