Política

Bolsonaro diz ter ‘paraquedas reserva’ para viabilizar Auxílio Brasil caso PEC dos Precatórios não seja aprovada no Congresso

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste sábado (30), em Roma, na Itália, que tem um “paraquedas reserva” para viabilizar o Auxílio Brasil, programa que substitui o Bolsa Família e pagará, no mínimo, R$ 400 a cerca de 17 milhões de famílias no país.

Após participar da reunião do G20, o grupo dos países mais ricos do mundo, Bolsonaro admitiu preocupação com o risco de o Congresso não aprovar a PEC dos Precatórios, que equilibra o respeito ao teto de gastos públicos com o espaço fiscal necessário para garantir os programas sociais. Se a aprovação não ocorrer, o governo ficará com recursos escassos para os ministérios em 2022 e terá o novo programa social sob risco de não sair do papel.

“É lógico que [a não aprovação da PEC] preocupa. O presidente do Senado [Rodrigo Pacheco] estará em Glasgow na próxima semana, e nós nos preocupamos porque o ano está acabando. Agora, passa de aproximadamente R$ 30 a R$ 35 bilhões para R$ 80 bilhões. Logicamente, consome todos os recursos nossos. Se for paga essa dívida, os ministérios praticamente ficarão sem recursos para 2022”, explicou.

Em seguida, porém, Bolsonaro disse ter alternativa em caso de derrota no Parlamento. “Eu sou paraquedista, tá? Sempre tem um paraquedas reserva comigo, mas sempre com muita responsabilidade”, disse.

R7

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Política

Eduardo Leite diz que não votou em Haddad porque PT não é ‘exemplo de democracia

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse que escolheu Jair Bolsonaro (sem partido) no segundo turno da eleição presidencial de 2018 porque “do outro lado, não tinha um exemplo de democracia também”. Na ocasião, Bolsonaro enfrentou a candidatura do ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT).

Leite, que disputa a indicação de pré-candidato a presidente no PSDB, sustentou sua posição de ter votado em Bolsonaro lembrando os esquemas de corrupção envolvendo governos petistas, como o mensalão e os desvios investigados pela Operação Lava Jato.

Segundo Leite, em 2018, de um lado, tinha Bolsonaro, que, “como deputado, falou um monte de coisa reprovável”. “Do outro, não tinha o melhor exemplo de democracia. Comprar deputado, pagando mensalão para deputado não é exemplo de democracia, não é respeitar a democracia. Defender a regulação da mídia não é respeito à democracia.”

O tucano diz que, em 2018, quem ele apoiou “verdadeiramente foi Geraldo Alckmin (PSDB)”. “Mas, no segundo turno, vão dois candidatos: Bolsonaro e o PT”, disse. “Eu não queria escolher, mas tinha que escolher entre um caminho ou outro.”

Para ele, um caminho “a gente já conhecia: escândalo de corrupção, crise econômica e não era exemplo de democracia”. “Do outro uma agenda econômica que mais se aproximava”, disse, ressaltando que Bolsonaro tinha “falas muito ruins sobre democracia”. “Enfim, nós temos que lutar agora para não precisar fazer a mesma escolha em 2022.”

Leite disputa com o governador paulista, João Doria, e o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, a indicação para ser o candidato do partido ao Planalto no ano que vem. A escolha acontece em 21 de novembro.

Com informações FolhaPress

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Política

Moraes manda CPI da Covid-19 explicar pedido de quebra de sigilo das redes sociais de Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deu um prazo de 48 horas para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado explique quebras de sigilo aprovadas pelo colegiado contra o presidente Jair Bolsonaro.

No último dia 26, mesma data em que foi aprovado o relatório final da CPI que pediu o indiciamento de Bolsonaro, a comissão aprovou um requerimento que tratava das quebras de sigilo de dados relativos às redes sociais do presidente da República.

