Política

Diário Oficial traz exoneração de quatro secretários do Governo da Paraíba

Rosália Lucas, Jhony Bezerra e André Ribeiro deixam secretarias do governo João para disputar a Prefeitura de Campina Grande - PB AGORAfoto: Reprodução

O Diário Oficial do Estado trouxe, nesta sexta-feira (7), a exoneração de quatro secretários estaduais. Jhony Wesllys Bezerra Costa (Saúde), André Ribeiro Barbosa (Ciência e Tecnologia) e Rosália Borges Lucas (Turismo e Desenvolvimento Econômico) deixam suas respectivas pastas e vão disputar a prefeitura de Campina Grande. Já Antônio Roberto de Araújo Souza pediu para deixar o comando da Secretaria de Educação, alegando desconforto no cargo. O gestor não vinha suportando a pressão política feita por aliados e opositores.

Nesta quinta-feira (8), o governador João Azevêdo (PSB) confirmou o nome de Jhony na preferência para a disputa da prefeitura. Para isso, filiou-se ao PSB e vem trabalhando a busca de apoios para o pleito. No entanto, não se sabe com ficaá a situação da pré-candidatura de Rosália Lucas. Ela é apontada como potencial candidata do PSD e tem se articulado com o apoio da senadora Daniella Ribeiro, do mesmo partido. Do outro lado está André Ribeiro, o primeiro a confirmar o nome para disputa pelo PDT independente do apoio do governador.

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Política

Jhony Bezerra entrega cargo de secretário de Saúde da Paraíba para disputar prefeitura de CG

 

O médico Jhony Bezerra entregou, nesta quinta-feira (06), o cargo de secretário de Saúde da Paraíba. Ele deixa a função para estar apto a disputar a Prefeitura de Campina Grande pelo PSB.

Em entrevista ao Portal MaisPB, direto da Rainha da Borborema, Bezerra disse que está colocando seu nome à disposição do partido para apresentar um novo projeto à cidade.

“Entregamos a carta ao governador, atendendo a um chamamento do PSB, para que em Campina Grande o time de João Azevêdo possa estar representado por uma candidatura jovem. Estou colocando o meu nome à disposição de Campina. Não tenho sobrenome político, mas tenho força de vontade para colocar campina no rumo do desenvolvimento. Tendo uma gestão alinhada com o governo estadual, com o Governo Federal. O campinense não aguenta mais essa briga”, disse Jhony.

A exoneração do médico deve ser publicada na edição desta sexta-feira (07) do Diário Oficial do Estado.

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Política

Acusado de desvio milionário na Saúde da PB, Ricardo Coutinho discute liberação de recursos no Ministério da Saúde

Investigado por um desvio de 134 milhões na Saúde e Educação da Paraíba, o ex-governador Ricardo Coutinho se reuniu nesta terça-feira (4) com representantes do ministério da Saúde. Na pauta estava, justamente, a liberação de recursos para hospitais do estado.

Além do secretário-executivo da pasta, Berger Barbosa, participaram o deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) e o deputado federal Luiz Couto (PT). Participaram ainda da reunião representantes de diversas entidades filantrópicas paraibanas, entre elas Instituto dos Cegos, Hospital Padre Zé, Hospital Napoleão Laureano, Hospital São Vicente de Paula e Fundação José Leite de Souza.

De acordo com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), Ricardo Coutinho era líder do núcleo político da organização criminosa investigada na Operação Calvário, que contava ainda com os núcleos econômico, administrativo e financeiro operacional.

Além do ex-governador, são citados outros 34 investigados, entre eles a ex-secretária Livânia Farias e o irmão de Ricardo, Coriolano Coutinho. O grupo seria responsável pelo desvio de aproximadamente R$ 134 milhões dos cofres públicos.

Ricardo era apontado como responsável direto pela tomada de decisões e pelos métodos de arrecadação de propina, bem como sua divisão e aplicação. Diálogos do ex-governador com Daniel Gomes, do núcleo econômico, foram inseridos no processo. Na conversa, os dois estariam discutindo valores de supostas propina.

