Política

Espero que a PGR opine favoravelmente à domiciliar de Bolsonaro, diz Flávio

 

O senador e pré-candidato a presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou neste sábado (21) esperar que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, “opine favoravelmente à domiciliar humanitária” para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O senador visitou o pai, Jair Bolsonaro, na manhã deste sábado (21).

“Espero, sinceramente, que o procurador-geral da República opine favoravelmente à domiciliar humanitária para o presidente Bolsonaro”, afirmou Flávio.O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa 71 anos neste sábado (21) internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde permanece sob custódia policial.

Preso desde novembro do ano passado, ele foi transferido para a unidade após apresentar um quadro de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração.

Em atualização…

CNN

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Política

ACORDO EM CURSO: PT e Centrão se unem para enterrar CPI do INSS

Foto: Alessandro Dantas / PT no Senado/ 26-02-2026

O avanço das investigações envolvendo o caso Master e a relação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com personagens centrais do escândalo levou uma aproximação improvável em Brasília. PT e partidos do Centrão passaram a atuar nos bastidores para barrar a prorrogação da CPI do INSS, cujo prazo termina nos próximos dias.

A avaliação no Congresso é de que o caso deixou de atingir apenas o governo e passou a respingar também em lideranças do centro e da direita, especialmente após a exposição de vínculos do banqueiro Daniel Vorcaro com nomes influentes da política nacional. O efeito foi a convergência de interesses para frear o avanço das investigações.

Nos bastidores, há pressão sobre parlamentares para retirada de assinaturas do pedido de prorrogação, que já conta com apoio suficiente. O requerimento está parado sob a responsabilidade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que resiste a dar andamento ao tema.

Enquanto isso, a CPI tenta sobreviver recorrendo ao Supremo Tribunal Federal, em meio a um ambiente político cada vez mais desfavorável. A judicialização, no entanto, irritou a cúpula do Congresso e ampliou o desgaste em torno da comissão.

Com o calendário eleitoral se aproximando, cresce entre lideranças a avaliação de que manter a CPI ativa pode gerar mais prejuízos do que resultados, reforçando o movimento para esvaziar de vez os trabalhos do colegiado.

Com informações do jornal O Globo

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Política

Crise diplomática esquenta e Brasil entra na mira de novas tarifas de Trump

Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O Brasil voltou ao radar comercial do governo dos Estados Unidos após novas movimentações do presidente Donald Trump. O país está entre os 59 investigados pela Representação Comercial dos Estados Unidos por possíveis práticas desleais no comércio internacional.

A tensão aumentou depois que o Ministério das Relações Exteriores decidiu revogar o visto do diplomata Darren Beattie. Ele pretendia vir ao Brasil para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro e se reunir com lideranças da direita.

A investigação aberta pelos EUA se baseia no chamado Artigo 301 da Lei de Comércio de 1974 e mira suspeitas de uso de trabalho forçado ou análogo à escravidão em cadeias produtivas internacionais. O mecanismo já foi utilizado por Washington em outras disputas comerciais e pode resultar na imposição de novas tarifas.

Especialistas avaliam que a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla da Casa Branca para reorganizar o comércio global. Segundo analistas, mesmo antes de qualquer sanção efetiva, a abertura do processo já aumenta a incerteza para exportadores e empresas que dependem do mercado norte-americano.

Na prática, o procedimento também pode ampliar o desgaste diplomático entre Brasil e Estados Unidos, já que o governo brasileiro terá de responder às acusações enquanto tenta evitar novas barreiras comerciais impostas por Washington.

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Efraim Filho confirma que assumirá presidência do PL da Paraíba

Efraim diz que nada muda na campanha com Ricardo sem poder disputar vaga no  Senado – Politica & ETC

O senador Efraim Filho (União Brasil) confirmou que vai assumir a presidência estadual do PL. Durante um evento em Guarabira, Efraim detalhou que está, inclusive, no processo de montagem das chapas proporcionais para a ALPB e a Câmara Federal.

“Tudo alinhado, eles fizeram o convite para que a gente assumisse a presidência. Nós aceitamos o convite e vamos poder conduzir o PL. Já estamos trabalhando, ajudando a montar as chapas de deputado federal.”

Efraim é o pré-candidato da Direita na Paraíba. A chapa ainda conta com o nome do ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que disputará ao Senado.

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Política

Flávio diz que Bolsonaro está indo para hospital após “calafrios e vômitos”

Foto: Fábio Rodrigues 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para dizer que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo levado ao hospital nesta sexta-feira (13) após acordar com “calafrios e vômitos” na Papudinha, em Brasília.

“Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez… Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o senador no X.

O ex-presidente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado no Complexo da Papuda desde 15 de janeiro.

CNN

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Política

Lula copia Bolsonaro e corta imposto de combustível a 5 meses da eleição

Fotos: Montagem

A cinco meses do início da campanha eleitoral, o governo do presidente Lula (PT) decidiu zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre combustíveis. A medida, anunciada em 12 de março, repete estratégia adotada em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), quando impostos sobre diesel e gás de cozinha também foram zerados.

Na época, em 11 de março de 2022, o governo Bolsonaro justificou a decisão pela alta do petróleo no mercado internacional causada pela guerra na Ucrânia. Agora, o governo Lula afirma que a medida ocorre após a elevação dos preços provocada por ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.

A iniciativa chama atenção porque, naquele momento, o próprio PT criticou duramente a decisão do governo Bolsonaro. O senador Humberto Costa afirmou que a redução de tributos era “um jogo de cena” feito apenas no período eleitoral e lembrou que a proposta tinha validade até dezembro daquele ano.

Assim como ocorreu em 2022, o governo Lula também zerou as alíquotas até dezembro. A decisão foi tomada em um cenário em que pesquisas eleitorais indicam risco para a reeleição do presidente, e após orientação do sociólogo Alberto Almeida para que o governo adote medidas de forte apelo popular — citando justamente a estratégia usada por Bolsonaro naquele ano.

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Política

Planalto diz não ter guardado registros de reunião de Vorcaro com Lula

Foto: Vinicius Schimidt

A Presidência da República disse não ter feito nenhum registro das reuniões realizadas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega no Palácio do Planalto enquanto atuou como consultor do banco Master, do empresário mineiro Daniel Vorcaro. A falta de registros inclui a reunião de Vorcaro com o presidente Lula, no dia 4 de dezembro de 2024.

A afirmação da Presidência da República foi feita em resposta a um pedido de Lei de Acesso à Informação protocolado pela reportagem no fim de janeiro deste ano.

Como mostrou a coluna, Guido Mantega foi contratado como consultor do Banco Master com salário de R$ 1 milhão mensais, a pedido do líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA).

O pedido via Lei de Acesso e a resposta da Presidência são públicos e podem ser consultados aqui.

Guido Mantega reuniu-se com o chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, em pelo menos seis ocasiões — em quatro delas, já como consultor do Master. Houve um encontro em novembro de 2023 e outros cinco ao longo de 2024, inclusive a reunião de dezembro com Lula.

Os encontros com Mantega estão na agenda de Marcola, mas não na de Lula. Na reunião de dezembro, o registro na agenda de Marcola não faz referência à presença de Lula.

Além de Mantega, o próprio Vorcaro foi pelo menos três vezes ao Planalto em 2023 e 2024. Esses encontros não estão registrados na agenda oficial.

“Destacamos que não foram produzidas atas, registros, filmagens, gravações ou outros documentos da espécie das referidas reuniões”, diz a resposta da Presidência da República.

Metrópoles

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Política

Partido de direita coloca outdoor contra Lula em Lisboa: ‘Culpa não é de Portugal’

Foto: Reprodução

Um outdoor colocado nesta 2ª feira (9.mar.2026) pelo partido de direita Chega (direita) em frente à Assembleia da República, em Lisboa, marcou o dia da posse de António José Seguro como presidente de Portugal. A peça traz fotos do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do presidente de Angola, João Lourenço (MPLA, esquerda), acompanhadas da frase: “A culpa não é de 500 anos de Portugal, é da vossa corrupção”.

A imagem foi compartilhada pelo líder do Chega, André Ventura, derrotado por Seguro no 2º turno das eleições presidenciais. Na publicação, comentou a presença de chefes de Estado de países de língua portuguesa na cerimônia.

“Hoje estão em Lisboa, para a tomada de posse do Presidente da República, vários Chefes de Estado da lusofonia. Respeitamos todos, sobretudo os países de língua portuguesa, mas temos de dizer a verdade. Os nossos retornados merecem, os antigos combatentes merecem, Portugal merece”, declarou Ventura.

“Respeitamos todos, sobretudo os países de língua portuguesa, mas temos de dizer a verdade”, disse Ventura ao compartilhar a imagem
A postagem recebeu resposta do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). “Verdade. Lula rouba e ainda querem botar a culpa em Pedro Álvares Cabral. Faça-me o favor. O que ocorreu em 1500 foi o maior salto tecnológico da história”, disse.

