O secretário de Comunicação, Nonato Bandeira, assegurou que o governador João Azevêdo (Cidadania) não irá pressionar ninguém sobre decisão de aliança para as eleições deste ano.
Nonato contou que o gestor estadual respeita o tempo de cada um e não vai impor absolutamente nada em relação a isso.
“O governador não vai pressionar liderança nenhuma e só estará em seu projeto de reeleição quem estiver confortável para tal. Ele não interfere nos partidos e não demoniza lideranças que porventura não estão com ele”, disse durante evento do Republicanos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) embarcou, no fim da tarde desta segunda-feira (14/2), rumo a Moscou, na Rússia, onde terá agenda com o mandatário do país, Vladimir Putin, e empresários. A previsão é que o voo dure cerca de 16 horas.
Antes do embarque, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), participou de solenidade de transmissão de cargo, na Base Aérea de Brasília. Mourão deve comandar o Palácio do Planalto de forma interina até a próxima sexta-feira (18/2), para quando está previsto o retorno de Bolsonaro ao Brasil.
A viagem do chefe do Executivo federal ocorre em um momento em que Rússia e Ucrânia vivem crise militar na fronteira entre os dois países. A instabilidade entre as nações se dá, sobretudo, em razão de a Rússia querer barrar a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que é liderada pelos Estados Unidos.
Segundo o presidente norte-americano, Joe Biden, Putin está na “iminência” de invadir o país vizinho. Cerca de 100 mil soldados estão posicionados na fronteira com o país ucraniano.
De acordo com o Itamaraty, o objetivo da viagem é focar na relação comercial entre Brasil e Rússia. Após a visita ao país russo, Bolsonaro ainda visitará a Hungria em 17 de fevereiro.
O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) declarou, em entrevista ao Sistema Arapuan na tarde desta segunda-feira (14), que ainda não definiu e tampouco estipulou data para um eventual lançamento da sua candidatura ao Senado nas eleições deste ano, e ressalvou que tudo depende da definição dos partidos aliados, mas que “vamos ter surpresas a serem apresentadas”.
“Essa decisão cabe ao partido, eu não sou candidato de mim mesmo. Eu sou candidato, se for convidado pelo nosso grupo. Estamos conversando, construindo essas alianças e o que tenho dito é que estou pronto para esse desafio, o desafio que o grupo me convocar. Eu acho que isso tem avançado, se consolidado, agora cada um tem um estilo e o meu é sempre da prudência e ele tem dado certo aqui na Paraíba”, pontuou.
Conforme adiantou, as conversas ainda estão em andamento e um pronunciamento só será feito após um consenso do seu grupo político.
Na reestruturação que pretende fazer nos próximos dias no Ministério da Saúde, uma das mudanças cogitadas pelo Ministro Marcelo Queiroga tem provocado forte reação negativa em setores ligados à pasta.
De acordo com informações não oficiais, Queiroga planeja nomear Maíra Batista Botelho, que atualmente é diretora do Departamento de Ações Estratégicas e Temáticas para a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, posto ocupado hoje pelo médico Sérgio Okane já na próxima semana.
A rejeição ao nome de Maíra, que é formada em Enfermagem e pós-graduada em Obstetrícia pela Universidade Federal de Minas, também encontra eco no Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais (Conasems), e CEOs de grandes hospitais como o Sírio-Libanês e Albert Einstein.
“Por enquanto é ‘possível’ nomeação. Prefiro aguardar o Diário Oficial para me manifestar”, afirmou Jurandi Frutuoso , Secretário Executivo do Conass.
O motivo da alegada aversão ao nome de Maíra para o lugar de Okane passaria pelo perfil da profissional, considerada com menos experiência que seu possível antecessor, até a sua grande amizade e proximidade com o Ministro Queiroga, o que estaria provocando desconforto no ministério.
