Circula nas redes sociais, desde à noite da quinta-feira (24/02), uma declaração do empresário paraibano Antônio Ais, que é fundador da Braiscompany e que está foragido.
O vídeo mostra Antônio, que está com os bens bloqueados por decisão judicial, dizendo que “quem tiver mato pra limpar, carro pra lavar, sapato para engraxar, cachorro pra dar banho… conta comigo“.
O empresário ainda diz na mesma gravação que está precisando de trabalho.
“O trabalho que tiver… eu preciso“, frisou.
Não se sabe porém, se o vídeo é ou não recente, mas, apenas que a gravação viralizou.
A identidade do homem preso após ser flagrado com duas malas recheadas de dinheiro no Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa foi revelada hoje (24). O homem que transportava as malas com R$ 2 milhões era Eder Francisco da Silva Santos, natural de São Paulo, motorista de aplicativo e músico, tendo dito em depoimento que toca acordeon..
O dinheiro, segundo Eder Francisco, teria como destino Felipe Alcântara. Ele declarou à Polícia Federal que, pelo que sabe, Felipe trabalha com reestruturação de empresas. Apesar de o dinheiro ser destinado a Felipe Alcântara, de acordo com o preso, ele ainda iria receber a orientação para quem iria entregar as malas.
Inicialmente, não há informações de envolvimento de políticos com o dinheiro apreendido. O termo de declaração, não cita qualquer político. No entanto, o caso segue sendo investigado pela Polícia Federal, que deverá esclarecer as perguntas que ainda faltam ser respondidas.
Assim que o homem foi preso, dois advogados criminalistas chegaram ao aeroporto para acompanhar o depoimento junto à Polícia Federal. Os dois advogados foram identificados como Felipe Pedrosa Tavares Teófilo Machado, advogado criminalista e Jannyleyde da Silva Milanes, conhecida por Janny.
O preso declarou à Polícia Federal que não era proprietário do dinheiro e que estaria apenas trazendo as malas de São Paulo para João Pessoa. O destino do montante seria o “patrão” do declarante, conhecido como Felipe Alcântara.
O homem foi indagado como seria possível ter um patrão se não tinha emprego formal. Ele disse que “patrão” é uma gíria usada em São Paulo, mas que estava fazendo o serviço de transporte de Felipe Alcântara com frequência.
De acordo com o depoimento do preso, ele foi abordado por Felipe e perguntado se aceitaria vir a João pessoa transportando uma quantia que seria utilizada para uma compra. Ficou acordado que ele iria receber R$ 1.500 para fazer a viagem. Também disse em depoimento que as malas são de propriedade dele mesmo e recebeu o dinheiro no próprio aeroporto em São Paulo, que lhe foi entregue por um homem desconhecido.
Quando o preso chegou ao estacionamento do aeroporto em São Paulo, o homem que entregou o dinheiro já estava à sua espera. O dinheiro estava em sacolas e foi colocado dentro das malas para a viagem. As passagens teriam sido compradas pelo homem pelo próprio Felipe Alcântara e esta seria a primeira vez que Eder fazia um serviço desse tipo para ele.
Juntamente com o dinheiro, foi apreendido pela Polícia Federal um smartphone, cartões bancários, documentos de identificação do homem preso, além de documentos relacionados ao voo.
De acordo com o termo de depoimento, quando as malas de Eder Francisco passaram pelo raio-x do aeroporto, o agente da Polícia Federal que monitorava o equipamento percebeu imagens repetidas. O responsável pelas malas declarou que seriam roupas. Quando as malas foram abertas, foram constatados vários maços de cédulas.
A prisão aconteceu no dia 16 de fevereiro. O dinheiro foi apreendido e contabilizado no dia seguinte. O valor total encontrado nas malas foi de R$ 1.999.470, de acordo com a Polícia Federal. A Polícia Federal informou ao ClickPB que, ao todo, estavam nas malas o total de R$ 1,2 milhão em notas de R$ 100; R$ 600 mil em notas de R$ 50; e R$ 80 mil em notas de R$ 200.
Carlinhos Maia está no meio de mais uma polêmica depois que seu banco digital, o Girabank, criando em 2022, está sendo acusado de aplicar golpes em correntistas.
Segundo o portal EM OFF, funcionários usaram as redes sociais para denunciar os supostos golpes.
No perfil do Instagram, os funcionários escreveram, já sem paciência com as polêmicas:
“Esta conta não está hackeada, somente a equipe de marketing do banco que cansou de ser enganada”, disseram.
O caso dos supostos golpes vieram a tona após o influenciador Gus Lara fazer uma sequência de stories relatando a dor de cabeça que estava tendo com o banco digital.
