O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda avalia se participará dos debates do primeiro turno da eleição presidencial de 2026.
De acordo com os aliados, a estratégia é evitar que o petista fique isolado diante de adversários da direita nos confrontos televisivos. Já parte da cúpula do PT defende que Lula participe para enfrentar diretamente o principal rival, Flávio Bolsonaro (PL).
A principal dúvida é sobre o debate da Band, marcado para 16 de agosto, mesma data em que o PT pretende oficializar a candidatura de Lula em São Bernardo do Campo (SP). Integrantes do partido afirmam que a decisão será reavaliada ao longo da campanha, conforme o cenário político.
As informações são dos colunistas Catia Seabra e Caio Spechoto, da Folha de São Paulo.
Os candidatos a deputado estadual na Paraíba poderão gastar até R$ 1.270.629,01 durante a campanha das eleições de 2026. O limite foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em portaria publicada nesta terça-feira (21), que estabelece os tetos de despesas para todos os cargos em disputa.
Neste ano, os eleitores paraibanos escolherão os 36 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) pelos próximos quatro anos. O limite de gastos deverá ser respeitado por todos os candidatos durante a campanha.
O TSE manteve os mesmos valores adotados nas eleições de 2022. Segundo a Corte, a decisão levou em consideração a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), fixado em R$ 4,96 bilhões, e a necessidade de preservar o equilíbrio financeiro das campanhas.
Pelas regras eleitorais, candidatos que ultrapassarem o teto de gastos poderão ser multados em 100% do valor excedente e ainda responder por abuso de poder econômico, conforme prevê a legislação eleitoral.
Os candidatos ao Senado pela Paraíba poderão gastar até R$ 3.811.887,03 durante a campanha das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e publicado nesta terça-feira (21), por meio de portaria que estabelece os tetos de despesas para todos os cargos em disputa.
Na corrida pelas duas vagas ao Senado, os pré-candidatos são João Azevêdo (PSB), Veneziano Vital do Rêgo (MDB), Marcelo Queiroga (PL), Nabor Wanderley (Republicanos), André Gadelha (MDB) e Major Fábio (Novo).
Os valores são os mesmos adotados nas eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em consideração a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), fixado em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o limite de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.
Os candidatos ao Governo da Paraíba poderão gastar até R$ 7.115.522,46 no primeiro turno das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que publicou nesta terça-feira (21) a portaria com os tetos de despesas para as campanhas eleitorais em todo o país.
Na disputa pelo Palácio da Redenção, os pré-candidatos são Cícero Lucena (MDB), Efraim Filho (PL), Lucas Ribeiro (PP), Olímpio Rocha (PSOL) e Yuri Ezequiel (UP). Em caso de segundo turno, o candidato poderá gastar mais R$ 3.557.761,23, totalizando até R$ 10,67 milhões em despesas de campanha.
Os limites permanecem os mesmos das eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em conta a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que continua em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o teto de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.
O eleitorado da Paraíba cresceu para as Eleições 2026. Dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 3.247.397 paraibanos estão aptos a votar no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O número representa um aumento de 155.713 eleitores (5,03%) em relação às eleições de 2022, quando o estado tinha 3.091.684 eleitores.
Neste ano, os eleitores vão escolher presidente da República, governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.
Mulheres são maioria
Segundo o TSE, 96,33% do eleitorado paraibano já possui cadastro biométrico. As mulheres são maioria, com 1.718.209 eleitoras (53%), enquanto os homens somam 1.529.188 (47%). O estado também registra 580 pessoas cadastradas com nome social.
Maioria dos eleitorados tem entre 19 e 69 anos
A maior parte do eleitorado tem entre 19 e 69 anos, com 2.802.492 pessoas. Entre os jovens, 21.311 adolescentes de 16 anos podem votar de forma facultativa, e 48.631 eleitores de 18 anos estão aptos ao voto obrigatório. Já 343.320 eleitores têm 70 anos ou mais, faixa em que o voto é facultativo, sendo 17.697 com 90 anos ou mais.
Escolaridade
Em relação à escolaridade, o maior grupo é de eleitores com ensino fundamental incompleto, com 747.821 pessoas (23,03%). Em seguida, aparecem os que têm ensino médio completo, com 734.218 (22,61%). Outros 275.296 declararam ter ensino superior completo, 409.159 informaram apenas saber ler e escrever e 204.444 se declararam analfabetos.
Maior colégio eleitoral
João Pessoa segue como o maior colégio eleitoral da Paraíba, com 585.279 eleitores. Na sequência aparecem Campina Grande (304.181), Santa Rita (103.411), Bayeux (74.486) e Patos (67.982). Em todos esses municípios, mais de 95% do eleitorado já possui identificação biométrica.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (20) o arquivamento da investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo uso ilegal da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante seu governo.
Na decisão, o ministro seguiu parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) e entendeu que Bolsonaro já foi condenado pela acusação de monitorar ilegalmente autoridades públicas. No processo da trama golpista, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, pena que também levou em conta essa acusação.
