Polêmica

ALERTA DE TRETA: Braiscompany manteve empresa de fachada no Reino Unido

Sede da Braiscompany, em Campina Grande — Foto: Ewerton Correia/TV Paraíba
Advogados de vítimas da Braiscompany, empresa acusada de criar uma pirâmide financeira por meio de um serviço de aluguel de criptomoedas, apuraram que a subsidiária britânica do mesmo grupo, a Metaverso Capital Group UK, é uma firma de fachada, conforme o jornal O Globo.

Em resposta a uma consulta de Artêmio Picanço e Matheus Puppe, ambos defensores de clientes afetados, a Autoridade de Conduta Financeira do Reino Unido (FCA) informou que a Metaverso e Braiscompany Soluções Digitais e Treinamento jamais foram autorizadas a operar em território britânico, “sendo talvez empresas fraudulentas”.

A 4ª Vara Federal de Campina Grande (PB) autorizou na sexta-feira (24) que a Superintendência da Polícia Federal na Paraíba solicite a inclusão dos nomes dos líderes foragidos da Braiscompany na lista de procurados da Interpol, a Organização Internacional de Polícia Criminal. A Polícia Federal também divulgou no sábado (25) um formulário para vítimas da Braiscompany prestarem informações e auxiliarem na investigação.

Em artigo, Ana Paula Rabello, contadora, perita judicial e especialista em Imposto de Renda, destaca que, na crise causada pela Braiscompany, quem paga a conta “são os investidores que perderam tudo, os mesmos que pagam impostos para terem, em tese, os reguladores e autoridades trabalhando”, apesar dos vários sinais de irregularidades praticadas pela empresa.

Portal do Bitcoin

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Cícero rebate a críticas sobre alargamento da orla: “Querem que deixar o mar derrubar a Estação Ciência?”

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), voltou a minimizar, nesta segunda-feira (27), as críticas sobre a proposta de aterro de trechos da orla da capital. A decisão da gestão em alargar a praia tem sido questionada por ambientalistas e setores da política.

Lucena afirmou que está no aguardo do projeto, feito pelo mesmo instituto responsável que analisou as obras de alargamento Florianópolis. Na semana passada, o Ministério Público de Contas pediu que a Prefeitura apresente o projeto da obra. Cícero garantiu que assim que receber o documento, vai encaminhá-lo ao Tribunal de Contas do Estado.

“[O estudo] já foi contratado, com o mesmo instituto que fez o projeto em Floripa (sic), mas não sei valor ainda. Queria fazer um apelo, vamos pensar na cidade grande que queremos, não vamos emitir opinião irresponsável”, disse.

Apesar de dizer que ainda não tem o projeto, o prefeito voltou a defender a obra e usou exemplos de construções semelhantes no Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

“Isso está no mundo inteiro, o mundo inteiro discute essa questão da proteção da costa. A discussão é essa, ou vocês querem que a gente deixe o mar derrubar a Estação Ciência?”, indagou.

“Tem muita gente, começam a aparecer algumas caras… será que esse debate não são das pessoas do quanto pior, melhor? Eu penso no futuro. Não quero discutir alargamento. Quero discutir o resgate da natureza. Porque o mar avançou, quero a proteção da nossa cidade. Não estou discutindo alargamento. As pessoas precisam entender que é não é uma palavra que diz i projeto todo”, frisou.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Perfil ‘Brokers Brais’ expõe nomes de quem trabalhava para Antônio Neto

 

Investidores prejudicados pela BraisCompany criaram um perfil nas redes sociais: “Brokers BraisCompany”, para divulgar quem atuava fechando contratos para a corretora de criptoativos em todo país.

O perfil está sendo divulgado em vários grupos de vítimas da empresa, e foi criado na quinta-feira (23).

Até a noite deste domingo  (26) o @brokersbrais possuía 101 publicações e 690 seguidores.

CASO BRAISCOMPANY: PF informa bloqueio de R$ 15,3 milhões em contas de investigados

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Demissões na Braiscompany: Gerentes da empresa anunciam desligamento após donos estarem foragidos

Brokers da Braiscompany tentam esconder relações e se demitem, mas já são alvos de investigação do MP - Livecoins

Alguns nomes que desempenhavam a função de gerente na BraisCompany já estão pedindo demissão em meio à crise que a empresa atravessa.

Uma broker que chegou a ser Top 3 nacional – uma das que mais fechou contratos – já se desligou há duas semanas. Outro broker de Fortaleza, onde a empresa tem subsidiária, anunciou o desligamento, juntamente com a esposa, nesta sexta-feira (24).

Decisões recentes vêm no esteio da indicação do escritório de advocacia Orlando Virgínio Penha & Associados que representa a corretora, comunicada na quinta-feira (23), para que os funcionários busquem assessoria jurídica no intuito de encerrar suas relações profissionais com a BraisCompany.

Entretanto, ainda há brokers, gerentes e traders que seguem com ligações profissionais com a corretora de criptoativos, ou ao menos sem comunicar publicamente sua saída do negócio.

