Política

Cícero, Dinho, Daniella, Tibério e outros 35 aparecem em lista de impugnação de candidaturas do MPE; Veja outros nomes

 

O Ministério Público Eleitoral (MPE) informou nesta terça-feira (18) que já apresentou 39 impugnações a registros de candidaturas nas eleições de 2026 na Paraíba. A relação inclui o candidato ao Governo do Estado Cícero Lucena (MDB), a senadora Daniella Ribeiro (PP), registrada como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos), e candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. O levantamento ainda é parcial, porque a análise dos registros continua dentro dos prazos eleitorais.

Os motivos não são os mesmos para todos os candidatos. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral na Paraíba (PRE-PB), as ações envolvem questões como falta de quitação eleitoral, ausência de comprovação de desincompatibilização de cargos públicos, rejeição de contas, inelegibilidade por parentesco e documentação relacionada à situação de militares da ativa. Há também casos fundamentados em suspeitas de vínculo com organizações criminosas armadas.

Entre as impugnações estão as de Cícero Lucena (MDB) e Dinho Dowsley (MDB), cujos fundamentos permanecem sob sigilo porque utilizam provas provenientes de outros procedimentos também protegidos por segredo de Justiça. Já nos casos de Vitor Hugo (MDB) e Janine Lucena (PSD), o MPE sustenta inelegibilidade com base no artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição e cita elementos, respectivamente, das operações En Passant e Mandare relacionados a suposto vínculo consciente com organização criminosa armada.

A apresentação de uma impugnação não significa que o registro tenha sido negado. Cada candidato terá direito de apresentar defesa e caberá à Justiça Eleitoral decidir se concede ou indefere a candidatura. Segundo o MPE, novas ações ainda podem ser apresentadas enquanto estiverem abertos os prazos previstos na legislação.

