Política

ATRASOS: Governo Lula descumpre todas as metas de prazos e deixa 3 milhões de brasileiros na fila do INSS

Um relatório encaminhado pelo próprio Palácio do Planalto ao Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cumpriu as metas de prazo para a concessão de aposentadorias, pensões e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) no ano passado. Com a aproximação do calendário eleitoral, o governo busca acelerar as concessões e reduzir a fila de pedidos.

O Plano Plurianual do governo federal estabelecia um teto de 101 dias para a concessão do BPC a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, mas o tempo de análise chegou a 254 dias no fim do ano. Nas aposentadorias e pensões, a espera média foi de 62 dias, acima da previsão de 44 dias, enquanto cerca de 3 milhões de pedidos permaneciam na fila de análise.

Ao TCU, o governo afirmou que os atrasos foram causados por instabilidades operacionais e pela falta de pessoal nas perícias médicas. O INSS também interrompeu sistemas para atualizar o cálculo da renda familiar conforme as regras do Bolsa Família. Além disso, citou os impactos da Operação Sem Desconto, que “obrigou” servidores a revisar e cancelar descontos indevidos relacionados a fraudes.

A paralisação do Programa de Gerenciamento de Benefícios e o aumento da fila de espera resultaram na saída de Gilberto Waller Júnior da presidência do INSS. Para substituí-lo, foi nomeada Ana Cristina Viana Silveira, que recebeu do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, a missão de garantir respostas aos pedidos em até 45 dias. Como parte das medidas para reduzir os atrasos, o governo também autorizou o pagamento de bônus por produtividade aos médicos peritos.

Os gastos da Previdência Social já ultrapassam R$ 1 trilhão por ano. Para este ano, a previsão de despesas aumentou R$ 14,1 bilhões no BPC e R$ 11,5 bilhões nas aposentadorias. Apesar de a espera do BPC para pessoas com deficiência ter caído para 134 dias, o prazo ainda permanece acima da meta estabelecida.

Com informações da Revista Oeste

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Política

R$ 50 MILHÕES: Delação rejeitada de Vorcaro revelava novo contrato milionário com mulher de Moraes

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Uma proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, citava um suposto contrato de cerca de R$ 50 milhões entre a instituição financeira e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo nesta quarta-feira (3).

Segundo a reportagem, o tema foi apresentado por Vorcaro durante negociações para firmar um acordo de colaboração premiada, mas a proposta não foi aceita pela Polícia Federal.

O material entregue por Vorcaro fazia referência a um novo vínculo contratual entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane, ampliando uma relação profissional já revelada anteriormente.

De acordo com o jornal, os investigadores concluíram que os elementos apresentados não atendiam aos requisitos necessários para a celebração de uma delação premiada. A proposta incluía informações sobre pagamentos e contratos relacionados ao escritório da mulher de Moraes.

Os contratos entre o Banco Master e o escritório de Viviane já haviam sido alvo de questionamentos. O ministro nega irregularidades e afirma não participar das atividades profissionais da esposa. Viviane, por sua vez, diz que não firmou nenhum contrato adicional com o banco.

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Política

PODERDATA: 48% dos brasileiros reprovam Câmara; 46% o STF; e 44% o Senado

Pedro França/Agência Senado

Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (4) mostra que 48% dos brasileiros reprovam a Câmara dos Deputados, 46% reprovam o STF (Supremo Tribunal Federal) e 44% avaliam negativamente o Senado.

Sobre o trabalho da Câmara, 34% consideram regular e 10% avaliam como ótimo ou bom. Outros 9% não souberam responder.

Enquanto isso, o Senado é avaliado como regular por 33% dos entrevistados e como ótimo ou bom por 15%. Outros 7% não souberam responder.

Já o STF é avaliado como regular por 27% dos entrevistados e como ótimo ou bom por 15%. Outros 12% não souberam opinar.

O levantamento ouviu 2.500 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

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Política

MAIS DE 800 MILHÕES: PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) | Sérgio Lima/Poder360

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que serão distribuídos R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para os 30 partidos que vão disputar as eleições de outubro.

O PL vai receber R$ 881 milhões e será a legenda com a maior fatia do fundo. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 615 milhões. Em seguida, aparece o União, com R$ 526 milhões. As três legendas vão receber cerca de 40% dos recursos. 

O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

>> Saiba os valores recebidos por partido

O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas.

Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

Agência Brasil

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Política

Comissão do governo Lula vai aos EUA para tentar derrubar classificação de PCC e CV como terroristas

Reprodução

Uma comitiva de deputados da base do governo Lula esteve nos Estados Unidos para dialogar com integrantes do Partido Democrata no Capitólio. O objetivo é tentar evitar que a Casa Branca classifique o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

O grupo também deve apresentar um documento com propostas de cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.