O documento solicitava as quebra dos sigilos do conjunto dos dados de Bolsonaro no Facebook, Twitter e Google, plataforma responsável pelo YouTube, e foi uma demanda do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Na CPI, ele argumentou que o presidente da República segue uma “política de desinformação” e citou uma live em que Bolsonaro fez associações falsas entre a vacina contra a Covid-19 e a Aids. Segundo órgãos como Associação Médica Brasileira, Sociedade Brasileira de Infectologia e Sociedade Paulista de Infectologia, não há qualquer correlação entre tomar a vacina e estar mais propenso ao contrair o HIV.

O mesmo requerimento pedia que esses dados fossem enviados à Procuradoria-Geral da União (PGR), encarregada de investigar as informações fornecidas pela CPI, e que Bolsonaro tivesse seu acesso suspenso às contas nessas redes sociais.

No dia seguinte (27), porém, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com um mandado de segurança no STF questionando a legalidade da quebra de sigilo e tentando, preventivamente, evitar que Bolsonaro tivesse seu acesso suspenso às redes.

O ministro Alexandre de Moraes agora dá seguimento ao processo. Ele pede que a CPI se manifeste em 48 horas sobre as razões que a motivaram aprovar a quebra de sigilo das redes do presidente da República.

“Trata-se de mandado de segurança interposto contra ato da “CPI da Pandemia”, que determinou a transferência do sigilo telemático de Jair Messias Bolsonaro, entre outras providências. O autor requer a concessão de liminar, inaudita altera pars, para suspensão imediata da referida medida constritiva aprovada pela CPI, em 26/10/2021. Para análise da medida liminar, solicite-se informações à autoridade impetrada, em 48 (quarenta e oito) horas”, traz o despacho de Moraes.

R7

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Política

Senador pede que STF investigue suposta “rachadinha” de Alcolumbre

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) entrou na sexta- feira (29) com uma notícia-crime contra o presidente da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Vieira pede que o suposto caso de “rachadinha” no gabinete do ex-presidente da Casa Alta seja apurado.

No pedido de investigação, o senador afirma que não deseja “acusar indevidamente quem quer seja”. Mas cita os relatos de 6 mulheres que teriam atuado como funcionárias fantasmas no gabinete de Alcolumbre.

O esquema, segundo elas, consistia em abrir uma conta bancária, entregar o cartão e a senha a uma pessoa da confiança do senador, e, em troca, ganhar uma pequena gratificação.

“Ainda que se deva evitar o julgamento precipitado e prevalecendo o princípio da presunção de inocência, ante a vigência do inciso LVII do artigo 5o da Carta da República, é indispensável a imediata apuração dos fatos narrados“, diz o pedido. Eis a íntegra da notícia-crime (202 kb).

Vieira afirma ainda que Alcolumbre continua com mandato de senador, e que não pode alegar desconhecer o que acontece em seu próprio gabinete. Pede que as ex-funcionárias sejam ouvidas e que a PGR (Procuradoria Geral da República) seja acionada.

Alcolumbre afirmou na sexta- feira (29) ser vítima de uma “campanha difamatória sem precedentes”.

Segundo o Poder360 apurou nas últimas semanas, o senador credita ao governo federal esses fatos negativos vinculados ao seu nome. Seria uma forma de pressioná-lo a pautar a sabatina de André Mendonça, indicado ao STF pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Com informações Poder 360

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Política

ELEIÇÕES 2022: MDB deve lançar Simone Tebet como pré-candidata à Presidência

O MDB planeja anunciar já em novembro a senadora Simone Tebet como a pré-candidata do partido à Presidência.

Segundo integrantes da cúpula do partido, o anúncio ainda depende de algumas conversas finais, mas o tema está “99% certo”.

Tebet teve grande exposição durante a CPI da Covid e é a aposta do MDB contra a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro.

Guilherme Amado – Metrópoles 

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Política

ENCONTRO DO G20: “Petrobras é um problema”, diz Bolsonaro a presidente da Turquia

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste sábado (30), em Roma, que a Petrobras “é um problema” e que seu governo está “quebrando monopólios”, o que tem gerado uma “reação muito grande”.

