Política

Centrão articula pacote de vingança após exonerações em massa do governo Lula

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

O Centrão prepara uma reação coordenada contra o Palácio do Planalto após a onda de exonerações promovida pelo governo federal em cargos de segundo e terceiro escalões. O movimento, apelidado por parlamentares de “pacote da vingança”, inclui desde medidas legislativas para esvaziar ações do Executivo até tentativas de atingir aliados próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre as ações em discussão está a derrubada de um decreto que ampliou os poderes da primeira-dama, Janja da Silva, garantindo acesso irrestrito à estrutura pessoal da Presidência. Além disso, lideranças articulam o enfraquecimento da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata da reforma do sistema de segurança pública, defendida pelo Planalto, e a retomada da discussão sobre uma anistia ampla ao ex-presidente Jair Bolsonaro — proposta que vinha adormecida, mas voltou a ganhar força como instrumento de pressão política.

Parlamentares também articulam a convocação de José Ferreira da Silva, o Frei Chico — irmão do presidente Lula e vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados —, além da derrubada do veto presidencial à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que está na pauta do Congresso para quinta-feira (16). A ofensiva ocorre em meio à insatisfação generalizada com a “faxina” promovida pelo governo, que atingiu cargos indicados por partidos como PP, União Brasil, PSD, MDB e Republicanos.

A decisão do Planalto de exonerar aliados de deputados que votaram contra a MP 1303, relacionada à tributação de fundos de investimentos, foi o estopim da crise. O texto, que teria gerado um impacto de cerca de R$ 35 bilhões nos cofres públicos entre 2025 e 2026, acabou derrubado no Congresso. Entre os atingidos estão apadrinhados políticos em órgãos estratégicos como a Codevasf, o Iphan, o Dnit e superintendências do Ministério da Agricultura.

Nos bastidores, líderes do Centrão pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar projetos de decreto legislativo que revertam decisões do Planalto. Já a PEC da segurança deve sofrer alterações profundas, especialmente em pontos que tratam da centralização de políticas públicas. A anistia a Bolsonaro, por sua vez, ganhou novo fôlego: o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) prepara um projeto sobre dosimetria de penas, mas há quem defenda a substituição por um texto que conceda perdão irrestrito ao ex-presidente.

A tensão levou ao esvaziamento das atividades legislativas nesta terça-feira, com líderes retornando às bases. Para aliados do Centrão, o desgaste não se resume à perda de espaços na máquina pública: há também uma insatisfação crescente com a condução política da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, apontada como responsável por falhas na articulação entre governo e Congresso.

Com informações de O Antagonista

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PEGOU AR: Cícero Lucena se irrita com jornalistas após perguntas sobre eleições: ‘Não tem outra pergunta?’

Cícero Lucena: “Eu estou querendo e muito” ser governador - ParaibaOnline

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido) se irritou com a imprensa paraibana após ser questionado se iria votar no governador João Azevedo, que deve disputar o senado.

As dúvidas foram levantadas depois que Cícero se desfiliou do Progressistas, partidos da base de João. Nos últimos dias, Cíceor tem cumprido agendas com o senador Veneziano Vital (MDB), que faz oposição a João Azevedo.

“Será que vocês não tem outra pergunta?! Eu já disse qual era a minha posição em relação a isso. Vê se vocês criam alguma outra coisa nova. Eu estou dizendo que eu mantenho a minha posição. “, questionou.

Blog do BG PB

 

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Política

“Traidor e frouxo”: Entenda rompimento entre Cícero e líderes do Solidariedade em JP

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), respondeu nesta segunda-feira (13) às críticas do deputado Eduardo Carneiro (Solidariedade), que o acusou de “traição” após exonerações de aliados do Solidariedade. Em tom irônico, Cícero declarou que “cada um cuida do que usa”, sem entrar em detalhes.

Na manhã desta segunda-feira (13), a Federação Solidariedade-PRD realizou uma reunião na sede do partido, onde foi decidido o rompimento com o prefeito.

Durante a reunião, o vereador Fábio Carneiro elevou o tom das críticas. “Cícero é frouxo. Quero ver ele exonerar todos do Republicanos. Duvido”, afirmou, sugerindo que as demissões foram seletivas.