Veja a lista completa das 39 candidaturas impugnadas

  1. Aglair Pereira da Silva (Federação PSOL/Rede) — deputado federal: militar estadual da ativa. O MPE aponta ausência de documentos sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
  2. Antonio Ronismar de Andrade (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre o afastamento do cargo de professor em Cabedelo e certidões criminais estaduais consideradas ilegíveis.
  3. Astronadc Pereira de Moraes (PDT) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
  4. Carlos Tibério Limeira Santos Fernandes (PSB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade em razão de contas de gestão de 2021 julgadas irregulares pelo TCE-PB, com imputação de débito e sem suspensão judicial.
  5. Cícero de Lucena Filho (MDB) — governador:impugnação tramita sob sigilo porque utiliza provas produzidas em outro processo também sigiloso.
  6. Daniella Velloso Borges Ribeiro (PP) — primeira suplente de senador: a PRE-PB alega inelegibilidade por parentesco com o governador Lucas Ribeiro (PP), seu filho. O MPE sustenta que a candidatura à suplência não configura reeleição para o mandato de senadora atualmente exercido por Daniella.
  7. Danillo Ramalho Leite (Novo) — deputado federal: policial militar da ativa. O MPE aponta ausência de documentação necessária para verificar sua situação funcional e afastamento.
  8. Emerson Fernandes Alvino Panta (Federação União Progressista) — deputado federal:médico com dois vínculos com a Secretaria de Estado da Saúde. A PRE-PB questiona a comprovação de afastamento dentro do prazo eleitoral.
  9. Eures Pessoa e Silva (Republicanos) — deputado estadual: bombeiro militar da ativa. A impugnação aponta falta de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
  10. Felipe Anderson Fernandes (Rede/Federação PSOL-Rede) — deputado federal: o MPE questiona a comprovação do afastamento de suas funções na Secretaria de Estado da Educação.
  11. Fernando Dias de Melo (Federação União Progressista) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos relacionados ao tempo de serviço, afastamento e exercício de funções de comando.
  12. Francisco José Garcia Figueiredo (MDB) — deputado estadual: professor da UFPB. A impugnação questiona a comprovação da desincompatibilização no prazo legal.
  13. Gerana Gouveia Xavier Pereira (PL) — deputada federal: o MPE aponta ausência de documentos para comprovar afastamento de cargo em comissão e de vínculo temporário como nutricionista da Prefeitura de Campina Grande.
  14. Gerlane Bandeira da Silva (PSB) — deputada estadual: falta de comprovação do afastamento do cargo de auxiliar de administração na Secretaria de Estado da Saúde, segundo a PRE-PB.
  15. Hebert Levy de Oliveira (PSB) — deputado federal: ausência de quitação eleitoral relacionada a contas da campanha de 2012 julgadas não prestadas, segundo o MPE.
  16. Ivone dos Santos Lima e Lima (Novo) — deputada federal: questionamento por ausência de desincompatibilização, dentro do prazo legal, do cargo de auxiliar de enfermagem na UFCG.
  17. Jacó Moreira Maciel (Podemos) — deputado federal: a PRE-PB sustenta inelegibilidade devido à rejeição pelo TCU de contas relativas ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).
  18. Jakeline Maria da Silva (Federação União Progressista) — deputada estadual: o MPE aponta problemas na documentação de escolaridade, além da ausência de certidões oficiais atualizadas de quitação eleitoral e filiação partidária.
  19. Jeane Alves de Oliveira (PSB) — deputada estadual: a PRE-PB sustenta ausência do período mínimo de seis meses de domicílio eleitoral na circunscrição.
  20. João Barbosa da Silva (PDT) — deputado estadual: militar da ativa. O MPE aponta documentação insuficiente sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
  21. John Early (Democrata) — deputado federal:a impugnação aponta divergências em informações cadastrais, como data de nascimento e estado civil.
  22. Jorge Rodolfo Maia Feitosa (PDT) — deputado estadual: a PRE-PB questiona a desincompatibilização de vínculo funcional dentro do prazo legal.
  23. José Aledson de Sousa Moura (PL) — deputado federal: o MPE aponta ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas.
  24. José Marcelino de Queiroz Souza (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre desincompatibilização de cargo em comissão de assessor operacional na Assembleia Legislativa.
  25. Marcela Kelly de Vasconcelos (Rede) — deputada federal: a PRE-PB aponta falta de comprovação de afastamento de vínculo com a Secretaria de Estado da Educação.
  26. Marcella Priscila de Medeiros Torres (PL) — deputada estadual: ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas, segundo a impugnação.
  27. Marcos Henriques e Silva (PT) — deputado estadual: o MPE questiona o prazo de desincompatibilização de funções exercidas no Senai-PB e de representação sindical.
  28. Maria Cristina da Silva (Democrata) — deputada federal: divergência sobre estado civil e dúvida quanto ao afastamento do cargo de agente comunitária de saúde.
  29. Maria Evangerlania Dantas (PSD) — deputada federal: servidora efetiva de Sousa. Segundo a PRE-PB, não informou o vínculo no registro nem comprovou o afastamento dentro do prazo.
  30. Maria Janine Assis de Lucena Barros (PSD) — primeira suplente de senador: o MPE sustenta inelegibilidade por suposta utilização ou vínculo consciente com organização criminosa armada, com base em elementos relacionados à Operação Mandare.
  31. Maricelia Alves (Federação União Progressista) — deputada estadual: a PRE-PB aponta problemas na comprovação de desincompatibilização e ausência de certidões oficiais de quitação eleitoral e filiação partidária.
  32. Olivia Motta Wanderley da Nobrega (Republicanos) — deputada estadual: o MPE aponta falta de comprovação da exoneração de cargo em comissão e dois vínculos ativos como médica na Secretaria de Estado da Saúde.
  33. Raquel de Oliveira França (PL) — deputada estadual: policial militar da ativa. A impugnação aponta ausência de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
  34. Roberto Carlos de Almeida Lima (MDB) — deputado estadual: falta de documentação para comprovar a desincompatibilização de cargo em comissão, segundo a PRE-PB.
  35. Roberto Lopes Burity (PSB) — deputado federal: o MPE aponta vínculos com a Suplan e a Secretaria de Governo sem comprovação de afastamento no prazo legal.
  36. Sergio Ricardo Gomes de Araujo (PDT) — deputado estadual: sargento da Polícia Militar e militar da ativa. A PRE-PB aponta falta de documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
  37. Stenio Jose Paulino Soares (PT) — deputado estadual: falta de comprovação documental do afastamento do cargo de professor federal no prazo eleitoral.
  38. Valdir José Dowsley (Dinho) (MDB) — deputado estadual: o processo tramita em sigilo porque a impugnação utiliza provas produzidas em outro procedimento também protegido por segredo de Justiça.
  39. Vitor Hugo Peixoto Castelliano (MDB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade por suposto vínculo consciente com organização criminosa armada, citando elementos relacionados à Operação En Passant.

