Política

Em ano eleitoral, programas do governo Lula somam quase R$ 260 bilhões

Os programas sociais e medidas de crédito lançados ou ampliados pelo governo federal em 2026 já somam pelo menos R$ 256,9 bilhões, segundo levantamento da CNN Money. O cálculo considera programas sociais, linhas de financiamento e ações adotadas neste ano eleitoral para enfrentar impactos econômicos.

Entre as medidas estão a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (R$ 31 bilhões), o MOVE Motoristas (R$ 30 bilhões), o crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada (R$ 22,9 bilhões), o MOVE Brasil (R$ 21,2 bilhões) e o pacote de R$ 16 bilhões para reduzir os efeitos da alta dos combustíveis causada pelo conflito no Oriente Médio. O levantamento também inclui programas como Gás do Povo, Minha Casa Minha Vida, Desenrola 2.0, crédito rural e linhas de financiamento para exportadores e para a indústria.

Segundo especialistas, grande parte desses recursos é classificada como despesa financeira ou extraorçamentária, sem entrar no cálculo do resultado primário nem no limite de gastos do arcabouço fiscal. Para críticos, isso reduz a transparência das contas públicas e poderia direcionar recursos para a redução da dívida pública.

O diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Marcus Pestana, afirmou que esse modelo enfraquece a credibilidade da meta fiscal. Segundo ele, mesmo fora do orçamento primário, os impactos recaem sobre a dívida pública e são considerados pelos investidores.

Já o Ministério do Planejamento e Orçamento afirmou, em nota, que as medidas têm respaldo legal, estão previstas na legislação orçamentária e não comprometem a meta fiscal. A pasta também informou que as operações permanecem contabilizadas e sujeitas à fiscalização, além de estimar que parte das iniciativas poderá gerar um aumento de cerca de R$ 110 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB).

Com informações CNN

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Política

TÁ DESCULPADO: Michelle e Flávio Bolsonaro fazem as pazes após troca de acusações públicas

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro selaram a reconciliação nesta quinta-feira (23), cerca de um mês após protagonizarem uma troca de acusações públicas. Em vídeo publicado nas redes sociais, Michelle aceitou o pedido de desculpas feito pelo enteado e defendeu a união da militância bolsonarista.

“Nosso propósito pelo bem do povo sempre foi maior do que desentendimentos. Por isso, aceito seu pedido, eu te desculpo. Vamos sentar, conversar, ajustar os detalhes e, juntos, vamos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil”, afirmou.

Michelle disse ter visto sinceridade no gesto de Flávio e afirmou que a reconciliação também leva em consideração o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Existe um Brasil esperando para ser reconstruído e tenho certeza de que todos podemos unir forças para levarmos isso adiante. Vamos fazer isso pelo meu marido e seu pai e por cada um dos brasileiros que querem um Brasil melhor para seus filhos e netos”, declarou.

A ex-primeira-dama também atribuiu a aproximação à articulação da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), de quem é aliada.

Mais cedo, Flávio havia publicado um vídeo pedindo desculpas à madrasta e convidando Michelle a apoiá-lo na disputa presidencial deste ano. O senador afirmou que “é preciso que todos entrem em campo” para derrotar o PT e elogiou o trabalho da ex-primeira-dama à frente do PL Mulher.

“Todos nós reconhecemos o grande trabalho que ela fez no PL Mulher, percorreu o Brasil inteiro por uma causa, valorizando e inspirando milhares de mulheres a ingressarem na vida pública, e também o seu trabalho para ajudar pessoas com doenças raras e surdos”, disse.

Entenda a briga

O desentendimento entre os dois veio a público no fim de junho. Na ocasião, Michelle afirmou ter sido humilhada durante uma ligação telefônica com Flávio. O senador negou as acusações e disse que “nunca” desrespeitou, maltratou ou humilhou “uma mulher na vida”.

Desde então, a relação entre os dois se tornou alvo de especulações dentro do grupo político ligado a Jair Bolsonaro. A publicação dos dois vídeos nesta quinta-feira marca o fim do episódio e sinaliza uma tentativa de reunificar o grupo bolsonarista.

