Polêmica

Diretor de fiscalização do CRM-PB recebe quase R$ 300 mil em diárias; confira documento

CRM-PB participa de audiência pública na ALPB sobre o uso do cigarro  eletrônico |
O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) está envolvido em uma polêmica após a revelação de que o diretor de fiscalização do órgão, Dr. Bruno Leandro, recebeu quase 300 mil reais em diárias como reembolso pelos deslocamentos para fiscalizar unidades de saúde em todo o estado.

De acordo com informações obtidas através de documentos públicos, o diretor recebeu o montante entre janeiro de 2021 e junho deste ano para verificar o cumprimento das normas e diretrizes médicas.

Clique aqui e confira o relatório do CRM

Embora a prática não seja ilegal, a sua ética tem sido amplamente questionada.

As diárias são uma forma de reembolso para cobrir despesas de alimentação, hospedagem e transporte durante viagens a trabalho. No caso do diretor de fiscalização, essas diárias são pagas pelo próprio CRM-PB, órgão responsável por regulamentar e fiscalizar o exercício da medicina no estado.

Alguns profissionais da área da saúde e membros da sociedade civil argumentam que, mesmo que legal, o valor exorbitante das diárias é moralmente questionável, especialmente considerando-se a crise financeira sofrida no Brasil.

Até o momento o diretor não se pronunciou sobre o assunto.
Blog do BG PB Com PoderPB

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Polêmica

Secretário de trânsito na Paraíba é exonerado após causar acidente com morte

 

A prefeitura de São Bento exonerou o secretário de Mobilidade Urbana e Trânsito após o servidor se envolver em um acidente com vítima fatal no Sertão Paraibano. A demissão foi divulgada nas redes sociais, nesta terça-feira (18).

O ex-secretário de trânsito do município acabou colidindo contra uma motocicleta na avenida Pedro Eulampio da Silva, no Centro de São Bento, no último domingo (16).

O acidente causou a morte da passageira e deixou gravemente ferido o condutor da moto. De acordo com a polícia, o funcionário abandonou o carro e fugiu do local sem prestar socorro as vítimas.

O caso está sendo investigado pela polícia civil como crime de trânsito. O ex-secretário é o principal suspeito, desta forma, a prefeitura de São Bento decidiu pela exoneração.

Clickpb

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Polêmica

CPI das Criptomoedas: Sócios da Braiscompany e da Fiji só devem depor em agosto por conta do recesso parlamentar

O nome dele é Buenos Aires. Mas o golpe com bitcoins foi na ParaíbaBueno Aires, da Fiji, foi preso no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

 

O recesso parlamentar na Câmara Federal adiou mais uma vez o calendário da CPI das Criptomoedas que investiga fraudes em esquemas de pirâmides financeiras. A expectativa é que os donos das empresas Braiscompany e Fiji Solutions sejam ouvidos durante o andamento Comissão Parlamentar de Inquérito, mas isso agora só deve acontecer em agosto.

Entre os que devem ser ouvidos estão Antônio Ais Neto e Fabrícia Ais, donos da Braiscompany. Eles estão desaparecidos e entraram na lista de convocados que estão sendo investigados.

A comissão também convocou Clélio Fernando Cabral para, na qualidade de testemunha, para prestar esclarecimentos acerca das suspeitas de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas envolvendo a empresa Braiscompany.

Os sócios da empresa Fiji Solutions, Breno de Vasconcelos Azevedo e Emiliene Marília do Nascimento, também devem depor. O pedido para a inclusão deles na lista de investigados foi feito pelo deputado federal paraibano Mersinho Lucena (PP).

Breno Vasconcelos foi preso no dia 15 de junho, durante operação conduzida pela Polícia Federal em Campina Grande. Na ação policial, sua sócia Emilene Marília do Nascimento também foi presa, mas foi solta no dia seguinte, no dia 16, após audiência de custódia.

