Política

PT cometeu erros e ninguém é obrigado a aguentar, diz Lula

ImagemFoto: Reprodução/Rede Social

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (2) que o PT cometeu erros no passado e que ninguém é “obrigado a aguentar” isso. No retorno de Marta Suplicy à sigla, ele criticou a legenda por escolher mal seus candidatos e a militância por não conversar com quem discorda.

“O PT cometeu erros, ninguém é obrigado a suportar a quantidade de erros que a gente comete. E você em algum momento ficou zangada, você saiu. A Marta ficou puta comigo porque ela queria que eu fosse candidato a presidente em 2014”, afirmou.

Lula afagou a nova filiada ao PT, comparando ela a um craque que sai do time sem o apoio da torcida, mas que sempre é ídolo daquele clube, como Rivelino e o Corinthians.

Não faltaram recados e críticas de Lula ao PT e à militância de esquerda no evento de filiação de Marta. O presidente assinou pessoalmente a ficha de filiação da ex-prefeita e futura candidata a vice-prefeita de São Paulo.

Poder360

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Política

PoderData: 39% dizem que corrupção no Brasil aumentou sob Lula

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

Pouco mais de 1 ano depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltar ao Palácio do Planalto, 39% dos brasileiros têm a percepção de que a corrupção “aumentou” no país. O dado é de pesquisa PoderData realizada de 27 a 29 de janeiro de 2024.

Uma proporção menor dos entrevistados (30%) acredita que a corrupção “diminuiu” desde que o petista tomou posse, em janeiro de 2023. Outros 19% dizem que “ficou igual” e 11% não souberam responder. Essa é a 1ª vez que o PoderData fez o questionamento aos entrevistados.

O levantamento foi realizado pouco mais de uma semana depois de Lula participar da retomada das obras de ampliação da refinaria da Petrobras Abreu e Lima, em Pernambuco, fazendo duras críticas à operação Lava Jato, que investigou desvios de recursos da petroleira de 2004 a 2012, inclusive, por pessoas ligadas ao PT (Partido dos Trabalhadores, e havia paralisado as obras depois de identificar irregularidades, como pagamentos de propina a ex-diretores e superfaturamento de obras.

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Poder360

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Política

VÍDEO: Nilvan desiste de disputar a prefeitura de João Pessoa e culpa Wellington Roberto e Marcelo Queiroga

Foto: Reprodução

O comunicador Nilvan Ferreira anunciou, nesta sexta-feira (2) que não vai disputar as eleições deste ano em João Pessoa. Ele estava como pré-candidato à prefeitura da capital paraibana.

Nas redes sociais, Nilvan alegou que estava sendo perseguido por integrantes da direção nacional do Partido Liberal (PL), que estariam boicotando a sua candidatura. No comunicado, Nilvan também revelou um convite para disputar o cargo de prefeito em Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Veja:

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Política

Bolsonaro vai participar do lançamento oficial da pré-candidatura de Marcelo Queiroga, em João Pessoa

Marcelo Queiroga garante estar fechado com o “mito” - Sony LacerdaFoto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá desembarcar em João Pessoa no dia 16 deste mês. Ele vai para participar do evento de lançamento oficial do nome do ex-ministro Marcelo Queiroga como pré-candidato do PL a prefeitura da capital paraibana.

A data foi confirmada pelo presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, ao próprio Queiroga durante encontro realizado nesta quarta-feira (31), em Brasília.

Além do evento, Bolsonaro vai permanecer em solo paraibano, onde vai participar de várias reuniões com aliados. Na lista estão Wallber Virgolino,  Cabo Gilberto Silva e o comunicador Nilvan Ferreira.

Blog do BG PB

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Política

Eleições 2024: Bolsonaro define datas para visitar João Pessoa

Marcelo Queiroga ao lado de Bolsonaro é aposta no bolsonarismo pessoense (foto: Isac Nóbrega/PR)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará em João Pessoa nos dias 16 e 17 de fevereiro. As datas foram repassadas pelo ex-ministro da Saúde e pré-candidato a prefeito da Capital, Marcelo Queiroga.

De acordo com o médico, os detalhes da agenda ainda estão sendo fechados. A visita, no entanto, tem a missão de ampliar as articulações no entorno da candidatura de Queiroga à Prefeitura de João Pessoa.

O ex-ministro foi escolhido pelo diretório nacional do PL para concorrer à sucessão. O partido também tinha o nome do radialista e ex-candidato ao governo Nilvan Ferreira, mas o comunicador foi rifado na disputa interna.

A visita de Bolsonaro deve contar com a presença de diversos aliados regionais e nacionais. A perspectiva é que ele endosse a escolha do Partido Liberal por Marcelo Queiroga.