Blog do BG PB com ParaíbaJá

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Caso Braiscompany: ex-funcionários relatam bullying e problemas na estrutura da sede

Ex-funcionários da Braiscompany relataram ter sofrido bullying na época em que trabalhavam na empresa e criticaram a estrutura da sede.

Uma fonte, que não foi identificada, informou que Fabrícia Campos, esposa de Antônio Neto, já chegou a constranger ex-funcionárias no ambiente de trabalho.

”Fabrícia falava muito sobre a aparências das pessoas, criticava as mulheres que atendiam o público. Ela falava de roupas, sapatos, cabelo. Se ela não gostasse da roupa das meninas, ela soltava uma piadinha e todo mundo ria. Ela também falava dos sapatos dos brokers, mas era raro”, disse.

Ex-colaboradores também disseram que a empresa tinha ligações com igrejas evangélicas e que existia a discussão sobre a possibilidade das igrejas participarem dos investimentos da Braiscompany.

”Tinha uns indicativos que rolava muito dinheiro desses pastores, porque eles viviam por lá. E ninguém vai lá só porque o local é bonitinho”, afirma o ex-funcionário”, disse o ex-funcionário.

Os ex-colaboradores também deram detalhes sobre a estrutura da empresa e disse que o espaço tem diversos problemas estruturais internos, apesar da aparência externa.

“Aquilo é muito bonito por fora, mas na primeira chuva todo mundo teve que correr com os equipamentos das salas e se abrigar na garagem. Choveu dentro da sala, fez um buraco no teto. O Açude Velho tava no nível do calçamento, e a água forçando aquelas paredes de vidro. Aqueles carros que eles usam são alugados e o medo deles em ter algum prejuízo com os carros importados. Tudo ali era pra fazer imagem”, revelou o ex-colaborador.

Com Paraíba Feminina

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

VÍDEO: Confira possível esgoto sendo lançado no Açude Velho em CG

Chega a ser assustadora a cena gravada por um morador na tarde desta sexta-feira (24), no principal cartão postal de Campina Grande: O Açude Velho.

Como por ser visto nas imagens, uma imensa mancha vinda de um possível esgoto é despejada nas águas do local.

Confira, no vídeo, o momento em que tudo acontece.

Blog do BG PB com NotíciaCerta

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

A FONTE SECOU: Justiça encontra apenas R$200 nas contas bancárias de donos da Braiscompany

Atendendo a uma determinação do juiz da 11º Vara Cível da Capital, para penhora junto ao sistema SISBAJUD de valores nas contas do casal Antônio Neto e Fabrícia Farias no montante de até R$ 45 milhões, o sistema deu retorno com uma informação surpreendente.

Juntas, as contas dos donos da Braiscompany pesquisadas em todos os bancos somam meros R$200.

A ordem de bloqueio atendeu a um pedido do MP-Procon em ação movida contra a Braiscompany.

Segundo as informações repassadas ao juiz titular do processo, Carlos Eduardo Leite Lisboa, foram encontrados míseros R$ 74,78 nas contas de Antônio, enquanto o saldo de Fabrícia é de apenas R$ 125,29.

Diante do resultado, o magistrado deu prazo para que o MP-Procon se pronuncie.

Considerados foragidos desde a semana passada, Antônio e Fabrícia foram alvos de um novo mandado de prisão da Justiça Federal nesta sexta-feira. O juiz da 4º Vara, Vínicius Costa Vidor, determinou a inclusão do nome dos dois no rol de procurados pela Interpol.

HoraAgora

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Pastor evangélico de CG tinha quase R$ 1 milhão na Braiscompany

Um pastor evangélico bastante conhecido, ex-chefe de uma igreja evangélica de Campina Grande/PB, vai ter que explicar a origem dos quase R$ 1 milhão depositados em criptomoedas na empresa Braiscompany.

A autoridade pentecostal acionou advogados na tentativa de reaver o valor investido na empresa, mas acabou descobrindo que além do possível prejuízo, vai ter muitas dores de cabeça para explicar a origem do montante.

O religioso não teve o nome revelado porque os advogados da empresa e o próprio Ministério Público solicitaram o sigilo nas investigações.

O pastor tem mais de 60 anos de idade e até pouco tempo era o líder de uma das mais tradicionais igrejas evangélicas da cidade Rainha da Borborema.

Blog do BG PB com MárcioRangel

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

URGENTE: Juiz decreta prisão preventiva dos donos da Braiscompany e manda avisar à Interpol

NÚMEROS IMPRESSIONAM Braiscompany movimentou R$ 1,5 bi e mais de R$ 15 milhões de clientes foram bloqueados após Halving - Helder Moura
A Justiça decretou nesta sexta-feira (24), as prisões preventivas de Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos, proprietários da empresa Braiscompany.

Contra os dois existia um mandado de prisão temporária, que não chegou a ser cumprido já que o casal está foragido.

Diferente da temporária, a prisão preventiva não tem validade para acabar. A nova decisão do  juiz Vinício Costa Vidor, da 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande, atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF).

