O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), afirmou, na tarde desta quarta-feira (16), que não acredita em aliança entre o governador João Azevêdo (Cidadania) e o PT para as eleições deste ano. Essa, de acordo com o ex-gestor, é a tese que tem sido defendida pela direção nacional do PT.
“A orientação que tem para a Paraíba é a montagem de uma chapa nesse campo de centro esquerda, que envolve a federação PT, PCdoB, PSB, e PV. É essa a realidade que está colocada”, disse o parlamentar em entrevista à Rádio 98 FM.
Nesse sentido, Cartaxo garante que continuará se mantendo na oposição ao atual chefe do Poder Executivo estadual. “Eu estou na mesma linha. Não tem mudança nenhuma na Paraíba”, sustentou.
Questionado sobre como conviverá com o ex-governador Ricardo Coutinho na legenda, o petista considerou que a divergência é algo natural da democracia e os confrontos passados com não influenciarão nas atividades políticas dos dois.
“O PT tem muitas correntes internas, tem muita gente que pensa diferente, mas que tem um sentimento de mudança para o Brasil e melhoria para o Estado da Paraíba. Essa é a questão maior. Não é uma questão individualizada com A, com B ou com C.
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, justificou que a renúncia de sua pré-candidatura a governador da Paraíba aconteceu após ele entender que a prioridade do PT, nas Eleições 2022, é a eleição de Lula a presidente da República.
Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (15), demonstrou vontade de apoiar a pré-candidatura de Veneziano Vital do Rêgo para o governador da Paraíba nas eleições deste ano.
“Coloquei meu nome à disposição do partido, dialoguei com diversos segmentos do partido, com partidos aliados, com a direção nacional do PT e pude perceber, principalmente no início desse ano para cá, que há uma tendência natural de priorizar a eleição do [ex] presidente Lula, que eu acho que está correto, que, para isso, vai ser necessário o enxugamento de candidaturas em alguns estados do Brasil. Essa é a eleição presidencial que talvez o PT lance o menor número de candidaturas próprias, algo em torno de 10. Nunca o PT lançou tão poucos candidatos a governadores como vai lançar agora”, explicou Luciano Cartaxo ao Arapuan Verdade.
Ainda segundo Cartaxo, “diante desse cenário, conversei com a presidente Gleisi Hoffmann, conversei com Jackson Macêdo, e percebi, claramente, que o desejo e a vontade do PT nacional é atender as demandas de outros partidos”.
A partir daí ele decidiu disputar as Eleições 2022 concorrendo ao cargo de deputado estadual.
Depois da confirmação do recente apoio do PCdoB à reeleição do governador João Azevêdo, dirigentes do Partido Verde (PV) se reuniram, nesta terça-feira (15), com o chefe do Executivo paraibano para comunicar a decisão de apoiar a sua pré-candidatura nas eleições de outubro e convidá-lo a ingressar na legenda caso se confirme sua desfiliação do Cidadania.
Os dois partidos, junto com o PT e o PSB, estão formalizando uma federação de esquerda que dará sustentação à candidatura de Lula (PT).
O presidente estadual da legenda, Sargento Dênis, e a coordenadora de Mulheres do PV, Maristela Viana, comunicaram a decisão pessoalmente a Joāo Azevêdo e colocaram o presidente nacional, José Luiz Pena, para falar por telefone com o governador a fim de ratificar a nova parceria política que será estabelecida.
O governador agradeceu o apoio do PV em apoiá-lo, além do compromisso do partido em validar políticas públicas que “melhorem as condições de vida dos mais vulneráveis da sociedade, justamente em um momento difícil pelo qual passa o nosso país”.
O governador João Azevêdo declarou que as ameaças sofridas pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino “são uma afronta, não só à sua vida, mas à democracia.”
A declaração foi feita na tarde desta terça-feira (15), nas redes sociais.
“As ameaças sofridas pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, são uma afronta, não só à sua vida, mas à democracia. Elas fogem completamente do ambiente respeitoso e de harmonia entre os poderes, que temos mantido desde o início no nosso governo”, disse Azevêdo.
Ainda segundo o governador, “determinamos a imediata investigação do caso, diante da gravidade dos fatos.”
As ameaças sofridas pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, são uma afronta, não só à sua vida, mas à democracia. Elas fogem completamente do ambiente respeitoso e de harmonia entre os poderes, que temos mantido desde o início no nosso governo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou em Moscou, capital da Rússia, por volta das 10h (horário de Brasília; 16h no horário local) desta terça-feira (15) — uma viagem que contará com um encontro com o líder russo Vladimir Putin em meio a tensões envolvendo o país e a vizinha Ucrânia.
Bolsonaro não tem agenda oficial prevista para esta terça.
Os compromissos oficiais do presidente iniciam-se na quarta-feira (16) com uma deposição de flores no monumento do Soldado Desconhecido. Em seguida, Bolsonaro se deslocará ao Kremlin, sede do governo russo, para um encontro e um almoço com Putin.
Na quarta-feira, também haverá um encontro de empresários, organizado pelo Conselho Empresarial Brasil-Rússia, liderado na parte brasileira por Marcos Molina, e do lado russo, Andrey Yuriev. Nele, é previsto que seja discutido o fornecimento de fertilizantes ao Brasil.