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Com MaisPB

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Política

Câmara volta do recesso e ameaça travar agenda de Lula

ImagemFoto: Gabriela Biló/Folhapress

Líderes de partidos do centrão dizem que o presidente Lula (PT) e sua equipe de articulação política terão dificuldades em votações na Câmara dos Deputados em 2024 e podem ver assuntos de interesse do governo travados na retomada dos trabalhos do Congresso Nacional.

A insatisfação desse bloco —comandado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que dita o ritmo dos trabalhos no plenário— tem como foco principal o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).

Integrantes do centrão argumentam que o chefe da articulação política do Palácio do Planalto descumpriu diversos acordos ao longo de 2023. O principal deles seria a liberação das verbas de emendas parlamentares negociadas com os deputados, em especial recursos do Ministério da Saúde, pasta chefiada por Nísia Trindade.

Folha de S. Paulo

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Política

Jair Bolsonaro deve vir à Paraíba em fevereiro para cumprir agenda política

Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro deu passaporte diplomático para familiares de Domingos Brazão apontado como mandante da morte de Marielle.

O ex-presidente Jair Bolsonaro deve vir cumprir agenda política na Paraíba, em fevereiro. Segundo informações do jornalista Luís Tôrres, ele estaria se programando para ficar dias 16 e 17 se reunindo com lideranças do PL no estado. Ainda conforme informou Luís Tôrres, Jair Bolsonaro pode cumprir agenda em João Pessoa, Bayeux e Santa Rita.

Em João Pessoa, o encontro deve ser conduzido pelo ex-ministro da saúde e pré-candidato a prefeito, Marcelo Queiroga, nome escolhido pelo próprio Bolsonaro para entrar na disputa pela Prefeitura da Capital nas eleições deste ano.

Jair Bolsonaro pode ir a Bayeux e Santa Rita

Jair Bolsonaro deve avançar para outras cidades durante a visita para analisar a possibilidade de candidaturas próprias ou alianças que fortaleçam o partido.

Em Santa Rita, por exemplo, Bruno Roberto – filho de Wellington Roberto – se adiantou e disse que o PL já possui nome para disputar prefeitura de Santa Rita e descarta Nilvan Ferreira: “estamos com Flávio Panta”.

Para Bayeux, os rumos do partidos estão indefinidos e pode surgir um nome ou possível aliança durante a visita do ex-presidente.

A visita de Bolsonaro pode se estender também para Cabedelo.

Com Clickpb

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Política

Sem impeachment, PT teria governado Brasil por 20 anos, diz Dirceu

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

O ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, disse na quinta-feira (25.jan.2024) que se a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) não tivesse sido alvo de impeachment, o PT teria governado por 20 anos. Segundo ele, é “viável” que o partido fique de 8 a 12 anos no poder, contados a partir da posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro de 2023.

“Vai começar um processo de crescimento, eu sempre vejo de 8 a 12 anos”, declarou em entrevista à CNN Brasil. “Quando nós chegamos no governo [em 2003], eu falei que nós tínhamos de ter uma perspectiva de 20 anos e nós tivemos. Se a Dilma não tivesse sofrido golpe, nós teríamos governado o Brasil por 20 anos”, acrescentou. “É viável, é possível [ficar de 8 a 12 anos no poder]. Nós temos de construir esse projeto, mas só o PT, evidentemente. O PT é uma das forças, pode ser uma das forças mais importantes. E não é só força de esquerda, é um bloco social”, completou.

Dirceu é cofundador do Partido dos Trabalhadores e ex-presidente da sigla. Atuou como ministro da Casa Civil durante o 1º governo de Lula, de 2003 a 2005. Deixou o cargo depois de envolvimento no escândalo do Mensalão.

Poder360

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Política

PL e PT terão 28% do valor do fundão eleitoral para eleições municipais de 2024; Veja valores

Dois partidos com as maiores bancadas terão mais recursosFoto: Câmara dos Deputados

Os dois partidos com as maiores bancadas no Congresso, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, serão as legendas que receberão mais recursos do fundo eleitoral para as eleições municipais.

Nesta segunda-feira (22), Lula sancionou o montante de R$ 4,9 bilhões para o fundão, valor 145% maior que o gasto nas eleições municipais de 2020, quando foram utilizados R$ 2 bilhões dos cofres públicos.

Os recursos serão distribuídos da seguinte forma: 2% igualmente entre todos os partidos; 35% entre as siglas com ao menos um deputado; 48% entre as legendas na proporção do número de deputados e 15% entre os partidos na proporção do número de senadores. Ou seja, as agremiações que obtiveram mais votos na eleição anterior têm direito a uma parcela maior do fundo eleitoral.

