Política

Foto com Trump se torna a mais popular de Lula nas redes

Foto: Reprodução

A foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), tornou-se em poucos dias a publicação com maior engajamento nas redes sociais do brasileiro.

A imagem foi divulgada no domingo (26.out.2025) e feita pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, durante o encontro entre os 2 em Kuala Lumpur (Malásia).

Segundo dados do instituto de pesquisa Quaest, a publicação alcançou 72 milhões de visualizações, 778 mil menções, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos. O levantamento considerou plataformas como Instagram, X, TikTok e Facebook.

A publicação anterior com mais engajamento de Lula também era uma foto de Stuckert, de 2021. Na imagem, o presidente aparece com a mulher, Rosângela Lula da Silva, a Janja.

Na época, ainda antes da eleição de 2022, a foto teve 65 milhões de visualizações, 4,6 milhões de menções, 19 milhões de curtidas e 7 milhões de compartilhamentos.

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, o resultado mostra que a diplomacia do século 21 é feita “nas redes sociais e nas mesas de negociação”.

“A foto publicada e amplamente visualizada é um exemplo claro da política como imagem, que mesmo sem legenda fala sobre o que aconteceu. O sorriso, a postura, o aperto de mão, tudo é simbólico”, disse.

A Quaest usou sua ferramenta QuaestScan para o mapeamento e analisou também os sentimentos do público. Dos comentários analisados, 54% foram neutros, 26% positivos e 20% negativos.

“É resultado da guerra de narrativas. A direita tentando emplacar a menção a Bolsonaro, a esquerda tentando comemorar a virada e a maioria observando”, disse Nunes, em referência às citações ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a reunião.

O instituto também fez a comparação com a foto do ex-presidente Barack Obama (Partido Democrata) com a sua mulher, Michelle Obama, de janeiro de 2012. A publicação alcançou 63 milhões de visualizações, além de 2,8 milhões de menções, 3,9 milhões de curtidas e 1,4 milhão de compartilhamentos.

O encontro de Kuala Lumpur foi considerado amistoso pelos 2 lados, com o presidente norte-americano mais ouvindo do que falando, segundo autoridades brasileiras que acompanharam a conversa.

A reunião durou 45 minutos e terminou sem que Trump anunciasse a revogação das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. O republicano, porém, aceitou discutir uma revisão das taxas.

Lula pediu a suspensão das tarifas e das punições da Lei Magnitsky ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e à mulher dele, Viviane Barci de Moraes.

O presidente brasileiro classificou a conversa como “franca e construtiva”. Já Trump disse que deve firmar acordos comerciais depois do encontro bilateral.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Quase 60% dos brasileiros querem mudar a forma de governar o país, diz Paraná Pesquisas

Lula
O presidente Lula: apenas 23% defendem que o modelo atual de governar o país seja mantido (Yasuyoshi CHIBA/AFP)
A ampla maioria dos brasileiros (quase 59%) gostaria que o próximo presidente da República mudasse de modo profundo a atual forma de conduzir o país, segundo levantamento feito entre os dias 21 e 24 de outubro pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta terça-feira, 28.

De acordo com a sondagem, 29% dos entrevistados afirmaram que o próximo governante deveria mudar “bastante” a forma atual de administrar o país, enquanto 28,9% disseram que gostariam que ele alterasse “totalmente” a maneira como o país é governado.

Entre os entrevistados, outros 17,1% afirmaram que o futuro presidente “fizesse poucas mudanças” na atual forma de governar o Brasil.

Apenas 23% responderam que que querem a “total continuidade” do jeito atual de governar o país. Outros 2% não souberam ou não quiseram opinar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na semana passada que vai tentar um quarto mandato em 2026.

Veja

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Esquerdogata já havia sido condenada por desacato antes de nova prisão

A influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, voltou a se envolver em confusão com a Polícia Militar. Presa na madrugada de sábado (25) em Ribeirão Preto (SP) após desacatar agentes, ela já havia sido condenada em 2022 pelo mesmo crime, quando chamou policiais de “bostas” e pregou um adesivo do ex-presidente Lula em uma viatura.

A informação é da coluna do Tácio Lorran, do Metrópoles. Na ocasião anterior, segundo o Ministério Público, Aline e o advogado Fernando Ruas Guimarães chegaram a agredir os policiais com socos e unhadas após serem abordados em um bar. Em fevereiro deste ano, ambos foram condenados por desacato e desobediência, recebendo pena de 30 dias-multa. O processo segue em fase de recurso.

