Polêmica

Tiago Reis e Braiscompany: “fico triste pelas famílias que perderam dinheiro”

Tiago Reis em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre criptomoedas

O fundador da Suno (empresa de investimentos), Tiago Reis, que denunciou o possível esquema da Braiscompany em sua Operação Faraó, em 2020, disse que não tem mais o que falar sobre a empresa, após internautas pedirem sua opinião sobre o assunto.

Processado pela Braiscompany no passado, ele quase não comentou sobre a empresa em meio aos atrasos de pagamentos aos clientes.

Além disso, Reis tem buscado se afastar das denúncias de pirâmides financeiras no Brasil, indicando que lhe deu mais dor de cabeça que resultados positivos.

Em uma sessão de perguntas e respostas com seguidores pelo Instagram, Tiago Reis declarou que não vai mais expor pirâmides financeiras no Brasil.

De acordo com ele, não compensa seguir com seu trabalho de divulgar golpes, apesar de seus acertos em acabar com esquemas que lesavam investidores no Brasil. Isso porque, sua Operação Faraó lhe rendeu dores de cabeça, então não seguirá derrubando esquemas.

Mesmo assim, ele deixou uma dica final para seus seguidores evitarem cair em pirâmides financeiras. Simples, a dica é que as pessoas devem evitar promessas de lucros altos e buscarem investimentos regulados.

Tiago Reis fala sobre a Braiscompany

Com líderes foragidos, saques de clientes atrasados e a PF ordenando que parte das operações da Braiscompany fossem suspensas, investidores que confiaram na empresa seguem em agonia com o fim do esquema.

Prometendo lucros de até 8% ao mês com a suposta locação de criptomoedas, a Braiscompany começou a atrasar saques culpando a Binance pelos travamentos de saques.

Após a Operação Halving da PF, ficou claro que tudo não passavam de desculpas, e os sócios do negócio seguem foragidos para evitar a prisão.

Em resposta a um seguidor, que perguntou se Tiago Reis não pode mais falar da Braiscompany, ele disse apenas que no estágio atual da empresa, não há mais o que falar.

Além disso, ele disse lamentar o prejuízo sofrido pelas famílias que confiaram no negócio suspeito da Paraíba, que atrasa saques desde novembro de 2022.

Por fim, Reis declarou, na última terça-feira (21), que não sente prazer em falar “eu avisei”, antes que a empresa comprovasse ser um golpe, como ele suspeitava.

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Polêmica

Donos da Braiscompany podem ter cometido pelo menos cinco crimes; entenda

Imagem da matéria: Braiscompany faz post no Twitter sobre "boas práticas" com donos foragidos da Justiça e empresa interditadaFundador da Braiscompany e esposa entrando em sede da empresa

De acordo com os mandados de prisão de Antônio e Fabrícia, aos quais o casal é suspeito de ter cometido pelo menos cinco crimes.

A lista começa com a infração à Lei nº 1.521, ligada aos crimes contra a economia popular. Trata-se da forma como as pirâmides financeiras geralmente são enquadradas pela lei brasileira.

O art. 2º descreve ser crime “obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos”. Outro trecho do artigo enquadra na lei também a violação de “contrato de venda a prestações, fraudando sorteios ou deixando de entregar a coisa vendida, sem devolução das prestações pagas”.

A lista de acusações contra os donos da Braiscompany continua com a infração ao artigo 296 da Lei nº 2.848, que trata sobre falsidade documental.

O artigo em questão diz ser crime “falsificar, fabricando-os ou alterando-os: I – selo público destinado a autenticar atos oficiais da União, de Estado ou de Município; II – selo ou sinal atribuído por lei a entidade de direito público, ou a autoridade, ou sinal público de tabelião”.

A Braiscompany já foi denunciada no passado por mentir sobre ter vínculos com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). Em 2020, a entidade precisou vir a público desmentir a Braiscompany, que dizia possuir o selo da ANBIMA. Não só a empresa não era associada, como também não era aderente aos Códigos de Melhores Práticas da ANBIMA.

Os outros três crimes que os donos da Braiscompany são acusados de terem cometido estão baseados na Lei nº 7.492, que trata dos crimes contra o sistema financeiro nacional. No mandado de prisão, constam as infrações aos artigos 4, 7 e 16 da lei.

O art. 4º diz ser crime gerir fraudulentamente instituição financeira, com o art. 7º condenando a emissão, oferta ou negociação de títulos ou valores mobiliários sem registro prévio de emissão junto à autoridade competente.

Já o art 16º estabelece ser crime operar, sem a devida autorização, uma instituição financeira, inclusive de distribuição de valores mobiliários ou de câmbio.

A Braiscompany nunca teve autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou do Banco Central para captar e fazer gestão de dinheiro de investidores. O uso de Bitcoin para captar fundos dos clientes era inclusive considerado por ex-funcionários como uma estratégia da empresa para tentar escapar da vigilância dos reguladores.

As penas apenas dos crimes contra o sistema financeiro nacional passam dos 12 anos de reclusão e multa.