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GUIA ELEITORAL: Efraim abre propaganda, Lucas terá maior tempo e Cícero aparece em terceiro na Paraíba

GUIA ELEITORAL: Efraim abre propaganda, Lucas terá maior tempo e Cícero aparece em terceiro na Paraíba

A Justiça Eleitoral da Paraíba realizou, nesta terça-feira (18), o sorteio que definiu a ordem de veiculação e o tempo destinado às candidaturas no Guia Eleitoral gratuito das Eleições 2026. A propaganda no rádio e na televisão começa no próximo dia 28 de agosto.

Na disputa pelo Governo do Estado, o senador Efraim Filho (PL) será o primeiro candidato a aparecer no Guia Eleitoral. O candidato terá 1 minuto e 55 segundos de propaganda tanto no rádio quanto na televisão.

Na sequência será exibido o programa do governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro (PP), da coligação “Daqui pra Melhor”, formada por PRD, Solidariedade, União Brasil, PP, Podemos, PSB, PT, PCdoB, PV e Republicanos.

Lucas terá 4 minutos e 49 segundos, o maior espaço entre os candidatos ao Governo da Paraíba. O tempo representa mais da metade do período somado destinado às três candidaturas que participarão do Guia Eleitoral.

O terceiro a aparecer será Cícero Lucena(MDB), candidato da coligação “Juntos para a Paraíba dar o próximo passo”, formada por MDB, PDT, PSD, PSDB e Cidadania.

Cícero contará com 2 minutos e 14 segundos para apresentar suas propostas aos eleitores no rádio e na televisão.

Confira a ordem para governador

No primeiro dia de exibição, a sequência será:

  1. Efraim Filho (PL) – 1min55s;
  2. Lucas Ribeiro (PP) – 4min49s;
  3. Cícero Lucena (MDB) – 2min14s.

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Política

Debate da Tv master é marcado pela ausência do governador Lucas Ribeiro

Foto: Reprodução O debate da TV Master com os candidatos ao Governo da Paraíba, realizado na noite desta segunda-feira (17), ficou marcado pela ausência do governador Lucas Ribeiro (PP), candidato à reeleição. O chefe do Executivo estadual havia sido anunciado previamente pela emissora como um dos participantes do confronto, ao lado de Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL).

O encontro começou às 21h e foi mediado pelo jornalista e presidente do Sistema Master, Alex Filho. A expectativa em torno da participação de Lucas era considerada relevante, especialmente por se tratar de um dos principais nomes da disputa pelo Palácio da Redenção e por ser o primeiro debate realizado após o início oficial da campanha eleitoral.

Com a ausência do governador, o confronto acabou concentrado entre os demais candidatos presentes. Cícero Lucena e Efraim Filho tiveram espaço para apresentar propostas e fazer críticas ao grupo governista sem a presença de Lucas para responder diretamente aos questionamentos.

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Hugo Motta diz que Lucas Ribeiro terá de compreender apoio do Republicanos a Leo em 2028

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (17) que o governador Lucas Ribeiro (PP) terá de compreender o acordo firmado pelo Republicanos para apoiar a reeleição do prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSDB), em 2028. O compromisso foi anunciado no mesmo dia em que Leo formalizou apoio a Nabor Wanderley (Republicanos), pai de Hugo, para o Senado.

Caso seja reeleito governador neste ano, Lucas poderá ter interesse na disputa pela Prefeitura de João Pessoa dois anos depois. O deputado respondeu que a escolha pertence ao Republicanos e não depende da concordância do governador.