“Muitos hospitais de excelência parceiros do Ministério sabem desse movimento e são contra a nomeação. Além da ausência de capacidade técnica, a Maíra também já cancelou recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi) para essas instituições”, contou uma fonte do Ministério da Saúde, que pediu para não ter seu nome publicado.
A assessoria do secretário Sérgio Yoshimasa Okane disse que ainda não há nada oficial e que o médico continua trabalhando normalmente à frente da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Já a assessoria de Maíra Batista Botelho não respondeu à reportagem.
Na dança das cadeiras no Ministério da Saúde, Hélio Angotti corre o risco de perder a sua à frente da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégico.
O defensor do uso de cloroquina contra a covid-19, e desafeto do ministro Queiroga, deve ser nomeado para a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, atualmente comandada pela “capitã cloroquina”, Mayra Pinheiro, que deve retornar ao Ministério do Trabalho, o seu órgão de origem. Recentemente, Mayra filiou-se ao PL, e a expectativa é de que concorra a um cargos nas eleições de outubro.
A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde não confirmou as possíveis novas nomeações.
O deputado estadual Anísio Maia se disse despreocupado com o processo de expulsão que está em andamento e negou querer deixar o PT. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade desta segunda-feira (14), o parlamentar declarou que a sua saída do Partido dos Trabalhadores “é fake total”.
“Eu não cogito sair do PT. Não me incomodo com divergência no PT porque desde o começo eu fui assim. É um partido democrático, é dinâmico. Um pensa uma coisa, outro pensa outra”, pontuou Anísio Maia.
E sobre o processo de expulsão, o deputado disse que o PT na Paraíba acaba sempre adiando o tema e que “isso é uma besteira que eu nem estou me preocupado.”
O presidente da Assembleia Legistativa da Paraíba, Adriano Galdinfo, aceitou o convite do presidente nacional da Republicanos, deputado federal Marcos Pereira e se filia ao Republicanos. O chamado aconteceu durante o ato de filiação do deputado federal Wilson Santiago ao Republicanos. O parlamentar chegou durante o evento e foi convidado para mesa principal.
Ele chegou acompanhado do irmão, Murilo Galdino, pré-candidato a uma vaga na Câmara Federal.
Atualmente filiado ao PSB, Galdino adiantou os planos para o novo partido. “Vamos fazer do Republicanos o maior partido político da Paraíba”, declarou o deputado estadual.
Com parlamentares na bancada de situação e, ao mesmo tempo, adversários políticos de João Azevedo entre os filiados, o PT na Paraíba vive um verdadeiro dilema e encontra dificuldades para decidir quem apoiará nas eleições deste ano.
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Jackson Macedo é bem claro e garante que o partido não estará no palanque de João nas campanhas deste ano. “Não há impedimento de que João Azevêdo vote em Lula, mas não vamos estar no palanque dele. Tudo está sendo definido através de uma costura nacional, tendo o ingrediente local, mas a costura é nacional”, disse.
Por outro lado, o deputado estadual Anísio Maia garantiu que a decisão de Lula não será respeitada. O parlamentar afirmou que parte do PT apoia a reeleição do governador João Azevedo e trabalha para a construção de um palanque único para Lula na Paraíba.
“É chover no molhado. As federações estão se constituindo e depois que se constituírem vão ter um impacto muito grande em tudo”, opinou o deputado, acrescentando que na Paraíba devei ter um palanque de Azedo e Lula, até porque o governador tem dito reiteradas vezes que vai apoiar Lula.”, afirmou.
A situação do PT se agravou com a chegada do ex-governador Ricardo Coutinho ao partido. João Azevedo chegou a se encontrar com o ex-presidente no ano passado, durante reunião do Fórum de Governadores do Nordeste, no Rio Grande do Norte. De lá para cá, não houve evolução significativa na aproximação. Entre os governistas, o entendimento é o de que Lula não vai rejeitar o apoio de um governador que pontua bem nas pesquisas.