“A classificação de facções brasileiras como organizações terroristas por decisão unilateral estrangeira cria risco de distorção política, efeitos extraterritoriais indevidos e tensionamento da soberania nacional”, diz o documento. “A resposta adequada está na cooperação penal, policial, financeira e diplomática, com controle das autoridades competentes, preservação da cadeia de custódia da prova, respeito à jurisdição brasileira e foco em resultados concretos.”

Além disso, a comitiva terá reuniões com representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

“Estamos aqui neste termo de cooperação colocando o que o governo brasileiro pretende”, disse o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC). “É o intercâmbio que queremos. Não interferência direta dos Estados Unidos, dizendo o que não podemos ou não fazer.”

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Política

DATA DEFINIDA: STF marca julgamento de Eduardo Bolsonaro por coação na trama golpista

Pedro França / Agência Senado

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 16 de junho o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo.

Os ministros da Primeira Turma vão decidir se Eduardo Bolsonaro será absolvido ou condenado. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), ele atuou para atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai, foi condenado.

A pena para o crime de coação no curso do processo é de um a quatro anos de prisão. Mas ainda podem ser avaliados eventuais agravantes, que podem aumentar a pena.

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Política

RITMO LENTO: Alcolumbre diz que Senado debaterá fim da 6×1 ‘sem pressa’

Jefferson Rudy/Agência Senado/JC

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a Casa vai analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho 6×1 sem pressa. Segundo ele, o Senado não será “carimbador” de matérias aprovadas pela Câmara e fará a discussão do tema “com calma, sem açodamento e sem pressa”.

Durante sessão no Senado, Alcolumbre disse esperar que o Senado tenha o “tempo razoável” para discutir uma proposta dessa dimensão. “Espero que o Senado possa ter o tempo razoável para se desobrigar de um debate com essa envergadura e essa magnitude. Para que os senadores possam ler o texto, interpretar o texto, ouvir os setores envolvidos, ouvir os trabalhadores, os que produzem”, declarou.

O presidente do Senado também avisou que convocará uma reunião de líderes na próxima semana para debater o assunto.

A PEC aprovada na Câmara torna obrigatória a concessão de duas folgas semanais aos trabalhadores, sendo uma delas preferencialmente aos domingos. O texto precisa ser aprovado pelo Senado, em dois turnos, com pelo menos 49 votos dos 81 senadores, antes de ser promulgado.

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Política

Trump publica fotos ao lado de Flávio Bolsonaro e elogia: ‘Jovem inteligente que ama muito o seu país’

Imagem: Reprodução//Truth Social

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta quarta-feira (3) o senador e pré-candidato à Presidência do Brasil Flávio Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Trump compartilhou fotos do encontro entre os dois, realizado na semana passada na Casa Branca, e escreveu: “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca. Um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil”.

Flávio agradeceu ao presidente norte-americano “pelas palavras respeitosas” e afirmou que será o próximo presidente do Brasil. “Em vez das tarifas do Lula, teremos uma enxurrada de investimentos, para o bem das nossas nações!”, escreveu. Segundo ele, Brasil e Estados Unidos “voltarão a ter uma relação de alto nível”.

As publicações foram feitas um dia após os Estados Unidos anunciarem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a justificativa de que políticas comerciais do Brasil prejudicam o comércio norte-americano.

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VÍDEO: Lula fala em reduzir jornada de trabalho para ficar 4 dias ‘vadiando’ igual a Bolsonaro

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que irá “reivindicar” sua jornada de trabalho e disse que fará como o ex-presidente Jair Bolsonaro que, segundo ele, trabalhava apenas um dia por semana e passava quatro dias “vadiando”. A declaração foi feita durante seu discurso na inauguração do Campus Catalão do Instituto Federal Goiano.

“Eu estou brigando pelo fim da escala 6×1, mas o pessoal quer que eu trabalhe 10×1. Eu vou reivindicar a diminuição da minha jornada. Vou fazer que nem o Bolsonaro: trabalhar um e ficar quatro vadiando”, disse Lula.

 

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Lula diz que ‘filhos são piores que Bolsonaro’ ao associar taxação dos EUA à família do ex-presidente

 

Imagem: Reprodução/YouTube/CanalGov

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (2) que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são “piores que ele” e relacionou a família ao relatório dos Estados Unidos que propõe uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

“Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. […] São traidores.”. disse.

A declaração foi feita durante um evento em Catalão (GO). No discurso, o presidente citou uma publicação feita em julho de 2025 por um dos filhos de Bolsonaro após o então presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar tarifas sobre produtos brasileiros.

“No dia em que ele [Trump] taxou, os ‘meninos do Bolsonaro’, um deles, que é candidato a presidente, disse no dia 9 de julho de 2025, ele postou: ‘Obrigado Trump, faça o brasil livre de novo’. Queremos o Magnistky’ “, afirmou.

Segundo Lula, a proposta dos Estados Unidos é uma reação às visitas de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro a integrantes do governo americano.

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