Polêmica

BOMBA: TRF5 manda excluir Valdiney Gouveia da lista de aprovados no sistema de cotas da UFPB

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região acolheu pedido do Ministério Público Federal (MPF), realizado em ação civil pública, e determinou a exclusão do reitor da Universidade Federal da Paraíba, Valdiney Gouveia, da lista de aprovados universidade por utilizar, de modo indevido, o sistema de cotas sociais. Segundo manifestação do órgão ministerial, o réu concluiu o ensino médio há mais de 39 anos e, atualmente, tem duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Diante disto, o Tribunal entendeu, por unanimidade, que a Lei 12.711/2012 tem caráter social e não deve ser direcionada a pessoas com graduação.

 

O relator do caso, desembargador federal Cid Marconi, destacou que a norma foi criada para minimizar as desigualdades entre estudantes de escolas públicas e particulares, equilibrando a concorrência entre os alunos. De acordo com o magistrado, apesar de não estabelecer exceções, a lei tem caráter social e deve ser interpretada de forma restritiva, caso contrário pode criar privilégio para pessoas que não se enquadram no objetivo da proposta. Além disso, Marconi ressaltou que a aprovação do réu como cotista também gerou prejuízo a um candidato de 17 anos do estado da Paraíba. “Ele não só atende ao requisito legal, como também à razão de ser da Lei 12711/2012 e ao objetivo da política pública das cotas”, enfatizou.

 

Por unanimidade, o TRF5 decidiu pela exclusão do réu do rol de aprovados e determinou a matrícula do candidato que se encontre em melhor classificação na lista de aprovados pelo sistema de cotas.

 

Parecer do MPF – Na petição apresentada pelo MPF, o procurador regional da República Antônio Carlos de Vasconcellos Coelho Barreto Campello defendeu que o réu não se enquadra na situação tutelada pela política de cotas. Para ele, qualquer dificuldade que um dia o réu possa ter tido como aluno de escola pública já está totalmente superada, visto que o réu teve a oportunidade de concluir duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado, formação que pouquíssimas pessoas alcançam.

 

Para o procurador regional, permitir que o réu se beneficie do regime de cotas sociais em virtude de ter estudado há 39 anos em uma escola pública, esquecendo todo a formação que conquistou depois, “representa completo desvirtuamento da política de ação afirmativa, constituindo, em verdade, um privilégio injustificado, pelo que atenta contra a finalidade da Lei 12.711/2012”.

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Polêmica

Donos da Braiscompany têm R$ 4 milhões em fundo autorizado pela CVM

Conheça a história do empresário Antonio Neto Ais

Os donos da Braiscompany, Antônio Neto Inácio e Fabrícia Faria Campos, também são sócios do Ever Asset Management, fundo de investimentos que recebeu aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para operar.

O fundo gere R$ 3,96 milhões e teve uma variação negativa de 0,66% no último mês, de acordo com o portal Mais Retorno, que também aponta a operação parece hibernar. Segundo o site, há apenas quatro cotistas e todos os status do fundos estão zerados: operacional, pré-operacional e cancelado. O capital social da empresa é de R$ 10 mil e tem sede na Vila Olímpia, em São Paulo.

O formulário de referência do fundo diz que a Ever Asset está em processo de readesão à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais e, em razão disso, não possui “fundos e carteiras destinados a investidores qualificados e não qualificados e, por conseguinte, não possui investidores”, embora o Mais Retorno afirme que há quatro cotistas.

Os nomes de Antonio Neto Inácio e Fabrícia Faria Campos têm sido citados constantemente nos últimos dias devido ao escândalo envolvendo a Braiscompany, com suspeita de pirâmide financeira.

Antagonista

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Polêmica

MP e Braiscompany: Ação que investiga empresa por suposto calote milionário se torna em inquérito civil

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O Ministério Público da Paraíba converteu em inquérito civil a notícia de fato para apurar as suspeitas de irregularidades na Braiscompany como o suposto calote de R$ 600 milhões.

Na primeira fase, o processo foi aberto em 26 de janeiro, e convertido para inquérito civil no último dia 10 de fevereiro. Ele segue sigiloso.

