Política

“UNIÃO”: Milei diz que viajará ao Brasil para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução/@OPRArgentina/Redes Sociais

O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou que viajará ao Brasil no dia 25 de julho para participar do ato que deve oficializar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. O evento será realizado em São Paulo.

À rádio argentina NOW, Milei afirmou que também pretende ir a Brasília para tentar se reunir com o ex-presidente Jair Bolsonaro. A visita acontece em meio às tensões entre o governo argentino e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O presidente argentino disse ainda que terá uma agenda internacional nas próximas semanas. Após a passagem pelo Brasil, ele participará da posse da presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, e da cerimônia de posse do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, marcada para 7 de agosto.

Segundo Milei, ele também pretende visitar o presidente do Equador, Daniel Noboa, para avançar em acordos bilaterais entre os dois países.

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Política

Saiba quem são os pré-candidatos ao Senado Federal pela Paraíba

Foto: Reprodução

O cenário das eleições de 2026 na Paraíba começa a se definir, com sete pré-candidatos anunciados para disputar vagas no Senado Federal pelo estado.

Os pré-candidatos ao Senado pela Paraíba são:

  • André Gadelha (MDB);
  • João Azevêdo (PSB);
  • Major Fábio (Novo);
  • Marcelo Queiroga (PL);
  • Nabor Wanderley (Republicanos);
  • Rosilene Gomes (UP);
  • Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

As eleições acontecem em outubro. O primeiro turno será no dia 4 e, se houver segundo turno, será realizado no dia 25. A disputa é por três vagas no Senado.

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Política

6×1, PEC da Segurança e terras raras: Senado deve entrar em recesso com pautas travadas


Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

As propostas consideradas prioritárias pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguem sem perspectiva de avançar no Senado antes do recesso parlamentar, entre elas a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que extingue a escala de trabalho 6×1, a PEC da Segurança Pública e o PL (Projeto de Lei) que cria um novo marco para a exploração de terras raras.

Embora as propostas já tenham sido aprovadas na Câmara, nenhuma delas foi oficialmente despachada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para o início da análise nas comissões da Casa. Sem essa decisão, os textos permanecem parados e não podem ser apreciados pelos colegiados antes de ir ao plenário.

Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), principal porta de entrada para propostas de maior relevância constitucional, não há previsão de novas votações até a próxima semana, que será a última de atividades legislativas antes do recesso parlamentar.

Veja o andamento das pautas prioritárias do governo:

  • PEC 6X1 – A proposta está parada há mais de um mês desde que chegou ao Senado e depende do despacho de Alcolumbre para iniciar sua tramitação. Nos bastidores, parlamentares avaliam que a possibilidade de criação de um rito especial para a análise da matéria, hipótese já mencionada anteriormente pelo presidente da Casa, tende a prolongar ainda mais sua tramitação.
  • PEC da Segurança Pública – Proposta aguarda o envio à CCJ.
  • PL das terras raras – Texto ainda precisa passar pela Comissão de Infraestrutura antes de seguir para a Comissão de Constituição e Justiça, mas depende da decisão da Presidência do Senado para iniciar seu percurso.

Com R7

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Política

Flávio diz aguardar Michelle na campanha: ‘Esperando o tempo que ela achar que é o suficiente’

Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta quinta-feira (9), após retornar dos Estados Unidos, que está aberto a conversar com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e espera que ela participe de sua campanha ao Planalto.

“Eu estou sempre aberto aqui a conversar. Sempre esperando o tempo que ela achar que é o suficiente para ela estar com a gente na campanha, vestindo a camisa, porque tenho certeza que a Michelle pensa igual a mim. Ninguém aguenta mais quatro anos de PT”, disse à CNN.

O senador também afirmou: “No final das contas, tem que estar todo mundo junto para combater esse inimigo do Brasil, que é o atual governo”.

Flávio desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos após participar, nos Estados Unidos, de uma audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre a investigação de supostas práticas desleais do comércio brasileiro.

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Política

Flávio retorna ao Brasil depois de audiência nos EUA: ‘Fiz o que era pro Lula estar fazendo’

Reprodução/Redes Sociais

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) embarcou dos Estados Unidos para o Brasil na noite desta quarta-feira (8). Ele adiou a volta em um dia para cumprir agenda. Em entrevista no Aeroporto de Washington, o pré-candidato à Presidência da República afirmou que foi “conversar com algumas pessoas para tentar influenciar o governo a não tarifar o Brasil”.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Flávio afirmou que fez o que, segundo ele, deveria ter sido feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Estou fazendo a minha parte, né? O que era para o Lula estar fazendo, eu fiz.”

Na terça-feira (7), Flávio participou de uma audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), órgão que sugeriu uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Na ocasião, pediu o cancelamento da medida e afirmou que a taxação poderia favorecer Lula.

O senador também acusou o governo de omissão e disse que o Itamaraty não enviou representantes ao USTR. Em resposta, o governo afirmou que a audiência era voltada ao setor privado, sem impedir a participação de políticos.

“Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país”.

Fonte: Revista Oeste

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Política

Já pode pedir votos? Procuradoria vê propaganda antecipada em fala de Lula sobre ex-ministras

Ricardo Stuckert / PR

A procuradora regional eleitoral de São Paulo, Maria Cristina Simões Amorim Ziouva, deu parecer favorável à representação apresentada pelo partido Missão contra o presidente Lula (PT) e as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).

Segundo o parecer, uma fala de Lula durante o lançamento do programa Move Aplicativos, em 19 de maio, configura propaganda eleitoral antecipada. Na ocasião, o presidente disse: “Só não mexam com a Janja. Nem com a Simone, nem com a Marina. O que vocês podem fazer com elas, um dia, é dar voto para as duas. Só isso. Um dia, sabe?”

