Polêmica

Deputados do PL vão pedir impeachment de Barroso após declarações contrárias a apoiadores de Bolsonaro

Os Deputados do Partido Liberal (PL) já anunciaram que irão pedir o impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Roberto Barroso, após declarações contrárias a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A fala ocorreu no congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) na noite desta quarta-feira, 12, em Brasília. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou que “nós derrotamos o bolsonarismo” em seu discurso. A fala foi uma resposta a um grupo de estudantes que protestava contra a presença do ministro, chamado de “inimigo da enfermagem e articulador do golpe de 2016″.

Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”, disse o ministro.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) já avisou que a oposição entrará com de impeachment sob a justificativa de o magistrado “exercer atividade político-partidária”.

Com Clickpb

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Polêmica

Cerca de 24 mil usuários sofrem com estruturas de unidades de saúde na Paraíba

UBS do Grotão foi interditada pelo CRM no dia 11 de maio Foto: Reprodução/CRM

Mofo, rachaduras e infiltração prejudicam a qualidade do atendimento de aproximadamente 24 mil paraibanos em Unidades Básicas de Saúde (UBS), na Paraíba. Problemas como esses são a causa de dez interdições éticas realizadas, neste ano, pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), nas cidades de João Pessoa, Bayeux, Sapé e Campina Grande. Para a população, que precisa desses locais como porta de entrada no SUS (Sistema Único de Saúde), cresce a dificuldade para o direito à assistência médica.

Desde janeiro, as fiscalizações identificaram a falta de elementos básicos, como pia para higienizar as mãos. O gestor de fiscalização do CRM, Bruno Leandro, afirmou que, na maioria dos casos, as interdições identificam problemas estruturais dos prédios. “As vezes os postos são construídos ou utilizam casas alugadas há um bom tempo e não tiveram a manutenção adequada, ou sofreram desgaste por conta de uma grande quantidade de chuvas. O fato é que muito deles possuem rachaduras, mofo e infiltração. Além disso, também existem problemas de falta de equipamento. Alguns até pia para lavar a mão está em falta”, declarou.

Das dez unidades interditadas para atendimento, apenas duas, em João Pessoa e Bayeux, tiveram regularização e puderam retomar os serviços para os usuários. Oito pontos continuam suspensos. Para o CRM-PB, cada um desses locais deveria atender cerca de 3 mil pessoas.

Em João Pessoa, o posto com o maior tempo de interdição está no bairro do Valentina, na “UBS Integrada”, interditada no dia 18 de janeiro de 2023. Além dela, a capital possui outros quatro locais impossibilitados, são eles: ‘Qualidade de Vida (Varjão)”, “Saúde Para Todos” (Bairro dos novais), “Grotão Equipe Vista Alegre” e “Grotão Equipe Grotão 1”

Sobre a situação dos prédios interditados, a Secretaria de Saúde de João Pessoa afirmou que os pacientes continuam recebendo atendimento médico, sendo encaminhados para as unidades mais próximas. Além disso, foi informado que “A unidade Valentina Integrada já está em reforma, os aparelhos de ar-condicionado da Qualidade de Vida já foram instalados e na USF Grotão os reparos serão iniciados ainda está semana.”, informou.

Em Campina Grande a realidade não é diferente. Duas UBS foram interditadas pelo CRM, em 2023. Trata-se das “UBS Mutirão” e “Âncora Sítio Marinho”. Sobre o estado delas, a Secretaria de Saúde do município informou que a unidade ‘Mutirão’ foi demolida para a construção de um prédio novo, mas que os pacientes estão sendo atendidos no “Clube de Mães”, que foi reformado pela prefeitura. A unidade ‘Âncora Sítio Marinho’ está sendo reformada pelo município e se trata de uma unidade especial, que funciona uma vez por semana.

Também consta na lista de interdições a UBS Portal II, em Sapé. Entretanto, até o momento da publicação desta matéria, a Secretaria de Saúde não informou quais procedimentos estão sendo adotados para resolver o problema.

T5

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Polêmica

(VÍDEO) Incêndio atinge apartamento no bairro do Bessa em João Pessoa


Um apartamento no segundo andar de um prédio localizado no bairro do Bessa, em João Pessoa, pegou fogo no início da tarde desta quarta-feira, 12.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o imóvel não tinha moradores, porém, possivelmente há animais no apartamento.

Ainda não há informações da causa do incêndio e o corpo de bombeiros está neste momento trabalhando para controlar o incêndio.

