Política

INSTITUTO ANOVA: Com 31,6% Cícero lidera em todos os cenários disputa ao governo da PB

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), lidera mais uma pesquisa de intenção de voto para o Governo da Paraíba nas eleições de 2026. Segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (06), pelo Instituto Anova, o prefeito de João Pessoa está com 31,6% das intenções de voto e lidera em todos os cenários.

No cenário com Pedro Cunha Lima, Cícero tem 29,8%. O ex-deputado federal aparece em segundo com 13,6%, seguido por Lucas Ribeiro, que tem 12,8%. Efraim Filho vem logo atrás, com 11,5%. O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, figura com 5,6%.

Neste cenário, os indecisos somam 15,4% e os votos brancos ou nulos totalizam 11,3%.

Veja os números do cenário com Pedro Cunha Lima:

Cícero Lucena – 29,8%
Pedro Cunha Lima – 13,6%
Lucas Ribeiro – 12,8%
Efraim Filho – 11,5%
Adriano Galdino – 5,6%
Indecisos – 15,4%
Branco/Nulo – 11,3%

Em outro cenário, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) surge em segundo lugar, com 16,0%, seguido pelo senador Efraim Filho (União Brasil), que tem 13,7%. O levantamento mostra ainda que 21,9% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 16,8% disseram que votariam em branco ou nulo.

A pesquisa Anova/PB Agora ouviu 2.000 pessoas, entre os dias 2 e 4 de outubro de 2025, em 70 municípios paraibanos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Morte de vereador de Jacaraú pode ter sido motivada por vingança, diz delegado

Vereador Peron Filho (Foto: Instagram)

A investigação da morte do vereador de Jacaraú, Peron Filho, trabalha com a linha de que o crime tenha ocorrido de forma premeditada e motivado por vingança. A hipótese foi apresentada em uma entrevista coletiva, realizada na manhã desta segunda-feira (6).

De acordo com o delegado Silvio Rabelo, da Polícia Civil, a hipótese do crime ter sido latrocínio foi descartada.

“Estamos dentro da linha de homicídio por vingança, uma execução. Pode ter sido vingança, algo político, um desentendimento, uma ameaça em decorrência de um motivo fútil”, explicou Rabelo.

Ainda de acordo com o delegado, ainda faltam provas a serem levantadas para que o Ministério Público possa oferecer a denúncia do crime.

“As investigações estão avançadas e vamos chegar nos autores, principalmente os que executaram, planejaram, os que foram possivelmente contratados (para executar o crime). Nossa preocupação é chegar na motivação do crime e esclarecer todos os detalhes”, disse o delegado.

O caso

O corpo do vereador Peron Filho foi encontrado na noite de 15 de setembro, em uma rodovia próxima à cidade de Jacaraú, no Litoral Norte da Paraíba.

Ele estava em uma motocicleta que apresentava perfurações de bala. O corpo já foi localizado sem vida no local.

Segundo relatos obtidos pela polícia, Peron Filho voltava de um jogo de futsal e retornava para Jacaraú quando teria sido surpreendido pelos suspeitos.

BG com Portal Correio

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Governo negocia trégua com União e PP para tentar manter ministros

Foto: Pablo Valadares/Elaine Menke/Câmara do Deputados

O Palácio do Planalto busca um acordo com o União Brasil e o PP, que ameaçam deixar o governo com a possível saída de Celso Sabino (Turismo) e André Fufuca (Esporte) nesta semana.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que tratou do assunto com o presidente da federação União Brasil-PP, Antonio Rueda. Segundo ela, o objetivo é evitar rupturas e manter a governabilidade, com a possibilidade de negociações eleitorais estaduais.

O presidente Lula também conversou sobre o tema com o líder do PP na Câmara, deputado Luizinho (RJ). Outros emissários do Planalto, como o presidente do PT, Edinho Silva, e o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, se reuniram com a cúpula da federação para tentar um armistício.

O governo argumenta que a permanência dos ministros fortalece a base aliada e contribui para a estratégia eleitoral de 2026, enquanto evita que a tensão se transforme em uma crise aberta.

Apesar disso, o União Brasil mantém a decisão de que Sabino deve deixar o cargo até terça-feira (7). Caso o prazo não seja cumprido, a legenda realizará uma reunião na quarta-feira para votar a expulsão do ministro. Sabino resiste à saída, alegando que pretende concorrer ao Senado em 2026 e que a vitrine da COP em Belém pode impulsionar sua candidatura.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Vereador quer proibir caixas de som portáteis nas praias de João Pessoa

O vereador Raoni Mendes (DC) quer a proibição do uso de caixas de som portáteis nas praias da Capital paraibana. Para o parlamentar, a experiência das praias pessoenses como patrimônio natural e cultural da cidade tem sido prejudicada pelo excesso de ruído desses equipamentos. Raoni Mendes se pronunciou sobre o assunto na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), durante a sessão desta terça-feira (30).