O tema abordado no outdoor remete ao debate sobre as consequências do período colonial português, que afeta países como Brasil, Angola e outras nações africanas que estiveram sob domínio de Lisboa por séculos. Nas últimas décadas, governos e organizações civis passaram a discutir políticas de reparação histórica ligadas à escravidão e à exploração colonial.

O assunto chegou a ser defendido pelo antecessor de Seguro, Marcelo Rebelo de Sousa. O então presidente afirmou que Portugal deveria reconhecer crimes cometidos durante o período colonial e sugeriu discutir formas de reparação. Em declarações posteriores, também disse que o tema da escravidão “não pode ir para debaixo do tapete”.

A discussão provocou reações diplomáticas. O governo brasileiro declarou que a reparação histórica é “premissa para cidadania”, enquanto São Tomé e Príncipe pediu formalmente que Portugal considere medidas de compensação relacionadas ao passado colonial.

Ao mesmo tempo, o governo português disse que não existiam processos formais em curso para estabelecer reparações a antigas colônias, apesar do debate público sobre o tema.

Poder360

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Política

Pesquisa interna do PT aponta alerta para Lula na área da segurança

Foto: Reprodução

Pesquisas internas do Partido dos Trabalhadores indicaram um sinal de alerta para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à segurança pública. O tracking recebido pela sigla no sábado (7) mostrou aumento na preocupação dos entrevistados com o tema.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Segundo o levantamento, em uma escala de 0 a 100, a preocupação com segurança pública chegou a 54,6%. O índice só fica atrás da corrupção, que aparece com 58,1%, embora esteja em trajetória de queda.

A economia e a inflação aparecem em terceiro lugar na lista de preocupações. De acordo com os dados da pesquisa, o tema registra 19,4% na escala utilizada no levantamento interno do partido.

O estudo também trouxe um dado considerado positivo para Lula. Na simulação de intenção de voto, o presidente aparece com 48,6% contra 46% do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal.

Apesar do empate técnico, lideranças do PT avaliam que os números indicam uma tendência de recuperação do presidente. Auxiliares de Lula afirmam que o cenário ideal seria abrir uma vantagem de cerca de dez pontos sobre o adversário até junho de 2026.

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Política

Veja os secretários de João Azevêdo que devem deixar o governo para disputar eleições de 2026

Foto: Claudio Cesar/Secom

A proximidade do calendário eleitoral deve provocar mudanças no primeiro escalão do Governo da Paraíba. Pelo menos 15 auxiliares do governador João Azevêdo (PSB) devem deixar os cargos até o início de abril para atender às regras da legislação eleitoral e disputar as eleições de 2026.

A medida segue a exigência da Justiça Eleitoral, que determina a desincompatibilização de ocupantes de cargos públicos até seis meses antes do pleito, marcado para 4 de outubro de 2026.

Segundo a previsão, os afastamentos devem ocorrer até o dia 2 de abril, abrindo espaço para mudanças na estrutura administrativa do governo estadual.

Secretários que devem deixar o governo

Entre os nomes que devem deixar a equipe estão gestores que articulam candidaturas para a Assembleia Legislativa da Paraíba(ALPB) e para a Câmara dos Deputados, além de auxiliares que podem assumir outras funções públicas.

Na lista aparecem:

  • Deusdete Queiroga, secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos, que deve assumir vaga no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB)

  • Ronaldo Guerra, chefe de Gabinete do governador

  • Tibério Limeira, secretário de Administração

  • Pollyanna Werton, secretária de Desenvolvimento Humano

Também devem deixar os cargos:

  • Rafaela Camaraense, secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade

  • Ricardo Barbosa, presidente da Companhia Docas da Paraíba

  • Lindolfo Pires, secretário de Juventude, Esporte e Lazer

  • Pedro Matias, secretário executivo da Juventude

A lista inclui ainda:

  • Lídia Moura, secretária da Mulher e da Diversidade Humana

  • Dudu de Cubati, secretário executivo de Desenvolvimento e Articulação Municipal

  • Wilson Filho, secretário de Educação

  • Frei Anastácio, secretário de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido

  • Sílvia da Pesca, secretária executiva da Pesca

Mudanças devem abrir espaço para novos nomes

A saída dos auxiliares abre espaço para uma reorganização no governo estadual. A expectativa é que novos nomes sejam anunciados para manter o funcionamento das secretarias.

O movimento também marca o início das articulações políticas visando as eleições estaduais e federais de 2026, quando serão escolhidos deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da República.

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