Portal Correio

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Polêmica

Bueno Aires ganha habeas corpus em processo da FIJI, mas segue preso; entenda

O desembargador federal da 5ª Região, Paulo Cordeiro concedeu habeas corpus e determinou nesta terça-feira (11) a soltura do empresário paraibano Bueno Aires, dono da Fiji Solutions, mediante conversão da prisão preventiva em monitoramento eletrônico (uso de tornozeleira) e proibindo o suspeito de ausentar-se de Campina Grande, onde está preso.

A decisão é referente ao processo que investiga suposta existência de esquema de pirâmide financeira e crime contra o sistema financeiro nacional no âmbito da Fiji Solutions, empresa de investimentos com criptomoedas.

Bueno Aires, no entanto, segue preso em processo relacionado à abuso sexual infantil, razão pela qual foi capturado no dia 14 de junho, no Rio de Janeiro, suspeito de armazenar material contendo imagens de crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil da Paraíba, com apoio da polícia do Rio de Janeiro.

Bueno e outros dois sócios da Fiji, Breno Vasconcelos Azevedo e Emilene Marília Lima do
Nascimento tiveram suas prisões preventivas decretadas pelo Juízo Federal da 4ª Vara de Campina Grande, a pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Breno e Emilene, no entanto, tiveram deferidos pelo TRF5 a liminar para responder o processo em liberdade.

“Analisando as teses e antíteses, inferimos, ao menos nessa primeira mirada, a verossimilhança das informações e documentos acostados pela defesa no sentido de que o réu não pretende se esquivar da Justiça, mas sim de pessoas que, se sentindo injustiçadas pelos fatos atribuídos a ele, têm ameaçado sua integridade física e de sua família. Quanto ao perigo da demora, também é evidente, isso na medida em que o réu se encontra submetido a prisão preventiva, medida cautelar mais extrema. Nesse panorama, entendemos, ainda, que medidas cautelares diversas da prisão têm o condão de afastar o
aventado risco de fuga, resguardando ainda a instrução processual penal”, afirma em sua decisão o desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Paulo Cordeiro.

Segundo as investigações da PF, nos últimos três anos, os investigados movimentaram cerca de R$ 600 milhões em criptoativos. Em abril deste ano, a Fiji Solutions teve R$ 399 milhões bloqueados em determinação da Justiça, por meio da 2ª Vara Cível de Campina Grande.

F5 Online

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Centro Histórico de João Pessoa tem mais de 40 imóveis com risco de desabamento

Na região central de João Pessoa, 42 prédios e casas correm riscos de desabar. As ameaças foram constatadas em imóveis localizados no Centro Histórico da capital paraibana, que em alguns casos, estão ocupados por pessoas em vulnerabilidade social. A informação é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep).

Entre as edificações ameaçadas, cinco estão ocupadas por famílias carentes que enfrentam o risco de colapso das estruturas dos prédios. Outros 29 imóveis foram fechados e oito estão com placas de aluguel ou com processo no Iphaep para manutenção.

Apesar da quantidade preocupante de imóveis que podem desabar no Centro, o número não corresponde à realidade. Isso porque, segundo o arquiteto Orlando Cavalcante, o estudo realizado no Centro Histórico de João Pessoa faz parte de um levantamento de amostragem. Ou seja, não abrange todos os imóveis que apresentam riscos de desabamento ou necessitam de manutenção na área. Mas, para ele, é o primeiro passo de uma pesquisa mais profunda sobre os prédios e casas em estado crítico de conservação.

Centro Histórico de João Pessoa.

“Esse estudo partiu de uma solicitação do Ministério Público. Quando a gente viu em campo que esses imóveis [que precisam de manutenção] estavam pulverizados por todo o Centro Histórico, vimos a necessidade de expandir o estudo. E estamos na fase de diálogo e planejamento com a prefeitura para isso”, disse Orlando.

O estudo de amostragem também identificou 45 imóveis que precisam de restauração, mas que estão fechados ou abandonados. Nesses casos, muitas vezes os proprietários não conhecem as regras e procedimentos do Iphaep para realizar a manutenção ou não têm condições financeiras para isso. E o que é ainda mais preocupante: alguns deles acreditam que não vale a pena investir na revitalização.

Para o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Paraíba, Eduardo Nóbrega, a falta de atrativo para circulação de pessoas no Centro é uma das causas desse cenário. “Sem pessoas no centro, os prédios vão ficando abandonados e sem manutenção. Porque eles não conseguem vender e ninguém quer alugar”, afirmou.