O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, foi recepcionado neste domingo (13) pelos deputados federais Hugo Motta (Republicanos), Wilson Santiago (PTB) e Edna Henrique (PSDB) em um restaurante de João Pessoa. A reunião vem no sentido de estreitar os laços entre os políticos, uma vez que Wilson e Edna já declararam estar em sintonia com o Republicanos.
Enquanto Santiago já afirmou que vai se filiar ao partido para disputar reeleição, a parlamentar anunciou em outubro que iria desistir de candidatura e passaria a apoiar Hugo Motta, em troca do apoio da legenda ao advogado Michel Henrique, filho de Edna com o ex-deputado João Henrique, que vai tentar uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
No encontro, várias lideranças políticas da Paraíba e de outros estados também estiveram presente, incluindo os deputados federais Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), Nivaldo Albuquerque (PTB-AL) e os estaduais Jutay Meneses (Republicanos), Wilson Filho (PTB) e Antônio Albuquerque (PTB-AL), além do ex-deputado federal Silvio Costa, de Pernambuco.
Também participaram da reunião o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos); o vereador de Patos Sales Júnior; os pré-candidatos pelo Republicanos na Paraíba: Silvia da Pesca, Daniele Rodrigues, Michel Henrique, Valdir Trindade; o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Samuel Andrade; o secretário do Trabalho de Alagoas, Arthur Albuquerque; o vice-presidente do Porto de Cabedelo, Radomécio Leite; e os vereadores de João Pessoa, Marmuthe Cavalcanti (PSL) e Bispo José Luiz (Republicanos).
Em meio à construção eleitoral para o pleito de outubro deste ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem deixando à mostra suas cartas para ajudá-lo na disputa. Além de juntar novos nomes em seu baralho de alianças, como os governadores petistas Wellington Dias, do Ceará, e Rui Costa, da Bahia, e Flávio Dino (PSB), no Maranhão, Lula direciona aqueles que devem ficar no bolo de descarte.
Neste xadrez eleitoral que se forma na esquerda, Lula se encontrou novamente com o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) na casa do ex-prefeito de São Paulo e postulante ao Palácio dos Bandeirantes Fernando Haddad, na sexta à noite, para discutir a chapa presidencial que deve ser anunciada em março.
Entre os descartes de Lula, o petista afirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff não deve fazer parte de um eventual governo em 2023. Aliados do presidente também deram a entender que nomes como Guido Mantega e José Dirceu devem ficar longe do comando de ministérios.
Entre os mais próximos de Lula, a tendência é afastar quadros que possam ser explorados por adversários a ponto de atingir a campanha. Os pontos principais são falhas na Economia, puxada por Mantega, e corrupção, por Dirceu. No caso de Dilma, além dos fatores citados, o impeachment sofrido por ela em 2016, por crime de responsabilidade, é outro fator que pode pesar contra Lula e aumentar sua rejeição.
“Maior que o próprio PT”, como disseram políticos e especialistas, Lula tenta preservar sua campanha e usar o “lulismo” ao máximo. Segundo o cientista político André Felipe Rosa, alguns programas iniciados pelo ex-presidente no passado geraram a ele uma imagem destacada do partido para alguns eleitores.
O lançamento da candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ao Governo do Estado, esperado para a segunda-feira (14), poderá não acontecer. Alguns aliados já davam como certo o evento. O ato contaria com o apoio de uma ala dissidente do PT.
Neste sábado (12), o emedebista usou as redes sociais para anunciar que seguirá isolado devido a um novo resultado positivo para Covid-19. Nas redes sociais, Veneziano disse que, provavelmente, só voltará às atividades normais na terça-feira (15).
“Cumprindo os protocolos de quem testa positivo para a Covid-19, após a confirmação do meu diagnóstico, semana passada, mantive o isolamento recomendado e hoje, ao término do período, fiz novo exame, para poder voltar às atividades normais. Porém, o exame de hoje ainda acusou a presença do vírus, motivo pelo qual irei manter o isolamento, voltando às atividades normais, muito provavelmente, a partir da próxima terça-feira”, escreveu.
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