A afirmação foi feita por Bolsonaro em conversa com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, durante a cúpula de líderes do G20. O evento ocorre até este domingo (31), na Itália.

“Petrobras é um problema. Mas nós estamos quebrando monopólio. Reação muito grande. Até há pouco tempo, era uma empresa de um partido político. Nós tiramos”, afirmou Bolsonaro, ao ser indagado por Edorgan sobre a estatal.

O presidente brasileiro acrescentou que a economia no Brasil está “voltando bem forte”. “A mídia, como sempre, atacando. Mas estamos resistindo bem. Não é fácil ser chefe de estado em qualquer lugar do mundo”, afirmou.

Reuniões

O presidente Jair Bolsonaro participa, neste sábado (30/10), em Roma, do primeiro dia da reunião da cúpula de líderes do G20, grupo das maiores economias global. Além do encontro coletivo, o presidente e alguns ministros terão reuniões bilaterais com autoridades de outros países.

Bolsonaro deve se reunir, por exemplo, com o secretário-geral da OCDE (Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), Mathias Cormann. O encontro está previsto para as 16h (horário local), 11h no Brasil.

Metrópoles

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Política

Bolsonaro destaca vacinação no Brasil, auxílio emergencial, atração de recursos e livre comércio em discurso no G20

O presidente Jair Bolsonaro destacou, na abertura da reunião do G20, grupo de países mais ricos do mundo, o ritmo de vacinação voluntária contra a Covid-19 no Brasil e a atração de investimentos em infraestrutura. Bolsonaro também cobrou dos presentes um comércio “livre de medidas distorcidas e discriminatórias”.

O chefe do Executivo federal iniciou o discurso com destaque para os desafios que o mundo enfrenta para alcançar um “crescimento econômico mais estável e equitativo”. Em seguida, Bolsonaro exaltou o repasse de recursos públicos a pessoas mais vulneráveis, por meio do auxílio emergencial, e também a atração de dinheiro estrangeiro.

“Estamos igualmente comprometidos com uma agenda de reformas estruturantes, essenciais para uma retomada econômica sustentada. Já conseguimos atrair um volume superior a US$ 110 bilhões em investimentos nos setores de infraestrutura e temos a expectativa de alcançar valores ainda superiores até 2022”, assegurou.

Bolsonaro também enfatizou a vacinação no país. “No Brasil, mais da metade da população nacional já está plenamente imunizada de forma voluntária. Mais de 94% da população adulta já recebeu pelo menos uma dose da vacina”, disse.

Para completar, o presidente cobrou dos presentes um esforço extra, com a retomada da economia mundial, para um comércio mais justo entre as nações. Bolsonaro destacou “a relevância de promovermos um comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias”.

Leia, na íntegra, o discurso de Bolsonaro no G20:

“Senhoras e senhores líderes do G20,

É uma grande satisfação para mim participar, presencialmente, deste importante encontro de lideranças em um momento de recuperação econômica mundial. Apesar de termos motivos para comemorar, ainda restam desafios para alcançarmos crescimento econômico mais estável e equitativo.

O Brasil se comprometeu com um programa extensivo e eficiente de vacinação, em paralelo a uma agenda de auxílio emergencial e preservação do emprego para a proteção dos mais vulneráveis. Estamos igualmente comprometidos com uma agenda de reformas estruturantes, essenciais para uma retomada econômica sustentada. Já conseguimos atrair um volume superior a US$ 110 bilhões em investimentos nos setores de infraestrutura e temos a expectativa de alcançar valores ainda superiores até 2022. 

O histórico acordo concluído pelo G20 e por outros países sobre tributação internacional, no âmbito da OCDE, é também uma contribuição significativa para a sustentabilidade fiscal e econômica.

