Política

Ciro Nogueira reage após ação da PF: “Tentativa de manchar minha honra”

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) reagiu nesta sexta-feira (8) após ser alvo da Polícia Federal na 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Em publicação nas redes sociais, classificou a ação como uma “tentativa de manchar a minha honra pessoal” e afirmou que “todo ano político é a mesma coisa”, sugerindo motivação política no caso.

A PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra o senador no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF.

Em sua manifestação, o presidente nacional do Progressistas (PP) relembrou a Operação Lava Jato, em 2018, quando foi alvo de mandados em Teresina (PI). Para ele, o episódio foi uma “perseguição política” e houve um “efeito contrário” em sua trajetória eleitoral. “Vencemos aquela eleição”.

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Política

Desaprovação de Lula aumenta para 52% e supera aprovação, aponta pesquisa

Foto: Sergio Lima/Poder360

Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (5) aponta que a desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) ultrapassou os 50% e já supera a aprovação. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país e indica leve oscilação nos índices em relação ao levantamento anterior.

De acordo com os dados, 52% dos entrevistados disseram desaprovar a gestão, enquanto 42% afirmaram aprovar. Outros 6% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, a aprovação recuou de 44% para 42%. Já a desaprovação aumentou de 51% para 52%, dentro da margem de erro.

Segundo o instituto, o levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de maio, com entrevistas em todas as regiões do país.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.

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Política

Wilson Santiago paga R$ 203 mil da cota parlamentar aos sobrinhos para alugar SUV de luxo

O deputado federal Wilson Santiago (Republicanos-PB) gastou R$ 203 mil da cota parlamentar para alugar carros de uma empresa da família dele. O reembolso descumpre normas da Câmara dos Deputados, que pode até mesmo cobrar o dinheiro de volta. As informações são do colunista Tácio Lorran do Metrópoles.

A Construtora e Locadora JMX, responsável pela emissão das notas fiscais, tem entre os sócios dois sobrinhos do parlamentar. Thiago e Thaísa Santiago são filhos de José Milton Santiago, irmão falecido de Wilson Santiago.

O regramento da Câmara dos Deputados veda o reembolso de despesas relacionadas a qualquer empresa cujo proprietário é parente de parlamentar até o terceiro grau, o que inclui sobrinhos. Em contato com a reportagem, a Câmara reiterou a proibição.

Conforme os documentos fiscais, o deputado alugou da empresa, em períodos distintos, um Tiggo 7, da Caoa Chery, e um Jeep Commander – uma SUV de luxo. A nota fiscal mais recente é de março deste ano e faz referência ao aluguel, por um mês, do Jeep Commander por R$ 12 mil.

Parte dos documentos acompanha um recibo, que é assinado por Thiago Santiago, também conhecido como Thiago de Azulão, ou pela filha dele. O sobrinho do parlamentar é vereador na cidade de Uiraúna (PB), eleito também pelo Republicanos.

Ao todo, a Câmara reembolsou, via cota parlamentar, 22 notas fiscais entre maio de 2024 e março de 2026. Somados os valores, a Casa Legislativa restituiu o parlamentar em mais de R$ 203 mil pelo gasto.

A cota parlamentar é uma verba indenizatória disponível a cada parlamentar para custeio de despesas típicas do mandato. A quantia pode ser usada para reembolsar, por exemplo, despesas como aluguel de carro, combustível e alimentação.

Tácio Lorran – Metrópoles 

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Cícero Lucena confirma Diogo Cunha Lima como vice na disputa a governo

O empresário Diogo Cunha Lima foi confirmado nesta segunda-feira (27), como pré-candidato a vice-governador na chapa liderada por Cícero Lucena na disputa pelo Governo do Estado. O evento político que consagrou a aliança, aconteceu em Campina Grand e reuniu aliados e lideranças políticas no Seminário Diocesano.

Diogo é filho do ex-senador e ex-governador Cássio Cunha Lima e assumiu a posição de vice após o irmão, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima, dizer não ao grupo.

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Política

NEXUS: No 2º turno, Lula tem empate técnico com Flávio, Zema e Caiado

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)empata tecnicamente em um eventual segundo turno da disputa pela Presidência da República com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), segundo a pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (27).

Uma simulação entre Lula e Flávio mostra o petista com 46% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 45%.

Aqueles que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois somam 8%. Outro 1% não sabe ou não respondeu.

O levantamento ainda comparou os resultados atuais com os de março deste ano. Na ocasião, Lula e Flávio empatavam com 46%.

Já um quadro entre Lula e Zema mostra que o petista fica à frente numericamente, com 45%, contra os 41% do ex-governador de Minas Gerais.

São 12% os que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Em março, Lula tinha 46% e Zema alcançava 40%, indicando oscilação de um ponto percentual no resultado do pré-candidato do Novo.