De acordo com Raoni Mendes, o direito coletivo precisa se sobrepor ao direito individual. “A poluição sonora não é apenas um incômodo, é uma agressão silenciosa à saúde física e mental das pessoas. Um barulho intenso e constante causa estresse, ansiedade, dificuldades de concentração e até problemas auditivos. As praias deveriam ser espaços de descanso e contemplação. Essa realidade gera um conflito direto entre o direito de alguns que se divertem e de muitos desfrutarem do silêncio e da paz. Todos temos o direito de aproveitar os espaços públicos, mas esse direito precisa ser exercido com responsabilidade e respeito ao próximo”, enfatizou.

“É diante desse cenário que apresentamos a proposta de proibir definitivamente o uso de caixas de som portáteis nas praias de João Pessoa. Não estamos sendo contra a alegria, música e descontração do nosso povo, estamos defendendo a pluralidade de experiências. Quem quiser ouvir sua música pode fazê-lo com seus fones de ouvidos, em sua casa, no seu carro, nas festas ou em espaços adequados. Mas, a praia, esse bem coletivo, precisa ser protegido para que todos tenham a oportunidade de vivenciá-la de forma saudável e respeitosa”, sugeriu o parlamentar, salientando que diversas cidades turísticas do Brasil e do mundo já adotaram essa medida, a exemplo de Florianópolis e do Rio de Janeiro.

O parlamentar destacou ainda que a proibição é também uma forma de valorizar o turismo. “O visitante que chega aqui procura não apenas o sol e o mar, mas também a qualidade de vida, hospitalidade, organização. Uma praia barulhenta, desordenada e conflituosa não fortalece a imagem da cidade, pelo contrário, afasta os turistas e prejudica nossa economia. Proteger nossas praias é proteger a identidade de João Pessoa, é cuidar da nossa imagem, saúde, cultura e da nossa convivência social. Pode parecer uma medida simples, mas é um avanço cultural e civilizatório que nos coloca em sintonia com cidades que souberam compreender que o lazer coletivo deve estar acima do interesse individual e do gosto particular”, defendeu.

“Reafirmo aqui meu compromisso com uma João Pessoa que valoriza a convivência saudável, respeita as diferenças e protege o patrimônio ambiental. Convido meus colegas vereadores, a sociedade civil e todos os cidadãos a se unirem nessa iniciativa, a fim de entregar às futuras gerações praias mais limpas, seguras, tranquilas e silenciosas, onde cada um possa encontrar o que procura: descanso, convivência ou apenas o simples e maravilhoso som das ondas do mar”, concluiu Raoni Mendes.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Valdemar projeta chegada de Efraim Filho e defende retorno de Nilvan ao PL: “sem mágoas”

Foto: reprodução
Foto: reprodução

O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, voltou suas atenções para a política paraibana e fez declarações importantes nesta segunda-feira (29), em entrevista à rádio CBN João Pessoa.

Segundo Valdemar, o partido está de portas abertas para o retorno do comunicador Nilvan Ferreira, que deixou a legenda em 2024 para disputar a Prefeitura de Santa Rita pelo Republicanos. Nilvan já havia sido candidato ao Governo do Estado pelo PL em 2022.

“Na política a gente não pode guardar mágoas. Precisamos esquecer os aborrecimentos e trazer essa gente forte para o nosso partido”, disse o dirigente nacional.

Além de Nilvan, Valdemar também revelou articulações para filiar o senador Efraim Filho, apontando-o como nome natural do PL para disputar o Governo da Paraíba em 2026.

“Efraim deve vir para o nosso partido para ser nosso candidato a governador. Vai mudar nosso partido da água para o vinho. Estamos trabalhando muito para trazer ele para o PL”, declarou.

Atualmente, Efraim Filho disputa o comando da federação União Progressista na Paraíba, mas sua possível chegada ao PL reforça os planos da sigla de ampliar sua força no estado para as próximas eleições.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Motorista embriagado atropela e mata pedreiro na BR-101 em João Pessoa

Um homem foi preso após perder o controle do carro e atropelar um ciclista, às margens da BR-101, em João Pessoa. A vítima, um pedreiro que seguia para o trabalho, morreu na hora.

De acordo com a PRF, o condutor do automóvel, um homem de 37 anos, foi submetido ao teste do etilômetro, que acusou o teor de 1.07 mg/L de álcool no ar expelido pelos pulmões, configurando embriaguez ao volante.