Portal do Bitcoin

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Paraíba

VÍDEO: Secretário de Cultura de Piancó se empolga com dançarina no palco e viraliza nas redes

O secretário de Cultura de Piancó, Ângelo Filho, protagonizou uma cena polêmica, no último domingo (19), durante o carnaval do município.

Ao ser convidado pelos dançarinos para cima do palco, Ângelo se empolgou com a dançarina e as cenas vocês podem conferir abaixo:

Blog do BG PB

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Mundo

Aliado de Lula, presidente da Colômbia defende que ex-traficantes fiquem com lucro da venda de drogas

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, apresentará ao Congresso um projeto de lei que oferece aos narcotraficantes de seis a oito anos de prisão em troca de “abandonarem” o tráfico de drogas. Entre outros benefícios está a possibilidade da manutenção de 6% do patrimônio conquistado com a venda de entorpecentes. O projeto leva o nome de “paz total”.

“Essas organizações criminosas devem assumir responsabilidades, dar a verdade às vítimas, desmantelar os aparatos criminosos, entregar reféns, menores recrutados, armas, inventários de bens, rotas do narcotráfico, mecanismos de lavagem de ativos, dizer quem são seus colaboradores e, se isto acontecer, podem se submeter à Justiça com certos benefícios”, disse o congressista governista Alirio Uribe, um dos redatores do texto, à Blu Radio.

O projeto de lei está sendo avaliado por um órgão consultivo da Colômbia em temas de política criminal e tráfico de drogas e, após a sua aprovação, será enviado para debate no Congresso.

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Os benefícios sugeridos são reservados a grupos de organização criminosa que não tenham “origem política” e que “tenham vontade de entregar as armas”. O texto não deixa claro como seria uma avaliação de que uma organização criminosa tenha desejado abandonar seus armamentos e nem determina se um grupo guerrilheiro como as Farc, que quer se tornar um partido político, possui “origem política”.

“Após a permanência na prisão, eles terão um período adicional de quatro anos, uma espécie de liberdade condicional, com atividades de reparação às vítimas”, disse o ministro da Justiça, Néstor Osuna

Revista Oeste

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Polêmica

CASO BRAISCOMPANY: PF informa bloqueio de R$ 15,3 milhões em contas de investigados

Braiscompany é alvo de operação da PF que apura suspeita de crimes contra o  sistema financeiro | Paraíba | G1
A Polícia Federal informou nesta quarta-feira (22/02) que foram bloqueados aproximadamente R$ 15,3 milhões em contas de pessoas ligadas a Braiscompany e investigadas junto à Exchanges, onde os investimentos com criptmoedas são realizados.

A operação contra a financeira de Antônio Neto Ais ocorreu na semana passada em Campina Grande, João Pessoa e São Paulo. Os donos da Braiscompany, Antônio Neto e Fabrícia Campos, são considerados foragidos da Justiça.

Ainda segundo a Polícia Federal, ainda não há informações sobre os bloqueios no sistema financeiro tradicional. Os valores ainda estão sendo levantados.

A operação contra a Braiscompany mira contratos avaliados em até R$ 1,5 bilhão. A financeira com sede em Campina Grande é alvo de denúncias de calote de milhares de clientes que investiram em criptomoedas.

Braiscompany faz post no Twitter sobre “boas práticas” com donos foragidos da Justiça e empresa interditada

Blog do BG PB com MaurílioJR

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Polêmica

Braiscompany faz post no Twitter sobre “boas práticas” com donos foragidos da Justiça e empresa interditada

Com as atividades suspensas a pedido da Ministério Público e seus fundadores na condição de foragidos da Justiça, a Braiscompany ainda assim tenta manter alguma aura de normalidade. Nesta terça-feira (21), a empresa fez uma publicação em seu canal no Twitter falando sobre a importância da regulação no mercado de criptomoedas.

“Esse ano, o mercado cripto será marcado pela conformidade regulatória e pela proteção do usuário”, afirma a empresa na publicação. Para finalizar, emenda: “Aqui o futuro e as boas práticas de governança são hoje”.

O texto vem acompanhado de algumas hashtags: conformidade, transparência, responsabilidade e ética. O Twitter da Braiscompany está fechado e apenas pessoas que já seguiam o perfil da empresa podem ver a publicação.

Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, o casal que criou a empresa, foram alvos de mandados de prisão temporária, mas seguem foragidos.

A Braiscompany, empresa suspeita de criar um esquema de pirâmide financeira com criptomoedas que movimentou R$ 1,5 bilhão, foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última quinta-feira (16).

No dia 17 de fevereiro, o juiz Carlos Eduardo Leite Lisboa, do Tribunal de Justiça (TJ) da Paraíba, concedeu bloqueio de R$ 45 milhões dos bens e dos automóveis registrados em nome da companhia, embora não tenha autorizado o arresto destes bens.

O juiz, ainda negou o bloqueio de transações feitas pela Braiscompany junto à diversas exchanges de criptomoedas, como Binance, Coinbase e Kraken, por exemplo.

Também na sexta, o perfil no Instagram Ais revelou que ele pode estar na Argentina, localidade que pode ser consultada através de um storie postado por ele — ou algum assessor— que dizia: “Força para lutar, fé para vencer”.

