O ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles, filiou-se ao PL de Valdemar Costa Neto e disputará a Câmara dos Deputados, por São Paulo.
Salles considerou o Senado, mas avaliou que terá uma eleição mais certa para deputado federal.
O ex-ministro está cada dia mais próximo de Tarcísio de Freitas, o candidato do bolsonarismo a governador de SP.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou em entrevista à CNN, na noite de sexta-feira (11), que a pauta do encontro que terá com o presidente russo, Vladimir Putin, vai ser diversificada e que o Brasil não tem problemas de conflitos.
“A nossa ida à Rússia também é por respeito, uma vez que fui convidado por Vladimir Putin ainda no ano passado. Nossa política externa sempre foi pela paz e respeito à soberania de outros países. O Brasil não tem problemas na América do Sul e sempre optou pelas vias pacíficas na solução de conflitos externos. Vou à Rússia por convite, comércio e paz”, ressaltou.
Sobre os compromissos em Moscou, Jair Bolsonaro destacou que terá uma agenda será bastante diversificada.
“Teremos uma agenda bem eclética. Vamos tratar de interesses dos dois países: na área de energia, comércio, agronegócio (fertilizantes) e defesa. Estará comigo, entre outros ministros, o ministro [da Defesa] Braga Netto”.
O presidente Jair Bolsonaro viajará na segunda-feira (14), no início da noite. A visita ao presidente Vladimir Putin será na manhã do dia 16.
O encontro contará apenas com a presença dos dois chefes de estado e dos tradutores. Em seguida, farão um pronunciamento de até 15 minutos cada um.
Ainda na quarta-feira, um almoço será oferecido ao presidente brasileiro na sede do governo russo, o Kremlin de Moscou. Após o evento, Jair Bolsonaro terá uma reunião com o presidente da Câmara baixa do parlamento. Em seguida, participará de um evento com empresários locais.
Por várias vezes, a carreira política de Geraldo Alckmin correu riscos de acabar de forma melancólica.
A pá de cal parecia ter sido o desempenho pífio nas eleições presidenciais de 2018, quando amargou o quarto lugar, com apenas 5% dos votos, o pior desempenho do PSDB na história.
Para voltar a ganhar relevância, o político de 69 anos, que é conhecido por seu temperamento conservador e uma extrema cautela nos movimentos, arriscou uma guinada política radical.
Abandonou os planos de tentar voltar ao governo paulista, deixou o partido que ajudou a fundar e embarcou nas articulações que podem transformá-lo no vice da chapa de Lula na corrida ao Palácio do Planalto.
Agora, como resultado dessa arriscada coreografia, Alckmin está cada vez mais perto do petista — e, com isso, cada vez mais distante do eleitorado e da base política que sempre o apoiou.
O ex-governador, que sempre combateu as políticas petistas e foi um dos críticos mais severos dos desvios éticos do partido, agora tenta estancar os efeitos colaterais de sua mudança, com a ideia de que vai ajudar a compor uma grande aliança democrática para derrotar Jair Bolsonaro. Mas isso não tem impedido críticas de antigos companheiros e questionamentos a respeito da nova postura.
No séquito que o acompanhou por décadas, a maioria é composta de políticos que foram adversários da esquerda durante toda a carreira.
Muitos não estão dispostos a defender Lula apenas em nome da velha amizade (nos bastidores, o comentário é que apoiar o PT em 2022 é o equivalente a decretar o enterro oficial do PSDB).
A quem o procura para ouvi-lo sobre eleições, Alckmin tem demonstrado que está ciente dessa dificuldade — e não pede nenhum compromisso. “Fiquem liberados, vocês decidem o que querem fazer, ainda estou decidindo meu futuro”, tem dito ele a pessoas próximas.
Em público, esses aliados se esforçam para demonstrar respeito pela decisão de Alckmin, mas há um constrangimento evidente com relação ao tema e, até agora, poucos manifestam interesse em acompanhá-lo na aventura.
Ainda que pairem algumas dúvidas, o político, que já teve a ficha de número 7 de filiação do PSDB, deve anunciar em breve o seu destino partidário. Provavelmente, irá para o PSB.
