O senador Styvenson Valentim voltou a protagonizar polêmicas por meio de suas redes sociais. Durante uma transmissão ao vivo com respostas aos seguidores do Instagram, ele comentou o caso do suposto atentado à deputada Joice Hasselmann e disse poder ser resultado de traição ou de uso de drogas.
Em tom de brincadeira e sem transparecer ou demonstrar solidariedade à colega de Congresso, ele disse que os hematomas e fraturas podem ter sido “resultado de chifre ou de pó. Uma cheirada muito louca”.
Nesta terça-feira, dia 20, Joice foi ao hospital fazer exames e descobriu diversos traumas no joelho, costela, ombro e nuca, além de cinco fraturas na face e uma na coluna. Os médicos, segundo ela, descartaram a possibilidade de uma queda acidental. A deputada desconfia ter sofrido um atentado dentro de sua casa e, por isso, acionou o Departamento de Polícia Legislativa (Depol) para abrir investigação sobre fraturas e hematomas encontrados pelo corpo sem saber da origem.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (24) que, se coordenasse o combate à pandemia de covid-19, o Brasil teria menos mortes causadas pela doença. Falou a apoiadores motoristas de motorhomes no Palácio da Alvorada.
“Se eu tivesse coordenando a pandemia, não teria morrido tanta gente. No tratamento inicial, a obrigação do médico em algo que ele desconhece é buscar minimizar o sofrimento daquela pessoa, no tratamento off label”, disse. O tratamento ao qual se refere o presidente não tem eficácia comprovada cientificamente.
Na conversa com os visitantes no Palácio, Bolsonaro questionou ainda a eficácia da CoronaVac, vacina contra a covid-19 cujo uso emergencial foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 17 de janeiro.
“Agora eu pergunto para vocês: qual país do mundo faz acompanhamento de quem tomou vacina? Tem gente sofrendo efeito colateral e o que está acontecendo? CoronaVac ainda é experimental e tem gente que quer torná-la obrigatória”.
Impasse com o STF
O plenário do STF acolheu em 15 de abril de 2020, por unanimidade, ação apresentada pelo PDT contra vários dispositivos da Medida Provisória 926 de 2020, que atribuiu à Presidência da República a centralização das prerrogativas de isolamento, quarentena, interdição de locomoção e de serviços públicos e atividades essenciais durante a pandemia.
Os autores da ação alegaram que a MP esvaziava a competência e a responsabilidade constitucional de Estados e municípios para executar medidas sanitárias, epidemiológicas e administrativas relacionadas ao combate ao novo coronavírus.
Em 18 de janeiro de 2021, o STF, comandado no plantão de férias por Rosa Weber, publicou nota afirmando, porém, que a competência para impor ações para mitigar o impacto do novo coronavírus no Brasil é da União, dos Estados e dos municípios, em conjunto. Segundo o comunicado, esse entendimento foi reafirmado por todos os ministros da Corte.
Bolsonaro e os apoiadores costumam dizer que o Tribunal proibiu o Executivo de realizar ações para combate à doença. Essa responsabilidade, no entanto, segundo o STF, não foi retirada do Planalto, mas apenas compartilhada com prefeitos e governadores.
Bolsonaro já afirmou que o STF deu mais poder aos prefeitos e governadores do que a ele próprio se um estado de sítio tivesse sido decretado. Segundo o presidente, é necessário que prefeitos e governadores sejam responsabilizados pelas medidas de enfrentamento à pandemia.
Após a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) ter dito não se lembrar do que aconteceu durante a madrugada do último domingo (18), quando foi vítima de agressão física, a deputada federal Carla Zambelli (PSL – SP) resolveu ir até as redes sociais aconselhar a deputada Joice: “se você acordar com lesões, numa poça de sangue e não lembrar o que aconteceu, preserve a cena do crime e ligue para a polícia 190. Fazer a perícia no local do crime é imprescindível. Mas acho que um dep federal sabe disso, né? Estimo as melhoras de Joice”, disse ela.
Foto: Reprodução Twitter
A deputada disse que acordou com marcas de sangue no chão de casa, com dois dentes quebrados e um corte no queixo. Ela contou que ligou para o marido, médico, que dormia em outro quarto e a socorreu.
Um hospital de Brasília constatou cinco fraturas no rosto e na costela.
O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), afirmou que não há garantias da presença do Partido Progressista (PP) na chapa majoritária que disputará as eleições do próximo ano.
“Essa aliança que nós formamos lá, ela não teve nenhum carimbo, nem amarração que em 2022 ela se repetiria, não é assim que eu faço política” afirmou o gestor.