No dia 19 de junho, a justiça da Paraíba concedeu liberdade ao empresário Breno de Vasconcelos Azevedo, sócio proprietário da empresa de criptomoedas Fiji e ele foi solto.

Sobre a CPI

A CPI  foi instalada para investigar esquemas de pirâmides financeiras com uso de criptomoedas. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários, do Ministério da Fazenda, ao todo, 11 empresas teriam realizado fraudes utilizando moeda digital, como a divulgação de informações falsas sobre projetos e promessa de rentabilidade alta ou garantida para atrair as vítimas e sustentar o esquema de pirâmide.

A comissão terá 120 dias para discutir o tema por meio de realização de audiências públicas com especialistas, representantes de empresas e membros da sociedade civil, além da análise de documentos e quebra de sigilos. O prazo de funcionamento da CPI pode ser prorrogado por mais 60 dias, desde que haja requerimento assinado por 1/3 dos deputados.

Clickpb

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Polêmica

Hospital em Campina Grande alega falta de pagamento da prefeitura e suspende hemodiálise; confira nota

Foto: Pillar Pedreira/Agência Senado

O Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, suspendeu nessa segunda-feira (17) os atendimentos no setor de hemodiálise e o atendimento aos pacientes SUS, alegando falta de repasse por parte da Prefeitura. Em nota, a gestão afirmou que está em dia com o pagamento dos serviços referentes à hemodiálise na unidade hospitalar.

“A Secretaria de Saúde de Campina Grande esclarece, ainda, que a direção da unidade hospitalar sequer comunicou previamente a decisão, tendo enviado um comunicado somente às 15h30 desta segunda-feira, depois de ter paralisado os atendimentos e ter repassado a informação inverídica diretamente aos pacientes e seus familiares, o que causou ainda mais angústia e sofrimento para quem já vive batalhando pela vida”, diz trecho da nota emitida pela Prefeitura.

A Secretaria afirmou que recebeu com estranheza a suspensão do serviço e que a suspensão dos atendimentos de pacientes crônicos deveria, obrigatoriamente, ter sido tomada de forma dialogada e planejada, inclusive com anuência do Ministério Público, haja visto o risco iminente às vidas dos pacientes pela descontinuidade do tratamento.

Veja a nota

A Secretaria de Saúde de Campina Grande repudia veementemente a decisão do Hospital Antônio Targino em paralisar, repentinamente, as atividades do setor de hemodiálise e o atendimento aos pacientes SUS, nesta segunda-feira, 17, alegando, diretamente aos próprios pacientes, uma suposta falta de repasse financeiro por parte da Prefeitura.

Por se tratar de uma informação inverídica e pelos possíveis danos causados aos pacientes e familiares, bem como a tentativa de imputar à gestão municipal uma culpa inexistente, a Procuradoria Jurídica do Município tomará as providências necessárias a fim de se ter a apuração e responsabilização pela atitude desrespeitosa.

A pasta esclarece, a fim de restabelecer a verdade, que está em dia com o pagamento dos serviços referentes à hemodiálise na unidade hospitalar. A Secretaria Municipal de Saúde realizou um repasse de recursos do Ministério da Saúde de mais de R$ 461 mil no último dia 25 de junho. Neste ano, já foram repassados mais de R$ 2,7 milhões.

A Secretaria de Saúde de Campina Grande esclarece, ainda, que a direção da unidade hospitalar sequer comunicou previamente a decisão, tendo enviado um comunicado somente às 15h30 desta segunda-feira, depois de ter paralisado os atendimentos e ter repassado a informação inverídica diretamente aos pacientes e seus familiares, o que causou ainda mais angústia e sofrimento para quem já vive batalhando pela vida.

A pasta recebe com estranheza essa ação, uma vez que, enquanto hospital prestador de serviço da rede complementar do SUS com habilitação junto ao Ministério da Saúde, o hospital deveria estar consciente que tal medida pode ensejar o cancelamento do contrato administrativo por justa causa. Uma decisão como a suspensão dos atendimentos de pacientes crônicos deveria, obrigatoriamente, ter sido tomada de forma dialogada e planejada, inclusive com anuência do Ministério Público, haja visto o risco iminente às vidas dos pacientes pela descontinuidade do tratamento.

