Política

Comissão do governo Lula vai aos EUA para tentar derrubar classificação de PCC e CV como terroristas

Reprodução

Uma comitiva de deputados da base do governo Lula esteve nos Estados Unidos para dialogar com integrantes do Partido Democrata no Capitólio. O objetivo é tentar evitar que a Casa Branca classifique o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

O grupo também deve apresentar um documento com propostas de cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.

“A classificação de facções brasileiras como organizações terroristas por decisão unilateral estrangeira cria risco de distorção política, efeitos extraterritoriais indevidos e tensionamento da soberania nacional”, diz o documento. “A resposta adequada está na cooperação penal, policial, financeira e diplomática, com controle das autoridades competentes, preservação da cadeia de custódia da prova, respeito à jurisdição brasileira e foco em resultados concretos.”

Além disso, a comitiva terá reuniões com representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

“Estamos aqui neste termo de cooperação colocando o que o governo brasileiro pretende”, disse o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC). “É o intercâmbio que queremos. Não interferência direta dos Estados Unidos, dizendo o que não podemos ou não fazer.”

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Política

DATA DEFINIDA: STF marca julgamento de Eduardo Bolsonaro por coação na trama golpista

Pedro França / Agência Senado

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 16 de junho o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo.

Os ministros da Primeira Turma vão decidir se Eduardo Bolsonaro será absolvido ou condenado. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), ele atuou para atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai, foi condenado.

A pena para o crime de coação no curso do processo é de um a quatro anos de prisão. Mas ainda podem ser avaliados eventuais agravantes, que podem aumentar a pena.

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Política

RITMO LENTO: Alcolumbre diz que Senado debaterá fim da 6×1 ‘sem pressa’

Jefferson Rudy/Agência Senado/JC

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a Casa vai analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho 6×1 sem pressa. Segundo ele, o Senado não será “carimbador” de matérias aprovadas pela Câmara e fará a discussão do tema “com calma, sem açodamento e sem pressa”.

Durante sessão no Senado, Alcolumbre disse esperar que o Senado tenha o “tempo razoável” para discutir uma proposta dessa dimensão. “Espero que o Senado possa ter o tempo razoável para se desobrigar de um debate com essa envergadura e essa magnitude. Para que os senadores possam ler o texto, interpretar o texto, ouvir os setores envolvidos, ouvir os trabalhadores, os que produzem”, declarou.

O presidente do Senado também avisou que convocará uma reunião de líderes na próxima semana para debater o assunto.

A PEC aprovada na Câmara torna obrigatória a concessão de duas folgas semanais aos trabalhadores, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. O texto precisa ser aprovado pelo Senado, em dois turnos, com pelo menos 49 votos dos 81 senadores, antes de ser promulgado.

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Política

Trump publica fotos ao lado de Flávio Bolsonaro e elogia: ‘Jovem inteligente que ama muito o seu país’

Imagem: Reprodução//Truth Social

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta quarta-feira (3) o senador e pré-candidato à Presidência do Brasil Flávio Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Trump compartilhou fotos do encontro entre os dois, realizado na semana passada na Casa Branca, e escreveu: “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca. Um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil”.

Flávio agradeceu ao presidente norte-americano “pelas palavras respeitosas” e afirmou que será o próximo presidente do Brasil. “Em vez das tarifas do Lula, teremos uma enxurrada de investimentos, para o bem das nossas nações!”, escreveu. Segundo ele, Brasil e Estados Unidos “voltarão a ter uma relação de alto nível”.

As publicações foram feitas um dia após os Estados Unidos anunciarem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a justificativa de que políticas comerciais do Brasil prejudicam o comércio norte-americano.

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Política

VÍDEO: Lula fala em reduzir jornada de trabalho para ficar 4 dias ‘vadiando’ igual a Bolsonaro

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que irá “reivindicar” sua jornada de trabalho e disse que fará como o ex-presidente Jair Bolsonaro que, segundo ele, trabalhava apenas um dia por semana e passava quatro dias “vadiando”. A declaração foi feita durante seu discurso na inauguração do Campus Catalão do Instituto Federal Goiano.

“Eu estou brigando pelo fim da escala 6×1, mas o pessoal quer que eu trabalhe 10×1. Eu vou reivindicar a diminuição da minha jornada. Vou fazer que nem o Bolsonaro: trabalhar um e ficar quatro vadiando”, disse Lula.

 

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Política

Lula diz que ‘filhos são piores que Bolsonaro’ ao associar taxação dos EUA à família do ex-presidente

 

Imagem: Reprodução/YouTube/CanalGov

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (2) que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são “piores que ele” e relacionou a família ao relatório dos Estados Unidos que propõe uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

“Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. […] São traidores.”. disse.