Abandono

A degradação que é vista na região central de João Pessoa não atinge somente os prédios. O desgaste alcança uma outra dimensão quando a vivacidade do Centro é discutida. Aos poucos, não são somente as cores das fachadas que estão se apagando. Quem hoje quer morar no centro ou se desloca para a região para comprar algo?

Por muitos anos, o Centro de João Pessoa foi o principal polo comercial da cidade e, por essa razão, sustentava uma grande circulação de pessoas. Mas a dinâmica da cidade mudou e o Centro parece ter ficado para trás. Para o presidente do CAU-PB, Eduardo Nóbrega, falta incentivo. “Há um abandono do Centro pelo Poder Público, porque não há incentivo fiscal nem habitacional”, afirmou.

Com o passar dos anos, esse cenário acaba contribuindo com o fortalecimento das centralidades dos bairros de João Pessoa, que se formam para as necessidades dos moradores. É o caso de Mangabeira, por exemplo, que tem um polo comercial e de serviços altamente desenvolvido. Com essa oferta, a população não precisa se deslocar até o centro para realizar alguma atividade.

Assim, sem estímulo para que comerciantes permaneçam no centro, ele vai perdendo o que lhe mantém vivo: gente.

T5

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Polêmica

Justiça determina retirada de vídeos do pastor André Valadão; entenda caso

Pastor André Valadão (Foto: Reprodução/YouTube Lagoinha USA)

 

O Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) determinou, no final da noite desta segunda-feira (10), a retirada de vídeos do pastor André Valadão com teor que incite “violência ou discriminação” contra a população LGBTQIAP+. Os conteúdos estão publicados no Instagram e no YouTube.

No total, nove vídeos devem ser retirados do ar. Entre eles está o do culto que teve como tema:”Deus Odeia o Orgulho”. Outro vídeo mostra Valadão sugerindo que “se pudesse, Deus mataria a população LGBTQIA+” e disse para “os fiéis irem para cima”.

O conteúdo está hospedado em perfis da Igreja Batista da Lagoinha e do pastor na internet, além de veículos de imprensa.

‘Excedeu os limites’

A decisão do juiz federal José Carlos Machado atendeu parcialmente a uma ação civil pública do Ministério Público Federal de Minas Gerais da semana passada. Ele determinou que o conteúdo seja retirado do ar em até cinco dias sob pena de multa de R$ 1 mil por dia para as empresas.

O magistrado disse que o pastor “tem influência sobre um número significativo de fiéis e seguidores” e que “excedeu os limites da liberdade de expressão e de crença”. Ainda segundo a decisão, a continuidade das publicações podem causar “desestabilização social” pelo “potencial homofóbico e transfóbico”.

O juiz se baseou na decisão do STF que equiparou o racismo à homotransfobia e citou pontos da Constituição Federal que dizem que o respeito à liberdade de expressão na internet deve seguir os princípios de respeito aos direitos humanos e à diversidade.

Pastor alega fala ‘fora do contexto’

Na segunda-feira (10), por meio das redes sociais, o pastor André Valadão se manifestou oficialmente pela primeira vez sobre o assunto. Alegou que “o nível da deturpação, ataque e cancelamento tem sido indizível”. Também disse que as falas foram tomadas “fora de um contexto” e isso tem causado em um “dano terrível” a ele e sua família.

Em nota, o pastor disse que não foi notificado da decisão judicial.

O Google, detentor do YouTube, afirmou que ainda não foi notificado da decisão.

Procurados pelo g1, a Meta, dona do Instagram, o pastor André Valadão e a Igreja Batista da Lagoinha não se posicionaram sobre o assunto até a última atualização desta reportagem.

G1

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FALTA ESTRUTURA: Buracos atormentam os motoristas em João Pessoa

População reclama de buracos nas ruas de João Pessoa — A União - Jornal, Editora e Gráfica

O período chuvoso em João Pessoa tem contribuído para o aumento no número de buracos nas vias públicas. Motoristas e motociclistas relataram os transtornos ocasionados pela falta de manutenção nesses trechos, como também os desgastes no veículo. Um exemplo é a Rua Industrial Danilo da Penha Silva, no Cristo Redentor, onde muitos buracos representam risco para os condutores.

