Polêmica

Prefeitura de Campina Grande pede desculpas a Flávio José por reduzir tempo de show do cantor no Parque do Povo; confira nota


A Prefeitura de Campina Grande se manifestou na tarde deste sábado (03) sobre o episódio envolvendo o cantor paraibano Flávio José, na segunda noite de shows do São João, no Parque do Povo.

Flávio José teve o show reduzido em 30 minutos em razão de um maior tempo para o cantor sertanejo Gusttavo Lima se apresentar.

Bruno fala sobre redução do show de Flávio José e se exime de culpa: “Não sou gerente de palco”

Em nota publicada nas redes sociais, a PMCG pediu desculpas ao cantor paraibano e afirmou que cobrará da empresa que administra a festa “que nossos artistas sejam respeitados e possam engrandecer o São João de Campina Grande.”

A Prefeitura diz que “infelizmente, não conseguimos controlar a ordem dos shows, responsabilidade da empresa que venceu a licitação e realiza a festa.”

Veja, abaixo, a nota completa:

A Flávio José, nossa solidariedade e sinceras desculpas.

Nós respeitamos todos os artistas e queremos fazer um evento que valorize a nossa cultura e a tradição de 40 anos do Maior São João do Mundo. Esta é uma edição com o maior número de atrações regionais.

Nomes que nos orgulham, como Flávio José, Alcymar Monteiro, Chico César, Capilé, Biliu de Campina e tantos outros. Infelizmente, não conseguimos controlar a ordem dos shows, responsabilidade da empresa que venceu a licitação e realiza a festa.

Mas estamos atentos e cobrando para que nossos artistas sejam respeitados e possam engrandecer o São João de Campina Grande.

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Bruno fala sobre redução do show de Flávio José e se exime de culpa: “Não sou gerente de palco”

Empréstimo de Trezentos Milhões: Campina Grande está quebrada? - Por Gildo Araújo - Polêmica Paraíba - Polêmica Paraíba
O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), se manifestou na tarde deste sábado (03), sobre o episódio envolvendo o cantor paraibano Flávio José, na segunda noite de shows do São João, no Parque do Povo.

Flávio José teve seu show reduzido em 30 minutos em razão de um maior tempo para o cantor sertanejo Gusttavo Lima se apresentar.

“Sou forrozeiro raiz. Há três anos consecutivos, Flávio José é o artista mais ouvido no meu Spotify Brasil . Lamento muito o ocorrido ontem, durante as passagens de som de uma banda pra outra, que terminou encurtando em 20min a apresentação de Flávio. Minha solidariedade a ele”, escreveu nas redes sociais.

Bruno acrescentou dizendo que “Nem mesmo este problema vai tirar o brilho da edição mais bonita do São João e o fato de que a edição de 40 anos é, disparada, a que mais contempla nossas raízes é nossa regionalidade. Isso é um fato e os fatos falam mais que narrativas.”

“Por mais que alguns queiram criar essas “narrativas”, não tem como negar que na edição de 40 anos temos o retorno de Alcymar Monteiro, Geraldo Azevedo, Chico César, Alceu Valença, Fagner, etc. Sem esquecer da genialidade de Elba, Capilé, Santanna, Amazan, Ton Oliveira, Biliu… Em resumo, vamos focar nos mais de 10 artistas, autênticos representantes da nossa cultura, que estão voltando a se apresentar no São João ao invés de focarmos no problema que aconteceu e que não vai mais se repetir. Fica a lição pra todos”, prosseguiu.

Bruno Cunha Lima concluiu se eximindo da culpa pelo ocorrido. “Além disso também fica um lembrete: Não sou eu o responsável por ser gerente/organizador de palco”.

Com MaurilioJR

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Polêmica

Hurb faz novos cancelamentos de viagens e pede isenção de multas a pousadas e hotéis

Hurb envia e-mail a clientes cancelando viagens e reservas que aconteceriam no curto prazo (Foto: Divulgação/Web Summit )

 

O Hurb (antigo Hotel Urbano) enviou, na última semana, e-mails para vários de seus clientes e parceiros, cancelando viagens e reservas que aconteceriam no curto prazo. A ação gerou uma série de reclamações nas redes sociais.

