Política

Cabo Gilberto diz que Lula precisa passar por “teste de sanidade mental” após fala sobre Holocausto

Cabo Gilberto diz que Lula precisa passar por “teste de sanidade mental” após fala sobre Holocausto

O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL) não poupou criticas ao presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva após sua fala em defesa do cessar fogo de Israel contra o povo palestino. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta segunda-feira (19), o parlamentar chegou a dizer que Lula precisa passar por um teste de sanidade mental, além de defender o impeachment do gestor.

“Com a declaração de hoje, e tantas outras no passado recente, Lula está fechando as portas do Brasil para uma potência militar e tecnológica que poderia beneficiar muito o nosso país através de parcerias e intercâmbios. Lula também está afastando o nosso país da única democracia plena do Oriente Médio, preferindo associar e aproximar o Brasil de ditaduras como o Irã e de autocracias como o Egito”.

O deputado chegou a chamar de “irresponsável” a declaração do presidente. Segundo ele, Lula fez uma comparação “insana” ao comparar ações de Israel ao Holocausto nazista.

“Pior crise diplomática em nosso país. O presidente não reúne condições para estar a frente do Brasil. Com base na lei 10.079 artigo 5º nós apresentamos outro processo de impeachment contra ele. Ele tem que fazer um exame de sanidade mental”, declarou o parlamentar.

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Política

PARANÁ PESQUISA: 73% dos brasileiros não sabem o que Governo Lula fez de bom

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Presidente Lula (Foto: reprodução)

O Instituto Paraná Pesquisas divulgou uma pesquisa na segunda-feira (12) mostrando que 73,4% dos brasileiros não sabem citar uma medida positiva do Governo Lula.

Os 26,6% que disseram conhecer ações positivas do Governo Lula mencionaram, principalmente, o Bolsa Família. Em seguida, aparecem ações em educação, programas de moradia e habitação popular.

Em outro questionamento, 41,1% dos entrevistados afirmaram que os principais erros do Governo Lula são: aumento de impostos, corrupção e excesso de gastos.

A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, com 16 anos ou mais, em 164 municípios dos 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro da pesquisa foi de 2,2% para mais ou para menos e o nível de confiança foi de 95%.

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Política

Projeto que põe fim às saidinhas deve ser decidido pelo Senado na próxima semana

Congresso pode restringir saidinhas no BrasilFoto: Agência Brasil

O projeto que limita as saídas temporárias de presos condenados, conhecidas como “saidinhas”, tem previsão para ser votado pelos senadores na semana após o Carnaval. Na última quarta-feira (7) foi aprovada a urgência de análise em plenário, o que suprime a necessidade de discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Houve alteração do texto em relação ao que foi aprovado na Câmara. Por isso, antes de ir para sanção presidencial, a proposta precisa passar por uma reanálise dos deputados federais.

A expectativa é que todo esse processo de deliberação no Congresso seja acelerado. O projeto tramita no Legislativo há mais de uma década, mas o tema ganhou apelo após o assassinato do sargento da Polícia Militar de Minas Gerais Roger Dias por um presidiário que descumpria o prazo do benefício.

A saidinha é um benefício que se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido 1/4 da pena, durante feriados, cursos ou demais atividades.

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R7

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Política

Confira agenda completa de Jair Bolsonaro em visita a João Pessoa

Bolsonaro na sede da Polícia Federal (Foto: Reprodução/Rede Mais)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai desembarcar em João Pessoa no dia 16 de fevereiro para participar de atividades políticas na Capital paraibana.

A previsão é de que voo chegue às 12h do dia 16, uma sexta-feira, no Aeroporto Internacional Castro Pinto. Na mesma data, a partir das 17h, Bolsonaro receberá o título de cidadão pessoense na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

No dia seguinte, o ex-presidente continuará na capital paraibana para mais ações, desta vez, voltadas ao público. Ele se reunirá com apoiadores e lideranças políticas no ginásio do Clube Cabo Branco, a partir das 11h.