Paralelamente, a gestão municipal da Saúde está garantindo alternativas para que, sendo necessário, os pacientes possam ter seu tratamento continuado em outra unidade hospitalar. Apesar do anúncio ter acontecido de forma repentina, a gestão recebeu familiares dos pacientes já nesta segunda-feira e está em contato com as famílias para prestar apoio e as orientações adequadas.

Além de garantir os pagamentos, para fortalecer a rede de tratamento, a gestão municipal instalou 25 poltronas novas para pacientes de diálise no Hospital Municipal Dr. Edgley, que substituiu todas as máquinas por equipamentos novos e adquiriu 15 máquinas de hemodiálise novas e modernas para o Hospital Municipal Dr Edgley, além de unidades para o Hospital Municipal Pedro I e para as duas UPAs.

A saúde dos campinenses deve ser tratada com responsabilidade, respeito e humanidade.

MaisPB

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Polêmica

Ocupação de ambulantes no Centro de João Pessoa é alvo do MP

Barracas e carrinhos de camelôs montados nas calçadas do Centro de João Pessoa são investigados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). A distribuição e o desordenamento dos vendedores ambulantes no espaço que seria para a passagem de pedestre na região central são os alvos da apuração, que pode resultar num Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A informação foi confirmada nesta terça-feira (18).

De acordo com a Associação dos Ambulantes e Trabalhadores em Geral da Paraíba (AMEG), cerca de 400 trabalhadores estão distribuídos nas calçadas do Centro de João Pessoa. A categoria disse que não foi informada sobre a investigação do MPPB.

“O problema do Centro é a falta de ordenamento, uma desorganização mesmo. Por isso, estamos pleiteando uma padronização”, afirmou Josemar Muniz, vice-presidente da AMEG.

Segundo Josemar, a associação dos ambulantes está empenhada em elaborar um projeto para padronização dos vendedores no Centro da capital paraibana. A previsão é de que a proposta seja apresentada à Prefeitura nos próximos meses.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), até a publicação desta matéria não se pronunciou sobre o assunto.

Ordem na Orla

Na última sexta-feira (14), a Prefeitura de João Pessoa e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para regulamentar o funcionamento de vários serviços oferecidos na orla de João Pessoa, nos bairros de Cabo Branco e Tambaú.

As novas regras para o ordenamento são válidas para ambulantes, barracas, quiosques, restaurantes e outras atividades.

T5

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Polêmica

Donos de bares na orla discordam da prefeitura de João Pessoa e tentam acordo

Reunião foi realizada nesta segunda-feira (17)

Mais de 40 proprietários de quiosques na orla de João Pessoa se reuniram, nesta segunda-feira (17), para dialogar sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que regulamenta a atuação de vários serviços na orla dos bairros Cabo Branco e Tambaú. Entre os pontos discutidos, está a ampliação do horário de funcionamento dos estabelecimentos, que com a regulamentação devem fechar à meia-noite.

De acordo com o presidente da Associação dos Microempresários da Orla de João Pessoa, João Vitor Ramalho, o TAC assinado pela prefeitura causa impacto negativo para os comerciantes. “A questão do horário, ela não abrange e não fomenta o turismo na capital. Ela atrapalha a geração de empregos e diminui a demanda de consumo. Estamos tentando abrir um diálogo com os órgãos competentes.”, disse.

No encontro, os donos de quiosques definiram que será elaborada uma proposta para alteração de alguns pontos do TAC. Um deles é a ampliação do horário de funcionamento dos estabelecimentos com música, para que eles possam encerrar o som à 1h da madrugada e não às 23h.

Outro ponto discutido, e que deve ser apresentado à prefeitura, é a permissão de até dez mesas e cadeiras no entorno dos bares. Com o TAC, a disposição desses equipamentos seria proibida.

