Polêmica

Pirâmide financeira: MP pede bloqueio de R$ 45 milhões da Braiscompany

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ingressou, na tarde desta quinta-feira (16) com uma ação no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) pedindo o bloqueio de R$ 45 milhões da empresa Braiscompany e de seus sócios, Antônio Inácio Silva Neto e Fabrícia Campos. O processo será julgado pela 11ª Vara Cível de João Pessoa.

Segundo a petição, os promotores Romualdo Tadeu e Sócrates Agra sugerem que o valor seja sequestrado de contas bancárias, veículos automotivos registrados em nomes dos alvos com fabricação superior ao ano de 2013.

O órgão pede ainda arrolamento dos bens e imóveis, o sequestro de uma aeronave Hawker, Beechcraft, ano de fabricação de 1998, modelo 400, matrícula RAB n. 20149, em 19 de janeiro do ano corrente, a ser efetivado no Registro Aeronáutico Brasileiro(RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Além do registro em cartório de Registro de Imóveis do protesto contra a alienação de bens no valor de R$ 45,1 milhões.

Para os promotores, a Braiscompany adota uma estratégia para ludibriar o consumidor.

O Ministério Público diz, ainda, que “o modelo de negócios desenvolvido pela BRAISCOMPANY é extremamente turvo, desde o objetivo do empreendimento em si (a gestão de criptoativos)”.

Para os investigadores, existem fortes indícios de que a empresa é uma pirâmide financeira.

Confira outros pedidos do Ministério Público da Paraíba:

A suspensão da oferta de novos contratos, sob pena de multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por contrato celebrado;

Divulgação da relação dos consumidores e suas respectivas transações, consignando as datas, valores aportados e pagamentos realizados a estes;

Nomes de Brokers, contendo nome completo, cpf, telefone e endereço residencial, bem como o vínculo jurídico (contratual ou CLT);

Balanço patrimonial da empresa;

MaisPB

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Polêmica

OPERAÇÃO BRAISCOMPANY: Confira mandado de prisão de Antônio Neto e Fabrícia Farias

O Blog do BG PB teve acesso ao mandato de prisão expedido pela justiça em Campina Grande, nesta quinta-feira (16), contra os empresários Antônio Neto e Fabrícia Farias, donos da Braiscompany.

Em determinado trecho do documento a sentença obriga “a prisão temporária, pelo prazo de 05 (cinco) dias (art. 2º da Lei n. 7.960/89), a fim de que sejam realizadas as
diligências necessárias à elucidação do crime sob investigação, dos investigados ANTONIO INACIO DA SILVA NETO e
FABRICIA FARIAS CAMPOS”.

Confira íntegra do mandato judicial aqui

Blog do BG PB

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Polêmica

Com dinheiro escondido em livro, donos da Braiscompany têm bens bloqueados

Durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão contra a Braiscompany, as equipes da Polícia Federal  encontraram dinheiro em espécie escondido dentro de um livro.

Hoje (16), foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nos municípios de João Pessoa/PB, Campina Grande/PB e São Paulo/SP, dois mandados de prisão temporária, sequestro de bens e a determinação da suspensão parcial das atividades da empresa investigada.

De acordo com a Polícia Federal, nos últimos quatro anos, foram movimentados cerca de R$ 1,5 bilhão em criptomoedas, em contas vinculadas aos suspeitos, sócios da Braiscompany.

A PF e o Ministério Público Federal deflagraram na manhã desta quinta-feira (16) a operação Halving que tem como alvo a Braiscompany e os proprietários, Antônio Neto e Fabrícia Campos.

Blog do BG PB

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Polêmica

FORAGIDOS: Dono da Braiscompany e esposa são os alvos dos mandados de prisão

antonio neto e fabricia campos braiscompany

Os alvos dos dois mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça, na operação Halving, são os sócios da Braiscompany, Antônio Inácio da Silva Neto e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos. A informação foi confirmada por fontes que participam da operação.

Conforme a Polícia Federal, os mandados ainda não foram cumpridos. Os alvos são considerados foragidos.

Na operação a Justiça Federal tmabém determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da Braiscompany. A investigação apura crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais em tese cometidos por sócios empresa especializada em criptoativos.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo. Os alvos são endereços ligados a pessoas da empresa e também as sedes do empreendimento.

Blog do BG PB com JornalPB

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Polêmica

Consultor da Braiscompany rouba cliente

Sede Administrativa da Braiscompany às margens do Açude Velho, cartão-postal de Campina Grande (PB) — Foto: Camila Ferreira/Braiscompany

 

O consultor da Braiscompany, Arthur Albuquerque, em Campina Grande, roubou todo o dinheiro da conta da Binance, de um cliente da empresa de criptomoedas.

