Política

APOIO: Eva Gouveia demonstra lealdade a ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues

Foto: Política&Etc

A vereadora de Campina Grande, Eva Gouveia, não deixa dúvida de sua lealdade a Romero Rodrigues. Enquanto o ex-prefeito de Campina Grande se prepara para enfrentar os leões do ninho tucano, em uma reunião com os membros do PSDB, Eva esteve ao lado de Romero o tempo todo.

Eva é uma das responsáveis de atrair Romero ao PSD, entregando na época a presidência estadual do partido para Rodrigues, sem titubear ou criar problema. Na época em que foi prefeito, Eva foi uma das secretárias da cota pessoal de Romero em Campina Grande.

A vereadora também foi uma das primeiras que declarou apoio a Bruno Cunha Lima, assim que Romero apontou o escolhido para lhe substituir.

Desfrutando de uma relação pessoal com Gilberto Kassab, Eva tem feito uma gestão de boa propaganda de Romero com o comando nacional do partido, para que Rodrigues seja acompanhado pela legenda nas decisões que tomar para as eleições do próximo ano.

Política&Etc

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Política

YouTube retira do ar live de Bolsonaro sobre Covid e suspende conta do presidente

Foto: Reprodução

Na noite desta segunda-feira (25), o YouTube derrubou a live semanal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) transmitida na última quinta-feira (21).

“Removemos um vídeo do canal de Jair Bolsonaro por violar as nossas diretrizes de desinformação médica sobre a COVID-19 ao alegar que as vacinas não reduzem o risco de contrair a doença e que causam outras doenças infecciosas. As nossas diretrizes estão de acordo com a orientação das autoridades de saúde locais e globais, e atualizamos as nossas políticas à medida que a orientação muda. Aplicamos as nossas políticas de forma consistente em toda a plataforma, independentemente de quem for o criador ou qual a sua opinião política”, disse o YouTube, em nota.​

Blog do BG com FolhaPress

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Política

Prefeito de Cabedelo é investigado por ‘comprar’ apoio de vereadores com empregos na gestão

Imagem: Reprodução

Quanto custa um vereador? Parece um questionamento estranho, mas na cidade de Cabedelo, os parlamentares mirins da Casa Luiz de Oliveira Lima tem preço e o “comprador” seria o prefeito Vitor Hugo Castelliano.

Pelo menos essa é a denúncia protocolada no  Ministério Público da Paraíba (MPPB), através da Promotoria de Justiça Cumulativa de Cabedelo que vai apurar um suposto esquema envolvendo nepotismo e a Prefeitura de Cabedelo como cabide de empregos para vereadores. A investigação foi autorizada pelo promotor Ronaldo José Guerra.

Inquérito vai apurar “a denúncia de suposto caso de nepotismo envolvendo pessoas vinculadas a Vereadores da Câmara de Cabedelo que estariam empregadas na Prefeitura de Cabedelo, tendo tal situação anulado o poder fiscalizatório do Poder Legislativo municipal sobre os atos do Executivo”.

Conforme a portaria, o poder de fiscalizar da Casa Legislativa estaria corrompido devido a suposta troca de favores.

O Ato “poderá configurar improbidade administrativa”, conforme portaria do MP.58075-418.

Veja a denúncia clicando aqui.

Blog do BG com informações do Expresso PB

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Política

VÍDEO: Doria é criticado por perguntar ‘quem já foi a Dubai’ em evento na cidade de Guarabira

Foto: Doria em visita a Dubai no ano de 2020. Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) visitou a cidade de Guarabira, município de 49 mil habitantes no interior da Paraíba, na sexta-feira (22). Durante coletiva de imprensa na Câmara dos Vereadores, o pré-candidato à presidência citou Dubai como exemplo em soluções para a seca e perguntou se algum vereador conhece ou visitou a cidade luxuosa dos Emirados Árabes — apenas uma pessoa levantou a mão.

“É possível mudar. Vá a Dubai, nos Emirados Árabes, onde São Paulo tem um escritório que foi inaugurado em fevereiro de 2020. Dubai era um deserto completo. Não tinha um fio de água. Quem aqui já foi a Dubai? Se puder levantar o braço, alguém aqui já teve essa oportunidade? É uma transformação”, disse Doria. Nesta segunda-feira (25) o vídeo repercutiu nas redes sociais. Confira o vídeo abaixo:

Estavam presentes no evento: deputado Ruy Carneiro (único a levantar a mão), os vereadores do município, o prefeito de Guarabira, Marcus Diogo, o presidente do diretório do PSDB da Paraíba, Pedro Cunha Lima, e a deputada Edna Henrique.