Diante dos fatos, e constatados os indícios de homicídio culposo na direção de veículo automotor, o condutor foi detido e apresentado à autoridade competente.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Congresso articula aumento do ‘fundão’ eleitoral mesmo após desgaste na PEC da Blindagem

Foto: Reprodução/TV Globo

Lideranças do Congresso querem aprovar um aumento do “fundão” eleitoral para 2026 mesmo após o desgaste sofrido com a tentativa de emplacar a PEC da Blindagem.

A ampliação dos recursos para as campanhas eleitorais no ano que vem tem sido discutida no âmbito da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), relatada pelo deputado Gervásio Maia (PSB-PB). O projeto tramita na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pode ser votado nos próximos dias.

Nas eleições municipais de 2024, o fundo eleitoral foi de R$ 4,9 bilhões, mesmo valor de 2022. O Legislativo tinha a intenção de turbinar a verba do ano passado pelo menos com a correção da inflação, mas teve de recuar após pressão popular. Mesmo com esse revés, o Centrão vai fazer agora uma nova tentativa

A articulação pelo “fundão” maior tem irritado deputados do baixo clero que não querem colocar a digital em mais um tema impopular. Esses parlamentares resistem a embarcar na jogada porque se sentiram enganados pelas cúpulas partidárias ao votarem a favor da PEC da Blindagem para depois a proposta ser enterrada no Senado.

Deputados preveem novas manifestações de rua contra o “fundão”, como as realizadas no fim de semana passado contra a PEC da Blindagem nas principais cidades do País. O temor é que essa mobilização social acabe impactando votos nas eleições de 2026.

Coluna do Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Celso Sabino confirma que deixará ministério no governo Lula nesta sexta (26)

O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), comunicou à executiva do partido que deixará o cargo oficialmente nesta sexta-feira (26). Ele ainda aguarda uma reunião com o presidente Lula para formalizar a saída.

Na semana passada, Sabino já havia informado ao petista a intenção de se demitir, alegando pressão partidária. Lula, no entanto, pediu que ele aguardasse seu retorno de Nova York, após a participação na Assembleia Geral da ONU.

Mesmo tendo chegado ao Distrito Federal na madrugada de quinta-feira (25), o mandatário ainda não agendou uma reunião com Celso Sabino.

Até o momento, a demissão não foi oficializada. Apesar disso, interlocutores informaram à coluna que Sabino já comunicou sua decisão ao União Brasil.

Sabino tentou negociar com a cúpula do partido uma licença partidária pela qual ele se afastaria da legenda para se manter no cargo até o dia 3 de abril, prazo final de desincompatibilização para concorrer ao Senado pelo Pará em 2026, mas não teve sucesso.

Segundo informações publicadas pela CNN, Lula teria pedido a ministros e assessores que buscassem diálogo com o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, para tentar evitar a expulsão de Sabino da legenda.

Mônica Bérgamo – Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Divergência sobre PEC da Blindagem causa distanciamento entre Motta e Alcolumbre e pode travar pauta

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A rejeição sumária da PEC da Blindagem pelo Senado não criou apenas um mal-estar entre deputados e senadores, mas evidenciou o distanciamento entre os presidentes das duas Casas legislativas, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP). Ambos não conseguiram fazer valer um acordo sobre o tema, embora tenham atuado, desde o início do ano, em dobradinha na tramitação de pautas econômicas. O descompasso em relação à iniciativa de cunho corporativista, cujo desgaste recaiu sobre Motta, foi o suficiente para que congressistas cogitassem um cenário de retaliações.

Desde segunda-feira, o atrito gerou incertezas sobre projetos considerados prioritários pelos parlamentares, como a proposta que isenta o Imposto de Renda (IR) a quem ganha até R$ 5 mil e a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Com receio de que o agora chamado “PL da Dosimetria” pudesse ter complicação parecida com a da PEC da Blindagem, deputados passaram a avaliar que seria difícil votar apenas o texto do IR na próxima semana, já que a pauta do plenário estaria “contaminada”. A proposta é uma das pautas prioritárias de Motta (leia mais no box).

Nesta semana, a aprovação no Senado de um projeto alternativo de Imposto de Renda relatado por Renan Calheiros (MDB-AL) reforçou a fissura entre as duas Casas. O governo havia enviado a proposta à Câmara, onde Motta articula a votação sob relatoria de Arthur Lira (PP-AL), seu fiador na presidência e rival político de Calheiros em Alagoas.

“Engarrafamento de MPs”

Mesmo antes da PEC da Blindagem, os dois presidentes já acumulavam atritos. Em reuniões a portas fechadas, reclamavam do “engarrafamento” de medidas provisórias e projetos que chegavam de uma Casa à outra sem prioridade definida ou amadurecimento prévio.

O impasse mais recente, portanto, não é visto de forma isolada. Entre deputados e senadores, a lista de temas que expõem a falta de sintonia é extensa: o Código Eleitoral, que avançou na Câmara, mas foi desidratado no Senado; a regulação da inteligência artificial, em que os senadores se adiantaram e deixaram a Câmara em segundo plano; e o Imposto de Renda, que agora corre em trilhos paralelos nas duas Casas.