Na delegacia de roubos e furtos, o suspeito afirmou que está com todo o dinheiro do investidor mas, que não iria devolver.

O processo tramita na terceira vara do tribunal de justiça do município.

BraisCompany pode ter funcionado como ‘lavanderia’

Blog do BG PB

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Polêmica

Dono da Braiscompany vendeu mansão luxuosa por R$ 12 milhões às pressas; confira fotos

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O criador da Braiscompany, Antonio Neto Inácio, vendeu às pressas uma mansão em São Paulo em dezembro do ano passado — mesma época em parou de pagar os clientes. O imóvel foi liquidado por R$ 12,5 milhões embora tenha um preço estimado de em torno de R$ 15 milhões.

A informação foi confirmada ao Portal do Bitcoin por uma pessoa que participou do negócio. Ela diz que o baixo preço neste caso foi motivado pela necessidade de Neto Ais precisar fazer uma venda rápida da casa.

A mansão fica na rua João Di Pietro, no bairro do Morumbi da capital paulista. O local tem área de 1.416 metros quadrados e a casa conta com quatro quartos, seis banheiros, piscina, sala de musculação e sala de jogos com mesa de bilhar.

Procurada, a Braiscompany não retornou até a publicação desta reportagem. Não se sabe o paradeiro de Antonio Ais e não foi possível contatá-lo.

O preço da casa, abaixo daquele praticado no mercado, tem levado a ligações em série para corretores que atuam na região. As dúvidas dos clientes giram em torno do preço e do desconto frente ao praticado no mercado.

Luxo do CEO da Braiscompany

A casa foi comprada de Neto Ais por uma empresa do ramo de incorporações e empreendimentos imobiliários. Atualmente, ela segue listada em um site de vendas de imóveis ainda pelo preço de por R$ 12,5 milhões.

O Portal do Bitcoin apurou junto a fontes que se trata de um erro a casa não ter sido retirada da plataforma — o que tem inclusive gerado pedidos insistentes do empresário para a remoção do anúncio.

Veja abaixo mais algumas fotos da mansão onde Neto Ais viveu por mais de dois anos:

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Porta do Bitcoin

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Cantor desiste de participar do Muriçocas após cobrança de taxa; confira valores

Paraibano cantou grandes sucessos e também músicas que são promessas para o Carnaval — Foto: Daniel Sousa/TV Cabo Branco

 

O cantor paraibano Ramon Schnayder, que estava previsto para se apresentar no bloco das Muriçocas do Miramar, em João Pessoa, cancelou sua participação nesta quarta-feira (15). Em seu Instagram, ele explicou que o alto valor da taxa cobrada pela organização do evento foi o motivo da desistência. Ele queria desfilar com um bloco próprio.

“Deixa eu deixar uma coisa bem clara aqui… Minha opinião e de todos os artistas que eu conheço, falei e venho conversando. O bloco Muriçocas do Miramar é um bloco privado. Eu concordo que tenha que ter suas taxas, né… quem sou eu para… Mas na nossa opinião, estão cobrando a taxa muito alta”, disse o cantor.

“Porém, o que estão me perguntando aí, que eu parei pra fazer esse vídeo, é a Prefeitura Municipal de João Pessoa não tem nada a ver com o bloco Muriçocas do Miramar. Pelo contrário, fica aqui meus parabéns. A Prefeitura Municipal de João Pessoa está de parabéns pelo excelente Carnaval que está fazendo, e entre outras coisas. Essa é a minha opinião. Se você não concorda, tudo bem”, completou.

A taxa prevista para se apresentar no bloco estava estipulada em R$ 12 mil.

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Polêmica

BraisCompany pode ter funcionado como ‘lavanderia’

Por dentro da Braiscompany: ex-funcionários revelam pressão para atrair clientes e patrulha ideológica | Portal do Bitcoin
A BraisCompany, autointitulada “maior gestora de cripto ativos da América Latina”, pode ter funcionado até aqui como uma espécie de grande ‘lavanderia’, responsável por lavar recursos financeiros de empresários e agentes públicos não apenas daqui, mas, também, em outros lugares.    
Fundada por Antônio Neto Ais e a sua mulher, Fabrícia Campos, que até 2018 empreendiam sem muito sucesso no ramo do marketing multinível, no qual empresas como i9Life, Hinode e Mary Kay, a ponto da esposa do dono da companhia ter que recorrer ao Bolsa Família, tendo recebido, entre  junho de 2014 a setembro de 2019, mais de 15 mil reais pelo programa social para famílias de baixa renda, a empresa oferecia ao investidor a compra de criptomoedas que seriam alugadas, por no mínimo um ano, para a financeira operar no mercado.
Por meio desse trade, a Braiscompany prometia devolver mensalmente um rendimento de 8% a 10% para seus clientes, o que é considerado, no mínimo, “nebuloso” para quem entende do riscado.
Pois bem, como é que, em tempos de hoje, pessoas em sã consciência, inclusive empresários renomados, entregam mais de BILHÃO de reais na mão de uma única pessoa por meio de uma “estratégia” que prometia “milagres econômicos”?
Claro que não tinha só inocente nessa ‘estória’. Tem, e como tem, gente muito esperta e as primeiras investigações já apontam para algo muito mais complexo e, que está prestes a ser revelado por autoridades investigativas. 
É aguardar as cenas dos próximos capítulos. Por enquanto a empresa culpa a corretora de criptomoedas Binance pelos problemas e pede paciência, mas não apresenta perspectivas de solução.