Com o inquérito civil, as investigações prosseguem e podem, posteriormente, resultar na proposição de ações do MP na Justiça.

A crise da Braiscompany

A empresa de criptoativos Braiscompany atravessa uma crise profunda desde dezembro, com atraso de pagamentos de locação de ativos digitais.

A crise foi deflagrada pelo ator paraibano Lucas Veloso, que expôs situações negativas nas redes sociais sobre o CEO e fundador da Braiscompany, Antonio Neto Ais.

O artista disse que sofreu um prejuízo por não ter o retorno financeiro prometido pela empresa. O valor seria investido em forma de patrocínio para um filme de Lucas.

Com informações do Blog do MaurilioJR

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Polêmica

OPERAÇÃO: PF mira fraudes em eleição para deputado em CG; confira detalhes

A Polícia Federal deflagrou na tarde desta segunda-feira (13) uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão numa investigação que apura irregularidades na campanha eleitoral de 2022 na Paraíba.

Segundo o órgão, o inquérito mira o desvio e apropriação de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha de um candidato a deputado estadual. O nome do político não foi divulgado.

Durante a ação, foram apreendidos documentos, anotações e o aparelho celular do alvo da busca.

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Polêmica

Caso Braiscompany: Coletiva de imprensa do MP é adiada; entenda

Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

O Ministério Público da Paraíba, através do MP-Procon, adiou uma coletiva de imprensa que aconteceria nesta segunda-feira, 13, para tratar sobre o caso da empresa Braiscompany.

Conforme a assessoria do órgão, a coletiva, que ainda não tem data para ser remarcada, iria esclarecer algumas informações sobre o caso, bem como tratar sobre rumos e desdobramentos da investigação.

A empresa tem sido alvo de denúncias após atrasar o rendimento de clientes, sendo acusada de um rombo estimado em R$600 milhões.

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Polêmica

VÍDEO ‘VIRGEM E LOUCA’ Folião é flagrado em cima de ônibus após bloco das virgens de Tambaú

Uma “virgem” (termo usado para os foliões que se vestem de mulher durante o carnaval de João Pessoa), foi flagrada voltando para casa, neste domingo, (12) de um jeito nada convencional.

Na folia, é natural que as pessoas extravasem. Com adereços, danças e muita agitação. Mas, “surfar” em cima de um ônibus, em alta velocidade, e ainda, achando pouco, filmar toda a desenvoltura enquanto dança, é exagero demais.

E olha que ainda teremos o bloco do cafuçu (conhecido por ser um bloco de bregas, por reunir pessoas que se vestem com extravagância, usando perfumes baratos e fortes, falando alto e errado.)

E por falar em erro, esse daí, escapou por pouco de um acidente e poderia acabar em outro bloco, o cirúrgico.

Blog do BG PB

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Polêmica

Donos da Braiscompany receberam mais de R$ 15 mil do Bolsa Família

A  medida que avança, a crise envolvendo a empresa Braiscompany ganha novos contornos cada vez mais suspeitos. Os donos da empresa, o casal Antônio Neto Ais e a sua mulher, Fabrícia Campos costumam ostentar um estilo de vida luxuoso nas redes sociais, possuindo inclusive um jato particular, mas até bem pouco tempo atrás, eles constavam na lista dos beneficiários do Programa Bolsa Família.

O caso ocorreu entre  2014 e 2019. A informação está no Portal da Transparência do Governo Federal, e segundo site do governo, Fabrícia Campos recebeu um total de R$ 15.556.

Desde 2020, a Braiscompany é apontada como uma possível pirâmide financeira com criptomoedas. O site especializado da Uol, ‘Bitcoin.com’, falou acerca de um esquema fraudulento e acusação ganhou um novo fôlego com o atraso, desde dezembro, dos rendimentos prometidos aos clientes do serviço de “locação de criptoativos”.

O empresário Antônio Neto Ais fez uma nova live no Instagram para tentar se justificar com os clientes pelas perdas de dividendos e atrasos nos pagamentos. O empresário culpa a Binance pelos atrasos de pagamentos sobre a locação de criptomoedas, mas não convenceu os clientes. “Gostando ou não gostando, querendo ou não querendo. Nós dependemos da liberação dos nossos valores na Binace. Pode dizer que a Binace trava os pagamentos”, disse na ocasião.