O último cenário, entre Lula e Caiado, indica o chefe do Executivo com 45% das intenções de voto. O ex-governador de Goiás soma 41%.

Outros 11% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois. Os que não sabem ou não responderam são 2%.

No mês passado, Lula registrou 46%, enquanto Caiado, permaneceu com 41% das intenções de voto.

Metodologia

A Nexus/BTG entrevistou 2.028 eleitores, entre os dias 24 e 26 de abril, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo banco BTG Pactual e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01075/2026.

CNN

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Política

Lula e Flávio travam guerra virtual no TSE para derrubar conteúdos

Foto: Reprodução

A disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ganhou intensidade nas últimas semanas dentro do TSE, com uma sequência de ações judiciais envolvendo pedidos de retirada de conteúdos e direito de resposta. Levantamento da CNN com dados da Corte aponta que as pré-campanhas dos dois lados têm ampliado a ofensiva jurídica em meio ao cenário pré-eleitoral.

De acordo com os dados, a pré-campanha de Lula ingressou com ao menos nove ações contra Flávio Bolsonaro. Já a equipe jurídica do senador apresentou pelo menos oito representações contra o presidente. O volume de processos tem avançado nas últimas semanas, indicando uma escalada do embate no campo judicial.

Se consideradas ações contra outros atores políticos e partidos, os dois grupos já somam cerca de 50 processos no TSE. Em sua maioria, alegações de propaganda antecipada — positiva ou negativa — além de pedidos de remoção de conteúdos publicados nas redes sociais.

Um dos pedidos recentes da equipe de Lula solicita direito de resposta e retirada de uma publicação de Flávio Bolsonaro. Os advogados do presidente afirmam que o conteúdo divulgado teria apresentado recorte de fala que poderia levar a interpretações equivocadas.

Por outro lado, a equipe jurídica de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE para pedir a remoção de conteúdos associados ao senador. Uma das publicações questionadas teria sido impulsionada nas redes sociais e, segundo os advogados, poderia configurar propaganda antecipada negativa, o que é vedado pelas regras eleitorais.

Ainda conforme as peças, os dois lados argumentam que as publicações podem influenciar de forma indevida a percepção do eleitorado antes do período oficial de campanha. Em nota e nas representações apresentadas, as defesas sustentam a necessidade de intervenção da Justiça Eleitoral para garantir equilíbrio na disputa.

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Política

Lei limita atuação de influenciadores na eleição; fiscalização vira desafio para o TSE

Imagem: reprodução/ilustrativa

Influenciadores digitais ganharam protagonismo nas redes sociais, mas enfrentam restrições legais ao atuar em campanhas eleitorais. A legislação brasileira proíbe pagamento, contratação ou qualquer vínculo formal entre criadores de conteúdo e candidatos para fins de propaganda.

Proibição de pagamento por propaganda

Criadores de conteúdo não podem ser contratados nem remunerados para divulgar candidatos. Publicações patrocinadas pedindo votos (“publis”) são vedadas.

Manifestação apenas como cidadão

Influenciadores podem expressar apoio ou crítica, desde que de forma espontânea, como eleitores, sem vínculo com partidos ou campanhas.

Sem impulsionamento ou monetização

Mesmo conteúdos opinativos não podem ser impulsionados nem monetizados. A lei permite impulsionamento apenas por candidatos, partidos e coligações.

O que é impulsionamento

É o pagamento a plataformas como Instagram, TikTok e Facebook para ampliar o alcance de conteúdos — prática restrita aos atores oficiais da campanha.

O cenário impõe um desafio: campanhas tentam engajar influenciadores de forma orgânica, enquanto a Justiça Eleitoral precisa coibir propaganda disfarçada.

Segundo o especialista em marketing político Paulo Loiola, há uma “zona cinzenta” na aplicação das regras, especialmente na distinção entre divulgação institucional e campanha eleitoral.

Quando identificada propaganda irregular, candidatos e partidos podem sofrer multas, remoção de conteúdo, restrições e até cassação ou inelegibilidade. Influenciadores também podem ser multados e responder criminalmente em casos de desinformação.

Pessoa física x pessoa jurídica

O controle não se limita a influenciadores. Páginas de memes e entretenimento com grande alcance também entram no radar.

Segundo a especialista em Direito Eleitoral Amanda Cunha, há distinção entre a atuação individual e a de perfis que funcionam como empresas digitais. Nestes casos, além da proibição de pagamento, há vedação à participação de pessoas jurídicas em campanhas.

Pela legislação, empresas não podem financiar nem fazer propaganda eleitoral, inclusive nas redes sociais.

Fiscalização e ações do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma investir em campanhas educativas e combate à desinformação. Entre as iniciativas estão a websérie “V de Verdade” e conteúdos sobre uso de inteligência artificial, além de parcerias com plataformas digitais como Google, Kwai e Meta.