Agora, a militante, que soma mais de 800 mil seguidores e é filiada ao PT desde 2022, foi presa novamente por insultar e resistir à abordagem policial. De acordo com relatos da PM, Aline apresentava sinais de embriaguez e chegou a fazer comentários depreciativos sobre o salário e a forma de falar dos agentes.

Após passar a noite detida, a influenciadora foi liberada em audiência de custódia, mas deverá cumprir medidas cautelares, como evitar sair à noite e frequentar determinados locais. O advogado de defesa afirmou que ela está “abalada” com o episódio.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Prazo para Bolsonaro recorrer de condenação no STF termina nesta segunda-feira (27)

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus do chamado “núcleo 1” da suposta tentativa de golpe de Estado têm até 23h59 desta segunda-feira (27) para apresentar recurso contra a condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O instrumento cabível é o embargo de declaração, utilizado para apontar contradições ou omissões nos votos dos ministros, mas que raramente altera o resultado final de um julgamento.

Segundo a CNN, os advogados de Bolsonaro devem concentrar os esforços em tentar reduzir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão, fixada pela Primeira Turma do STF, em regime inicial fechado. Internamente, a defesa reconhece que a reversão completa da condenação é improvável e que o foco agora é apenas minimizar os danos.

A estratégia deve insistir na tese de que os supostos crimes de golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito deveriam ser tratados como um único delito, sem soma de penas. A maioria dos ministros, no entanto, já se manifestou contrária a essa interpretação, o que reduz as chances de êxito do recurso.

Os embargos serão julgados em plenário virtual pela Primeira Turma, ainda sem data definida, mas com expectativa de análise rápida. Caso o recurso seja rejeitado, a defesa poderá apresentar novos embargos; se também forem negados, o STF deve encerrar o processo e declarar o trânsito em julgado, etapa que torna a condenação definitiva e permite a prisão dos réus. O tenente-coronel Mauro Cid, no entanto, deve ser o único a não recorrer — o que pode levar ao encerramento antecipado de sua ação, já que ele cumpriu integralmente a pena de dois anos em regime aberto.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Ciro candidato ao Planalto atrapalha possível vitória de Lula no primeiro turno

Ciro Gomes foi eleito governador do Ceará em 1990 

A ida de Ciro Gomes para o PSDB tende a ser uma má notícia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caso o ex-governador decida disputar pela 5ª vez a Presidência da República, pode dificultar os planos do petista de se reeleger no 1º turno.

Na 4ª feira (22.out.2025), o ex-governador disse querer construir um projeto político no seu Estado, o Ceará. Mas a eventual tentativa de chegar ao Planalto ainda não foi negada.

Ciro tem um apelo forte para parte do eleitorado de centro-esquerda e esquerda. E isso tira votos do PT. Nos 4 pleitos em que tentou ser eleito para o Planalto, Ciro ficou em 3º ou 4º lugares.

Nas mesmas disputas, Lula venceu os pleitos ou terminou em 2º lugar –sempre no 2º turno. A exceção foi a eleição de 2018, quando o petista não pôde concorrer porque estava preso por investigações da Lava Jato. Naquele ano, Fernando Haddad foi o candidato à Presidência pelo PT e ficou em 2º lugar.

Lula tem um sonho arrojado para as eleições de 2026: não quer só ser reeleito –quer vencer no 1º turno. Seria inédito para o petista. Só Fernando Henrique Cardoso (PSDB) conseguiu ser eleito no 1º turno, em 1994, e reeleito também no 1º turno, em 1998.

Em 2006, Lula achava que venceria no 1º turno. Seu excesso de confiança o traiu. Teve de enfrentar uma 2ª rodada de votação. À época, ficou deprimido por 2 dias.

Amigos e conselheiros foram animá-lo no seu apartamento em São Bernardo do Campo. Alguns o encontraram deitado no chão, sem querer reagir. Marisa Letícia, sua então mulher, dava broncas para que o petista reagisse e voltasse para seus compromissos de campanha.