“Dessa forma, estando presentes os requisitos do art. 312, parágrafo único, c/c 313, I, do CPP, acolho a representação do MPF e decreto a prisão preventiva dos investigados Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos”, disse Vidor, prosseguindo.

“Adote a Secretaria as diligências necessárias à expedição dos mandados de prisão e de sua inclusão em difusão vermelha, encaminhando, em seguida, o conjunto de documentos à Superintendência da Polícia Federal na Paraíba para solicitação da difusa à Interpol”.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Gerentes da Braiscompany são “indispensáveis” para a empresa e estão na mira da investigação do MP

Líder da Braiscompany culpa Binance por atrasos nos pagamentos e provoca: "Quem sair vai ser multado" | Portal do Bitcoin

Os brokers, dentre eles gerentes e gerentes select que atuam como tal, da BraisCompany, corretora de criptoativos sediada em Campina Grande alvo da Operação Halving da Polícia Federal, estão tentando apagar vestígios digitais das relações e ligações profissionais com a empresa de Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias. Entretanto, esses profissionais já integram o escopo da investigação do Ministério Público da Paraíba e são apontados como “indispensáveis” para os negócios sob suspeita da BraisCompany.

As ações para encobrir as relações com a corretora de criptoativos são variadas: mudança de usuários, apagam citações na biografia, fotos e destaques estão sendo suprimidos, principalmente no Instagram. Além disso, perfis estão sendo privados (fechados, como é popularmente conhecido) e os comentários bloqueados.

De acordo com o MP, o broker é um “intermediário”, uma espécie de “corretor, para realização das operações de compra e venda que os investidores pretendem realizar”. Além disso, os brokers são apontados na investigação como captadores de clientes, quem arregimentam os investidores.

Para investimentos de grande porte, com cifras altas, o MP destaca que “a intermediação de um broker é indispensável”.

“Os clientes são arregimentados pelos brokers da BRAISCOMPANY, que são espécies de corretores/intermediários, cujo papel é o de ser intermediário na realização das operações de compra e venda que os investidores pretendem realizar. Em situações em que o valor e o volume das transações é alto, a intermediação de um broker é indispensável, visto que esta é a pessoa a quem o cliente acredita ter a expertise necessária para lidar com as criptomoedas investidas, sendo bastante persuasivos em convencer os pretensos investidores”, versa o MP na investigação.

(Imagem: Reprodução/MPPB)

As contas dos brokers que operam em exchanges, como a Binance, para a BraisCompany foram alvo de pedidos de bloqueios por parte do Ministério Público. Indicando assim a participação efetiva da classe nos negócios da empresa.

“Dessa forma, se faz urgente e necessário o bloqueio das contas existentes nas exchanges em nome de todos os brokers da BRAISCOMPANY. Em razão da obstaculização das informações por parte da empresa ré, se faz necessário igualmente a adoção de medidas cabíveis de urgência, para preservação de toda a coletividade. Não é possível, sem decisão judicial, mensurar todos os brokers que atuam na empresa BRAISCOMPANY, sendo de imperiosa relevância que seja determinado que tal informação seja prestada a fim de melhor elucidar os fatos”, diz o MP.

(Imagem: Reprodução/MPPB)

Nota-se a importância dos brokers para os negócios da empresa de Antônio Neto Ais, vide o MP destacar que é de “imperiosa relevância” que as informações sobre todos os brokers da empresa sejam levantadas.

As investigações também apontam que os brokers são utilizados como subterfúgio da BraisCompany, num possível intuito de operar às margens da legislação sobre o mercado financeiro no país: “no entanto, os atos da empresa ré são de tamanha relevância que, ainda que desnecessário, pois já configurada a circunstância ensejadora à aplicação da Teoria Menor da desconsideração da personalidade jurídica, este Parquet demonstra ao longo desta exordial, o efetivo abuso da personalidade jurídica da empresa, operando, por diversas vezes, através de pessoas físicas, utilizando-se dos ‘brokers’ para realizar as operações”.

(Imagem: Reprodução/MPPB)

Denotando de forma direta que os brokers também são alvos de investigação, o MP solicitou à BraisCompany a “relação de brokers, contendo nome completo, CPF, telefone e endereço residencial, bem como o vínculo jurídico (contratual ou CLT)”.

(Imagem: Reprodução/MPPB)

Ostentação dos brokers

Fotos em carros de luxo, uso de jatinhos, presença em imóveis de grande valia, usando relógios caros, viagens nacionais e internacionais, finais de semana em destinos paradisíacos, confraternizações pomposas. Essa é uma pequena lista do que os brokers e gerentes compartilhavam em suas redes sociais, tudo de forma pública – até pouco tempo atrás.

Esse “estilo de vida de luxo dos brokers” foi destacado, e assim tachado, na investigação do Ministério Público. Conforme a investigação, essas ações faziam “parte da estratégia de marketing e captação de clientes da empresa”, do qual os brokers também faziam parte, junto com os donos da BraisCompany, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias.

ParaíbaJá

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.