Agências de marketing e rastreio de campanhas

A intermediação por agências de marketing digital pode dificultar a identificação de responsáveis por conteúdos políticos.

Um exemplo citado é o caso envolvendo o banco Master, em que influenciadores relataram propostas para criticar o Banco Central. A Polícia Federal investiga possível uso dessas estratégias para obstrução de Justiça.

Influência, algoritmos e desinformação

Especialistas apontam que o ambiente digital favorece conteúdos com alto engajamento emocional, o que pode ampliar a circulação de desinformação.

Além disso, cresce a relevância de influenciadores de menor alcance, mas com forte conexão em comunidades específicas — os chamados microinfluenciadores.

Nesse contexto, o desafio das campanhas é estimular engajamento espontâneo dentro dos limites legais, em um ambiente onde a confiança em indivíduos tem ganhado mais peso do que em instituições.

Com informações de g1

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Política

Hugo Motta articula votação do fim da escala 6×1 na CCJ, nesta quarta (22), e governo corre para acelerar proposta

Foto: Kayo Magalhães/Câmarados Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota nesta quarta-feira (22) o relatório da PEC que prevê o fim da escala 6×1. Com apoio do presidente da Casa, Hugo Motta, a proposta ganha força no Congresso, enquanto o governo também tenta acelerar um projeto alternativo para reduzir a jornada de trabalho. A medida pode impactar milhões de trabalhadores em todo o país.

De acordo com informações da Câmara, o relator Paulo Azi (União-BA) apresentou parecer favorável à admissibilidade da PEC 8/2025, que propõe a redução da jornada sem corte salarial. A votação havia sido adiada após pedido de vista e agora volta à pauta com expectativa de aprovação.

O texto reúne propostas que vão desde a jornada de 4 dias de trabalho por semana até um modelo intermediário. Segundo o relator, há indicação para que a discussão avance para uma escala de 5×2, com carga semanal de 40 horas, considerada mais viável politicamente.

Nos bastidores, segundo fontes, há uma disputa entre o Congresso e o governo sobre o formato ideal. Enquanto parlamentares articulam a aprovação da PEC, o Executivo enviou um projeto de lei com proposta semelhante, tentando acelerar a tramitação e manter protagonismo sobre o tema.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, tem pressionado para votar a proposta ainda em maio. A pauta ganhou força por seu apelo popular e pode ter impacto direto no cenário político, especialmente em um ano pré-eleitoral.

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Política

Cícero e Ricardo Coutinho dividem agenda em Baía e Traição e aumentam especulações sobre acordo político

 

Neste domingo (19), o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) e o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PT), participaram juntos de um evento público em Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba.

Os pré-candidatos participaram da agenda acompanhados de aliados políticos locais. Ricardo Coutinho e Cícero Lucena se cumprimentaram com abraços e apertos de mão. Até um dia desses Cícero estava no grupo do ex-governador João Azevedo, ex-aliado de Ricardo. No entanto, na política tudo pode acontecer.

 

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Política

Transferência de votos no 2º turno favorece Flávio Bolsonaro e isola Lula, aponta pesquisa Genial/Quaest

Foto: Evaristo Sá/AFP e Andressa Anholete/Agência Senado

Pesquisa da Genial/Quaest aponta que o senador Flávio Bolsonaro lidera a transferência de votos em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O levantamento indica que a maioria dos eleitores de outros pré-candidatos migraria para Flávio no segundo turno. Entre apoiadores de Romeu Zema, 75% votariam no senador, enquanto 10% optariam por Lula. Já entre eleitores de Ronaldo Caiado, 61% migrariam para Flávio e 16% para o presidente.

Flávio aparece com 42% das intenções de voto, contra 40% de Lula — primeira vez em que supera numericamente o presidente nesse cenário, na simulação divulgada na quarta-feira (15),

No primeiro turno, Lula lidera com 37%, seguido por Flávio, com 32%. Caiado aparece com 6% e Zema com 3%. Outros nomes, como Augusto Cury e Renan Santos, têm 2%, enquanto Samara Martins e Cabo Daciolo registram 1%.

Segundo o CEO da Quaest, Felipe Nunes, o cenário indica dificuldade inédita para Lula ampliar apoios no segundo turno, já que a maioria dos candidatos tende a não transferir votos ao presidente.

A pesquisa também mostra que Lula tem desempenho melhor apenas entre eleitores de candidaturas menos competitivas, enquanto Flávio concentra a maior parte dos votos da oposição, o que pode ser decisivo em um eventual segundo turno.

A pesquisa da Genial/Quaest entrevistou pessoalmente 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro da amostra geral é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança, por sua vez, é de 95%.

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