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Política

VALE TUDO: Cartaxo e Ricardo Coutinho juntos na disputa pela pré-candidatura do PT em João Pessoa

Foto: Reprodução

Antes adversários políticos com trocas de farpas e agora aliados. A política é um eterno “vale-tudo”. A disputa pela pré-candidatura do PT à Prefeitura de João Pessoa vai se afunilando e os interessados na vaga vão utilizando as suas armas.

Na capital do país, Luciano Cartaxo esteve com o ex-governador Ricardo Coutinho e tenta seduzir os dirigentes nacionais para que volte pra João Pessoa com uma resposta positiva.

Vale lembrar que Ricardo é investigado por um desvio milionários na saúde e educação do estado, um dos “cabeças” da operação Calvário, segundo o MPPB. Mas, nem isso tem incomodado Cartaxo, que reafirma seu apoio incondicional a Coutinho em 2026.

Outro fato interessante é a troca de farpas entre os dois. Um criticando a gestão do outro. Agora, ambos querem voltar a comandar a PMJP.

Ricardo é amigo pessoal de Lula. Não “soltou” a mão quando o presidente foi preso e tem uma certa influência em Brasília.

Por outro lado está Cida Ramos, que não tem esses apoios todos e crê num milagre, caso seja chancelada como cabeça de chapa.

Veremos as cenas dos próximos capítulos. O PT continua rachado e sem rumo.

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Política

Após derrotas no Congresso, Lula se reúne com líderes do governo nesta segunda

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza, nesta segunda-feira (3), a primeira reunião com os líderes do governo no Congresso após uma série de derrotas em votações na última semana.

A previsão é de que participem do encontro os líderes:

  • na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE);
  • no Senado, Jaques Wagner (PT-BA);
  • e no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP).

Lula quer lidar diretamente com os líderes e não deixar as conversas apenas com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Segundo interlocutores, o petista já avisou que a ideia é tornar esses encontros diretos uma rotina. O movimento acontece depois das derrotas acumuladas na última terça-feira (28).

CNN

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Política

PEC das Drogas: tema volta ao debate no Congresso com análise na CCJ

Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

O debate sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da criminalização do tráfico e uso de drogas voltará ao Congresso nesta semana.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputada federal Caroline de Toni (PL-SC), incluiu a PEC das Drogas na pauta de terça-feira (4).

O texto foi aprovado pelo Senado em abril deste ano. Na Câmara, o relator é o deputado Ricardo Salles (PL-SP).

A expectativa é de que o parlamentar divulgue parecer favorável à proposta. Salles já se posicionou publicamente diversas vezes a favor da PEC, assim como demais membros do PL e de outras siglas conservadoras.

O que é a PEC?

A proposta, de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), inclui na Constituição que será considerado crime “a posse e o porte, independentemente da quantidade, de entorpecentes e drogas afins, sem autorização ou em desacordo com determinação legal, ou regulamentar”.

CNN Brasil

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Política

Só no Nordeste maioria acha Lula melhor que Bolsonaro, diz PoderData

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Aos 17 meses do 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Nordeste segue fiel ao chefe do Executivo. É a única região do país em que 50% dos eleitores declaram avaliar que o atual governo é “melhor” que o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os dados são de pesquisa PoderData realizada de 25 a 27 de maio de 2024.

Nesta região, 36% acham que a gestão petista é “pior” que a anterior e 10% dizem ser “igual”.

No Sudeste, há um empate técnico –quando os resultados de algumas respostas ficam dentro do limite da margem de erro, de 2 pontos percentuais. No grupo demográfico, 36% afirmam que Lula é “melhor” que Bolsonaro e 34% diz ser “pior”. Outros 28% equiparam as administrações e declaram ser “igual”.

Em todas as outras 3 regiões, a maioria avalia que o petista faz um governo “pior” que o seu antecessor: Centro-Oeste (62%), Norte (56%) e Sul (55%).

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 25 a 27 de maio de 2024, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram realizadas 2.500 entrevistas em 211 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.

Poder360

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Política

Secretário de Saúde, Jhony Bezerra deixará cargo para disputar eleições em CG; saiba data

Jhony Bezerra diz que nome da oposição para disputar Prefeitura de Campina Grande será anunciado "até março"

 

O secretário estadual de Saúde, Jhony Bezerra (PSB) vai se descompatibilizar do Estado para ficar apto para disputar as eleições 2024 em Campina Grande. Foi o que afirmou o governador João Azevêdo (PSB) nesta sexta-feira (31).