R7

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Política

Paraíba ganha mais um pré-candidato a governador; saiba quem

Camilo Duarte
Foto: reprodução

A Paraíba tem mais um nome para disputar o cargo de governador do Estado. Nesta quinta-feira (23), Camilo Duarte (PCO) confirmou que vai disputar as eleições deste ano.

Em entrevista ao programa Correio Debate, da Rede Correio SAT, Camilo Duarte falou que a pré-candidatura será confirmada em convenção. Ele também lamentou o fato de Olímpio Rocha (PSOL) estar com sua pré-candidatura em risco.

“Até o dia 2 estaremos fazendo a convenção. Não esta garantido se ele (Olímpio Rocha) vai conseguir defender a candidatura, o que para mim é um erro. O ideal era que todos pudessem defender suas ideias”, comentou Camilo Duarte.

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Política

DINHEIRO PÚBLICO: Governo Lula já gastou mais de R$ 55 milhões com cartões corporativos em 2026

Foto: Ricardo Stuckert/PT

Os gastos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com cartões corporativos ultrapassaram R$ 55,5 milhões em 2026, considerando as despesas registradas até julho. Desde meados de junho, os gastos aumentaram mais de R$ 22 milhões, segundo o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Do total, a Presidência da República responde por R$ 3,5 milhões. Os dados mostram que os 12 cartões corporativos do gabinete presidencial registraram mais de R$ 1,2 milhão em despesas no último mês.

Parte dos gastos com os cartões da Presidência permanece sob sigilo. O governo informa que a medida é adotada para preservar informações por motivos de segurança.

O governo federal utiliza dois tipos de cartões: os Cartões de Pagamento do Governo Federal, conhecidos como cartões corporativos, e os cartões destinados à Defesa Civil, cujas despesas devem ser divulgadas.

Em 2025, os gastos com cartões corporativos somaram R$ 105,4 milhões, o maior valor registrado para esse tipo de despesa, segundo dados oficiais.

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Política

‘Há males que vêm para o bem’, diz Lula sobre tarifaço dos Estados Unidos

Foto: Reprodução/YT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “há males que vêm para o bem” ao comentar as tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. A declaração foi feita durante a sanção de linhas de crédito do Plano Brasil Soberano, no Palácio do Planalto.

Lula disse que, diante de crises, “a sociedade sempre encontra um jeito de sair mais forte” e afirmou que o programa mostra que “não há crise que impeça o Brasil de definir a sua trajetória”. Segundo o presidente, o país pode sair fortalecido desse cenário porque “saiu da mesmice”.

Ao falar sobre a medida do governo Donald Trump, Lula declarou que “nem mesmo a decisão abrupta” dos Estados Unidos fez o mundo “ruir” e afirmou que as tarifas estão fazendo com que “as pessoas aprendam a se mexer”.

No discurso, o petista voltou a dizer que “ninguém vai ganhar do Brasil mentindo” e declarou: “Nós temos que procurar a saída. O Brasil é grande, o Brasil é respeitado, o Brasil tem credibilidade conquistada no mercado internacional. Eu disse outro dia e vou repetir aqui, ninguém vai ganhar do Brasil mentindo”.

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Política

PT protocola ação no TSE contra Flávio Bolsonaro por declarações sobre urnas eletrônicas

Divulgação

O PT (Partido dos Trabalhadores) protocolou, nesta quarta-feira (22), uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) por declarações sobre as urnas eletrônicas durante encontro com embaixadores na última terça-feira (21).

De acordo com o PT, a representação foi protocolada por conta de um “movimento articulado de desinformação contra a integridade do sistema eletrônico de votação brasileiro e a credibilidade da Justiça Eleitoral”. A sigla aponta que o “ápice” dessa movimentação ocorreu durante fala de Flávio diante de representantes diplomáticos estrangeiros.