Blog do BG com Poder 360

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Política

“MEU CANDIDATO É ROMERO”: Bruno rechaça aliança com João

Divulgação

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), rechaçou qualquer hipótese de apoiar a reeleição do governador João Azevêdo (Cidadania) no pleito de 2022 em uma eventual composição de João com o ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD).

Para Bruno, a possibilidade ainda se trata de “especulação”.

“Vou me ater a tratar disso ainda em caráter privado. Tenho tratado como especulação, porque não ouvi da boca de Romero ou quem quer que seja [aliança com João]. Prefiro tratar como especulação. No momento oportuno vou poder falar disso. Por enquanto digo e repito, meu candidato a governador é Romero Rodrigues”, enfatizou.

Cunha Lima disse que deve tratar sobre as composições para as eleições 2022 durante essa semana em Brasília.

Lideranças do PSDB embarcam nesta segunda-feira (25) para se reunir com o ex-prefeito Romero Rodrigues e saber até que ponto ainda podem contar com o nome dele como representante da oposição a João na disputa pelo Palácio da Redenção.

Mais PB

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Política

VISIONÁRIA: Primeira-dama Michelle Bolsonaro planeja candidatura ao Senado

A primeira-dama Michelle Bolsonaro está planejando se candidatar ao Senado nas eleições de 2022. A informação foi dada pela colunista Bela Megale, do Jornal O Globo.

De acordo com a colunista, Michelle tem confidenciado a pessoas próximas que tem planos de se aventurar na política quando o casal deixar o Palácio da Alvorada, já que não tem possibilidades de se candidatar a nenhum cargo eletivo enquanto o marido for presidente.

Segundo integrantes do Palácio do Planalto, hoje o cargo cobiçado por Michelle é uma vaga no Senado. Os planos, porém, seriam a longo prazo, já que a prioridade agora é a reeleição de Bolsonaro.

A primeira-dama apesar de ser muito discreta, sempre tem peso nas escolhas decisivas do presidente Bolsonaro. Ela indicou secretárias que integram o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, além de ter sido apoiadora para que André Mendonça fosse indicado para a vaga do Supremo Tribunal Federal.

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Política

CAIU A LIVE: Facebook e Instagram derrubam live de Bolsonaro que associa vacina contra Covid a Aids

Divulgação

O Facebook derrubou a live semanal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) transmitida na última quinta-feira (21). O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram desde a noite deste domingo (24).

De acordo com porta-voz da companhia, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas à vacina da Covid-19. “Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas.”

Durante a exibição do vídeo, Bolsonaro leu uma suposta notícia de que vacinados contra Covid estariam desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida. A comunidade médica reagiu às alegações do presidente, desmentindo suas afirmações.

Folha de São Paulo

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Política

Guedes: “Bolsonaro não é populista, é popular; estamos fazendo esforço para atender quem tem fome”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu mais uma vez a decisão do governo federal de alterar a regra do teto de gastos, considerada a âncora fiscal do País, para viabilizar o pagamento de R$ 400 no Auxílio Brasil até dezembro de 2022, ano em que o presidente Jair Bolsonaro pretende buscar a reeleição. Em entrevista neste domingo, ao lado de Bolsonaro, Guedes disse que foi preciso “moderar a velocidade da aterrissagem fiscal”, para atender a população mais frágil neste momento, e defendeu as reformas para que o País tenha solidez fiscal.

Segundo ele, uma possível aprovação da reforma administrativa traria uma economia de R$ 300 bilhões nos próximos oito a dez anos, frente ao gasto de R$ 30 bilhões para que o Auxílio Brasil chegue aos R$ 400,00.

Apesar de dizer que defende o teto de gastos, Guedes comentou que havia uma necessidade de atender a uma parcela da população que está passando fome. Para o ministro, o movimento não transforma o presidente Jair Bolsonaro em um populista.

“O presidente não é populista. Ele é popular. É diferente. Ele tem a sensibilidade de saber, olha, chegou a hora que nós temos que atender. Tem brasileiro comendo osso, passando fome. A mídia mesmo ficou falando isso aí três meses, tem brasileiro passando fome, comendo ossos. Como é que um presidente da República vai fazer? Ele fica num difícil equilíbrio”, disse Guedes.

Segundo o ministro, R$ 400 foi o meio termo encontrado por Bolsonaro entre o que a equipe econômica propôs, de R$ 300, e o que os políticos defendiam, R$ 600.

“A equipe econômica fala assim, vamos dar R$ 300. Aí os políticos, vamos dar 600. Aí ele olha e fala: vamos dar R$ 400. E aí eu como economista tenho que avisar ao presidente: presidente, isso aí nós temos que pedir uma licença, porque vamos atingir ao teto. Ah, podemos reformular o teto? A reformulação é tecnicamente correta, pra sincronizar as despesas com o teto, hoje eles estão descasados”, disse Guedes.

