O ex-juiz Sergio Moro publicou na madrugada desta quarta-feira (3) em seu perfil oficial no Twitter um link para um grupo no Telegram que continha imagens pornográficas. A postagem ficou quase 20 minutos no ar antes de ser apagada.
A equipe do ex-ministro informou, em resposta à Revista Fórum, que trata-se de um canal fake, criado com o usuário “sf_moro”. Afirmou, ainda, que não houve hackeamento e que o canal foi apagado pelo próprio Telegram.
“Não houve hackeamento, mas alguém havia no passado criado um canal fake com usuário sf_moro o que poderia induzir as pessoas a erro. O Telegram apagou o canal”, disse em nota.
Segundo relatos, o perfil do blogueiro Allan dos Santos, que está foragido nos Estados Unidos, foi visto por quem entrava no canal. No entanto, não é possível saber se o bolsonarista tem algo a ver com o ataque.
Julgado e condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como juiz “suspeito” e “parcial” nas ações movidas contra o ex-presidente Lula no âmbito da Lava Jato, Moro confirmou sua filiação no Podemos. O ato vai acontecer no dia 10 novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.
A bancada paraibana na Câmara dos Deputados tem acompanhado o aumento no preço dos combustíveis e também estão pesando mais para os paraibanos em relação a esse gasto. Os 12 deputados federais e os dois suplentes que assumiram o cargo neste ano já custaram R$ 290 mil aos contribuintes só na modalidade ‘combustíveis e lubrificantes’. O valor representa um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 246 mil de janeiro/outubro). O levantamento, feito pela Jovem Pan João Pessoa e divulgado no Jornal da Manhã desta quarta-feira (3), foi realizado através do próprio site da Câmara dos Deputados.
Diferente da grande maioria dos brasileiros, além do generoso salário de R$ 33.763,00, os parlamentares contam com uma grande verba para exercer a atividade. Os gastos com combustíveis são legais e estão previstos na cota parlamentar, mas é alvo de constantes reclamações da população e podem ser um bom argumento de cobrança por uma atuação mais contundente da bancada em relação ao sucessivos aumentos no preço dos combustíveis. A Câmara dos Deputados aprovou, em outubro, o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis que, apesar de aliviar o imposto, não impede os aumentos constantes da Petrobrás atrelados ao mercado internacional.
Ranking
Também chama atenção no levantamento a disparidade entre os deputados em relação a esse gasto. O líder em despesa com combustíveis neste ano até o momento é o deputado federal Hugo Motta (PRB) com R$ 40.141,88. O valor é 10 vezes superior ao que foi gasto pelo deputado federal Wellington Roberto (PL), que reembolsou R$ 4.138,91 e está em último lugar no ranking. Acompanhe o levantamento feito no dia 1º de novembro:
HUGO MOTTA (PRB) R$ 40.141,88
JULIAN LEMOS (PLS) R$ 39.948,37
AGUINALDO RIBEIRO (PP) R$ 33.818,51
WILSON SANTIAGO (PTB) R$ 32.764,20
GERVÁSIO MAIA (PSB) R$ 30.109,68
FREI ANASTACIO RIBEIRO (PT) R$ 19.658,11
LEONARDO GADELHA (PSC) – SUPLENTE – R$ 16.900,90
EDNA HENRIQUE (PSDB) R$ 15.761,00
RUY CARNEIRO (PSDB) R$ 14.298,81
RAFAFÁ (PSDB) – SUPLENTE – R$ 13.952,14
EFRAIM FILHO (DEM) R$ 12.969,80
DAMIÃO FELIANO (PDT) R$ 11.604,13
PEDRO CUNHA LIMA (PSDB) R$ 4.924,17
WELLINGTON ROBERTO (PL) R$ 4.138,91
GASTO TOTAL ESTE ANO – JANEIRO A OUTUBRO: R$ 290.990,61
Brandido a ameaça de descontar salário de deputados que faltarem à sessão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), marcou para esta quarta-feira (2/11) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, a PEC dos Precatórios.
A PEC prevê o parcelamento de parte das dívidas judiciais do governo e muda os parâmetros para o cálculo do teto de gastos, emenda pedida pelo governo com o objetivo de abrir espaço no orçamento para o pagamento do Auxílio Brasil, novo programa criado pelo governo para substituir o Bolsa Família, extinto no último dia 29 de outubro.
Para garantir o quórum pós-feriado de Finados, deputados revelam que Lira jurou descontar o dia dos salários dos parlamentares que não comparecerem à sessão. Em reservado, eles reclamam também que o governo tem ameaçado com a possibilidade de não liberação de recursos para emendas, o que, em um ano pré-eleitoral, tem um apelo além do normal.
O texto a ser apreciado é o do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Partidos de oposição já declararam que vão votar contra a proposta por considerarem “calote”, visto que apenas parte das dívidas serão honradas neste ano. Além dos opositores, o MDB também definiu posição contrária ao texto.
Por se tratar de uma PEC, o texto precisa obter 308 votos a favor, no universo de 513 deputados.
Na Itália, o presidente Jair Bolsonaro recorreu nesta segunda-feira (1º) à sua habitual metáfora com relacionamentos para dizer que “duas namoradas vão ficar chateadas”, para falar que mais um partido entrou na lista de possíveis destinos para a disputa das eleições em 2022. A fala aconteceu durante uma entrevista a jornalistas após receber título honorário de Anguillara Veneta, cidade no Norte da Itália onde nasceu o seu bisavô.