Temos o entendimento que queremos apenas dez mesas e cadeiras para serem dispostas no entorno dos quiosques. Para isso nós estamos realizando um estudo ambiental, junto com um engenheiro ambiental e um estudo orçamentário. Se houver algum impacto ambiental, nós faríamos uma compensação desse impacto. Isso tudo baseado em dados técnicos.”, explicou.

Ainda segundo João Vitor, a previsão é que a proposta dos donos de quiosques seja apresentada à prefeitura até a próxima semana.

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Polêmica

Após 10 dias, famílias permanecem em prédio que pode desabar em João Pessoa

Após dez dias, cerca de 12 famílias continuam morando no prédio interditado por risco de desabamento no Bessa, em João Pessoa. O edifício, com 20 apartamentos, apresenta comprometimento estrutural da laje do último andar e laje e vigas com deformações aparentes. O imóvel foi interditado no dia 7 de julho.

O diretor de Operações da Defesa Civil, Renato Lins, disse que o prédio foi construído há 15 anos. Mas não há informações concretas se o edifício possui o Habite-se, que é um documento emitido que comprova o cumprimento de regras de segurança e permite a moradia no local.

A Defesa Civil informou ainda que segue monitorando o imóvel. Renato esclareceu que a Defesa Civil não tem o poder de polícia, por exemplo, para ordenar a saída dos moradores do prédio. Mas que, em caso agravamento, o Ministério Público poderá ser acionado para desocupar o edifício.

Defesa Civil

Em caso de ocorrência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo WhatsApp 98831-6885, que funciona 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados.

Blog do BG PB com T5

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Suspeito de hostilizar Moraes nega acusações à PF

Suspeito de hostilizar Moraes nega acusações à PF

Suspeito de hostilizar Alexandre de Moraes no aeroporto internacional de Roma, Alex Zanatta Bignotto (foto) negou, em depoimento à Polícia Federal hoje, ter ofendido o ministro do STF, que estava com sua família no local.

Zanatta, que é corretor de imóveis, e o casal Andreia e Roberto Mantovani investigados por agressão, ameaça, injúria e difamação. Roberto teria agredido fisicamente o filho do magistrado.

Como mostramos, Zanatta chegou à Delegacia da PF de Piracicaba, no interior de São Paulo, por volta das 10h para prestar esclarecimentos. No depoimento, que durou cerca de duas horas, ele disse que não teve “qualquer participação” no ocorrido.

Segundo o UOL, a defesa de Zanatta afirmou que ele não presenciou o momento do suposto ataque contra o filho de Moraes. “Ele não estava perto no momento da agressão e não viu. Eles não estavam a todo instante juntos”, afirmou o advogado Tortima Lima. Zanatta é genro de Roberto Mantovani. Ele e esposa devem ser ouvidos na terça-feira (18) pela Polícia Federal.

O Antagonista

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Operação contra Braiscompany completa 5 meses com casal Ais foragido

Uma suspeita de golpe milionário com criptomoedas atraiu os olhares do Brasil para a Paraíba no início deste ano. Campina Grande, sede da empresa paraibana Braiscompany, foi cercada de policiais federais que investigavam – e ainda apuram – crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais. As ações aconteceram após a deflagração da operação Halving, em 16 de fevereiro.

Conforme a Polícia Federal, os principais alvos da investigação são Antônio Neto e Fabrícia Farias Campos, sócios da Braiscompany que movimentaram R$ 1,5 bilhão. A prisão do casal foi decretada pela Justiça Federal em fevereiro, mas até hoje, cinco meses após a determinação, os donos da empresa de criptoativos permanecem foragidos. Para facilitar o cumprimento da decisão da Justiça, os nomes deles foram inseridos na lista da Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol.

Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da Braiscompany (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Durante esse período, três funcionários da Braiscompany foram presos pela Polícia Federal. Além disso, a empresa se tornou alvo também de investigação por parte dos ministérios públicos Estadual e Federal e os donos tiveram bens apreendidos e leiloados. Dois novos leilões dos bens da empresa, inclusive, serão realizados no dia 10 e 17 de agosto.

De lá para cá, Antônio Neto chegou a se pronunciar nas redes sociais sobre a investigação, em março. Na nota, ele mencionou “chantagens e acordos impostos por pessoas, grupos de poder e entidades” nos quais a Braiscompany foi submetida nos últimos anos e assumiu a responsabilidade pelo que aconteceu com a empresa e com os investidores.

Dias antes, o perfil de Antonio Neto no Instagram reportou que ele estaria na Argentina. A informação tem como base a localização da última atividade da conta dele, através de um story.

Polícia Federal cumpriu mandados na sede da Braiscompany em Campina Grande

Em maio, a defesa do ‘casal braiscompany’ disse que os donos da empresa paraibana não se entregaram porque aguardam o reconhecimento da ilegalidade das prisões. “Antônio Neto e Fabrícia estão aguardando o reconhecimento da ilegalidade da prisão deles para se apresentarem e esclarecerem os fatos”, afirmou o advogado Santiago Schunk.

A investigação

A empresa paraibana Braiscompany se tornou alvo de uma investigação da Polícia Federal em fevereiro deste ano, após clientes da empresa registrarem denúncias. A promessa da Braiscompany era de que investidores teriam um ganho financeiro de 8% ao mês, uma taxa considerada irreal no mercado financeiro.

Polícia Federal também cumpriu mandados em São Paulo (Foto: Divulgação/PF)

Quando deflagrada, a operação Halving cumpriu oito mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba, e em São Paulo.

Halving

O nome da operação é uma alusão ao aumento da dificuldade de mineração do bitcoin, que ocorre a cada quatro anos, período semelhante a ascensão e derrocada do esquema investigado.

T5

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Polêmica

VÍDEO: Polícia é acusada de agredir com golpes de cassetete e gás de pimenta torcedores do Botafogo-PB; clube pede investigação

Torcedores do Botafogo-PB usaram suas redes sociais para denunciar policiais de jogar agredir com golpes de cassetete e gás de pimenta torcedores que comemoravam a vitória do Belo, no estádio Almeidão, neste sábado (15).

Em nota, o Botafogo-PB diz que exigirá à abertura de procedimento investigatório contra todos os agentes estatais envolvidos nas agressões aos torcedores, e que sejam estes prontamente identificados e processados por crime de abuso de autoridade (Lei 4.898/65), e outras eventuais tipificações condizentes às rigorosas sanções administrativas e criminais.

“A ação desnecessária, truculenta e desproporcional realizada por policiais militares lotados no Almeidão na noite do dia 15/07/2023 provocou grande revolta entre os torcedores, jornalistas e autoridades presentes, posto que não havia nenhum motivo para as agressões insanas contra jovens, mulheres, crianças e idosos, enfim contra a nossa torcida”.

“A truculência e o despreparo demonstrados pelos policiais nos vídeos, chocam, basicamente, por vários motivos: 1) Era um momento pacífico de comemoração; 2) Em nenhum momento houve agressão por parte da torcida; 3) Não havia animosidade entre torcidas, posto que era jogo de torcida única; 4) Crianças, mulheres, idosos foram agredidos indistintamente”, acrescenta.

“As imagens não deixam dúvidas da truculência e abuso de poder de integrantes da Polícia Militar. O uso de cavalaria contra os torcedores que estavam apenas comemorando a vitória do time do coração, o uso de spray de pimenta contra crianças, idosos e pessoas asmáticas, a intimidação evocando ordem de prisão contra o Vice-Presidente do Botafogo Futebol Clube deixam claro que o ato foi premeditado e feito de forma racional, sem compaixão alguma, sob a ordem do Comandante do Policiamento”, continua.

Blog do BG PB com MaurílioJR

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