Hugo relacionou o compromisso para 2028 ao apoio recebido por Nabor e disse que a aliança estadual com Lucas não impede o Republicanos de tomar decisões próprias.

“Nós respeitamos o governador, temos uma aliança com o governador, porém os compromissos políticos do Republicanos são compromissos que não são feitos às escondidas. Temos as nossas posições muito claras e estamos aqui publicizando-as. Se tivéssemos interesse em não fazer a coisa correta, poderíamos ter deixado esse acordo, vamos dizer, sem divulgação. Se estamos aqui publicizando, é porque, na verdade, há uma reciprocidade a esse apoio dado hoje ao candidato da majoritária do partido. A política se faz com reciprocidade, e o governador terá que compreender, nas eleições municipais, que nós já temos esse acordo firmado aqui na capital do estado”, respondeu.

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Apoio a Nabor: Leo questiona alerta de Veneziano sobre campanha de Cícero

O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSDB), estranhou nesta segunda-feira (17) a avaliação do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) de que seu apoio a Nabor Wanderley (Republicanos) para o Senado poderia causar prejuízos à campanha de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba e à própria candidatura do emedebista à reeleição.

Questionado sobre a declaração de Veneziano, Leo contestou a possibilidade de sua escolha interferir nas duas candidaturas e lembrou que o senador também tomou decisões próprias durante a formação das alianças. “Por que daria danos à campanha de Cícero? Por que daria danos à campanha de Veneziano? Ele tomou várias decisões políticas, como foi mencionado. Ele já tomou diversas. E nós estamos tomando as decisões políticas. Eu respeito as dele, ele respeita as minhas e nós estamos juntos aí, bola pra frente”, respondeu.

Leo também tratou da relação com João Azevêdo (PSB), que o indicou para vice de Cícero nas eleições municipais de 2020 e 2024. Ele afirmou que a decisão não altera a amizade com o ex-governador e atribuiu o distanciamento ao grupo que atualmente integra o PSB.

O prefeito afirmou que não comuniciou ao ex-aliado a sua decisão anunciada hoje e disse que ainda pretende conversar com o ex-governador. “Todos sabem da minha amizade com o João, todos sabem do respeito que eu tenho ao João, e eu entendo esse momento que ele está passando dentro do partido. Infelizmente, na verdade, o partido nunca me quis. Eu acho que é você olhar o histórico do partido, verdadeiramente o partido, o agrupamento político que faz parte hoje, o partido nunca me quis. Vida que segue, e bola pra frente”, acrescentou.

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Política

Após Leo confirmar voto em Nabor, Republicanos fecha apoio à sua reeleição em João Pessoa

Após Leo confirmar voto em Nabor, Republicanos fecha apoio à sua reeleição em João Pessoa

Após o prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra (PSDB) confirmar seu segundo voto no candidato Nabor Wanderley ao Senado, o ex-prefeito de Patos e presidente do Republicanos na Paraíba revelou o apoio do seu agrupamento à reeleição de Léo em 2028.

Após o prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra (PSDB) confirmar seu segundo voto no candidato Nabor Wanderley ao Senado, o ex-prefeito de Patos e presidente do Republicanos na Paraíba revelou o apoio do seu agrupamento à reeleição de Léo em 2028.

“O Republicanos sempre esteve no palanque de Léo, todas as vezes que ele foi candidato. O prefeito Léo, pode contar com o nosso partido que nós estaremos juntos com Léo na sua reeleição em 2028 quando ele for candidato à reeleição”, declarou.

O sertanejo confirmou que o assunto foi amplamente discutido dentro do partido para ampliar a parceria construída com Léo. “Nós dialogamos sobre isso. Na verdade, nós estamos ampliando essa parceria que foi construída lá atrás”, afirmou Nabor.

O primeiro voto do grupo do ex-prefeito Léo Bezerra para o Senado será em Veneziano Vital do Rêgo que concorre à reeleições na campanha 2026.

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Política

PESQUISA BTG/NEXUS: Para 42%, governo Lula é ruim ou péssimo; 34% consideram ótimo ou bom e 23% regular

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (17), mostra que 42% dos eleitores avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo. Na pesquisa anterior, de 10 de agosto, eram 44%, uma variação dentro da margem de erro. Já 34% consideram o governo ótimo ou bom, mesma taxa do levantamento da semana passada.