Em público, Motta tentou baixar a temperatura e garantiu que a proposta do IR será votada na próxima semana.

— O Senado se posicionou e bola pra frente. Temos um sistema bicameral, cabe aceitar. Não tem sentimento de traição nenhum. Já houve vários episódios em que a Câmara discordou do Senado. Isso é natural da democracia — disse o presidente da Câmara.

Na noite de anteontem, os dois estiveram juntos em um jantar promovido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. Segundo relatos de presentes, estiveram nas mesmas rodas de conversa, mas pouco interagiram. Questionado, Motta foi lacônico:

— Eu o vi, mas não tratamos sobre isso (Blindagem).

Segundo parlamentares, uma reunião que poderia recompor a relação não saiu do papel. Os dois iriam se reunir junto ao relator da anistia, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), logo após o jantar, mas o encontro foi cancelado.

Ciro Nogueira (PP-PI) tenta intermediar uma reunião para a próxima semana, mas interlocutores reconhecem que a desconfiança prevalece e que o mal-estar já respinga na pauta da anistia, em compasso de espera.

O próprio Motta reconheceu que é preciso entender qual é o clima da Casa para decidir se o tema irá ao plenário.

Na Câmara, a avaliação predominante, além da insatisfação com o Senado, é que Motta vem falhando na estratégia. Segundo um aliado do deputado, a PEC da Blindagem deveria ter sido votada na mesma semana, na Câmara e no Senado, para não dar espaço de fritura.

O interlocutor acrescenta que a maioria dos deputados não queria aprovar a PEC, mas topou dar aval à proposta como parte de um pacote que incluía também a urgência da anistia e o projeto do IR.

O episódio alimentou críticas ao estilo de liderança de Motta, acusado por colegas de se deixar influenciar excessivamente por figuras como Lira e Ciro Nogueira.

Para esse grupo, sinais de fragilidade já apareciam desde o motim de agosto e foram potencializados pela condução da blindagem. A avaliação é que Motta cedeu ao Centrão ao sinalizar a votação da urgência da anistia, ligada ao bolsonarismo, e abriu espaço para debates sobre sua sucessão em 2028.

Deputados próximos de Motta sustentam que havia acordo político costurado entre Republicanos, União e PP, com participação do próprio Alcolumbre, para que a PEC da Blindagem fosse aprovada. Senadores próximos ao presidente do Senado, porém, negam que ele tenha dado a palavra final.

Pontos de embate

No entorno de Alcolumbre, aliados apontam que o texto aprovado na Câmara destoava do que vinha sendo discutido, sobretudo em dois pontos considerados indigestos: a retomada do voto secreto para se abrir uma ação criminal contra parlamentares e a ampliação do foro privilegiado para presidentes de partidos — emenda atribuída a aliados do próprio União Brasil, partido do presidente do Senado.

O Planalto, por sua vez, aproveitou a derrota para reforçar o isolamento da Câmara. De Nova York, Lula classificou a PEC como “vergonha nacional” e disse que a queda era “previsível”. Com o Centrão irritado, líderes avisam que podem endurecer e colocar na mesa temas como a PEC da Segurança e até o calendário do IR, em tentativa de forçar alinhamento entre as Casas. Por ora, aliados aconselham cautela. Repetem que é hora de “colocar as barbas de molho” e apostam na mediação de Ciro Nogueira para reconstruir pontes.

Apesar da escalada de atritos, há quem defenda que não é de interesse de deputados nem de senadores manter o clima em pé de guerra. Interlocutores de ambos os lados lembram que a agenda legislativa depende de coordenação mínima e que a disputa permanente fragiliza não só as lideranças, mas também as próprias Casas.

Como gesto de distensão, o Senado pode avançar nos próximos dias com a PEC que limita decisões monocráticas do Supremo, matéria vista como capaz de restabelecer algum nível de cooperação, ainda que parcial.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

PESQUISA REAL BIG DATA: Cícero lidera corrida ao governo da PB; veja números

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), aparece na frente em cenários para o governo da Paraíba, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (25).

No primeiro cenário, Lucena tem 34% das intenções de voto, seguido pelo vice-governador Lucas Ribeiro (PP), com 17%, e pelo senador Efraim Filho (União), com 15%. Brancos e nulos somam 13%, e 21% não souberam ou não responderam.

Em um segundo cenário com mais candidatos, Lucena mantém a liderança com 29%, seguido por Ribeiro (13%), Efraim (12%), Pedro Cunha Lima (PSD) com 10%, Estela Bezerra (PT) com 6% e Adriano Galdino (Republicanos) com 5%.

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas nos dias 23 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.