Política

Pai de Hugo Motta, Nabor Wanderley, renuncia ao cargo para disputar o Senado

Nabor Wanderley (Foto: Divulgação/ALPB)

O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), oficializou neste sábado (04) sua renúncia ao cargo. Com a sua saída, quem assume a prefeitura municipal é o vice-prefeito, Jacobe Souto (Rede).

A solenidade de transmissão de cargo aconteceu no Palácio Clóvis Sátiro, sede do Poder Executivo da cidade.

Nabor deixa a Prefeitura para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições deste ano. Prefeito já em seu quarto mandato e com passagem pela Assembleia Legislativa da Paraíba, já vinha sendo apontado como um dos nomes do Republicanos para a disputa desde o ano passado.

Nabor deve concorrer ao lado do ex-governador João Azevedo (PSB), também na disputa pelo Senado, enquanto o governador Lucas Ribeiro (PP) busca a reeleição ao Executivo estadual.

Portal Correio

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Política

Cícero Lucena renuncia à prefeitura de João Pessoa e confirma disputa ao governo do estado

Política: Cícero Lucena Condiciona Candidatura e Desafia Base Governista a Definir Critérios para 2026

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB) decidiu renunciar o cago, na manhã desta quinta-feira (2). A transmissão do cargo foi feita durante uma solenidade em uma casa de eventos, no Altiplano.

Com isso, o vice-prefeito Léo Bezerra (PSB) assume a prefeitura de João Pessoa e Cícero poderá disputar o governo do estado, atendendo ao período regido pela justiça eleitoral.

“Estou aqui, depois de ouvir os nossos aliados, de escutar a voz da rua, que há mais de um ano em todas as pesquisas nós estamos tendo a preferência daquele que decide a preferência daquele que decide o futuro do nosso estado, o povo.”

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Política

Trump diz que Irã pediu cessar-fogo; governo iraniano nega: Declaração ‘falsa e sem fundamento’

Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (1º) que o Irã teria solicitado um cessar-fogo na guerra entre os dois países. A declaração, feita em publicação nas redes sociais, foi negada pelo governo iraniano, que classificou a informação como “falsa e sem fundamento”.

Trump disse que só considerará uma trégua caso o Estreito de Ormuz seja reaberto. A via marítima, estratégica para o comércio global de petróleo, foi fechada pelo Irã no início do conflito.

Apesar de mencionar um “novo regime” iraniano, não houve mudança de presidente no país, que segue sob comando de Masoud Pezeshkian.

Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o estreito continuará fechado “para os inimigos”. Já o Ministério das Relações Exteriores iraniano reiterou que não houve qualquer pedido de cessar-fogo.

A troca de declarações ocorre em meio a uma estratégia considerada contraditória por analistas, com Trump alternando sinais de possível fim do conflito e ameaças de intensificação militar, incluindo uma eventual invasão terrestre.

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Política

PARANÁ PESQUISAS: Flávio aparece à frente de Lula em novo cenário de 2º turno

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Paraná Pesquisas mostra um cenário de forte equilíbrio na disputa presidencial. Em um eventual segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 45,2% das intenções de voto, contra 44,1% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — configurando empate técnico dentro da margem de erro.

De acordo com o levantamento, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 4,5% disseram não saber ou preferiram não opinar.

Foto: Paraná Pesquisas

Na comparação com a pesquisa anterior, realizada em fevereiro, Flávio oscilou positivamente, passando de 44,4% para 45,2%. Já Lula também cresceu, indo de 43,8% para 44,1%.

O empate técnico também se repete no cenário de primeiro turno testado pelo instituto. Nesse recorte, Lula aparece numericamente à frente, seguido por Flávio e outros nomes como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além de Renan Santos e Aldo Rebelo.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 25 e 28 de março, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.

 

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Política

PESQUISA BTG/NEXUS: Lula e Flávio empatam numericamente no 2º turno

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo a primeira rodada da pesquisa BTG Pactual/Nexus.

Ambos registram 46% das intenções de voto no cenário estimulado, configurando empate numérico.

Nos demais cenários testados, o presidente mantém vantagem sobre outros nomes da centro-direita. Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula tem 46% contra 40%.

Diante do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), a diferença é de 46% a 41%.

Já contra o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), Lula amplia a vantagem: 46% a 36%.

Os dados indicam um patamar estável de intenção de voto para Lula, que aparece com 46%% em todos os cenários simulados de segundo turno, enquanto seus adversários variam conforme o grau de conhecimento nacional e consolidação política.