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Política

Lula diz que “Brasil está arrumado” e dispara contra Bolsonaro: “Tranqueira”

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o lançamento de um novo modelo de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal em São Paulo, que o “Brasil está arrumado” e chamou a gestão anterior de “tranqueira”. Ele criticou principalmente o governo de Jair Bolsonaro (PL) e citou retrocessos de gestões passadas, incluindo Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT).

Lula mencionou que precisou recorrer a uma proposta de emenda à Constituição (PEC da Transição) para reorganizar as contas públicas e garantir recursos mínimos de governabilidade. O presidente também destacou avanços sociais, como a saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, mas afirmou que ainda há desafios e resistência política para consolidar os resultados.

O presidente comentou ainda sobre a rejeição, pelo Congresso, da Medida Provisória 1303/2025, que previa alternativas à elevação do IOF e aumento da arrecadação. Ele disse que a medida buscava tributar rendas mais altas, fintechs e casas de apostas, mas foi vetada pelos parlamentares.

Sobre política externa, Lula criticou tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros e defendeu atuação independente do país. “Se os americanos não quiserem comprar os produtos brasileiros, as empresas podem vender para a China, na Ásia, em qualquer país do mundo”, afirmou.

O discurso ocorre após pesquisa Genial/Quaest indicar empate técnico entre aprovação (48%) e desaprovação (49%) do governo. O levantamento também mostrou vantagem de Lula em relação ao pré-candidato Tarcísio de Freitas (Republicanos) em um eventual cenário para 2026, subindo de 8 para 12 pontos percentuais.

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Política

Centrão vê Lula de “salto alto” e usa derrota da MP do IOF para mandar recado

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Partidos do Centrão avaliam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou um tom de “salto alto” após a melhora recente em sua popularidade e decidiram enviar um recado político ao Planalto. A estratégia foi travar a votação da Medida Provisória (MP) 1303, que tratava de mudanças no IOF e poderia gerar entre R$ 17 bilhões e R$ 35 bilhões em arrecadação extra para o governo.

A Câmara retirou a MP de pauta na quarta-feira (8), o que resultou na perda de validade da medida — uma derrota significativa para o governo. A articulação envolveu não apenas partidos de oposição, como PL e Novo, mas também legendas da base, como PSD e Republicanos. União Brasil e PP, que romperam com o Planalto, também se alinharam ao movimento.

Lideranças dessas siglas consideram que Lula tem colocado as negociações políticas em segundo plano, algo que não ocorreria em momentos de fragilidade. Também criticam o tratamento dado pelo governo à minirreforma eleitoral, que tem privilegiado partidos mais próximos do núcleo petista.

O rompimento com o União Brasil ganhou força após declarações de Lula contra o presidente da sigla, Antônio Rueda. Dirigentes afirmam que parte da bancada ainda estava aberta ao diálogo, mas a desavença pública fechou portas e forçou o partido a acelerar o afastamento de aliados do governo.

Nesse contexto, o União Brasil abriu duas representações contra o ministro do Turismo, Celso Sabino, deputado licenciado pela legenda. Uma trata da dissolução do diretório estadual no Pará; a outra, de um processo de expulsão que deve durar cerca de dois meses.

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Política

Câmara dos Deputados enterra MP que previa taxação maior para Bets; veja como votaram os paraibanos

camara deputados 2018
Foto: Agência Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 251 votos a 193, um requerimento que retirou de pauta a medida provisória alternativa ao Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Com a votação, a MP perde validade e o governo perde uma das principais fontes de arrecadação previstas para 2025 e 2026. O resultado é fruto de articulações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e representa uma derrota para o governo. Ela foi conquistada com a união entre a oposição e partidos do Centrão. A maioria dos parlamentares paraibanos ficou ao lado do governo na votação.

A medida provisória previa a tributação de títulos de investimentos e cobranças retroativas de empresas de bets. Como o texto era válido apenas até esta quarta-feira (8), na prática, a decisão foi por rejeitar a medida. A estimativa da equipe econômica é de um rombo de R$ 42,3 bilhões até o ano que vem.