O governador afirmou que a sua base será ouvida e caso haja consenso, a dita aliança poderá acontecer. João também afirmou que tem uma boa relação com o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), mas por hora, nada está definido. Muita coisa pode acontecer até lá.
As eleições para o Governo do Estado acontecem no ano que vem, mas os desdobramentos políticos na Paraíba estão a todo vapor.
O prefeito Bruno Cunha Lima anunciou, neste sábado (24), na Rádio Caturité, que nos próximos dias passará a enviar à Gerência local da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba – Cagepa, com antecedência de até 60 dias, o cronograma ou lista completa das ruas que passarão por processo de pavimentação asfáltica em Campina Grande. Ele também anunciou licitação para um novo pacote de pavimentação de 200 ruas na cidade.
Com a estratégia de antecipar a lista de ruas programadas para pavimentação à Cagepa, Bruno Cunha Lima pretende anular a desculpa apresentada pela companhia de que as obras tocadas por empresa contratada pela Prefeitura, com equipamentos pesados, estariam danificando o sistema de abastecimento nas ruas.
“Em geral, assim que uma rua é pavimentada, um buraco é logo aberto, depois segue-se um ‘remendo’ que é uma verdadeira ‘colcha de retalhos’. Isto é péssimo para a comunidade, especialmente em detrimento do contribuinte que paga seus impostos para ter serviços de qualidade. Tal fato causa uma justa revolta tanto por parte dos moradores das ruas beneficiadas, como dos integrantes da nossa administração”, disse o prefeito.
A medida é feita de forma coerente e que beneficia o contribuinte, mas, recentemente, o prefeito de Campina Grande reafirmou estar na oposição ao governo do estado quando declarou o seu posicionamento a favor da candidatura de seu antecessor, o ex-prefeito da cidade, Romero Rodrigues (PSD), oposição declarada à Azevêdo.
De acordo com Bruno Cunha Lima, a meta é fazer com que a Cagepa efetive a manutenção preventiva nas ruas antes delas serem asfaltadas, causando menos transtornos à população e desperdício de verbas públicas.
A Câmara Municipal de Ibaretama, município do Sertão Central, cumpriu na manhã da última quarta-feira (21) decisão judicial que deu posse à vereadora Edvanda Azevedo (PT). Por videoconferência, ela recebeu o título em uma sala do presídio feminino Auri Moura Costa, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza.
A vereadora é acusada pelo Ministério Publico do Ceará (MPCE) de dar apoio a uma organização criminosa que praticou uma chacina que vitimou sete pessoas em Pedra e Cal, zona rural de Ibaretama. Sua prisão foi decretada em dezembro de 2020, ao lado de dois irmãos, suspeitos de envolvimento nos homicídios, incluindo uma criança de sete anos.
No dia 26 de novembro, homens armados invadiram a casa onde as vítimas estavam. As investigações do MP indicam que a vereadora auxiliou os executores. Ela teria dado apoio logístico e material para que os homicídios acontecessem. Edvanda foi presa na data de sua diplomação, em dezembro de 2020. A defesa e a vereadora negam a participação nos crimes.
Juíza titular da 1ª vara civil de Quixadá, Dra. Giselli Lima, atendeu a um pedido da defesa da parlamentar e concedeu liminar mandando o presidente da Câmara, Joverlane Neles (PDT) empossar a vereadora eleita em 2020.
Em pronunciamento, a vereadora defendeu que deve provar sua inocência. “Eu tenho um compromisso com esse munícipio e todos que me conhecem sabe quem eu sou. Ninguém está capaz de estar a par do que aconteceu comigo, mas, se Deus quiser, eu vou provar minha inocência e logo sairei daqui. Não tenho vergonha do que aconteceu porque sou inocente, vou provar e saio daqui de cabeça erguida”, diz Edvanda.
A revista Crusoé acusa o governo de Jair Bolsonaro de repetir um modelo clássico de corrupção petista, abastecendo com dinheiro público organizações duvidosas ligadas a aliados e registradas até em nome de funcionária do ministério, diz a Crusoé. Os repasses incluem até uma loja de artigos para maconha.
“Chegou a nove entidades sem fins lucrativos que só existem no papel ou que funcionam com estruturas muito precárias e em desconformidade com sua atividade fim, mas que receberam do governo ou tiveram empenhados mais de 17 milhões de reais – e isso, é claro, é apenas uma amostra do problema. O dinheiro vai parar no caixa das entidades por meio de emendas de parlamentares aliados ao governo.”