A declaração foi feita durante um evento em Catalão (GO). No discurso, o presidente citou uma publicação feita em julho de 2025 por um dos filhos de Bolsonaro após o então presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifas sobre produtos brasileiros.

“No dia em que ele [Trump] taxou, os ‘meninos do Bolsonaro’, um deles, que é candidato a presidente, disse no dia 9 de julho de 2025, ele postou: ‘Obrigado Trump, faça o brasil livre de novo’. Queremos o Magnistky’ “, afirmou.

Segundo Lula, a proposta dos Estados Unidos é uma reação às visitas de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro a integrantes do governo americano.

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Política

ÍNDICE: Cícero Lucena lidera disputa pelo Governo da Paraíba com 34,3%; Lucas Ribeiro tem 26,6% e Efraim Filho, 15,1%

Na imagem estão os pré-candidatos Lucas Ribeiro (PP), Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL)

Uma pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Índice, em parceria com o Blog do Márcio Rangel, mostra que o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, lidera a disputa pelo Governo da Paraíba com 34,3% das intenções de voto.

Na sequência aparecem o governador Lucas Ribeiro, com 26,6%, e o senador Efraim Filho, com 15,1%. Já Olímpio Rocha e Sérgio Marcelo Gama registram 0,2% e 0,1%, respectivamente.

Confira os números da pesquisa (cenário estimulado):

Cícero Lucena: 34,3%
Lucas Ribeiro: 26,6%
Efraim Filho: 15,1%
Olímpio Rocha: 0,2%
Sérgio Marcelo Gama: 0,1%
Não sabe/não respondeu: 13,4%
Nenhum: 10,3%

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 29 de maio de 2026, com 2.000 eleitores em diversas regiões da Paraíba. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número PB-09378/2026.

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Política

Tarcísio diz que não há espaço para terceira via e reafirma apoio a Flávio Bolsonaro

Divulgação

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta segunda-feira (1º) que não enxerga espaço para uma terceira via nas eleições presidenciais deste ano e confirmou que apoiará o senador Flávio Bolsonaro, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o pleito.

Em entrevista ao programa “Pânico”, da Jovem Pan, Tarcísio destacou que sua posição está alinhada à continuidade de um projeto político de direita, reforçando que “meu candidato vai ser o Bolsonaro ou quem o Bolsonaro indicar” e que, com a indicação de Flávio Bolsonaro, seu apoio está consolidado.

De acordo com Tarcísio, a polarização política no Brasil dificulta o surgimento de alternativas competitivas fora dos dois principais campos ideológicos e apontou que a disputa eleitoral será entre o ex-presidente Lula e Flávio Bolsonaro. Segundo ele, há pouco espaço para lideranças regionais emergirem nacionalmente, citando os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) como exemplos de candidaturas de terceira via sem força, apesar de elogiar as administrações destes.

 

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Política

Moraes diz que big techs fazem “lavagem cerebral nas bolhas” e defende regulação

Reprodução/IDP

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes defendeu, nesta segunda-feira (1), a regulamentação das plataformas digitais durante evento organizado pelo ministro Gilmar Mendes. Ele afirmou que as chamadas “big techs” coletam dados de usuários sem autorização para fazer uma “lavagem cerebral“.

“Nessa ingenuidade, não percebemos que as Big Techs pegaram dados de todos sem autorização. A partir dos algoritmos não randômicos se faz uma manipulação de dados para se realizar uma verdadeira lavagem cerebral nas chamadas bolhas”, disse Moraes.

Segundo Moraes, as empresas de tecnologia não podem operar sem regras e devem ser responsabilizadas pelos efeitos de suas atividades, principalmente com o avanço da inteligência artificial e a circulação de conteúdos nocivos.

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PEC que acaba com a escala 6×1 deve ser votada antes do recesso de julho

Após ser aprovada pela Câmara, a PEC que acaba com a escala 6×1, reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e estabelece duas folgas por semana, aguarda análise do Senado. A expectativa é que a proposta seja votada antes do recesso parlamentar de julho.

O texto ainda precisa ser encaminhado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para iniciar a tramitação. Nesta semana, ele deve se reunir com líderes partidários para discutir o andamento da PEC, mas, segundo fontes próximas ao senador, o calendário regimental deve ser mantido.

O primeiro passo será a análise na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), afirmou estar otimista e acredita que a proposta possa ser aprovada pela comissão em cerca de três semanas. Antes disso, a CCJ deve realizar uma audiência pública para ouvir trabalhadores e empregadores.

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