Veja como votaram os paraibanos:

Contra a retirada de pauta

. Gervásio Maia (PSB)
. Luiz Couto (PT)
. Murilo Galdino (Republicanos)
. Romero Rodrigues (Podemos)
. Wilson Santiago (Republicanos)

A favor da retirada de pauta

. Cabo Gilberto Silva (PL)
. Wellington Roberto (PL)

Ausentes na sessão

. Aguinaldo Ribeiro (PP)
. Damião Feliciano (União)
. Mersinho Lucena (PP)
. Ruy Carneiro (Podemos)

O deputado Hugo Motta (Republicanos) não votou, porque presidiu a sessão. A medida buscava compensar a queda de receitas prevista no Orçamento do próximo ano e ampliar a tributação sobre investimentos de alta renda e empresas do setor financeiro. O texto previa ainda uma cobrança retroativa sobre casas de apostas — as chamadas bets — que operaram no país antes da regulamentação do setor, com expectativa de arrecadar cerca de R$ 5 bilhões.

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Política

Comissão aprova MP alternativa ao IOF com tributação de 18% sobre investimentos, após recuo em bets

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A comissão mista do Congresso aprovou nesta terça-feira (7), por 13 votos a 12, a Medida Provisória 1303, que cria alternativas de arrecadação em substituição ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Para não perder a validade, o texto precisa ser aprovado pelos plenários da Câmara e do Senado até esta quarta-feira (8).

A proposta original da equipe econômica previa arrecadar cerca de R$ 10 bilhões em 2025 e R$ 20 bilhões em 2026 — ano em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve disputar a reeleição. O texto, no entanto, foi desidratado após forte pressão dos setores atingidos pelas mudanças.

Segundo o relator da MP, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), as alterações reduziram em R$ 3 bilhões a estimativa de arrecadação em 2026. Economistas independentes, porém, avaliam que a perda pode ser ainda maior. Com a votação apertada na comissão, Zarattini afirmou que a análise do texto pela Câmara ficou para esta quarta-feira (8).

Durante a tramitação, o relator acatou a elevação da alíquota unificada de Imposto de Renda sobre rendimentos de aplicações financeiras de 17,5% para 18%. Hoje, a cobrança varia entre 15% e 22,5%, conforme o prazo do investimento.

A proposta original do governo previa aumentar de 15% para 20% a tributação dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), mecanismo de remuneração a acionistas. Após negociações, a taxa foi reduzida para 18%. Zarattini disse que as mudanças se equilibram em termos de arrecadação.

Mais cedo, o deputado havia desistido de elevar de 12% para 18% a tributação das apostas esportivas online. No lugar, criou o Regime Virtual de Regularização de Ativos Virtuais, que prevê a cobrança de tributos sobre operações realizadas entre 2019 e 2024, antes da regulamentação do setor.

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a expectativa de arrecadação com o programa é de R$ 5 bilhões. A proposta inicial previa R$ 3,68 bilhões entre 2025 e 2027. Zarattini afirmou que a nova tributação superará as projeções do governo.

Na última sexta-feira (3), o relator também recuou da ideia de tributar títulos incentivados do agronegócio e da infraestrutura, como LCAs, LCIs e LCDs. Atualmente, esses papéis são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas. A Fazenda queria cobrar 5%; Zarattini propôs 7,5%, mas voltou atrás diante da pressão de frentes empresariais e da bancada ruralista, para evitar que a MP caducasse sem votação.

As medidas previstas na MP são consideradas estratégicas pela equipe econômica para garantir o cumprimento do piso da meta fiscal em 2025 e 2026 e evitar novos bloqueios no Orçamento — especialmente em ano eleitoral.

Na noite de segunda-feira (6), Haddad foi à residência oficial da Câmara para discutir o tema com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A MP foi a solução encontrada pelo governo para compensar a frustração de receitas com o IOF, inicialmente estimadas em R$ 40 bilhões anuais, mas reduzidas a menos da metade após decisões judiciais e pressões setoriais.

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Política

INSTITUTO ANOVA: Com 31,6% Cícero lidera em todos os cenários disputa ao governo da PB

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), lidera mais uma pesquisa de intenção de voto para o Governo da Paraíba nas eleições de 2026. Segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (06), pelo Instituto Anova, o prefeito de João Pessoa está com 31,6% das intenções de voto e lidera em todos os cenários.