O valor exato ao qual cada partido tem direito ainda será divulgado em junho pelo TSE, segundo o calendário eleitoral. No entanto, levando em consideração o desenho atual do Congresso, o PL terá direito a cerca de R$ 863 milhões, valor 489% maior do que os R$ 146,5 milhões que entraram no caixa do partido em 2020. Na época, o PL elegeu 345 prefeitos.

Já o PT terá direito a R$ 604 milhões, valor 145% maior do que o recebido pela legenda em 2020, quando o partido de Lula teve 250 milhões para gastar na campanha eleitoral nos municípios. Com esse dinheiro, o partido foi capaz de eleger 183 prefeitos.

Em seguida, o União deve ficar com R$ 517 milhões; o PSD com R$ 427 milhões; o MDB com R$ 410 milhões; e o PP com R$ 331 milhões.

R7

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Política

Parlamentares devem barrar veto de Lula que cortou R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão

Foto: Brenno Carvalho

A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de vetar parte do valor destinado pelo Congresso às emendas de comissão gerou reação entre parlamentares, que já falam na possibilidade de derrubar a medida. Lula retirou R$ 5,6 bilhões do que estava previsto na proposta aprovada no Orçamento deste ano para indicação de deputados e senadores.

Para um grupo de parlamentares, houve quebra de acordo sobre o que foi aprovado pelo Parlamento no fim do ano passado. Esse foi o segundo revés imposto pelo presidente em relação às emendas parlamentares. No início do mês, Lula já havia barrado um dispositivo que criava um calendário para a liberação desses valores, que havia sido incluído na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO).

— Há um descontentamento acumulado desde o veto à LDO. Acredito que esse debate vai ser aberto logo na volta dos trabalhos, em fevereiro. Acho que dificilmente os vetos serão mantido — afirmou o deputado Danilo Forte (União-BA), relator da LDO.

O Congresso aprovou um total de R$ 16 bilhões para emendas de comissão no fim do ano passado. Com o veto, ainda restarão R$ 11,4 bilhões, o que ainda representa um aumento em relação ao total de 2023, quando o valor foi de R$ 6,9 bilhões.

O líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), disse que o governo está mais uma vez descumprindo acordo já que o texto da LOA foi amplamente discutido com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, técnicos do governo e com parlamentares.

O governo tem de buscar meios para honrar a palavra que se comprometeu com o Congresso. Há falta de palavra e não é a primeira vez que o governo descumpre um acordo como Congresso, vide a desoneração — disse Côrtes ao GLOBO.

Vice-líder do PP na Câmara, o deputado José Nelto (PP-GO) também defende a derrubada o veto aos R$ 5,6 bilhões.

Essa é uma medida que agrada todos os partidos, principalmente, em ano eleitoral. O Congresso já derrubou outros vetos no ano passado, como a desoneração e o marco temporal — disse Nelto.

Embora esse tipo de emenda não tenha o pagamento impositivo, ou seja, quando o governo é obrigado a pagar, o corte foi justificado por integrantes do Executivo pela necessidade de se fazer ajustes no Orçamento deste ano.

— Por conta de uma coisa boa, que é uma inflação mais baixa que reduziu o custo de vida para a população, isso autoriza menos recursos para o governo. Então, fizemos um corte. Mas o presidente Lula, a ministra Simone Tebet, e toda a equipe, decidiram, no momento do corte, poupar integralmente saúde e educação de qualquer tipo de corte. Poupar também os investimentos do PAC e da segurança pública — disse Padilha.

O montante reservado a emendas de comissão foi incrementado durante a discussão do projeto da Lei Orçamentário Anual (LOA) no Congresso, em dezembro, quando parlamentares decidiram retirar recursos de programas bandeira de Lula, como o PAC e o Minha Casa Minha Vida. Lula, porém, não mexeu no valor dos outros tipos de emendas, mantendo o valor nas mãos de deputados e senadores na casa dos R$ 48 bilhões.

Segundo o relator do Orçamento, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), a ministra do Planejamento, Simone Tebet, ficou de analisar a peça nos próximos dias para identificar de onde poderão ser retirados os recursos necessários a cobrir o veto. O deputado, contudo, não descarta a derrubada do veto de Lula caso não haja um acordo.

— Logicamente, se não achar uma solução, o objetivo dos parlamentares é derrubar o veto.

Integrantes do Planejamento afirmaram que a ideia é refazer o cálculos sobre a receita prevista no ano a partir das propostas para aumentar arrecadação aprovadas no Congresso nos últimos meses. A previsão é que o cálculo fique pronto após o Carnaval e, se houver espaço fiscal, o ministério terá de enviar projetos orçamentários ao Parlamento para fazer o remanejamento e recompor o valor em emendas.

O Globo

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