Confira a agenda de Jair Bolsonaro em João Pessoa

Sexta-feira (16/02)

– 12h: Chegada de Jair Bolsonaro no Aeroporto Internacional Castro Pinto;
– 17h: Aceitação do Título de Cidadão Pessoense na Câmara Municipal de João Pessoa.

Sábado (17/02)

– 11h: Jair Bolsonaro se reúne com apoiadores no Ginásio do Clube Cabo Branco.

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Política

Penso que não há razão para prisão de Bolsonaro com fatos que vieram à luz até agora, diz Temer

ImagemFoto: Reprodução

O ex-presidente Michel Temer (MDB) disse, nesta quinta-feira (8), em entrevista à CNN, que não há razão para a prisão do também ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com os fatos que foram revelados até o momento.

Bolsonaro foi alvo da Operação Tempus Veritatis deflagrada pela Polícia Federal (PF) e autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A ação investiga uma organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito.

“Pelo menos pelos fatos que vieram à luz até agora, penso que não há razão para prisão. Há sempre a perspectiva de, mas a perspectiva de depende de uma concretização de determinados fatos. E esses, caso concretizarem, sei-lo-ão adiante”, expressa Temer.

Para Temer, Bolsonaro acertou ao entregar seu passaporte para a PF.

CNN Brasil

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Política

Cabo Gilberto diz que Bolsonaro e aliados são alvos de perseguição e de ditadura

O deputado federal Cabo Gilberto (PL) saiu em defesa de Jair Bolsonaro (PL) e disse que ex-presidente e aliados são alvo de perseguição promovida por uma ditadura. Para o parlamentar, é preciso se restabelecer a democracia para evitar ‘novas vítimas’.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (8/2) a Operação Tempus Veritatis, para apurar organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito para obter vantagem de natureza política com a manutenção do então presidente da República no poder. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é um dos alvos. Foi determinada a apreensão do passaporte do ex-presidente, e os agentes aplicaram outras medidas restritivas a ele.

Além dele, a PF mira o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno; e os ex-ministros Braga Netto (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça).

Segundo a coluna de Igor Gadelha, foram presos Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, e o coronel Marcelo Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro na Presidência e atual segurança do ex-presidente contratado pelo PL. Segundo fontes da PF, Martins foi preso em Ponta Grossa (PR).

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Senado aprova urgência para analisar projeto que acaba com a ‘saidinha’ de presos

Senado analisa fim das 'saidinhas' de presosFoto: Agência Brasil

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (7), regime de urgência para analisar o projeto que extingue o benefício da saída temporária de presos, conhecido como ‘saidinha’ ou ‘saidão’. O texto agora deve ser votado diretamente pelo plenário da Casa, sem passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Nesta terça-feira (6), a proposta foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública.

A saída temporária é um benefício previsto no artigo 122 da Lei de Execuções Penais e se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido um quarto da pena. A ideia é estimular a volta ao convívio social, liberando o preso temporariamente durante feriados e pontos facultativos.

O texto que acaba com o benefício foi aprovado pelos deputados em 2022. Com as alterações promovidas pela Câmara, o projeto precisa passar novamente pelo Senado.

R7

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Política

Congresso retoma trabalhos em atrito com Executivo e Judiciário

Rodrigo Pacheco

O Congresso Nacional retoma os trabalhos nesta segunda-feira (5) em atrito com o Executivo e o Judiciário. Deputados e senadores estão irritados com o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às emendas de comissão (aquelas não impositivas e direcionadas pelas comissões permanentes da Câmara dos Deputados e do Senado). A oposição diz ser alvo de “perseguição” do STF (Supremo Tribunal Federal).

A abertura do ano legislativo no plenário da Câmara será realizada às 15h (horário de Brasília). O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), abrirá os trabalhos. O presidente do STF, Roberto Barroso, deve comparecer.