Em 2022, aliados do petista ficaram abatidos depois do resultado do 1º turno, quando se estabeleceu que haveria um 2º turno entre Lula e Jair Bolsonaro (PL). Coube a Lula, contrariado, animar a militância. Disse que sua ida para a outra etapa do pleito era “apenas uma prorrogação”.

Em 2026, a possibilidade de vitória é grande e fica maior se não houver ninguém relevante do campo da centro-esquerda disputando o Planalto.

No cenário atual, seria só Lula, no campo da esquerda, contra os governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD, centro-direita), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil, direita). Os 2 ainda não têm pontuações expressivas em pesquisas de intenção de voto. A chance de liquidar no 1º turno seria real se a eleição fosse agora.

As principais especulações sobre candidaturas estão no campo da direita, como a possibilidade de o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desistir da reeleição ao governo local para tentar o Planalto.

Por essas razões, a possível entrada de Ciro Gomes na corrida presidencial pode ser uma má notícia para Lula.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Oposição protocola abertura da CPI da Saúde em Campina Grande

Foto: Câmara de Campina Grande

Um grupo de vereadores da Câmara Municipal de Campina Grande protocolou, na manhã desta quarta-feira (22), o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a destinação dos recursos da Saúde na Rainha da Borborema.

O requerimento foi apresentado após os servidores da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Campina Grande voltarem a cobrar, nesta terça-feira (21), o pagamento dos salários atrasados. Os prestadores de serviço da pasta estão há mais de um mês sem serem remunerados.

Durante a sessão, o vereador e Líder da Oposição em Campina Grande, Anderson Pila (PSB), avaliou as atitudes como um “desmando da saúde” e que o pedido se baseia em denúncias que precisam ser devidamente esclarecidas.

“E pelos desmandos da saúde, não existe outra alternativa desta casa se posicionar, dos vereadores e vereadoras desta cidade por todos os desmandos que estãoacontecendo todos os dias na saúde. Mas trazida aqui de forma específica pela denúncia de um cidadão sério, de um médico da cidade, que ajuda a saúde de Campina Grande e dos vereadores que irei citar nominalmente”, declarou Pila.

Anderson Pila também destacou que o Legislativo não pode se omitir diante das denúncias.”Não há possibilidade de sermos negligentes, de cometermos um crime de pré-varicação a partir do momento que supostamente dito neste podcast, nos meios de imprensa de Campina Grande que os recursos da saúde estão com destinos diferentes daquilo que é para obter”, complementou.

Assinam o pedido os vereadores Anderson Pila, Aninha Cardoso, Jô Oliveira, Márcio Guedes, Olímpio Oliveira, Pimentel Filho, Rostand Paraíba, Tertuliano Maracajá, Valéria Aragão, Waléria Assunção e Wellington Cobra. O grupo solicita que a Mesa Diretora da Câmara dê encaminhamento ao pedido e que a CPI seja instaurada para investigar as denúncias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Com aval de Lula, PT convida Margareth Menezes a se filiar e disputar eleições

Foto: Filipe Araujo/ MinC

O PT formalizou convite à ministra da Cultura, Margareth Menezes, para se filiar ao partido, com total apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta, segundo apuração da coluna do Igor Gadelha, do portal Metrópoles, foi apresentada durante um jantar em setembro, que contou com a presença de lideranças petistas.

A ministra ainda não deu resposta definitiva ao partido. Petistas ressaltam que, caso aceite a filiação, Margareth poderia concorrer a diferentes cargos nas próximas eleições, incluindo uma vaga na Câmara dos Deputados ou à Prefeitura de Salvador.

No comando do Ministério da Cultura desde janeiro de 2023, Margareth Menezes foi indicada para o cargo pela primeira-dama Janja Lula da Silva. Além da atuação ministerial, a artista é reconhecida nacionalmente como cantora e compositora.

A relação próxima com Janja também se reflete em agendas públicas, como o recente jantar do grupo Prerrogativas em homenagem à ministra, no qual a primeira-dama marcou presença. A filiação ao PT deve fortalecer a base eleitoral do partido e ampliar a visibilidade de Margareth em futuras disputas políticas.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Irmão de Lula vai processar quem o associa a descontos ilícitos no INSS

O irmão do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, acionou a Justiça contra publicações nas redes sociais que o associam ao esquema de descontos ilegais a aposentados.

Ele é vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), uma das entidades envolvidas nos desvios.