Para a procuradora, a declaração faz um pedido explícito de votos para as duas pré-candidatas ao Senado, o que é proibido pela legislação eleitoral antes de 16 de agosto do ano da eleição.

O caso tem como relatora a juíza Danyelle Galvão, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, que ainda vai analisar o processo. A decisão final será do plenário do TRE-SP.

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Política

PESQUISA MEIA/IDEIA: Lula lidera no 1º turno e tem empate técnico com Flávio Bolsonaro no 2º

Reprodução

Uma pesquisa Meio/Ideia, divulgada hoje (8), mostra o presidente Lula (PT) à frente no primeiro turno. No segundo turno, o petista tem 45% das intenções de voto, contra 40% do senador Flávio Bolsonaro (PL).

1º turno – pesquisa estimulada

  • Lula (PT) – 40,4%

  • Flávio Bolsonaro (PL) – 32%

  • Ronaldo Caiado (PSD) – 4%

  • Romeu Zema (Novo) – 2,5%

  • Aécio Neves (PSDB) – 2%

  • Renan Santos (Missão) – 2%

  • Augusto Cury (Avante) – 1,5%

  • Joaquim Barbosa (DC) – 0,5%

  • Cabo Daciolo (Mobiliza) – 0,5%

  • Branco/Nulo – 1,1%

  • Rui Costa Pimenta (PCO) – 0,4%

  • Samara Martins (UP) – 0,4%

  • Hertz Dias (PSTU) – 0,1%

  • Edmilson Costa (PCB) – 0,1%

  • Ninguém/Branco/Nulo – 4,1%

  • Não sabem – 9,5%

2º turno

Lula x Flávio Bolsonaro

  • Lula (PT) – 45%

  • Flávio Bolsonaro (PL) – 40%

  • Branco/Nulo – 10,5%

  • Não sabem – 4,5%

Metodologia

O levantamento entrevistou 1.500 eleitores por telefone entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05628/2026.

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Política

Nos EUA, Flávio Bolsonaro chama o PT de ‘Partido do Tarifaço’

Foto: Reprodução X/Flavio Bolsonaro

O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), chamou, nesta terça-feira (7), o PT (Partido dos Trabalhadores), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de “Partido do Tarifaço”. A declaração foi feita após participar de uma audiência do USTR, em Washington, sobre possíveis tarifas a produtos brasileiros.

Em publicação no X, ao lado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, Flávio afirmou: “Ao lado de Eduardo Bolsonaro e a postos para fazer uma defesa técnica e que proteja todas as empresas brasileiras de um possível tarifaço. Nossa luta é pelo Brasil e por todos os brasileiros!”.

O senador disse que fez uma defesa “técnica e política” durante a audiência. Segundo ele, a decisão final sobre a aplicação das tarifas caberá ao presidente dos Estados Unidos.

Flávio informou ainda que permanecerá nos Estados Unidos até quinta-feira (9), onde terá reuniões para defender que as tarifas não sejam aplicadas.

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Política

Hugo Motta cria comissão para analisar PEC da redução da maioridade penal

Marina Ramos/Camara dos Deputados

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta segunda-feira (6) a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em caso de crimes graves.

A medida destrava a tramitação da PEC, depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter aprovado em junho a admissibilidade da proposta.

A criação de uma comissão especial é uma das etapas previstas na tramitação de uma PEC no Congresso. O colegiado será responsável por aprofundar o debate sobre o tema, incluindo a realização de audiências públicas e a consulta a especialistas.

Ao final dos trabalhos, a comissão deverá votar um relatório com a indicação de aprovação ou rejeição, antes que a proposta possa levada ao plenário da Câmara. Ainda não está decidido quem será o relator da PEC da maioridade penal.

A proposta a ser analisada altera o artigo 228 da Constituição para incluir a previsão de que a maioridade penal – idade a partir da qual uma pessoa pode ser julgada e condenada por crimes comuns, por exemplo – é atingida aos 16 anos, e não aos 18 anos, como estabelece o texto atual.

Pelas normas atuais, pessoas abaixo de 18 anos são inimputáveis e estão submetidas a uma legislação diferenciada.

Após Motta ter autorizado a instalação da comissão especial sobre o tema, os partidos deverão indicar os integrantes do colegiado. O prazo inicial para a análise e apresentação de modificações ao texto da PEC é de 10 sessões do plenário.

O colegiado tem o tempo máximo de até 40 sessões plenárias para aprovar um parecer final. Após esse período, o presidente da Câmara pode levar a PEC para votação diretamente no plenário, segundo o regimento interno.

Agência Brasil

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Política

“Vamos colocar em pauta novamente”, diz Zema ao defender novo julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe

crédito: Reprodução/Redes Sociais

O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, afirmou na segunda-feira (6/7) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria passar por um novo julgamento no processo em que foi condenado por tentativa de golpe de Estado. Apesar de dizer que defende a democracia, Zema questionou a atuação do STF no caso e defendeu uma reavaliação do processo.

A declaração foi dada durante entrevista ao grupo Derrubando Muros. Ao falar sobre a anistia a Bolsonaro, o ex-governador de Minas Gerais afirmou: “Talvez deveria ter rejulgamento [do ex-presidente] para avaliar. Vamos colocar em pauta novamente, aprofundar com pessoas mais isentas”.

Zema também afirmou considerar que o processo teve influência política. “Agora, na minha opinião, teve mais condução política do que jurídica [no julgamento]”, declarou.

Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes como tentativa de golpe de Estado. O julgamento foi relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, que é alvo de críticas de Zema.

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