O Poder360 apurou que Lula não deve participar da sessão. A justificativa do Planalto é que os presidentes costumam ir à abertura do ano legislativo apenas no 1º ano depois das eleições gerais. O petista, entretanto, não compareceu na inauguração das atividades parlamentares em 2023, mas foi ao Congresso no dia de sua posse em 1º de janeiro.

Nada de importante deve ser votado nesta 1ª semana, mas haverá reuniões e articulações para que os ânimos de insatisfação sejam acalmados. Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tentou reunir os líderes partidários, mas não houve quorum em Brasília para o encontro ser mantido.

Na volta dos trabalhos, tanto Lira quanto Pacheco devem discutir, além do veto às emendas, 2 temas principais:

  • MP da reoneração (1.202 de 2023) – a medida propõe reonerar 17 setores da economia; o Senado espera que Lula recue da proposta, mas o governo ainda não se posicionou;
  • Operações da PF (Polícia Federal) – líderes da oposição querem um posicionamento público do presidente da Câmara sobre a autorização dada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para buscas em gabinetes de 2 deputados nos últimos dias: Carlos Jordy (PL-RJ), líder da oposição na Câmara, e Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Apesar da pressão da oposição, o presidente da Câmara já sinalizou que não deve entrar no embate com o Judiciário. Também não dá indícios de que apoia a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que a oposição quer apresentar, que exige a aprovação da Mesa Diretora para medidas judiciais contra congressistas.

No Senado, a oposição se reuniu com Pacheco na semana passada. Apresentou uma lista de demandas, entre elas o pedido para que a PEC do fim do foro privilegiado avance, mas o presidente da Casa ainda não deu um retorno ao grupo político sobre o que deve acatar como prioridade.

A PEC que propõe o fim do foro privilegiado foi aprovada em 2017 no Senado e está parada na Câmara.

Durante o retorno dos trabalhos, deve haver pressão de deputados e senadores antes mesmo das reuniões com Lira e Pacheco pela recomposição das emendas parlamentares vetadas por Lula. Qualquer avanço nesse tema, no entanto, só deve ocorrer depois do Carnaval.

Fevereiro deve ser um mês morno no Poder Legislativo justamente por causa do feriado da próxima semana, em que as sessões serão semi-presidenciais, ou seja, com congressistas autorizados a não estarem em Brasília.

A retomada dos trabalhos deveria ter sido realizada na 6ª feira (2.fev.2024), conforme manda a Constituição. No entanto, Pacheco adiou a abertura.

Além das articulações iniciais sobre o que deve ser apreciado, os primeiros dias devem ser de eleições nas comissões na Câmara. O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, quer a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas enfrenta resistência de outros partidos. Por ser a maior bancada da Casa, com 95 deputados, a sigla pode reivindicar o comando da comissão.

Neste ano, o tempo para análise de propostas legislativas no Congresso é menor por causa das articulações para as eleições municipais. O foco dos congressistas deve continuar sendo de medidas econômicas, de mudanças no Judiciário e de mudanças nas regras eleitorais.

Leia abaixo as principais pautas prioritárias no Congresso ao longo do 1º semestre:

Embora esteja na lista, a reforma administrativa tem poucas chances de avançar no 1º semestre, pois 2024 é ano eleitoral. Líderes partidários avaliam que o tema é sensível para ser debatido às vésperas das eleições municipais.

Há ainda a expectativa de que o PL (Projeto de Lei) 2.338 de 2023, que trata da regulamentação da IA (inteligência artificial), seja votado até abril no Senado, segundo Pacheco.

Limites para a inteligência artificial estão sendo debatidos por congressistas tanto no Senado quanto na Câmara. Há um consenso entre deputados e senadores de que é preciso definir regras a fim de conter danos nas eleições municipais de outubro.

Há o receio de que conteúdos falsos produzidos a partir de vídeos, imagens e vozes de pessoas reais sejam usados na campanha eleitoral –assim como aconteceu nas eleições presidenciais da Argentina em 2023.

