Política

REAL TIME BIG DATA: Metade dos brasileiros desaprova o governo Lula

A pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto REAL TIME BIG DATA mostra que metade dos brasileiros desaprova o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, 50% desaprovam a gestão, enquanto 43% aprovam. Outros 7% não souberam ou não responderam.

Os números permanecem estáveis em relação à pesquisa anterior, divulgada em maio, quando Lula registrava 42% de aprovação e 52% de desaprovação. A diferença está dentro da margem de erro.

O levantamento entrevistou 2.000 pessoas entre sexta-feira (29) e sábado (30). A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-05864/2026.

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Política

ATLAS/INTEL: Hugo Motta tem a segunda pior avaliação entre políticos brasileiros

Motta afirma que aprovação da PEC 6x1 será a maior entrega da Câmara para a classe trabalhadora - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aparece com uma das piores avaliações entre os políticos, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quinta-feira (28).
O paraibano fica atrás apenas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, onde 83% dos entrevistados dizem ter imagem negativa e só 2% afirmam ter imagem positiva. Em relação a Hugo Motta, 82% afirmam ter percepção negativa do presidente da Câmara, e 4%, positiva.
A AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.032 pessoas de 13 a 18 de maio de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06939/2026. O estudo custou R$ 75 mil e foi pago com recursos próprios.
Na outra ponta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 48% de avaliação positiva, seguido do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ambos com 45%.
Bolsonaro
Jair Bolsonaro (PL) e a sua mulher, Michelle Bolsonaro, têm avaliações semelhantes. Ambos receberam respostas positivas por 40% dos entrevistados, mas o ex-presidente tem 56% de avaliação negativa, saldo de -16, e a ex-primeira-dama tem a percepção negativa de 55%, saldo de -15.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 38% de avaliação positiva e 59% de percepção negativa, com saldo de -21.
Poder360

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Política

Senado quer protagonismo no debate sobre o fim da escala 6×1

ALCOLUMBRE

O Senado quer imprimir sua própria marca na tramitação do fim da escala 6×1. Interlocutores do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmam que, em meio às desconfianças sobre sua posição diante dos ruídos com Lula, ele ainda não sinalizou um calendário de votação, mas a intenção é levar o texto adiante. O Senado, porém, não quer apenas chancelar a proposta aprovada pela Câmara.

O discurso entre senadores é que os “louros” da aprovação da matéria, com alto apoio popular, segundo pesquisas, não podem ficar apenas com deputados. Por isso, a ideia é que seja inserida alguma mudança no texto para que possa ser atribuída aos senadores. Pesa nessa estratégia o fato de dois terços das vagas na Casa estarem em disputa, além de senadores que devem disputar governos estaduais.

Alcolumbre ainda não deu pistas sobre calendário de análise da PEC. O governo tem tentado avançar no diálogo com ele, especialmente por meio do ministro José Guimarães (Relações Institucionais). Aliados do presidente do Senado avaliam que ele deve botar a proposta em votação antes das eleições, como deseja o governo.

Pressão contrária à votação também já está em curso. Na terça-feira (27), o presidente do Senado recebeu um grupo de empresários pedindo para que ele pelo menos postergasse a análise da matéria. Segundo interlocutores, Alcolumbre não tem se posicionado nas conversas. Ele tem dito que vai escutar todos os lados e depois tomar uma decisão.

R7

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Política

FIM DA ESCALA 6×1: Veja como votaram os deputados paraibanos

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1 em dois turnos de votação.

No primeiro turno, o texto foi aprovado por 472 votos a favor e 22 contrários. No segundo turno, o placar foi de 461 a 19. Com a decisão, o tema avançou na Casa após ampla maioria dos parlamentares.

Na Paraíba, todos os deputados federais presentes votaram a favor da proposta.