CASO BRAISCOMPANY: Após perder R$ 800 mil, advogada vira expert em “criptocalotes”

Portal do Bitcoin

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Polêmica

VÍDEO: Especialista afirma que reitor da UFPB agiu de ‘má fé’ ao usar sistema de cotas

O professor José Baptista de Melo Neto, ex-secretário da Comissão de Heteroidentificação Discente da UFPB, foi contundente hoje (22), durante entrevista à rádio Band News FM Manaíra (103,3 MHZ) ao falar sobre a polêmica envolvendo o ingresso do reitor da instituição no curso de Engenharia de Produção através do sistema de cotas.

“Ele agiu de má fé”, disse Neto, que também é professor universitário.

No último dia 14, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) acolheu pedido do Ministério Público Federal (MPF), realizado em ação civil pública, e determinou a exclusão do professor Valdiney Gouveia da lista de aprovados por utilizar, de modo indevido, o sistema de cotas sociais.

Segundo manifestação do órgão ministerial, ele concluiu o ensino médio há mais de 39 anos e, atualmente, tem duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Diante disto, o Tribunal entendeu, por unanimidade, que a Lei 12.711/2012 tem caráter social e não deve ser direcionada a pessoas com graduação.

“Nosso interventor burlou o sistema de cotas porque ele concluiu o ensino médio em escola pública, mas isso foi a 39 anos. Depois disso, ele concluiu duas graduações, um mestrado, um doutorado e é professor universitário. Ele não pode invocar algo que aconteceu 39 anos atrás, antes até da lei de cotas, para usar as cotas. Ele não tem direito de usar a lei de cotas. Não posso invocar a validade de uma lei com efeito retroativo. Ao fazer isso, ele usa da mais completa má fé para com a instituição que ele dirige”, afirmou José Baptista.

ParlamentoPB

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Polêmica

Após 5 anos, ministro Dino anuncia que PF vai investigar quem matou Marielle

PM tentou atrapalhar investigações sobre o assassinato de Marielle, aponta relatório da PF | Rio de Janeiro | G1
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou nesta quarta-feira (22) que determinou a instauração de um novo inquérito da Polícia Federal para ampliar a colaboração com as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, que conduzia o veículo em que ela estava. O crime completa cinco anos no dia 14 de março e ainda não houve conclusão sobre mandantes e motivações. “Estamos fazendo o máximo para ajudar a esclarecer tais crimes”, disse o ministro, ao anunciar a medida nas redes sociais.

Dino publicou imagens de uma portaria do Setor de Inteligência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, segundo o qual o delegado Guilhermo de Paula Machado Catramby é o responsável pelo caso. A portaria instaura o inquérito determinando que as investigações apurem todas as circunstâncias que envolvem os crimes.

As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontaram o sargento reformado e expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Ronnie Lessa como o autor dos disparos, com colaboração do ex-policial militar Élcio Queiroz.

Eles estão presos preventivamente desde 2019 e respondem por duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima) e pela tentativa de homicídio contra uma assessora de Marielle, que também estava no veículo e sobreviveu.

Agência Brasil

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Polêmica

FORAGIDO: Dono da Braiscompany desativa rastreador que mostrava ele na Argentina; entenda

Ordens de prisão contra donos da Braiscompany inclui crimes de pirâmide e  falsificação; veja os documentos | Portal do Bitcoin
O dono da Braiscompany, Antônio Neto Ais, desativou o dispositivo de localização do seu perfil no Instagram, depois da ferramentar apontar que ele estaria na Argentina.

Foragido desde a operação da Polícia Federal deflagrada contra a Braiscompany, na semana passada, Toin tem seu paradeiro desconhecido até o momento. Há contra ele e a esposa Fabrícia Campos, sócia da Braiscompany, mandados temporários de prisão.

Polêmica FORAGIDO: Após postagem, dono da Braiscompany deixa “escapar” possível localização; confira detalhes

No último dia 10 de Janeiro, o Blog do BG PB informou que ele havia sido flagrado no país vizinho, passeando com a família, enquanto a crise se agravava ainda mais na empresa.

A operação contra a Braiscompany mira contratos avaliados em até R$ 1,5 bilhão. A financeira com sede em Campina Grande é alvo de denúncias de calote de milhares de clientes que investiram em criptomoedas.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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Polêmica

VÍDEO: Tribunal nega pedido de ‘Justiça Gratuita’ feito por investidores da Braiscompany; entenda

O advogado Alberto Araújo, de Brasília, de quem, cuja mulher também foi vítima da Braiscompany, publicou um vídeo com um passo a passo sobre o que fazer para dinheiro de volta à empresa.

Dentre as informações divulgadas pelo advogado, já existem cerca de 60 (sessenta) ações abertas contra a empresa, que a maioria das pessoas está pedindo atendimento jurídico gratuito e que os juízes não estão concedendo “Justiça Gratuita”.

Araújo afirma que esse tipo de processo é demorado e que uma ação que será ajuizada após o fim do Carnaval 2023 deve demorar cerca de dois anos para ser concluída.

Blog do BG PB com PortalDaCapital

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