“Te garanto que aqui você vai conhecer toda a verdade”, começou. Em seguida, afirmou que o Girabank estaria “roubando” dinheiro de correntistas, além de outros golpes. Para completar, pessoas estariam com dificuldades para fazer transações pelo aplicativo.
Erick Maia, um dos correntistas que se diz afetado, afirmou que perdeu R$8 mil: “Estou tendo crises de choro. Destruíram o sonho de dar a casa nova da minha mãe”, relatou. Gus Lara disse ter tido R$500 retidos pelo banco e nunca devolvidos.
Um cliente da Braiscompany recorreu à Justiça do Distrito Federal a fim de recuperar parte do investimento aplicado na financeira de Campina Grande, mas não obteve sucesso.
O autor da ação mora em Patos, no Sertão da Paraíba, o que fez a juíza Gláucia Barbosa Rizzo da Silva apontar falta de competência para julgar o pedido.
A magistrada registrou que “a escolha aleatória de foro pode configurar abuso de direito”.
Ela diz que “no caso sob exame, o autor tem domicílio em Patos-PB e a ré tem sede também no Estado da Paraíba. E, não obstante possua a requerida filial em Brasília, é certo que também têm em outros Estados. Ademais, não há contrato firmado com eleição do foro.”
Na Justiça da Paraíba, vários clientes da Braiscompany tentam desde janeiro recuperar os investimentos aplicados na empresa de Antônio Neto Ais, mas todos sem sucesso.
Após a Operação da Polícia Federal na semana passada, o Ministério Público pediu à Justiça o bloqueio de bens da Braiscompany avaliados em R$ 45 milhões. Este, sim, foi atendido.
Desta vez, o humorista Lucas Velloso fez mais uma piada envolvendo a crise da Braiscompany e os gerentes da empresa de criptomoedas. No vídeo publicado nas redes sociais, o ator faz uma comparação com a evolução dos diretores à frente da empresa.
”Olha os resultados, vem ser feliz com a gente, vem ser chicocompany”, diz um trecho da encenação. Logo após, em tom jocoso e irônico, o humorista faz um linha do tempo e mostra como os profissionais retrocederam com o aparente sucesso da empresa. “oi, pessoal, eu trabalhei há 5 anos na empresa e estou colaborando com as investigações e pedindo a Deus um milagre”.
Além da zoação, ontem (23), os advogados da Braiscompany emitiram nota orientados funcionários a procurarem assistência jurídica após ficarem desempregados, já que segundo o escritório de advocacia, não teria mais ninguém ‘no comando’ da empresa.
Coincidência ou não dessa piada do Lucas Velloso, a verdade é que todo mundo está pulando fora do barquinho da ChicoCompany
O escritório de Advocacia Orlando Virgínio Penha & Associados, que representa a Braiscompany, emitiu uma nova nota de esclarecimento, nesta quinta-feira (23/02), depois de orientar os colaboradores da financeira a buscar assistência jurídica em meio a situação que eles trataram como “falência”.
— Orientamos, por fim, que cessem as publicações nas redes sociais, assim como qualquer assinatura de contratos administrativos e afins, com o fito de cumprir fielmente a ordem judicial — disseram no primeiro comunicado. Confira clicando aqui.
No novo comunicado, o jurídico agora diz que “informamos que não decretamos, tampouco temos poderes para decretar, a demissão de qualquer colaborador ou a rescisão de contratos dos prestadores de serviço.”
— O comunicado foi enviado internamente devido aos inúmeros questionamentos que recebemos dos colaboradores, acerca do que deveriam fazer diante da suspensão das atividades da empresa. Por se tratar de uma questão jurídica, na qual os interesses são conflitantes, orientamos que, conforme dita o Código de Ética da OAB, cada um procurasse a orientação de outro advogado, tendo em vista que o escritório já representa a empresa em questões cíveis e trabalhistas.
Na primeira nota, o escritório de Advocacia Orlando Virgínio Penha & Associados trata os donos da Braiscompany, Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos como foragidos, e também diz que “sequer foi demandado para ajuizar ação de recuperação judicial ou de falência, nem recebeu informações sobre possíveis fundos da empresa capaz de fazer a empresa se recuperar.”
O escritório de Advocacia Orlando Virgínio Penha & Associados, que representa juridicamente a BraisCompany, por meio de informativo, nesta quinta-feira (23), tratou os donos da empresa, Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos, como “foragidos“.
“Por fim, foi decretada pela Justiça Federal a prisão dos sócios da empresa, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabricia Farias Campos, que atualmente se encontram no status de ‘foragidos’. Portanto, a empresa, por opção própria, não tem diretores aptos a responder indagações administrativas, uma vez que tudo era comunicado diretamente pelos Srs. Antônio Neto e Fabrícia Campos, que hora se encontram foragidos”.