No cenário com Pedro Cunha Lima, Cícero tem 29,8%. O ex-deputado federal aparece em segundo com 13,6%, seguido por Lucas Ribeiro, que tem 12,8%. Efraim Filho vem logo atrás, com 11,5%. O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, figura com 5,6%.

Neste cenário, os indecisos somam 15,4% e os votos brancos ou nulos totalizam 11,3%.

Veja os números do cenário com Pedro Cunha Lima:

Cícero Lucena – 29,8%
Pedro Cunha Lima – 13,6%
Lucas Ribeiro – 12,8%
Efraim Filho – 11,5%
Adriano Galdino – 5,6%
Indecisos – 15,4%
Branco/Nulo – 11,3%

Em outro cenário, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) surge em segundo lugar, com 16,0%, seguido pelo senador Efraim Filho (União Brasil), que tem 13,7%. O levantamento mostra ainda que 21,9% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 16,8% disseram que votariam em branco ou nulo.

A pesquisa Anova/PB Agora ouviu 2.000 pessoas, entre os dias 2 e 4 de outubro de 2025, em 70 municípios paraibanos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

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Política

Morte de vereador de Jacaraú pode ter sido motivada por vingança, diz delegado

Vereador Peron Filho (Foto: Instagram)

A investigação da morte do vereador de Jacaraú, Peron Filho, trabalha com a linha de que o crime tenha ocorrido de forma premeditada e motivado por vingança. A hipótese foi apresentada em uma entrevista coletiva, realizada na manhã desta segunda-feira (6).

De acordo com o delegado Silvio Rabelo, da Polícia Civil, a hipótese do crime ter sido latrocínio foi descartada.

“Estamos dentro da linha de homicídio por vingança, uma execução. Pode ter sido vingança, algo político, um desentendimento, uma ameaça em decorrência de um motivo fútil”, explicou Rabelo.

Ainda de acordo com o delegado, ainda faltam provas a serem levantadas para que o Ministério Público possa oferecer a denúncia do crime.

“As investigações estão avançadas e vamos chegar nos autores, principalmente os que executaram, planejaram, os que foram possivelmente contratados (para executar o crime). Nossa preocupação é chegar na motivação do crime e esclarecer todos os detalhes”, disse o delegado.

O caso

O corpo do vereador Peron Filho foi encontrado na noite de 15 de setembro, em uma rodovia próxima à cidade de Jacaraú, no Litoral Norte da Paraíba.

Ele estava em uma motocicleta que apresentava perfurações de bala. O corpo já foi localizado sem vida no local.

Segundo relatos obtidos pela polícia, Peron Filho voltava de um jogo de futsal e retornava para Jacaraú quando teria sido surpreendido pelos suspeitos.

BG com Portal Correio

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Política

Governo negocia trégua com União e PP para tentar manter ministros

Foto: Pablo Valadares/Elaine Menke/Câmara do Deputados

O Palácio do Planalto busca um acordo com o União Brasil e o PP, que ameaçam deixar o governo com a possível saída de Celso Sabino (Turismo) e André Fufuca (Esporte) nesta semana.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que tratou do assunto com o presidente da federação União Brasil-PP, Antonio Rueda. Segundo ela, o objetivo é evitar rupturas e manter a governabilidade, com a possibilidade de negociações eleitorais estaduais.

O presidente Lula também conversou sobre o tema com o líder do PP na Câmara, deputado Luizinho (RJ). Outros emissários do Planalto, como o presidente do PT, Edinho Silva, e o ministro da Previdência, Wolney Queiroz, se reuniram com a cúpula da federação para tentar um armistício.

O governo argumenta que a permanência dos ministros fortalece a base aliada e contribui para a estratégia eleitoral de 2026, enquanto evita que a tensão se transforme em uma crise aberta.

Apesar disso, o União Brasil mantém a decisão de que Sabino deve deixar o cargo até terça-feira (7). Caso o prazo não seja cumprido, a legenda realizará uma reunião na quarta-feira para votar a expulsão do ministro. Sabino resiste à saída, alegando que pretende concorrer ao Senado em 2026 e que a vitrine da COP em Belém pode impulsionar sua candidatura.

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