Os trabalhos do G20 na trilha de finanças renderam resultados importantes para a recuperação da crise econômica, como ilustram a nova alocação de Direitos Especiais de Saque pelo FMI e as medidas para enfrentar desafios relacionados ao meio ambiente e à saúde.

Gradualmente, nossas economias recuperam-se à medida em que a crise sanitária é superada. Esses dois processos de recuperação caminham lado a lado. Ambos têm mostrado a relevância de promovermos um comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias. Eis por que a integração de nossas economias, por meio de fluxos cada vez maiores de comércio e investimentos, constitui parte das soluções que buscamos com vistas à recuperação e ao desenvolvimento sustentável.

No Brasil, mais da metade da população nacional já está plenamente imunizada de forma voluntária. Mais de 94% da população adulta já recebeu pelo menos uma dose da vacina. Ao todo, aplicamos mais de 260 milhões de doses, das quais mais de 140 milhões foram produzidas em território nacional. 

Para o Brasil, os esforços do G20 deveriam concentrar-se no combate à atual pandemia, que continua a assolar muitos países.

Entendemos, portanto, caber ao G20 esforços adicionais pela produção de vacinas, medicamentos e tratamentos nos países em desenvolvimento.

Muito obrigado.”

R7

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Política

FORA DA DISPUTA: Cássio não será candidato nas próximas eleições diz deputado

“Cássio não será candidato”. A declaração foi dada pelo deputado tucano Tovar Correia Lima durante entrevista concedida à imprensa na noite dessa sexta-feira, 29, em Campina Grande.

O deputado e primo do ex- senador disse ainda que Cássio Cunha Lima “está extremamente” ausente do processo.

“Cássio está participando muito mais como ouvinte do que como participante ativo, porque tem uma experiência vasta como prefeito de Campina, como governador de estado”, destacou Tovar.

Blog do BG

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Política

Lira usa emendas e reação à Lava Jato para se consolidar e ser favorito até sob Lula

Principal aliado de Jair Bolsonaro (sem partido) no Legislativo, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) é apontado por governistas e opositores, por ora, como o favorito para vencer a disputa de fevereiro de 2023 e seguir no comando da Câmara, mesmo sob um possível terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Articulador do centrão, Lira tem como maior trunfo o controle sobre a distribuição de bilionárias verbas das emendas parlamentares. Além disso, lidera ao lado da oposição a reação do mundo político à Lava Jato.

A avaliação de parlamentares aliados e da oposição é a de que, a não ser que haja uma reconfiguração relevante de poder das bancadas nas eleições de 2022, o centrão continuará tendo papel fundamental no Congresso, independentemente de quem seja eleito para a Presidência da República.

Folhapress

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Política

DANOU-SE: Romero afirma que não lia Semanário Oficial nem quando era prefeito de Campina Grande

Imagem: reprodução

Em uma entrevista nesta sexta-feira (29), o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD), informou que não estava sabendo de algumas exonerações publicadas no Semanário Oficial do município de Campina Grande, inclusive alguns nomes de aliados do ex-prefeito.

Em uma resposta bem sincera, Romero afirmou que nem quando era prefeito do município acompanhava o Semanário. “Não sei, porque eu não acompanho nem Diário Oficial do estado, da União e nem tampouco, nem quando eu era prefeito o Semanário do Município. Quando tinha uma portaria eu assinava e encaminhava. Mas eu nunca acompanhei isso. Não é do meu perfil. Nem estou sabendo para ser bem honesto contigo. Se alguém quiser agora dá uma premiação da Mega-Sena, para eu dizer quem foi, eu não sei, porque realmente eu não vivo isso”, afirmou Romero. Confira o vídeo abaixo:

Agora o BG quer saber, para ser político e estar sempre atualizado. É preciso se atualizar com as publicações oficiais do município, estado e país de origem?!

Afinal, para quem não sabe, todas as principais decisões políticas tomadas atualmente são publicadas em meios oficiais, como estes que Romero não vem acompanhando por enquanto.

Blog do BG com Márcio Rangel

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