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Política

RealTime Big Data: Na PB, Lucas Ribeiro (PP) venceria Cícero Lucena (MDB) em eventual 2º turno; veja números

A pesquisa RealTime Big Data divulgada hoje (27) aponta que, na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) venceria Cícero Lucena (MDB) em um eventual 2º turno, com 39% a 34%. Em outro cenário de 2º turno, Lucas Ribeiro aparece com 44% contra 26% de Efraim Filho (PL). Já Cícero Lucena teria 41% contra 29% de Efraim Filho. No 1º turno estimulado, Lucas Ribeiro marca 30%, Cícero Lucena 28% e Efraim Filho 19%. Na espontânea, Lucas Ribeiro e Cícero Lucena têm 11% cada, e 55% dizem não saber/não responder.

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Política

REAL TIME/BIG DATA: João Azevedo e Veneziano lideram disputa ao Senado; veja os números

A pesquisa Real Time/Big Data  ainda apresentou dois cenários sobre intenções de voto para o Senado. No primeiro deles, o ex-governador do estado João Azevêdo (PSB) e o atual senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) se destacam, com 32% e 25% de preferência, respectivamente.

Pesquisa Real Time Big Data para o Senado da Paraíba

R7

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Política

REAL TIME/BIG DATA: Lucas e Cícero aparecem empatados na disputa pelo governo da Paraíba

Na disputa pelo governo da Paraíba, o atual governador do estado, Lucas Ribeiro (PP), e o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) estão tecnicamente empatados no cenário estimulado do primeiro turno, segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (27).

No levantamento — com as opções de respostas sugeridas aos entrevistados —, Ribeiro aparece com 30% das intenções de voto, enquanto Lucena tem 28%. Ainda segundo a pesquisa, o atual governador tem um índice de aprovação do trabalho no governo de 63%.

O senador Efraim Filho (PL) e Olímpio Rocha (PSOL) pontuam com 19% e 2%, respectivamente.

Pesquisa estimulada governo ParaíbaArte/ R7

Entre aqueles que votariam nulo ou em branco, somam 10%, e os que não souberam responder foram 11%.

O levantamento ouviu 2.000 entrevistados entre 25 e 26 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Segundo turno

Em um possível segundo turno, Lucas Ribeiro lidera em dois cenários. No primeiro, contra Cícero Lucena, o atual governador aparece com 39% das intenções de voto, contra 34% do ex-prefeito de João Pessoa.

Já em uma situação com Efraim Filho, Lucas Ribeiro também está na frente, com 44% dos votos. Neste caso, o senador registra 26% das intenções de voto.

Por fim, em uma disputa entre Efraim Filho e Cícero Lucena, o ex-prefeito de João Pessoa lidera com 41% dos votos, contra 29% do senador.

Portal Correio e R7

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Política

Datafolha: Quase 90% dos eleitores de Flávio apoiam candidatura após “Dark Horse”

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que 88% dos eleitores que declaram voto no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acreditam que ele deve permanecer na disputa presidencial mesmo após as revelações envolvendo o caso “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o levantamento, entre os eleitores de Flávio, apenas 10% afirmaram que ele deveria abrir mão da candidatura, enquanto 2% disseram não saber opinar.

Já na amostra geral, 48% acreditam que o senador deveria desistir da disputa e apoiar outro candidato. Outros 44% defendem que ele permaneça na corrida presidencial, enquanto 8% não souberam responder.

A pesquisa também mostra que 72% dos eleitores de Flávio afirmaram ter conhecimento do caso, percentual acima dos 64% registrados na amostra total.

Entre os entrevistados que pretendem votar no senador, 53% avaliam que ele agiu bem ao pedir dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, enquanto 37% consideram que ele agiu mal. Outros 10% disseram não saber opinar.

Na amostra geral, porém, 64% afirmaram que Flávio agiu mal, 25% disseram que ele agiu bem e 11% não souberam responder.

Além disso, o levantamento aponta que, entre os eleitores que pretendem votar no senador, 67% afirmaram que a confiança nele não mudou após a divulgação das conversas. Outros 18% disseram que a confiança diminuiu, 14% afirmaram que aumentou e 1% não soube responder.

Foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país entre os dias 20 e 21 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

CNN

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Política

Flávio tem 47% e Lula, 44% no 2º turno, diz pesquisa

Foto: Reprodução

Levantamento da Gerp divulgado nesta 6ª feira (22.mai.2026) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 47% das intenções de voto, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em eventual disputa de 2º turno. Com a margem de erro, os pré-candidatos estão tecnicamente empatados.

Lula vence os cenários testados com Romeu Zema (Novo), Ciro Gomes (PSDB) e Ronaldo Caiado (PSD). Eis como os entrevistados responderam:

A pesquisa entrevistou 2.000 eleitores do Brasil de 18 a 21 de maio. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95,5%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-07971-2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 20.000 e foi pago com recursos próprios.

Poder360

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MARCHA SEXUAL: After de prefeitos no DF é regado a sacanagem luxuosa

A rigidez dos protocolos, o nó apertado da gravata e as exaustivas discussões orçamentárias que mobilizam mais de 15 mil gestores municipais, entre prefeitos, vereadores e secretários, têm hora exata para terminar na capital da República. As informações são da Coluna Na Mira do Metrópoles.

Quando o sol se põe atrás da arquitetura de Niemeyer e as agendas oficiais da 27ª Marcha dos Prefeitos se encerram, o Poder Executivo municipal do Brasil se despe das formalidades. É na madrugada brasiliense que o verdadeiro “orçamento secreto” ganha vida, regado a espumante, fendas provocantes e transações envolvendo altos valores.

Durante duas madrugadas consecutivas, a coluna Na Mira infiltrou-se na engrenagem que movimenta o mercado sacana da “prostituição premium” para acompanhar a árdua, porém luxuosa, peregrinação das comitivas em busca de sexo rápido, de alta qualidade e que pode custar alguns milhares de reais por poucas horas.

O que se viu foi uma mudança radical no comportamento, tanto das garotas de programa de luxo quanto dos clientes que comandam os municípios espalhados pelo país.

O novo esquema afastou o clichê dos ambientes enfumaçados e escondidos pela escuridão, antes iluminados apenas pelo neon purpurinado das boates de entretenimento adulto. Neste ano, ocorreu uma mudança curiosa na dinâmica e na logística das noitadas calientes. Os prefeitos passaram a negociar os programas em locais públicos, ou melhor, sobre as mesas reluzentes de ambientes bem menos discretos.

Carlos Carone/Metrópolesmulheres na frente de restaurante

Abordagens diretas

Os restaurantes sofisticados à beira do Lago Paranoá se transformaram no principal palco da diversão e da caça. De olho nos cachês polpudos injetados pelas comitivas, muitas garotas de programa abandonaram temporariamente o pole dance tradicional para investir pesado nas abordagens diretas nas portas e varandas desses estabelecimentos, transformados em verdadeiros pontos de prostituição de alto nível.

“Oi, vocês estão querendo companhia? Vamos sentar e tomar alguma coisa?” – as duas perguntas se repetiram como um mantra no início da noite, na porta de um badalado restaurante à margem do lago, e a coluna monitorou o movimento de forma estritamente discreta.

A estratégia das profissionais se dividiu em duas frentes estéticas claras: a primeira delas é a linha “executiva comportada”, em que algumas garotas vestiam calças de alfaiataria e blusas sem decotes pronunciados. Camuflavam-se com facilidade cirúrgica entre turistas e jantares de negócios, misturando-se ao público tradicional sem chamar a atenção de olhares curiosos ou de fotógrafos locais.

Sedução explícita

A segunda vertente ficava por conta da linha de “sedução explícita”. Outras meninas apostavam no magnetismo clássico com vestidos ultrajustos, saias curtas e fendas provocantes que desafiavam o vento frio tão comum às margens do Paranoá.