“Jhony vai se descompatibilizar do Estado no dia 6 e ficar com o nome a disposição para a disputa. Estamos construindo”, disse o chefe do Poder Executivo Estadual.

O socialista assegurou que o nome de seu grupo será definido agora no mês de junho. “O período de São João é bom demais. Dançando um forró e a gente define nossa participação”, garantiu.

Sobre João Pessoa, o gestor justificou a manutenção da aliança com o prefeito Cícero Lucena (PP). “É todo direito natural Cícero ir para a reeleição. E na reeleição estaremos repetindo a chapa que foi vencedora em 2020, isso é a lógica. Eu não iria trabalhar para eleger Cícero em 2020 e agora em 2024 ter um candidato para derrotar um prefeito que eu ajudei a construir”, enfatizou.

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Política

Após derrota no Congresso, governo vai apresentar nova proposta para criminalizar fake news

Foto: Câmara dos Deputados

A base do governo no Congresso Nacional deve apresentar uma nova proposta na criminalização de fake news mesmo após derrota em votação sobre o assunto na última sessão do parlamento, realizada na terça-feira (28). A maioria dos deputados e senadores decidiu manter o veto do governo Jair Bolsonaro a um trecho da Lei de Segurança Nacional que criminalizava com até cinco anos de prisão a publicação de notícias falsas durante as eleições.

A manutenção do veto foi comemorada pela oposição, que alegava que a medida inserida na Lei de Segurança Nacional podia representar um “cerceamento à liberdade de expressão”.

Apesar desse impasse, o governo é favorável a uma proposta que criminaliza fake news e tem falado da necessidade da aprovação de regras mais duras para coibir a disseminação de informações falsas, principalmente durante as campanhas eleitorais.

A criminalização da divulgação de notícias falsas é uma discussão antiga no Congresso. O tema é objeto de um projeto de lei que ganhou o apelido de “PL das fake news” e regulamenta as redes sociais no Brasil. O texto chegou a ser aprovado no Senado em 2020, mas ficou travado na Câmara dos Deputados por falta de acordo em torno do relatório do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também já descartou a votação do projeto no plenário por esse mesmo motivo.

Após a sessão que marcou a derrota do Planalto sobre o assunto, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), reconheceu que não havia consenso para a criminalização da divulgação e disseminação de notícias falsas. No entanto, ele prometeu apresentar um novo projeto de lei sobre o tema. O líder não detalhou como seria a proposta e nem quando ela deve ser apresentada.

O assunto também foi comentado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na quarta-feira (29). Em conversa com jornalistas, Pacheco defendeu o combate à desinformação. “A sociedade precisa ser pacificada. E os exemplos devem ser pela política. A política que busca o acirramento, o ódio, a desinformação, a mentira que tem sido muito recorrente através de redes sociais. Isso precisa ser combatido por todos”, afirmou.

Por enquanto, Lira se comprometeu apenas com a criação de um grupo de trabalho para discutir um novo texto para a proposta. Essa sinalização ocorreu no início de maio, mas, desde então, não houve movimentação para articular quais seriam os nomes indicados para compor a comissão.

R7

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Política

PT cobra ministros de Lula, que dizem não ter sido chamados a conter derrota no Congresso

ImagemFoto: Gabriela Biló/Folhapress

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, cobrou responsabilidade dos ministros de outros partidos após as derrotas em série do governo Lula nesta semana do Congresso —com votos contrários ao Executivo até mesmo de dois parlamentares petistas.

Segundo Gleisi, esses aliados têm que ser chamados a atuar junto a suas bancadas em situações como essa. “Os partidos que compõem a base têm que ter mais responsabilidade com pautas que são importantes para o governo, como fake news, saidinha e armas.”

Procurados pela Folha, ministros desses partidos afirmam, porém, que não foram acionados pelo Palácio do Planalto para ajudar a convencer as bancadas a evitar a derrota do governo.

A reportagem conversou com cinco ministros de partidos da centro-direita —e todos afirmaram não ter recebido nenhum pedido da articulação política.

Folha de S. Paulo

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