Empresários são alvos de mandado de prisão temporária no escopo da Operação Halving, deflagrada na semana passada pela Polícia Federal. O casal não foi localizado e por isso está com status de foragido da Justiça.
O deputado federal, Cabo Gilberto (PL), defendeu nesta quinta-feira (23), o requerimento apresentado pelo advogado Raoni Vita ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, para que realize um plebiscito, a fim de consultar a população pessoense sobre a mudança do nome da cidade.
Gilberto afirmou que entende que o nome da cidade não é o principal problema a ser resolvido no momento, mas defende que o plebiscito seja feito. O deputado também defendeu que a bandeira do estado da Paraíba, fosse alterada.
“A nossa Capital no meu entendimento, deveria ser o nome que era antes de 1930. Como também, principalmente a bandeira do estado da Paraíba, deveria voltar para o que era antes de 1930”, disse o parlamentar.
O nome defendido pelo deputado é de Paraíba do Norte, que foi o nome da Capital paraibana até 4 de setembro de 1930, quando teve seu nome mudado para João Pessoa, em homenagem ao Presidente do Estado, assassinado no Recife, em plena campanha política.
O escritório de Advocacia Orlando Virgínio Penha & Associados, que representa a Braiscompany, anunciou nesta quinta-feira (23) a demissão em massa dos colaboradores da financeira.
Em nota divulgada, o escritório de advocacia informou que “a empresa, por opção própria, não tem diretores aptos a responder indagações administrativas, uma vez que tudo era comunicado diretamente pelos Srs. Antônio Neto e Fabrícia Campos“.
Além disso, a nota recomenda que os colaboradores da empresa procurem assistência jurídica particular para orientação individual, e que cessem as publicações nas redes sociais, bem como qualquer assinatura de contratos administrativos e afins, para cumprir fielmente a ordem judicial.
De acordo com o escritório, não foi demandado para ajuizar ação de recuperação judicial ou de falência, nem recebeu informações sobre possíveis fundos da empresa capaz de fazer a empresa se recuperar.
Partir para as ruas é a solução para driblar a situação de desemprego para centenas de pessoas na capital paraibana. De acordo com dados da Associação dos Ambulantes e Trabalhadores em Geral da Paraíba (Ameg), o número de vendedores ambulantes aumentou 42,85% no último ano. Márcia Medeiros, presidente da associação, informou que o número passou de 350 para mais de 500 em um ano.
“Um crescimento em torno de 43% de ambulantes na região central que infelizmente não para de crescer em razão da falta de oportunidade no mercado formal”, declarou.
Já segundo a Secretaria de Desenvolvimento e Controle Urbano (Sedurb), a área central da cidade abriga 500 ambulantes cadastrados desde o ano de 2021, data do último cadastramento. O montante atual, no entanto pode ser maior já que, de acordo com a Ameg, os números aumentaram após o período mais severo de pandemia da Covid-19.
A maior concentração de ambulantes está no entorno do Parque Solon de Lucena, onde a população em geral chega a encontrar dificuldades para locomoção. Apesar da desorganização com inúmeros tabuleiros ou bancas montadas nas calçadas, a maioria das pessoas que frequentam o Centro da cidade, não são contra a ocupação dos vendedores ambulantes.
A dona de casa Marlene de Sousa, por exemplo, argumenta que a situação não é de culpa ou responsabilidade dos vendedores, já que estão em busca do seu sustento. “Acredito que essas pessoas estão aqui por falta de oportunidades. É melhor termos um monte de camelôs nas ruas do
que o aumento na criminalidade”, comparou.
A presidente da Associação dos Ambulantes e Trabalhadores em Geral da Paraíba (Ameg), Márcia Medeiros, disse que a categoria sente a ausência de programas que sejam direcionados aos trabalhadores. Porém, informou que está em diálogo constante com a Prefeitura de João Pessoa em busca de melhores condições para os ambulantes.
Ela revelou que existem alguns projetos em andamento, e que um dos principais é a construção de novos shoppings populares, com maior estrutura para os vendedores. “Outra proposta da Associação dos Ambulantes é a criação de Feiras Livres Intermitentes no Centro da cidade para contemplar os ambulantes que trabalham com frutas e legumes na região”, afirmou.
A Associação tenta, ainda, o sonho antigo da construção de um shopping a céu aberto para os ambulantes. “Desde o ano de 2012 temos esse sonho para nossa cidade. Inclusive a prefeitura tem feito avaliações sobre esse sonho e continuamos aguardando”, revelou.
No sentido de solucionar o problema de ocupação irregular do uso do espaço público na região central da cidade, o prefeito Cícero Lucena, anunciou, em novembro do ano passado, a construção de um novo shopping popular. O empreendimento, que deverá ser construído este ano, será denominado ‘Shopping Solon de Lucena’. A prefeitura estima que as obras comecem ainda no primeiro semestre deste ano.
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