Na pura matemática eleitoral, a surpreendente aliança de dois ex-adversários para o Palácio do Planalto pode não render grandes frutos.
De acordo com um levantamento recente do Paraná Pesquisas, somente 10,6% dos entrevistados dizem que a presença do ex-tucano na chapa aumentaria as chances em votar em Lula.
O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), instituiu, nesta sexta-feira (11/2), a Comissão de Juristas com a finalidade de apresentar uma atualização para a Lei do Impeachment. Segundo o senador mineiro, o colegiado será presidido pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O anúncio da criação da comissão foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Senado. Conforme a publicação, a relatoria ficará com Fabiane Pereira de Oliveira, assessora de Lewandowski. O colegiado contará com a participação de outras nove pessoas, entre elas o ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Antonio Anastasia.
O prazo para conclusão dos trabalhos será de 180 dias, a contar da instalação da comissão. O colegiado ficará responsável pela elaboração do regulamento para disciplinar os trabalhos, inclusive o rito de votação de emendas e destaques e o recebimento de sugestões da sociedade civil.
A participação da Comissão de Juristas não será remunerada a nenhum título, constituindo serviço público relevante prestado ao Senado Federal. De acordo com o Senado, as despesas logísticas necessárias ao funcionamento da Comissão serão custeadas pela Casa.
Serão cobertos gastos compatíveis aos das comissões permanentes, como transporte, hospedagem, publicações e “outras despesas necessárias ao regular funcionamento da comissão”.
Pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos, Sergio Moro disse que abriria mão de sua candidatura se aparecesse um candidato com maiores chances de desempenho nas eleições de 2022 contra Lula (PT) e Bolsonaro (PL). O ex-juiz destacou, porém, durante participação no Painel Folha Business, que o cenário é hipotético e que está em 3º lugar nas pesquisas de intenção de voto.
Segundo o ex-ministro, há um “compromisso informal” com outros políticos para nomear um único candidato com maiores probabilidades de êxito nas eleições. Ele ressaltou, no entanto, que aglutinação política não reflete em votos.
“Aliança nesse momento que mais interessa é a com as pessoas, sociedade civil e setor privado”, afirmou.
Pesquisa PoderData, realizada de 31 de janeiro a 1ª de fevereiro, mostra que Moro e Ciro Gomes (PDT) estão empatados com 7% atrás de Lula, que tem 41%, e de Jair Bolsonaro, que tem 30%. Na sequência, vêm João Doria (PSDB), com 2%; André Janones (Avante), também com 2%; e Alessandro Vieira (Cidadania), Simone Tebet (MDB) e Rodrigo Pacheco (PSD) com 1% cada um.
A nova pesquisa Ipespe para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta sexta-feira (11), indica que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto na pesquisa estimulada com 43%, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 25%. Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (Podemos) empatam em 3º lugar, com 8%.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vem em 4º lugar, com 3% das intenções de voto. Depois, aparecem Simone Tebet (MDB) e André Janones (Avante), empatados com 1%. Os nomes de Rodrigo Pacheco (PSD), Alessandro Vieira (Cidadania) e Felipe d’Avila (Novo) não pontuaram.
Além disso, 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo, não votariam ou não escolheriam nenhum dos citados, enquanto 3% se colocaram como indecisos.
Primeiro turno
Intenção de voto estimulada para presidente
Lula (PT) – 43%
Jair Bolsonaro (PL) – 25%
Ciro Gomes (PDT) – 8%
Sergio Moro (Podemos) – 8%
João Doria (PSDB) – 3%
Simone Tebet (MDB) – 1%
André Janones (Avante) – 1%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
Alessandro Vieira (Cidadania) – 0%
Felipe d’Avila (Novo) – 0%
Branco/nulo/não vai votar/nenhum – 9%
Indecisos/não respondeu – 3%
Intenção de voto espontânea para presidente
Lula (PT) – 36%
Jair Bolsonaro (PL) – 24%
Sergio Moro (Podemos) – 4%
Ciro Gomes (PDT) – 4%
João Doria (PSDB) – 1%
Marina Silva (Rede) – 0%
Rodrigo Pacheco (PSD) – 0%
André Janones (Avante) – 0%
Branco/nulo/nenhum – 5%
Indecisos/não respondeu – 25%
Esta nova edição da pesquisa Ipespe foi realizada por telefone com 1.000 entrevistados entre os dias 7 e 9 de fevereiro de 2022, com pessoas de 16 anos ou mais de todas as regiões do país.