Aos clientes, o Hurb afirmou que a viagem precisou ser adiada por problemas operacionais, solicitando que as pessoas “não se dirigissem ao aeroporto na data até então prevista para o embarque”. Ainda no e-mail, a companhia também solicitou que seus clientes indicassem novas datas para o segundo semestre de 2023 ou para os primeiros seis meses de 2024.

Já para os parceiros, o e-mail enviado pelo Hurb solicitava o cancelamento de reservas sem a cobrança de multas.

A medida gerou uma série de reclamações de clientes nas redes sociais.

Em nota, o Hurb afirmou que as viagens precisaram ser canceladas por problemas operacionais, mas sem dar mais detalhes sobre quais problemas seriam esses. Veja a resposta da companhia na íntegra:O Hurb, empresa brasileira que está no mercado há mais de 12 anos, sempre prezou pela transparência com os seus viajantes e, guiada pelo valor primordial de ser uma companhia feita de pessoas para pessoas, coloca os seus clientes em primeiro lugar.

Em relação à solicitação do g1, o Hurb informa que por problemas operacionais, algumas viagens precisaram ser adiadas, como informado no comunicado enviado aos viajantes.

Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, o Hurb sugeriu, via comunicado, que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque para o segundo semestre de 2023 ou primeiro semestre de 2024, oferecendo a extensão do período de validade da oferta até junho de 2024.

A respeito de débitos com parceiros da rede hoteleira, a empresa esclarece que está conduzindo, de forma individualizada, um diálogo com cada parceiro que fez algum tipo de reclamação, independente da sua natureza. Por questões legais, detalhes específicos não podem ser abertos.

O Hurb frisa que está trabalhando para a normalização das operações, prezando pelo melhor interesse da companhia, de seus consumidores e parceiros, e segue à disposição caso surjam eventuais dúvidas.

G1

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Desembargador adverte vítimas da Braiscompany por ‘corrida’ ao ressarcimento de golpe


O desembargador João Batista Barbosa, do Tribunal de Justiça da Paraíba, advertiu as vítimas da Braiscompany pela enxurrada de ações que visam recuperar seus investimentos aplicados na empresa de criptomoedas.

Ao negar um dos pedidos de uma cliente da Braiscompany, em decisão nessa quinta-feira (01), o desembargador pontuou que “as ações já interpostas contra a empresa demandada, tem como objetivo primordial a coletividade, não podendo ações individuais se tornarem em verdadeira corrida para recebimento de valores, quando se sabe que futura sentença abrangerá todos que tiverem contrato com a demandada.”

João Batista Barbosa frisou que o Juízo da 11ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa – PB, atendendo a um pedido Ministério Público da Paraíba, com objetivo de resguardar futuras execuções dos consumidores lesados, deferiu o bloqueio de R$ 45,1 milhões além de veículos e outros bens.

“Neste sentido, não há efeito prático em nova concessão de medida de bloqueio se já houve deferimento neste mesmo sentido”, argumentou o magistrado.

Com MaurílioJR

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(VÍDEO) ‘Confusão e gritaria’ Presidente de Câmara e vereador na Paraíba brigam no plenário

Quem estava assistindo a sessão ordinária da Câmara Municipal de Pirpirituba, no interior da Paraíba, nesta quinta-feira (1º) presenciou uma cena lamentável.

O presidente da casa, João Carlos Castro Simões, conhecido como Carlinhos Simões, bateu na mesa ao retrucar o vereador Antiogenes Santos Costa.

A discussão começou porque Antiogenes disse ao presidente que ele não poderia discursar da mesa da presidência quando o tema fosse livre. Teria que ir à tribuna. Carlinhos não gostou e disse que falava onde ele quisesse.

Agora fica a dica: Quando você tentar resolver um bate-boca pedindo respeito e não conseguir, pode bater na mesa e dizer que quem manda é você. Talvez ainda assim não surta efeito, mas se você for presidente de Câmara ou alguma autoridade, pelo menos vai viralizar.

Blog do BG PB com ParlamentoPB

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Vídeo: Canal despeja água suja no mar de Cabedelo, na Grande João Pessoa


Uma grande quantidade de água suja foi despejada no mar, em Cabedelo, na área portuária do município da Grande João Pessoa. Um vídeo foi feito por um morador, que denunciou a situação nesta sexta-feira (02).