Moraes determinou ainda que as acusações contra Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, sejam enviadas para a Justiça Federal no Distrito Federal. Durante as investigações, a PF (Polícia Federal) apurou a suposta ligação do chamado “Gabinete do Ódio” com o caso Abin Paralela.
Arquivamento
Na mesma decisão, o ministro determinou o arquivamento das investigações contra o ex-diretor-geral da Abin Luiz Fernando Corrêa, o ex-diretor adjunto Alessandro Moretti, o ex-corregedor José Fernando Moraes Chuy, e o ex-coordenador de operações Lucio de Andrade Parente. Para Moraes, não há indícios para o prosseguimento da investigação criminal.
“As imputações formuladas limitam-se à enunciação de conclusões genéricas acerca de suposta participação dos requeridos em atos de embaraço à investigação, sem a individualização concreta das respectivas condutas e sem a demonstração mínima dos elementos necessários à configuração de fato penalmente relevante”, afirmou o ministro.
Com a decisão, a PF deverá cancelar os indiciamentos desses investigados.
Após o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) dizer que a ex-primeria-dama Michelle Bolsonaro (PL) é uma possibilidade para compor sua chapa no cargo de vice-presidente, a esposa de Jair Bolsonaro (PL) negou que exista essa chance.
Zema deu a declaração na tarde do último sábado (18), após o 10º Encontro Nacional e Encontro Estadual do Partido Novo, realizado em São Paulo.
Ele afirmou que o critério para a definição de vice é que a pessoa seja “ficha limpa”. Quando questionado sobre Michelle ocupar o cargo de vice, Zema respondeu: “É uma possibilidade, como outras também são”
Horas depois, por meio das redes sociais, a ex-primeria-dama publicou nos stories do Instagram que ainda não sabe se irá ser candidata ao Senado Federal e negou ser uma possibilidade ser vice de Zema.
“Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta não pode sequer ser cogitada. Segundo, estou filiada ao PL. Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários”, iniciou Michelle.
Ela destacou ainda que continua “priorizando os cuidados” com Jair Bolsonaro, que segue cumprindo pena em prisão domiciliar, e finalizou dizendo que “não nenhuma possibilidade” de ser vice de Zema.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou neste sábado (18) o ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante um evento do PL, em Vitória (ES). O discurso ocorreu um dia após Moraes ampliar as restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
Flávio afirmou que a decisão foi “mais uma facada” contra o pai e voltou a defender o impeachment do ministro. “Ontem foi mais uma facada. Eu fui dormir muito indignado”, disse.
Ainda durante o evento, o senador disse que o ministro “não tem coração”. “Ele parece sem alma, parece um demônio usando uma pessoa para fazer mal para os outros”, declarou aos apoiadores.
O senador também afirmou que não será intimidado pelas decisões de Moraes. “Eu não vou baixar minha cabeça, eu não vou me intimidar. Isso vai me dar ainda mais força, porque aqui tem sangue de Bolsonaro nessa porra”.
O eleitorado brasileiro atribui responsabilidade conjunta ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao governo de Jair Bolsonaro em relação ao crescimento das bets no Brasil, de acordo com a pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec.
Para a maioria dos entrevistados, a culpa é das duas gestões (33%) ou de nenhuma delas (35%).
Ao todo, 18% dos entrevistados afirmam que o aumento desse tipo de aposta deve ser imputado ao atual governo, enquanto 4% associam a causa ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Não responderam 10% dos ouvidos pela pesquisa.
A pesquisa foi feita com 2.000 pessoas de 16 anos ou mais em 130 municípios. O período é entre os dias 4 e 8 de julho. A margem de erro geral é de 2 pontos percentuais.
Legislação
As apostas de quota fixa e jogos online têm como amparo legal a Lei nº 14.790/2023. A atividade é regulamentada pelo Ministério da Fazenda por meio da SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas), exigindo outorga.
Recentemente, via portaria interministerial, o governo Lula fixou uma série de novas regras para a publicidade das chamadas bets. A partir de 17 de julho, as empresas serão obrigadas a alertar que as apostas podem resultar em perda de dinheiro.
O governo Lula também notificou 37 fintechs suspeitas de movimentar dinheiro de bets ilegais no Brasil.
O governo Lula (PT) já pagou R$ 25,5 bilhões em emendas parlamentares em 2026, segundo o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O valor foi alcançado em pouco mais de seis meses e já supera o total pago em todo o ano de 2025, quando foram destinados R$ 31,5 bilhões em emendas.
O montante de 2026 se aproxima dos maiores valores registrados nos últimos anos. Em 2024, o governo federal pagou R$ 31,4 bilhões em emendas para deputados e senadores.
Segundo Cláudio Humberto, as chamadas emendas “sem autor”, que ganharam destaque nas últimas semanas, representam pouco mais de 5% do total pago neste ano.
A comparação também mostra que, no último ano do governo Jair Bolsonaro, foram pagos pouco mais de R$ 17 bilhões em emendas parlamentares.
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