Apesar de defender a mudança feita, Guedes disse que “o teto é uma bandeira nossa de austeridade”. “O teto é um símbolo de compromisso para gerações futuras. Mas se você perguntar para gerações futuras nós vamos deixar 17 milhões de famílias brasileiras passando fome? Eles vão dizer que não. Eles vão dizer, faça um outro sacrifício aí, por exemplo, a reforma administrativa, porque aí você poupa para gerações futuras R$ 300 bilhões”, disse.

Com informações Estadão

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Política

Temer sugere declarar calamidade para não romper teto de gastos

O ex-presidente da República Michel Temer (MDB) afirmou, em artigo publicado neste domingo (24.out.2021) no jornal Folha de S.Paulo, que o governo poderia usar o artigo 167 da emenda do teto de gastos para aumentar o valor do programa Bolsa Família. É o trecho da lei que trata de calamidades públicas e que foi usado no ano passado devido à pandemia.

Temer foi o presidente que criou o teto de gastos, em 2016. Na época, ao lado do então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, estipularam o prazo de 20 ano para a regra.

Para o ex-presidente, a situação da pobreza, acentuada nos últimos 2 anos pela pandemia, é calamitosa, o que justifica o uso do artifício.

Há sempre a preocupação de que os vulneráveis, acentuada sua pobreza, possam rebelar-se e, em consequência, praticar atos que desagreguem a nação brasileira. Este fato revela a razoável imprevisibilidade e, em consequência, a urgência a que alude o artigo 167, parágrafo terceiro, já mencionado. Acresce que um dos princípios fundamentais da nossa Constituição é a ‘erradicação da pobreza’ a teor do seu artigo 3, III”, escreveu o ex-presidente.

Temer afirma que essa solução traria duas vantagens: permitiria o aumento e enviaria o sinal de que o governo continua levando a questão fiscal a sério.

Sei que estou levando essa interpretação às últimas consequências, mas ela tem duas vertentes sistêmicas: de um lado, reconhece que é ‘calamitosa’ a realidade do pauperismo brasileiro; de outro, aplica regra constitucional que não elimina o teto de gastos públicos. Somente assim demonstraremos ao mercado interno e internacional a nossa seriedade fiscal e a nossa preocupação com a pobreza.

Em 2020 e 2021, o país decretou calamidade pública em função da pandemia do novo coronavírus. Dessa forma, foi possível gastar além do que o teto determinava. O auxílio emergencial foi um dos destinos desse dinheiro.

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, disseram que irão pedir permissão para gastar além do teto em uma ampliação do Bolsa Família que será levada a cabo em 2022, ano que Bolsonaro deve concorrer à reeleição.

Em pronunciamento conjunto na 6ª feira (22.out), Guedes disse que não “gosta” de furar o teto, mas que se tratava de uma opção para não deixar os pobres desassistidos.

Se está muito feliz que está furando o teto? Não. Eu detesto furar o teto. Eu não gosto furar o teto, mas não estamos aí só para tirar 10 no fiscal”, disse Guedes. Ele falou que lutou até o fim pela manutenção do teto de gastos, mas disse que o país teve que escolher entre “tirar 10 em fiscal e 0 no social”.

Poder 360

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Política

Bolsonaro diz que não vai interferir na Petrobras e em preços dos combustíveis e volta a criticar cálculo do ICMS

Imagem: reprodução/CNN Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em entrevista conjunta com o ministro da Economia, Paulo Guedes, neste domingo (24), sinalizou que haverá um novo reajuste no preço dos combustíveis na próxima semana, mas que ele não tem intenção de interferir na tabela de preços.

“Provavelmente teremos um novo reajuste nos combustíveis, e não é preciso ter bola de cristal para isso – é só ver o preço do barril e o comportamento do dólar”, disse Bolsonaro.

Ao comentar sobre a situação do aumento do combustível e sobre a Petrobras, Bolsonaro afirmou que “não vai interferir no preço de nada” e que há conversas sobre “o que fazer com ela [Petrobras] no futuro”, citando o monopólio da exploração do petróleo por parte da empresa.

Questionado sobre intenções de privatização da empresa, o presidente afirmou que o processo “não é só botar na prateleira” e criticou a “burocracia” envolvendo a aprovação da privatização completa de estatais, afirmando que teria “privatizado muito mais” se não fosse necessária a aprovação da Câmara dos Deputados.

Além disso, Bolsonaro voltou a criticar o cálculo do ICMS e o “beneficiamento” dos estados com o aumento do combustível. “A forma de calcular o ICMS é injusta. O ganho de governadores, toda vez que há reajuste no combustível, é muito grande”, afirmou.

CNN Brasil

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