Uol

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Polêmica

Policiais paraibanos podem ter câmeras em uniformes; entenda

Melhores que já vi', diz pesquisador sobre dados de câmeras na PM de SP | VEJA
A polêmica instalação de câmeras no fardamento da polícia poderá ser adotada pela Paraíba. O governador João Azevêdo (PSB) confirmou a intenção de colocar em prática a medida, mas admitiu que não há, ainda, nenhuma previsão de quando isso vai acontecer. A medida já foi alvo de recomendação expedida pelo Ministério Público da Paraíba.

“Eu acho que isso é fundamental e inclusive protege o próprio policial, protege as vezes de acusações infundadas. E nós já usamos essas câmeras corporais no São João de Campina Grande no ano passado. As câmeras eram capazes de identificar as pessoas que devem a justiça. Nós estamos agora investindo nos Centros de Comando e Controle, mais de R$ 100 milhões de investimento, e isso (as câmeras nos policiais) passa a ser uma próxima etapa”, afirmou o governador.

Resta saber se, assim como aconteceu em São Paulo, o governo conseguirá vencer a provável resistência que acontecerá com a proposta.

T5

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Polêmica

VÍDEO: ‘DESESPERO’ Cliente da Braiscompany grita de madrugada por dono da empresa

Um cliente da Braiscompany madrugou neste sábado (11) em frente à sede da empresa nas proximidades do Açude Velho, em Campina Grande.

ANTAGONISTA: O escândalo Braiscompany

No vídeo que circula nas redes sociais, o cliente Brais narra que o seu destrato está previsto para cair e por isso iria madrugar em frente a empresa.

‘MURO DE CONTENÇÃO’: Barreira é montada em frente a Braiscompany em CG após crise financeira

Em sinal de desespero, ele ainda grita pelo apelido do dono da Braiscompany pedindo ajuda: “Tooooooinnnn!”.

Ex-funcionário da Braiscompany diz que não tinha trabalho: “tinha que fingir”

Blog do BG PB com MaurílioJr

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Paraíba

Marido presta queixa contra Fernanda Albuquerque após ter negado direito de ver a filha

O empresário Eduardo Cássio, o ainda marido de Fernanda Albuquerque, prestou queixas contra a apresentadora de TV e o irmão dela. Os Boletins de Ocorrência (BO) foram feitos após a vítima se sentir ameaçada pelo cunhado, que é policial militar, e ter negado o direito de passar o fim de semana com a filha.

Eduardo e Fernanda se casaram em 2017 e anunciaram o fim da relação em dezembro de 2022. Ela foi candidata a deputada federal em outubro e é suplente do União Brasil.

Conforme o primeiro BO (que pode ser visto no fim da matéria), obtido com exclusividade pelo Ô Paraíba Boa, na quinta-feira (9), Eduardo estava trabalhando quando recebeu uma ligação do cunhado. Ele relatou que o irmão de Fernanda o ameaçou dizendo que não aceitaria que Eduardo “prejudicasse Fernanda”.

Em resposta, Eduardo contou que apenas falou que iria só “dizer a verdade” e que, em seguida, o cunhado apareceu no local de trabalho.

“O noticiante (Eduardo) ligou para a sua cunhada comunicando o ocorrido e após trinta minutos ela ligou para o noticiante dizendo que havia falado com o irmão, pedindo que ele não o procurasse mais”, diz parte do primeiro BO.

O segundo BO foi registrado contra Fernanda Albuquerque após ela negar o direito, acordado na Justiça, de Eduardo passar o fim de semana com a filha.

O documento relata que nesse domingo (12), por volta da 9h30, Eduardo foi até a casa de Fernanda para pegar a filha. Os dois iriam passar o domingo e a segunda juntos, com a criança voltando para Fernanda na terça. No entanto, em ligação telefônica com a secretaria de Eduardo, a apresentadora negou que iria deixar a filha sair com o pai já que ela estava chorando.

Inconformado com o descumprimento do acordo feito na Justiça sobre a guarda da filha, até que o processo de separação seja concluído, Eduardo Cássio pediu providência legais.

Veja documentos:

BG com Fonte 83

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