Na ocasião, Flávio questionou a segurança das urnas ao dizer que os equipamentos utilizados nas eleições brasileiras seriam produzidos pela empresa venezuelana Smartmatic.

“Uma das suspeitas é de que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, afirmou o senador do PL.

O documento apresentado pelo PT ainda cita publicações de Eduardo Bolsonaro e dos deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Júlia Zanatta (PL-SC) nas redes sociais sobre o sistema eleitoral brasileiro.

O partido solicita que o TSE determine a remoção de conteúdos com notícias falsas sobre o processo eleitoral, além de que políticos citados se abstenham “de reiterar, republicar ou propagar, por qualquer meio, a associação entre a empresa Smartmatic e as urnas eletrônicas brasileiras”.

A legenda pede ainda que as principais plataformas de redes sociais e provedores de aplicação de internet em atuação no Brasil adotem medidas para impedir a veiculação, propagação, compartilhamento ou impulsionamento de conteúdo, em áudio, vídeo ou ambos, que reitere a associação entre a empresa venezuelana e as urnas eletrônicas usadas no Brasil.

Por fim, o PT solicita também a aplicação de multa de R$ 30 mil a cada um dos representados na ação.

R7

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Política

PESQUISA GERP: Flávio tem 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula, em eventual 2º turno

Fotos: Carlos Moura/Agência Senado | Ueslei Marcelino/COP30

Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (22) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto e Lula (PT) com 45% em um eventual segundo turno. Os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2,19 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o levantamento do instituto Gerp, Lula é o candidato com maior rejeição. Segundo a pesquisa, 47% dos entrevistados disseram que não votariam no petista de jeito nenhum, enquanto 46% deram a mesma resposta para Flávio Bolsonaro.

A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas de 15 a 17 de julho de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05026/2026.

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Política

PESQUISA PODERDATA: 47% desaprovam presidente Lula

(Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (22) mostra que 47% dos eleitores desaprovam o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% aprovam a gestão do petista. Outros 7% disseram não saber.

A diferença entre aprovação e desaprovação é a menor desde o início da série histórica, em maio de 2024. No pior momento da avaliação, em março deste ano, a desaprovação era de 61% e a aprovação, de 31%, um saldo negativo de 30 pontos percentuais.

O levantamento ouviu 2.500 eleitores entre os dias 18 e 20 de julho, por entrevistas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança.

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Política

DE NOVO? Pela segunda vez, Lula sugere enforcamento de “traidores”

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a sugerir, pela segunda vez, o enforcamento de “traidores”. A declaração foi feita durante a convenção do PDT, em Brasília, que oficializou apoio à reeleição do petista, e teve como alvo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No discurso, Lula afirmou que “antigamente traidor era enforcado” e criticou brasileiros que vão aos Estados Unidos defender medidas contra o Brasil. Sem citar nomes, disse que “hoje temos não um, mas vários traidores que vão aos Estados Unidos pedir para os Estados Unidos impor punição ao Brasil”.

Sem apresentar provas, o presidente atribuiu a Flávio Bolsonaro a responsabilidade pelo tarifaço de 25% imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre produtos brasileiros.

Primeira vez

A primeira vez aconteceu em julho, quando Lula fez uma declaração semelhante, mas afirmou de forma incorreta que a Coroa enforcou Joaquim Silvério dos Reis. Na realidade, Tiradentes foi executado na forca em 1792, enquanto Silvério dos Reis apenas delatou a Inconfidência Mineira.

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Política

Candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 133,4 milhões na campanha de 2026, decide TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou, nesta terça-feira (21), os limites de gastos de campanha para as eleições deste ano. Na disputa pela Presidência da República, os candidatos poderão gastar até 88,9 milhões de reais no primeiro turno e 44,4 milhões de reais em um eventual segundo turno.

No início de julho, a Corte decidiu manter o mesmo teto de gastos aplicado nas eleições de 2022. Os limites consideram os gastos de campanha contratados pelo candidato, as transferências para outros partidos ou candidatos e as doações estimáveis em dinheiro, ou seja, bens e serviços doados com valor econômico.

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