Os que avaliam o governo como regular somam 23%, ante 21% na pesquisa anterior. Outros 1% não sabem ou não responderam.

A avaliação do governo Lula é melhor entre mulheres, pessoas com 60 anos ou mais e eleitores que estudaram até o ensino fundamental. Já a avaliação é pior entre homens, pessoas de 41 a 59 anos e quem tem ensino superior.

Sobre o desempenho pessoal de Lula, 48% desaprovam o petista e 47% aprovam. Na pesquisa anterior, eram 49% de desaprovação e 46% de aprovação. Outros 5% não sabem ou não responderam.

Metodologia

A Nexus ouviu 2.003 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre 14 e 16 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-03317/2026.

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VÍDEO: “LEAL” Lula diz que pode mentir para qualquer presidente do mundo, menos para quem confia nele

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste domingo (16), durante o primeiro evento de campanha em busca da reeleição à Presidência da República, que pode “mentir para qualquer presidente do mundo”, mas que não poderia fazer o mesmo com as pessoas que confiam nele.

“Eu posso mentir para qualquer pessoa do mundo. Eu posso mentir para qualquer presidente do mundo, mas eu não tenho direito a mentir para aqueles que confiam em mim, para aqueles que gostam de mim. Então, podem ter certeza da minha lealdade de vocês”, declarou durante discurso no Estádio 1° de Maio, em São Bernardo.

A declaração repercutiu nas redes sociais e foi alvo de críticas, principalmente por ocorrer em meio aos discursos do próprio presidente contra a disseminação de mentiras e do ódio na política.

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Política

Ex-auxiliar de Cícero deixa Prefeitura de João Pessoa e adere à base de Lucas Ribeiro

Foto: divulgação

A ex-secretária de Planejamento de João Pessoa Daniella Bandeira deixou, neste domingo (16), a gestão do prefeito Leo Bezerra (PSDB) e passou a integrar a base política do governador Lucas Ribeiro (PP), que disputa a reeleição ao Governo da Paraíba.

Daniella ocupava, desde 2021, a coordenação municipal do Patrimônio Histórico. Com a saída da administração municipal, ela deverá atuar na campanha de Lucas Ribeiro e ser uma das coordenadoras da candidatura na Grande João Pessoa.

Antes, Daniella participou da gestão do ex-prefeito Luciano Cartaxo, quando comandou a Secretaria de Planejamento da capital. Na época, chegou a ser considerada pré-candidata à Prefeitura de João Pessoa, mas Cartaxo optou por indicar Edilma Freire, então secretária de Educação.

Posteriormente, Daniella passou a apoiar o então prefeito Cícero Lucena e permaneceu na administração municipal, assumindo a coordenação do Patrimônio Histórico em 2021.

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Política

BTG/NEXUS: Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente em eventual 2º turno

Ricardo Stuckert / PR e Estadão Conteúdo

O presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Nexus realizada para o BTG Pactual. Lula tem 47% das intenções de voto, contra 44% de Flávio. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, a diferença está dentro do intervalo estatístico da pesquisa.

Ainda sobre o confronto entre Lula e Flávio em eventual segundo turno, 8% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, enquanto 1% não soube ou não respondeu.

Lula x Caiado, Zema e Renan

A pesquisa também testou outros três cenários. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45%, ante 42% do ex-governador de Goiás. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, e 2% não souberam ou não responderam.

Contra Romeu Zema (Novo), Lula tem 46%, contra 41% do ex-governador de Minas Gerais. Nesse cenário, 11% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 2% não souberam ou não responderam.

Já contra Renan Santos (Missão), Lula registra 47%, ante 36% do adversário. Brancos, nulos ou nenhum dos dois somam 14%, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Primeiro turno

No primeiro turno, Lula lidera com 41%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 36%. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%, enquanto Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) têm 4% cada. Augusto Cury (Avante) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Metodologia

O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 16 de agosto, com 2.003 eleitores de todo o país. A pesquisa tem nível de confiança de 95%, margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03317/2026.

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