A ida de Bolsonaro a Rússia chegou a ser questionada por ministros do governo por ocorrer em um momento sensível para a geopolítica da região: a Rússia é acusada por países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de se organizar para atacar a Ucrânia; o país nega as intenções, mas exige dos Estados Unidos e aliados que limitem as atuações militares em conjunto com os ucranianos.
À CNN, Bolsonaro afirmou que a pauta do encontro que terá com Vladimir Putin vai ser diversificada e que o Brasil não tem problemas de conflitos.
A deputada estadual Pollyana Dutra (PSB) rebateu a acusação de Cabo Gilberto (PSL) de que o presidente da ALPB, Adriano Galdino (PSB) estaria manipulando os votos na casa para rejeitar as emendas apresentadas pelo militar.
Gilberto afirmou que o voto de Pollyana não apareceu no grupo dos deputados, mas a parlamentar afirmou que votou pelo sistema da ALPB.
A sessão desta terça (15) segue pegando fogo. Após a fala de Adriaono Galdino, ao denunciar que tem recebido ameaças por rejeitar uma emenda, o deputado Cabo Gilberto Silva (PSL) acusou o o presidente da ALPB de manipulação de votos. Gilberto soltou o verbo, chamou Galdino de fariseu e a revolta sobrou até para a imagem de Jesus.
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, confirmou nas redes sociais que vai disputar uma das vagas a Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele falou sobre a sua trajetória e disse que o partido seguirá a orientação do Diretório Nacional para ampliar alianças e apoiar a candidatura de um partido aliado.
O nome de Cartaxo chegou a ser especulado como possível candidato ao Governo do Estado pelo PT, mas nas últimas semanas o partido se movimentou nacional para apoiar uma possível candidatura do senador Veneziano Vital (MDB).
Um suspeito de assalto morreu após o carro em que estava capotar na madrugada desta terça-feira (15), em Café do Vento, perto da cidade de Sobrado, Mata Paraibana.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), quatro homens teriam roubado um carro na grande João Pessoa para praticar assaltos, ao identificar o veículo, foi iniciada uma perseguição. Durante a fuga, os suspeitos sofreram o acidente, capotando o carro e um dos ocupantes morreu ainda no local. Outro homem conseguiu fugir, mas houve a prisão do terceiro participante e o quarto foi socorrido ao Hospital de Emergência e Trauma da capital.
Até a publicação desta matéria não haviam informações sobre o estado de saúde.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pautou para a quarta-feira (16) a votação de dois projetos relativos à redução do preço dos combustíveis. Anteriormente, ele havia anunciado que as matérias estariam na pauta desta terça-feira (15), mas a decisão foi adiada. Os líderes do Senado se reúnem nesta segunda-feira (14) para discutir o assunto.
A reunião ocorreria pela manhã, mas também já foi remarcada, duas vezes, e agora está prevista para as 20 horas. A necessidade do encontro foi citada por Pacheco na sexta-feira (11) – ele afirmou que o foco é que o senador Jean Paul Prates (PT-RN), relator das duas matérias, apresente o resultado do trabalho nos últimos dias.
Os projetos em questão são o PLP (projeto de lei complementar) 11, de 2020, e o PL (projeto de lei) 1.472, de 2021. O primeiro foi aprovado na Câmara em outubro do ano passado e tem sido citado pelo presidente da casa, Arthur Lira (PP-AL), como a aposta mais viável do momento para conter o aumento do preço dos combustíveis.
O texto propõe a alteração na forma como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incide sobre gasolina, óleo diesel e etanol. A ideia é que o valor do imposto seja calculado pelos estados com base no preço médio do combustível nos dois últimos anos, quando os combustíveis estavam mais baratos (atualmente, o valor de referência é calculado com base nos 15 dias anteriores). O texto é criticado por governadores devido ao receio de perda na arrecadação.
Já o projeto 1.472 prevê a criação de um fundo de estabilização para conter o aumento do preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. Assim, se a variação do preço dos combustíveis estiver elevada, recursos desse fundo serão usados para manter os valores dentro da margem delimitada.
Também estão na Câmara e no Senado duas PECs (propostas de emenda à Constituição) que visam o controle do preço dos combustíveis. Diante de uma falta de acordo, as duas matérias estão travadas, com os presidentes de ambas as casas avaliando que a melhor alternativa no momento é investir na aprovação dos projetos que estão no Senado.
A PEC que está na Câmara é de autoria do deputado Christino Áureo (PP-RJ), e ainda não tem assinaturas. A outra, que está no Senado, de autoria do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), é apelidada de PEC Kamikaze, e já tem mais apoio.
Essa última é apontada como uma “bomba fiscal”, com potencial de impacto de R$ 100 bilhões nas contas públicas por ano. Mesmo sendo alvo da contrariedade da equipe econômica, a PEC recebeu assinaturas de aliados do governo, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente.
Já no caso da PEC dos Combustíveis da Câmara, a proposta prevê redução total ou parcial das alíquotas de tributos dos municípios, estados e da União sobre combustíveis e gás neste ano e em 2023. A proposta é oriunda de um texto que foi trabalhado pelo governo federal, e o impacto é menor, de R$ 54 bilhões.
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