“Dentre as organizações abastecidas com recursos de ministérios, está uma loja de artigos de fumo da erva. À loja Cultura Verde, o Ministério do Turismo pagou, por meio do Fundo Nacional do Turismo e da Fundação Cultural Palmares, 1,2 milhão de reais. ‘Aqui a loja é de tabaco e artigos de maconha, senhor! Vendo seda, narguile…‘, disse ao ser abordado por Crusoé o funcionário, que desconhecia que o local recebia dinheiro público do governo.”
A entidade ganha dinheiro para, em tese “realizar atividades voltadas à cultura negra”. Os funcionários, no entanto, dizem nunca terem visto qualquer atividade com essa finalidade. O valor de 1,2 milhão foi empenhado por meio de emendas impositivas de deputados bolsonaristas. Entre eles Paula Belmonte, mulher do empresário Luís Felipe Belmonte, ligado ao Aliança pelo Brasil. Leia aqui a reportagem completa.
O ex-presidente Lula usou as redes sociais nesta sexta-feira (23) para divulgar a lista completa dos atos previstos para o sábado (24) contra o presidente Jair Bolsonaro na jornada do 24J. A nova grande mobilização pelo Fora Bolsonaro acontece três semanas após a os atos do 3J.
Mais de 400 cidades do Brasil e do exterior devem ver o povo na rua contra o presidente no sábado. A jornada é convocada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que reúne as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, a Coalizão Negra por Direitos, centrais sindicais e diversos partidos.
O ex-presidente Lula ajudou a divulgar no Twitter a mobilização do 24J, que já conta com 426 atos em 405 cidades. A expectativa é que a mobilização seja maior que a de 3 de julho.
Confira as cidades paraibanas que participarão dos atos, segundo os dados sistematizados pela Central de Mídia das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo (última atualização – 22/07 21 horas)
Campina Grande – Praça da Bandeira | 8h30
Cajazeiras – Ato Público – Praça das Oiticicas | 9h
João Pessoa – Carreata e Caminhada Mercado Publico de Mangabeira, Rumo a Praça da Paz – Bancários | 9h
O ex-presidente Lula fez um apelo ao primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, para que as nações ricas que integram o G20 enviem vacinas aos países mais pobres, que têm apresentado dificuldades para adquirir imunizantes em meio à pandemia da Covid-19.
Lula se dirigiu ao chefe de Governo da Itália durante uma entrevista que concedeu ao canal de notícias Sky TG24, que tem sede em Milão, e rogou aos líderes de países desenvolvidos que pensem nos seres humanos que vivem em estados que não têm condições de comprar vacinas.
“Existe sempre um modo de marginalizar uma parte da humanidade. Então, se pudesse enviar uma mensagem a Draghi, diria que é importante que no G20 de outubro seja tomada a decisão de compensar as deficiências de vacinas nos países mais pobres. O apelo que eu gostaria de fazer é este: a vacina não deve ir apenas para quem pode comprar, mas sim para todos os seres humanos”, clamou o ex-presidente brasileiro.
“Já mandei uma mensagem a Biden, Macron, Angela Merkel e à China. Eles devem estender a mão a quem não tem possibilidade”, revelou Lula, que afirmou ainda que, no seu entendimento, “todos os países, independentemente de sua condição econômica, precisam receber vacinas, porque todos os habitantes do planeta têm direito de ser tratados com dignidade”.
A Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), como ação preventiva ao enfrentamento da pandemia da covid-19, manterá, até o dia 31 de julho o regime de teletrabalho obrigatório para todos os parlamentares e servidores.
As atividades presenciais na Casa permanecerão suspensas até nova deliberação, exceto as relacionadas à manutenção, à continuidade do funcionamento dos equipamentos de Tecnologia da Informação – TI, às ações administrativas essenciais e à segurança. As sessões continuam sendo realizadas de forma remota com transmissões ao vivo pela Rádio e TV Câmara Web, seus canais sociais no YouTube e Facebook (@camaracg oficial.
A medida da CMCG leva em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a manutenção das medidas preventivas de combate ao coronavírus e também as restrições estabelecidas pelo Governo do Estado formalizadas por meio do Decreto Estadual Nº41.431, 15 de julho de 2021, inclusive com a permanência da suspensão das atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual, ante a gravidade do cenário epidemiológico que ainda se mantém.
VACINAÇÃO – Por recomendação da presidência da CMCG, todos os parlamentares, servidores e colaboradores deverão informar a situação epidemiológica da covid-19, como data em que se submeteram à vacinação contra o coronavírus, para fins de controle e tomada de decisões, mediante formulário eletrônico disponibilizado no site da Câmara, até o dia 30 de julho. O Link do cadastro já se encontra disponível neste link.
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