A margem de erro máxima estipulada é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03828/2022.
Depois da exoneração de João Paulo Freire, principal assessor da secretária-executiva de Articulação Política do Estado Eva Gouveia (PSD), uma edição extra do Semanário Oficial de Campina Grande, publicada há pouco, traz a exoneração do filho da secretária.
Robson Ramos Gouveia ocupava o cargo de chefe da divisão de apoio administrativo da STTP.
A exoneração, conforme a publicação, foi feita “a pedido” e é assinada pelo superintendente do órgão, Dunga Júnior. Ela ocorre após a decisão de Eva Gouveia de se aproximar do Governo João Azevêdo (Cidadania).
A prefeita da cidade de Belém, Dona Aline (PDT), anunciou apoio a pré-candidatura de Pedro Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado. O anúncio aconteceu nesta sexta-feira (11), durante visita realizada pelo deputado federal ao Brejo paraibano.
Pedro recebeu o apoio com entusiasmo e destacou que esta é mais uma liderança que chega para retirar os paraibanos do atual cenário de atraso.
Estiveram no anúncio o pré-candidato a deputado estadual, Tarcisio Marcelo, e os deputados Camila Toscano (PSDB) e Ruy Carneiro (PSDB). Na cidade de Belém Pedro também foi recebido pelo prefeito de Logradouro, Marinaldo Cruz, além de diversos vereadores da região.
O ex-governador da Paraíba e pré-candidato a senador Ricardo Coutinho está em atividade política nesta sexta-feira (11) na cidade de Patos. Ricardo estava com entrevista agendada para o jornal Arapuan Verdade, levado ao ar pela Rádio Arapuan FM 93.9, porém, no horário marcado e estando no local, ele recebeu a informação que a entrevista estava cancelada.
A cena foi acompanhada por correligionários, apoiadores e jornalistas que estavam na Rádio Arapuan FM. De acordo com o jornalista Izaias Nóbrega, a direção da emissora recebeu uma ligação telefônica do proprietário da rede Arapuan, o empresário João Gregório dando ordem para cancelar a entrevista.
O fato foi desencadeado, de acordo com relatos, após ligação do Secretário de Comunicação do Estado da Paraíba, Luiz Torres. O caso constrangedor gerou revolta ao ponto do jornalista Isaías relatar que pode pedir demissão da emissora diante do constrangimento provocado pela interferência política.
O ex-governador Ricardo Coutinho fez um vídeo dentro da emissora e denunciou o caso como sendo um claro impedimento da liberdade de expressão e do uso do poder econômico e político pelo Governo do Estado da Paraíba. No vídeo, Ricardo falou que não irá desistir da caminhada e que lamenta pelo jornalista ter que passar por tal situação.
Ricardo Coutinho gravou entrevista para os demais jornalistas presentes e depois seguiu para a Rádio Universidade FM 105.1 onde também estava marcada entrevista ao vivo com Misael Nóbrega, Epitácio Germano e Mário Frade.
O Partido dos Trabalhadores (PT) já marcou a data do anúncio ao apoio ao senador e presidente do MDB, Veneziano Vital, como pré-candidato a governador na Paraíba, nas eleições em outubro deste ano. O anúncio acontecerá na próxima segunda-feira (14).
O evento será às 11h, na sede do Sindicato dos Bancários, em João Pessoa. Além disso, o PT também vai anunciar o nome do ex-governador do estado Ricardo Coutinho como pré-candidato ao Senado Federal.
Na próxima segunda-feira (14) também correrá o evento do Republicanos que terá como convidado de honra o governador da Paraíba João Azevêdo (Cidadania). O Republicanos vai anunciar, em um casa de recepções no Bairro dos Estados, na capital paraibana, várias filiações na legenda entre eles o de Wilson Santiago que deixa o PTB e leva junto diversos nomes dessa legenda.
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