Na imagem é possível identificar que o canal de onda sai o liquido fica em frente à TECAB (Terminais de Armazenagens de Combustíveis de Cabedelo), uma das arrendatárias do Porto. A área arrendada a TECAB é superior a 24 mil metros quadrados e é destinada à movimentação de granel líquido.

Até o momento a gerência da Tecab, não se pronunciou sobre a poluição no local, nem o Porto e a Secretaria de Meio Ambiente de Cabedelo também comentaram sobre o assunto.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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VÍDEO: ‘NOTA ZERO’ Fabrícia Ais, da Braiscompany não sabia fazer uma simples conta de matemática

Responsável por um dos maiores escândalos no país envolvendo um esquema de pirâmide financeira com criptomoedas, Fabrícia Ais, dona da Braiscompany não conseguia ao menos fazer uma simples conta de matemática.

Em mais um vídeo em que o BLOG DO BG PB conseguiu ter acesso aos bastidores do curso de traders da empresa, fica evidente a dificuldade da então chefe de operações em calcular os supostos “ganhos” dentro do mercado de criptoativos.

Para resolver uma questão de porcentagem ela pede ajuda ao roteirista e ao cinegrafista que corrigem o cálculo da esposa de Antônio Neto.

”Lembro que a moeda era a ‘hot’ eu comprei ela por 10 satoshis e vendi por 40 satoshis em 48 horas; isso aí foi o que me deu o ‘boom’, eu tenho que ser trader, eu preciso operar nesse mercado… tá certo, num tá? foi 400% de 10 satoshis pra 40? é 300%? ela quadruplicou de tamanho; é 400 ou 300? me diga só pra eu não errar”, questiona Fabrícia.

No vídeo ainda é possível perceber quando ela usa a calculadora para fazer a conta.

(VÍDEO) Erros e Gafes: Confira bastidores de Toin tentando gravar curso da Braiscompany

O termo Satoshi, usado por Fabrícia, é a menor fração da moeda virtual do Bitcoin, utilizando 8 casas decimais. O nome é uma homenagem a Satoshi Nakamoto, o apelido do criador por trás da inovação tecnológica.

Entenda o caso Braiscompany

Em fevereiro deste ano, a PF deflagrou a operação Halving, a primeira contra a Braiscompany, empresa acusada de funcionar como uma pirâmide financeira através de um serviço de “aluguel de criptomoedas” e que havia parado de pagar os clientes em dezembro do ano passado.

Depois vieram outras duas operações da PF, como a ‘Select’ em abril, e ‘Select II’ em maio, ambas desdobramento da Operação Halving.

Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, estão foragidos desde então, embora haja boatos que tenham passado por Buenos Aires, na Argentina. Eles são acusados de cinco crimes e a justiça já decretou prisão preventiva.

Em março, Ais reapareceu no Instagram e disse que a responsabilidade pelo colapso da Braiscompany era toda sua, mas justificou a quebra da Brais ocorreu por conta da queda do mercado cripto.

Blog do BG PB

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Construtora minimiza impacto ambiental após MP anunciar demolição de muro na praia de João Pessoa

A Construtora Delta Engenharia se manifestou nesta quinta-feira (01) sobre a decisão anunciada pela promotora Cláudia Cabral Cavalcante, do Ministério Público da Paraíba, em demolir o muro construído para proteger o edifício de luxo ‘Avoante’, na praia do Bessa, em João Pessoa, com forte impacto ambiental. A empresa se diz “surpresa”.

Em nota, a Delta reafirmou que “executou o projeto de contenção marítima de acordo com o que foi aprovado e licenciado pelos órgãos ambientais competentes, utilizando uma tecnologia sustentável, segura e de baixo impacto ambiental e já utilizada em vários estados do país. Seguimos firmes no propósito de demonstrar que a execução foi feita de forma correta, transparente e de acordo com o que foi aprovado junto à SPU, Sudema e Semam.”

A denúncia foi iniciada a partir de uma publicação nas redes sociais, em que uma moradora de João Pessoa inicia filmando o que ela chama de “paredão de concreto”, questionando em seguida quem teria autorizado uma obra daquela dentro do mar. A promotora Cláudia Cabral também destacou o papel da imprensa para repercussão do caso.

O secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Welison Silveira, chegou afirmar que não havia impacto ambiental na construção do muro dentro do mar. Por meio de nota, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) considerou impacto ambiental considerado “baixo”.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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Polêmica

Muro de prédio de luxo em praia de João Pessoa será demolido, diz MP; confira detalhes

O muro construído pela construtora Delta Engenharia no edifício Avoante, na faixa de areia da Praia do Bessa, em João Pessoa, será demolido. A informação é do Ministério Público da Paraíba. A demolição acontecerá nos próximos dias.

A 43ª promotora de Justiça de João Pessoa, Cláudia Cabral, detalhou que, após a divulgação do caso na imprensa, as autoridades investigaram e constataram que a situação do muro do Edifício Avoante era irregular. O MPPB pediu à empresa todo o processo de licenciamento da construção do muro e constatou que a construção ultrapassou os limites estabelecidos.

“Havia sido licenciado pela Sudema um muro de contenção na área privada, no terreno do proprietário. Mas, daí em diante, eles fizeram aquelas outras estruturas, que está lá e é motivo de tanto repúdio… com razão. Então, como não tinha licenciamento, o MPPB solicitou da Sudema a instauração do auto de infração contra a empresa, com a penalidade de demolição”, disse Cláudia Cabral.

A demolição do muro acata o pedido do MPPB, feito no último dia 2 de maio. A Delta Engenharia, empresa responsável pela construção e pelo Edifício Avoante, havia apresentado uma contraproposta ao órgão público, afirmando que seria inviável a demolição. Porém, os órgãos públicos não seguiram e optaram pela retirada das estruturas na faixa de areia.

Sem ações judiciais

MPPB, Semam e Sudema se uniram para investigar e tomar as ações cabíveis sobre o assunto. Por conta disso, a promotora afirmou que não houve necessidade de ação judicial contra a empresa Delta Engenharia.

“Como houve todo esse ajustamento do Ministério Público com a Sudema, com a Semam e com os órgãos públicos, não houve necessidade de ajuizar ação judicial, porque parte do princípio do poder administrativo dos órgãos públicos”, disse Cláudia Cabral.

Quando o muro será demolido? 

Apesar da confirmação de que o muro será derrubado nos próximos dias, a promotora não detalhou uma data para que a construção venha, de fato, a ser demolida. A expectativa é de que alguns detalhes sejam acertados antes do processo.

“Tem que ver a empresa que vai promover isso, como é que vai ser feito de forma segura. Então, tudo isso nós estamos fiscalizando e cobrando”, pontuou a promotora Cláudia Cabral.

MaisPB

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Tio de Fabricia Ais, da Braiscompany é preso em Pernambuco após matar garçom por dívida de R$100

Francisco de Assis, o dono do Castelo Spetus, bar localizado em Campina Grande, foi preso nesta quarta-feira (31) em Bonito, no interior de Pernambuco. Ele é acusado de matar o jovem garçom Willian Hudson Pereira Granjeiro, de 21 anos, com um tiro no peito, após uma discussão por causa de R$ 100.

O crime aconteceu no último dia 20 de maio, na frente do estabelecimento. Segundo testemunhas, Willian trabalhava há alguns dias no Castelo Spetus e cobrou o pagamento do empresário, que se recusou a pagar. Houve uma discussão entre o garçom e o dono do bar, que sacou uma arma de fogo e efetuou um disparo no peito da vítima, que morreu ainda no local do crime.

Empresário que assassinou garçom por dívida de R$100 é tio de Fabrícia Ais, da Braiscompany

Ele fugiu logo após o crime e estava foragido desde então. Ele foi localizado e preso por policiais da Delegacia de Homicídios de Campina Grande, que contaram com o apoio da Polícia Civil de Pernambuco. Ele será encaminhado para a Paraíba, onde responderá pelo homicídio.

Francisco é tio da dona da Braiscompany, Fabrícia Ais que também está foragida no âmbito da Operação Halving da Polícia Federal. Ela e o marido são acusados de dar o maior golpe no formato pirâmide da história de Campina Grande, deixando milhares de vitimas.

Blog do BG PB com PBJá

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