Binance emite nota sobre caso Braiscompany; Veja documento

A agitação causada pela crise interna catalisou as suspeitas que rondam a Braiscompany desde a fundação. Os Ministérios Públicos da Paraíba e de São Paulo apuram a possibilidade de esquema de pirâmide disfarçado de investimentos em criptomoedas.

Com informações do TáNaÁrea

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Brasil

QUE TIRO FOI ESSE?!: Ex-marido pede prisão de Jojo Todynho por ligação com grupo de extermínio

E a briga entre o ex-casal Lucas Souza e Jojo Todynho parece não ter fim. Segundo a coluna Léo Dias, o ex-marido da cantora teria entrado com um processo criminal contra ela por ameaça de morte, agressão, calúnia, injúria, difamação à honra e homofobia. Além disso, Lucas teria feito uma acusação bem grave contra sua ex: ele afirma que Jojo tem ligação com uma facção criminosa.

Na ação, protocolada no Ministério Público do Rio de Janeiro, o ex-militar estaria afirmando que a artista tem envolvimento com um grupo de extermínio da cidade do Rio e pede sua prisão provisória domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Lucas, que derrubou a medida protetiva que a funkeira conseguiu no final do ano passado, agora quer uma para ele. Depois das graves acusações feitas contra Jojo, ele agora teme pela sua própria vida.

Na ação, Lucas Souza pede uma ação indenizatória e o bloqueio total do dinheiro que a artista recebeu pela sua vitória no programa “A Fazenda”, além dos salários que ela recebe como contratada da Globo. A Justiça ainda não tomou uma decisão sobre o caso.

Se condenada, a cantora pode chegar a mais de 10 anos de prisão, sem contar o seu suposto envolvimento com grupos de extermínio do Rio de Janeiro. Nesse caso, Jojo teria que ter uma prisão preventiva decretada, sem prazo para liberação.

As brigas e acusações entre Jojo e Lucas são muitas. Entre elas, a cantora ameaçou bater em Lucas publicamente e ele revelou que a ex tinha um caso com o político Gabriel Monteiro.

Terra

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Polêmica

CASO BRAISCOMPANY: Bilionário da PB Janguie Diniz diz que errou ao investir em criptomoedas

O empresário paraibano Janguiê Diniz revelou ter sido vítima dos investidores do Mercado de Bitcoin. No seu relato, Janguiê diz que recentemente foi investir em criptomoedas, perdeu uma certa quantia e precisou entrar na justiça contra a empresa em questão.

Com promessas de locação de criptomoedas, a Rental Coins, do Grupo InterAG e que tinha como principal líder Francisley Valdevino, o “Sheik dos bitcoins”, atuou no mercado de criptomoedas do Brasil e dos Estados Unidos criando pirâmides financeiras.

Para convencer as vítimas, ele se infiltrou em igrejas evangélicas e passava credibilidade como uma empresa de investimentos. Após a Operação Poyas, da Polícia Federal, o sheik foi preso pelas autoridades brasileiras.

Empresário e fundador da Ser Educacional, Janguie Diniz revelou o prejuízo na última segunda (13), ao conversar sobre seus erros com Igor3k, apresentador do Flow Podcast.

“Às vezes eu erro, eu errei recentemente. Já errei muito na minha vida, essa história que não erra, erra sim. Recentemente eu fui inventar de investir R$ 25 milhões em criptomoeda e perdi aí, to na justiça contra um cara para receber. Até porque eu achava que tinha que entrar nesse meio. Investi um valor lá, procurei me cercar de todos os cuidados, mas mesmo assim. Eu evitei um, evitei outro, mas me apresentaram essa pessoa e falei esse: esse é sério. Em três meses depois, quebrei a cara, fracassei, mas estou pagando o preço da aprendizagem, embora ainda estou tentando recuperar o dinheiro.”

Blog do BG PB com LiveCoins

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