Outro ponto relevante é o nível de indecisão e rejeição. No cenário contra Flávio Bolsonaro, votos em branco, nulos ou nenhum somam 7%. Esse índice sobe para 12% nos cenários com Zema e Caiado, e atinge 17% contra Eduardo Leite.

O percentual de eleitores que afirmam não saber ou não responder (NS/NR) permanece baixo, entre 0% e 2% nos diferentes cenários.

Exame

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Política

Lindbergh aciona PF e acusa relator da CPMI do INSS de estupro de vulnerável

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O deputado Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke protocolaram na Polícia Federal uma notícia de fato contra o deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, por suspeita de estupro de vulnerável. A medida foi apresentada nesta sexta-feira (27), em meio a um clima de tensão no colegiado.

O caso ganhou repercussão após um bate-boca entre Lindbergh e Gaspar durante sessão da comissão. Na discussão, o parlamentar petista chamou o relator de “estuprador” e afirmou posteriormente que a acusação já estava “entalada há dias”, confirmando que levaria o caso às autoridades.

Segundo os parlamentares, a denúncia envolve uma jovem de 21 anos que teria sido vítima de abuso quando tinha 13. Ela teria uma filha de 8 anos, que seria fruto do suposto crime. De acordo com o relato apresentado, o parto ocorreu no Rio de Janeiro e a criança teria sido registrada em nome de terceiros.

O documento enviado à Polícia Federal também aponta indícios de tentativa de silenciamento, com supostos pagamentos que somariam centenas de milhares de reais para evitar a divulgação do caso. Diante disso, Lindbergh e Soraya pediram medidas de proteção para a vítima, a criança e possíveis testemunhas.

Após a acusação, Alfredo Gaspar negou as alegações e afirmou que irá processar Lindbergh Farias, além de acionar o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O caso agora deve ser analisado pelas autoridades, que irão apurar a veracidade das denúncias.

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Política

VÍDEO: “Dois pesos e duas medidas”: Cientista Político critica STF por encerrar CPMI do INSS

O cientista político Fernando Schuler criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que, na prática, encerrou a CPMI do INSS. Em comentário publicado nas redes sociais, ele afirmou que o episódio reforça a percepção de um país com “dois pesos e duas medidas”, especialmente no tratamento de investigações parlamentares.

Na avaliação de Schuler, a decisão da Corte impede a continuidade de apurações sobre fraudes que, segundo ele, ainda não foram totalmente esclarecidas. O colunista também destacou que os custos dessas irregularidades acabaram sendo arcados pelos contribuintes, o que aumentaria a necessidade de aprofundamento das investigações.

Um dos principais pontos levantados é a interpretação sobre o direito da minoria no Congresso. Schuler argumenta que, tanto pela Constituição quanto pelo regimento interno do Senado, haveria previsão para prorrogação automática de CPIs mediante simples comunicação à Mesa, sem necessidade de autorização da maioria — o que, segundo ele, não teria sido respeitado.

O comentarista ainda comparou a decisão atual com o posicionamento do STF em 2022, quando a Corte determinou a instalação da CPI da Covid durante o governo Jair Bolsonaro. Para Schuler, há uma diferença de critérios que levanta questionamentos sobre a coerência institucional.

Por fim, ele classificou a decisão como política e alertou para os impactos desse tipo de entendimento no equilíbrio entre os poderes. Segundo o colunista, impedir a prorrogação de uma CPI enfraquece o papel fiscalizador do Legislativo e abre espaço para dúvidas sobre a imparcialidade das decisões em uma democracia.

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Política

Lula culpa família Bolsonaro por precariedade em hospitais federais do Rio de Janeiro

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu a precariedade dos hospitais federais do Rio de Janeiro à família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente esteve nesta quinta-feira (26) em Niterói, na abertura da Caravana Federativa do Governo Federal.

Lula fez referência ao Hospital Federal do Andaraí, municipalizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2024. Segundo o presidente, a gestão passada foi responsável pela pela “mercantilização” do setor hospitalar no estado.

“Os hospitais federais aqui do Rio de Janeiro estavam na mão da família Bolsonaro, que não cuidou desse hospital com o mínimo de respeito. A cozinha não funcionava, a UTI não funcionava, a emergência não funcionava. O que era mais grave: os funcionários do hospital Andaraí pagavam o estacionamento para colocar o carro pra ir trabalhar. O hospital tinha sido mercantilizado. E não sei que tipo de gente tomava conta daquele hospital”, afirmou o presidente.