Em nota, também criticou o trabalho da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), instaurada no Congresso para investigar os crimes e que, na última quinta-feira, 16, rejeitou a sua convocação para depor diante dos parlamentares.

Segundo ele, a comissão virou “palco politico” e promove “julgamento antecipado”.

“Não temo investigação, mas o que ocorre hoje é um julgamento antecipado, antes mesmo de os fatos serem apurados. É lamentável que parte da CPMI do INSS use esse processo como palco político, em vez de buscar a verdade”, disse ele.

O Sindinapi é apontado como um dos autores de descontos associativos cobrados diretamente na folha de aposentados sem a devida autorização. De 2020 a 2024, as receitas do sindicato cresceram em mais de 500%, o que chamou a atenção da CGU (Controladoria-Geral da União) e da Polícia Federal.

Frei Chico, no entanto, não figura entre os investigados na operação Sem Desconto, que apura os ilícitos.

Ele protocolou ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) contra o que considera “acusações falsas e ofensivas” contra si nas redes sociais, e também reforçou a alegação de que não tem participação em irregularidades.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

PSOL tenta evitar debandada de votos para o PT após saída de Boulos para o governo

Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

Com a ida de Guilherme Boulos (PSOL-SP) para o governo Lula, o PSOL paulista enfrenta um desafio eleitoral significativo. O deputado, que recebeu mais de um milhão de votos em 2022 — cerca de metade do total obtido por todos os candidatos do partido ao Legislativo —, não pretende disputar a reeleição em 2026, conforme acertado com o presidente.

As informação é da coluna da Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. Dentro da sigla, a aposta é de que a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) consiga herdar boa parte dos votos de Boulos, embora não todo o capital eleitoral. A legenda teme que parte desse eleitorado migre para o PT, reduzindo o espaço do PSOL no estado. A situação se complica com a decisão de Marina Silva (Rede-PSOL) de disputar o Senado, e com as possíveis aposentadorias políticas de Luiza Erundina e Ivan Valente, dois dos principais nomes históricos do partido.

Para conter a dispersão dos votos, o PSOL planeja lançar novas candidaturas competitivas. Entre os nomes cotados estão Natália Szermeta, esposa de Boulos; Guilherme Simões, do MTST; o ex-presidente do partido Juliano Medeiros; e os deputados estaduais Guilherme Cortez e Marina Helou. A legenda quer garantir que a força política construída por Boulos nos últimos anos continue rendendo frutos nas urnas em 2026.

Com informações da Folha de S.Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Ex-senador Ney Suassuna é denunciado pelo MPRJ por fraudes em documentos

Foto: Pedro França/Agência Senado

A empresária Raquel Otila, ex-esposa do ex-senador Ney Suassuna (Republicanos) e suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), denunciou à Polícia Civil o uso de documentos falsificados que teriam sido assinados em seu nome. O caso foi revelado neste domingo (19) em reportagem do Fantástico, que expôs um suposto esquema de fraudes em cartórios cariocas.

Raquel, que atualmente mora em Portugal, afirmou que não reconhece cinco documentos – quatro procurações e um contrato – atribuídos a ela. Segundo a empresária, as assinaturas foram registradas enquanto ela não estava no país.

Para comprovar a ausência, ela apresentou à polícia um documento da Polícia Federal que atesta que não esteve no Brasil nas datas em que as assinaturas foram registradas, entre maio de 2020 e novembro de 2021. “Nessa época eu já não morava no Brasil. Eu sequer estava no país. Então, é impossível que eu tivesse assinado presencialmente essas procurações”, disse em entrevista.

Raquel foi casada por 16 anos com Ney Suassuna, e o casal não chegou a um acordo sobre a divisão dos bens após a separação.

Na semana passada, o Ministério Público denunciou Suassuna e uma funcionária de um cartório por falsificação de documento público, mas a Justiça rejeitou a denúncia por falta de provas. O MP deve ser notificado e pode recorrer.

Ney Suassuna, em depoimento à polícia, negou qualquer envolvimento em falsificações e afirmou que pretende processar Raquel Otila por denunciação caluniosa.

As investigações sobre o cartório envolvido continuam sob responsabilidade da Corregedoria Geral da Justiça, que também instaurou um processo disciplinar para apurar possível falha da tabeliã Fernanda Leitão.

BG com MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.