— Tem três partidos que me querem, fico muito feliz. São três namoradas, vamos assim dizer. Duas vão ficar chateadas. O PRB, antigo nome do Republicanos, o PL, e o PP, e cada dia um tá na frente na bolsa de apostas — declarou o presidente.
Faltando menos de um ano para as eleições, Bolsonaro reconheceu que já poderia ter escolhido o seu novo partido:
— Não pode ficar para a última hora essa questão aí. Quem sabe essa semana mesmo sai. Eu tenho que ver com as outras duas namoradas. Não podem ficar muito chateadas comigo. Eu vou casar e vai ser com uma só.
O apresentador do “Brasil Urgente” na Tv Band, José Luiz Datena, retirou o seu nome, mais vez, das eleições de 2022 como candidato à presidência da republica e deve disputar uma vaga ao senado pelo estado de são Paulo.
Datena era pré-candidato à presidência pelo Partido Social Liberal, de Luciano Bivar, mas deixou a sigla para se filiar ao Partido Social Democrata (PSD) de Gilberto Kassab.
As mudanças de partido e também a retirada do nome de Luiz Datena como pré-candidato a chefe do executivo federal foi informada pelo jornal O Globo.
O ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, se filiará ao Podemos no dia 10 de novembro durante solenidade no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília.
A informação foi confirmada na tarde desta segunda-feira (1) pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu, que publicou convite para o evento no Instagram.
“Ele chega ao nosso partido para reforçar a nossa luta por um Brasil mais justo. Recebemos você de braços abertos e com muito orgulho, por tudo que representa para o nosso País. Admiramos a sua luta, uma vida a serviço da moralização do Brasil”, escreveu Renata Abreu sobre a filiação do ex-juiz da Operação Lava Jato.
Depois de ser demitido do Minas por fazer postagens consideradas homofóbicas no Instagram, o central Maurício Souza afirmou que cogita se lançar candidato nas eleições de 2022.
“Isso é uma coisa que não estava previsto, nunca me imaginei na política, mas estão me pedindo muito. Muitos partidos conservadores estão me dizendo que seria importante”, afirmou o atleta, que está sem time. A declaração foi dada hoje em entrevista ao programa “Pânico”, da Jovem Pan.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de se candidatar nas eleições no ano que vem, o jogador deixou a questão em aberto e falou em “representar bem” as pessoas que o defenderam na polêmica em seu antigo clube. “Não sei, preciso refletir. Tenho uma responsabilidade muito grande, em cada post que eu faço, cada entrevista que eu dou. Estou vendo o impacto direto que estou tendo nas pessoas. Hoje elas enxergam em mim esse exemplo. Tenho que pedir sabedoria pra Deus pra eu representar bem essas pessoas.”
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse ao diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, em tom de brincadeira, que vai “passear em Haia” com o presidente Jair Bolsonaro.
“Sou o único chefe de Estado do mundo que está sendo investigado, acusado de genocida”, disse Bolsonaro, ao diretor-geral da OMS. “Eu também. Vou com ele para Haia; passear lá em Haia”, completou o ministro da Saúde.
Bolsonaro e Queiroga estavam em Roma, na Itália, onde participaram da reunião da cúpula do G20, grupo que reúne os países mais ricos do mundo.
Senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 avaliam viajar a Haia, nos Países Baixos, para levar o relatório final da comissão ao Tribunal Penal Internacional.
O presidente Jair Bolsonaro participou de uma reunião neste domingo (31) com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em Roma, onde participa da cúpula dos líderes das 20 principais economias do planeta, o G20.
Este foi o único encontro com autoridades do dia informado pela Presidência. Segundo afirmou o Planalto no Twitter, o encontro ocorreu “à margem da Cúpula de Líderes do G20”. Não foram divulgados detalhes do encontro.
A agenda oficial de Bolsonaro informa que o presidente participará da sessão de encerramento do encontro do G20 neste domingo, mas não cita reuniões com chefes de estado.
Mesmo com poucos eventos agendados, o presidente não participou pela manhã deste domingo do passeio dos líderes do G20 por Roma, que tiraram uma foto na Fontana de Trevi, conhecido ponto turístico.
Além de Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também foi um dos ausentes na foto.
Não há informações oficiais sobre a razão de Bolsonaro ter optado em não participar do passeio com os outros líderes do G20.
Em entrevista a jornalistas neste domingo (31), em Roma, na Itália, o ministro da Economia, Paulo Guedes, evitou falar sobre o plano B do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400 em 2022, caso a PEC dos Precatórios, ideia principal do Executivo, não seja aprovada pelo Congresso Nacional.
“Estamos trabalhando com o plano A: a aprovação da PEC dos Precatórios. Ela é importante porque abre espaço fiscal para o programa de assistência social”, disse Guedes, ao ser indagado sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro de que tem um “paraquedas reserva”, caso a PEC não seja aprovada.
“Esse é o nosso plano, e nós acreditamos que o Congresso vai aprovar, exatamente porque permite o financiamento dos programas sociais do governo”, emendou o chefe da equipe econômica, que acompanha Bolsonaro na viagem à Itália para participar da cúpula de líderes do G20.
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