Em outra visita à capital do estado, em fevereiro, Lula afirmou que os hospitais da região foram usados como “moeda de troca eleitoral” em momento de campanha.

Lula participou da abertura da Caravana Federativa do Governo Federal no Centro da cidade do Rio de Janeiro. O evento teve como objetivo ampliar o acesso a programas sociais, serviços e investimentos da União. Ele afirmou que o governo firmou um acordo com a Prefeitura da capital de repasse de recursos com a meta de transformar os hospitais federais em “centros de excelência”.

A CNN procurou o senador Flávio Bolsonaro para comentar as declarações do presidente e aguarda retorno.

CNN

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Política

[ANÁLISE] Mário Sabino: O STF quis matar politicamente Bolsonaro, mas ele se recusa a morrer

Foto: Reprodução

Em artigo publicado no portal Metrópoles, o jornalista Mário Sabino avalia que decisões do STF teriam buscado enfraquecer politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas afirma que, na sua análise, o líder conservador segue presente e influente no cenário político brasileiro. Sabino comenta a decisão do ministro Alexandre de Moraes que concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro, medida acompanhada de uma série de condicionantes impostas ao ex-presidente. Segundo o articulista, a decisão ocorreu em meio a forte repercussão política e jurídica envolvendo o caso.

O jornalista também menciona o empresário Daniel Vorcaro e o episódio envolvendo o Banco Master, tema que, segundo ele, passou a gerar debates e questionamentos no ambiente político e institucional em Brasília. Sabino afirma que o assunto pode continuar produzindo desdobramentos no campo jurídico e político. De acordo com o colunista, a concessão da prisão domiciliar não encerraria as discussões relacionadas ao caso. Ele cita a possibilidade de investigações em andamento, eventual colaboração de investigados e a atuação de órgãos como a Polícia Federal, além da repercussão na imprensa e entre parlamentares.

No campo político, Sabino avalia que Bolsonaro mantém influência sobre parte significativa do eleitorado de direita e pode continuar atuando nos bastidores para fortalecer alianças e projetos eleitorais ligados ao seu grupo político, incluindo estratégias voltadas para o Senado nas próximas eleições. O artigo também menciona pesquisas de opinião recentes. Segundo levantamento Atlas/Bloomberg citado pelo jornalista, a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em 46%, enquanto a desaprovação chega a 54%. Já a avaliação do governo registra 41% de aprovação e 50% de avaliação negativa, conforme os dados mencionados na coluna.

Sabino ainda destaca recortes do levantamento entre segmentos do eleitorado, como o público evangélico, onde, segundo os números citados pelo colunista, a desaprovação ao presidente aparece em patamar elevado. Ao concluir o texto, o jornalista sustenta que, em sua interpretação, Bolsonaro permanece politicamente ativo mesmo após decisões judiciais que atingiram o ex-presidente. Para Sabino, o cenário político brasileiro segue em disputa e poderá sofrer novas mudanças conforme avancem investigações, decisões judiciais e a movimentação eleitoral rumo às próximas eleições.

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Política

PL vê saldo positivo em estreia de Flávio Bolsonaro no Nordeste e aposta em avanço na região

Foto: Divulgação

O senador Flávio Bolsonaro iniciou sua agenda de pré-campanha pelo Nordeste e já colhe avaliações positivas dentro do PL. No último fim de semana, o parlamentar passou por cidades como Natal e João Pessoa, acompanhado de lideranças locais.

A informação é da colunista Milena Teixeira, do portal Metrópoles. De acordo com integrantes da sigla, a recepção ao senador foi considerada acima das expectativas, especialmente pelo tom adotado nos discursos. Nos bastidores, aliados destacam que Flávio tem buscado uma postura mais moderada, com foco em ampliar o diálogo com diferentes perfis do eleitorado.

Outro ponto visto como estratégico foi a aproximação com nomes de centro-direita, como o senador Efraim Filho, movimento interpretado como tentativa de ampliar a base política e fortalecer alianças fora do núcleo mais ideológico.

Dentro do partido, há também a leitura de que o Nordeste pode ganhar protagonismo na chapa presidencial. Dirigentes não descartam a possibilidade de um nome da região ser escolhido como candidato a vice, como forma de equilibrar a disputa nacional.

A avaliação interna é de que este foi apenas o primeiro passo e que a pré-campanha deve intensificar agendas regionais, com estratégias específicas para cada estado, mirando crescimento eleitoral em uma das regiões mais desafiadoras para a direita.

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