Apesar da preocupação, o projeto deve ter regras mais amplas e não focadas só em campanhas eleitorais.

A discussão está sendo feita em uma comissão especial do Senado, instalada no ano passado por Pacheco. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) preside a comissão.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA CRITICADA

Em 2023, a articulação política do governo foi duramente criticada pelos congressistas. A reclamação principal era que os acordos acabavam não sendo cumpridos e que as emendas demoravam para serem liberadas.

Em 2024, o ano legislativo começa com as reclamações persistindo. Uma ala do Congresso liderada por Lira está insatisfeita com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Já avisou ao Planalto sobre a insatisfação. Parte do grupo queria a troca, mas o Executivo sinaliza que acha improvável que Lula substitua alguém que é de sua confiança.

Poder360

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Política

“Irresponsável” e “leviana” diz João Azevêdo sobre acusação de criticar ex-governador já falecido Ronaldo Cunha Lima

Governador João Azevêdo – Foto: Secom-PB

Neste domingo (04/02), o chefe do executivo paraibano João Azevêdo (PSB) rebateu a alegação do ex-parlamentar Pedro Cunha Lima (PSDB) de ter feito observações contrárias durante a reunião do PSB em Campina Grande na última quinta-feira ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima, que faleceu em 2012.

Ao discursar, João sustentou que Campina Grande deve “retomar a posição anterior, quando era uma verdadeira liderança neste estado, pois havia um zelo maior por esta cidade. Infelizmente, esse zelo foi perdido, muitas vezes apenas em palavras vãs. Os discursos eram eloquentes, mas a ação, a prática, eram completamente distintas.”

Confira o texto na íntegra:

“Passei por uma campanha duríssima em 2022, enfrentando fortes grupos tradicionais da política paraibana, indo para um segundo turno com Pedro Cunha Lima, sem jamais criticar ou mencionar sequer o nome do seu avô na campanha. Portanto, não seria agora, após derrotar Pedro, quando se aproxima uma disputa pela prefeitura de Campina, que traria para o debate o nome de Ronaldo.

Como os que se opõem ao nosso exitoso Governo não têm argumentos para se contrapor a tudo que estamos fazendo de bom por Campina, partem para acusações levianas, irresponsáveis, tentando encobrir falhas administrativas e jogar a população de Campina contra o Governo do Estado.

A disputa terá que ser feita no campo das ideias e ações, comparando realmente o trabalho de verdade por Campina com quem fica apenas no palanque eleitoral fazendo versos e não trazendo nada de concreto para o povo campinense”.

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Política

VÍDEO: Bolsonaro diz que “TSE trabalhou para eleger Lula a qualquer preço”

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse no sábado (3) que os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) trabalharam para eleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “a qualquer preço”. De acordo com o ex-chefe do Executivo, “ninguém consegue entender” como o petista venceu o pleito.

“A Justiça brasileira, o Supremo Tribunal Federal tirou o Lula da cadeia e depois o tornou elegível. E, depois, o Supremo Tribunal Federal, que 3 dos seus ministros compõem o Tribunal Superior Eleitoral, também trabalharam lá fazendo gestões para eleger Lula a qualquer preço”, disse Bolsonaro em entrevista ao influenciador português Sérgio Tavares. “Acabaram as eleições no ano passado [no caso, em 2022], e ninguém consegue entender como Lula da Silva ganhou”, completou.

O TSE é formado por 3 ministro do STF, 3 do STJ (Supremo Tribunal de Justiça) e 2 advogados indicados pelo Supremo. Os integrantes do STF que atuaram na Corte eleitoral durante as eleições presidenciais de 2022 foram o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, o vice-presidente, Edson Fachin, e o ministro Ricardo Lewandowski.

Bolsonaro, repetidamente, questiona a celeridade do sistema eleitoral brasileiro, mas não apresentou provas de supostas irregularidades. Por outro lado, auditorias endossam a segurança das urnas eletrônicas.

Poder 360

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