Sozinhas ou em duplas, elas circulavam com desenvoltura entre as mesas. O sinal verde do desfecho dos negócios, o esperado “final feliz”, dava-se quando casais recém-formados deixavam o local de mãos dadas, caminhando sem pressa em direção aos sedãs pretos e SUVs alugados nos estacionamentos.

A logística ganhou o reforço de cúmplices internos. Garçons estrategicamente posicionados operam como pontes de ligação. Em troca de “caixinhas” generosas (gorjetas em dinheiro vivo), eles identificam integrantes de comitivas sentados em mesas mais afastadas ou discretas e fazem a apresentação sutil das garotas, agilizando o flerte e garantindo que o dinheiro circule rapidamente.

Carlos Carone/Metrópolesmulheres na frente de restaurante

Pix dos R$ 100

Enquanto o Lago Paranoá sediava o flerte gastronômico, o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) fervilhava sob uma engenharia de tráfego agressiva e altamente lucrativa. Uma conhecida boate de prostituição de luxo da região revolucionou a captação de clientes nesta edição da marcha. A casa passou a pagar “R$ 100 por cabeça” para cada motorista de aplicativo que levasse passageiros que efetivamente entrassem no estabelecimento.

A estratégia fez a boate “bombar”. Se um motorista desembarcasse no local com uma comitiva de cinco prefeitos ou secretários, embolsava instantaneamente R$ 500 via Pix. O incentivo financeiro gerou corrida do ouro entre os condutores da capital. Uma espécie de “manual de etiqueta e abordagem” começou a circular intensamente em grupos fechados de WhatsApp de motoristas de app, detalhando o passo a passo para seduzir político de alto escalão sem espantá-lo.

Manual de abordagem

A coluna teve acesso às diretrizes compartilhadas entre os motoristas de aplicativo para pescar os clientes da Marcha dos Prefeitos. O foco central? Sofisticação, discrição e promessa de privacidade absoluta.

1. Identificar a janela de oportunidade
O manual orienta a não forçar o diálogo. O motorista deve avaliar se o passageiro está sociável. Puxa-se o assunto naturalmente com ganchos cotidianos: “Vai curtir a semana ou veio só a trabalho?” ou “O movimento de festas está grande hoje, né?”. Se o cliente morder a isca e disser que procura exclusividade ou descanso pós-evento, a rota começa a ser traçada.

2. Indicação indireta (retirando a pressão)
Em vez de sugerir o programa diretamente, o motorista “vende” a reputação do ambiente: “Se o senhor curte shows de pole dance e um ambiente selecionado, tem uma casa noturna excelente. Vale a pena conhecer, é considerada a melhor de Brasília”.

3. Verniz do “networking” e business
Para atrair o público de alto escalão, que valoriza a discrição, o ambiente é pintado como um reduto de negócios descontraídos:

“O ambiente é super reservado, costuma frequentar muito o pessoal do meio empresarial e corporativo, políticos que querem fazer um networking mais descontraído e relaxar assistindo a shows de modelos jovens a cada 10 minutos”.

Vende-se a segurança de que o político não será visto por opositores: “Muitos passageiros do seu perfil elogiam a estrutura, tem camarotes privativos para quem busca total discrição e fica a menos de 5 minutos do Setor Hoteleiro”.

4. Hora de recuar
O código de conduta dos motoristas também exige prudência. Diante de respostas curtas (“sim”, “não”), uso de fones de ouvido ou olhar fixo para a janela, a orientação é o silêncio imediato. Afinal, no jogo do poder e do prazer na capital federal, o silêncio ainda é a mercadoria mais cara de todas.

A 27ª Marcha dos Prefeitos caminha para o seu encerramento oficial nas tribunas e nos auditórios, mas, nas esquinas douradas de Brasília, os acordos firmados entre lençóis e taças de cristal continuarão ecoando nos bastidores do poder municipal por muito tempo.

Metrópoles

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