Outro trecho que tem ocasionado transtornos é a rua da nova ponte que liga Mangabeira a Valentina. Nos Bancários dois locais têm buracos em situação mais crítica. Um fica na Rua Walfredo Macedo Brandão e outro no Posto em frente ao Carrefour Bancários, ambos no sentido bairro/centro. Há também um buraco sinalizado com um galho de árvore, depois da parada de ônibus na entrada do Centro de Tecnologia da UFPB.

O servidor do IFPB, Campus Guarabira, 43 anos, cita o buraco existente na saída em frente ao posto de gasolina na saída dos Bancários em direção ao centro da cidade. Para se livrar desse buraco, o motorista tem que ir para a outra faixa. “Esse trecho provoca lentidão no trânsito. Depois dessas últimas chuvas, o buraco abriu de novo”, afirmou.

O professor universitário Boaz Lopes, 57 anos, mora no Altiplano, e também reclama dos buracos. “A obra na entrada da Empasa tem provocado transtornos no trânsito, o buraco profundo foi tapado há umas duas semanas”, disse. Como viaja constantemente, o carro tem que estar com a manutenção em dia. “Quando o buraco está coberto pelas chuvas, pode ocasionar o desgaste nos pneus, desalinhar o carro e comprometer os freios”, disse.

Seinfra

A Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) informou que os serviços de manutenção das vias públicas são realizados diariamente na capital. O órgão ressaltou que as solicitações são atendidas de acordo com a demanda da população feita pelos canais oficiais. Dentre os serviços estão a manutenção de galerias e a Operação Tapa-buraco. As ações no sistema de drenagem, principalmente, são preventivas e realizadas durante todo ano e intensificadas ante o período chuvoso para evitar alagamento nas vias.

A Seinfra-JP frisou, ainda, que o descarte correto do lixo evita a obstrução das galerias, principalmente nos dias de chuva, quando o resíduo descartado irregularmente vai direto parar na rede de drenagem, provocando alagamentos.

A Seinfra informou que as solicitações dos serviços por meio pelo telefone 0800 031 1530, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, ou pela plataforma Prefeitura Conectada, no portal da prefeitura.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

VÍDEO: Torcidas de Campinense e Santa Cruz entram em confronto em Campina Grande

Torcedores do Campinense e do Santa Cruz promoveram cenas de selvageria no estádio Amigão, em Campina Grande, na noite desta segunda-feira (10), antes e durante a partida entre Campinense e Santa Cruz, válida pela décima segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. A Polícia Militar da Paraíba havia solicitado que o jogo considerado de alto risco fosse realizado com torcida única, por questões de segurança. No entanto, a Justiça Desportiva negou o pedido.

A Polícia Militar precisou ser mobilizada para conter a situação. Policiais da cavalaria foram acionados para garantir a segurança no local. O repórter fotográfico Daniel Vieira registrou o momento em que um PM dispara spray de pimenta no rosto de um torcedor do Santa Cruz para tentar contê-lo.

Torcedores do time pernambucano chegaram a invadir a arquibancada geral. Apesar das cenas de terror, o jogo aconteceu normalmente. A Raposa venceu por 2 a 0.

Com MaurílioJR

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Polêmica

Em seis meses, primeira dama de município na Grande João Pessoa torra mais de R$ 485 mil com festas


Dados do Tribunal de Contas do Estado comprovam que os recursos públicos da secretaria de Ação Social de Lucena estão sendo utilizados de forma indevida pela primeira-dama do município. Apenas nos últimos seis meses, foram gastos mais de R$ 485 mil com festas e comes e bebes.

A secretária Andreia Bandeira também utilizou verba da assistência social para realizar sorteios de brindes para a população, o que representa um grave desvio de finalidade do dinheiro público e já está sendo alvo de denúncia no Ministério Público.

Lucena vive hoje um total descontrole em suas contas públicas, o que resultou na demissão em massa de mais de 700 funcionários na semana passada. Atualmente, a gestão de Leo Bandeira deve quase R$ 10 milhões a fornecedores.

A gastança incontrolável da esposa do prefeito contribuiu muito para o rombo na prefeitura de Lucena. Apenas no primeiro semestre de 2023, a secretaria de Andreia Bandeira já gastou R$ 2 milhões e meio de reais; a maior parte com locação de palco, tendas, som, drinks e brindes.

Um levantamento completo da gestão da primeira-dama à frente da secretaria de Ação Social será divulgado nos próximos dias.

Confira os gastos:

                 Politika/Alan Kardec

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Polêmica

DANO AMBIENTAL: Imóveis de luxo em áreas públicas na Grande JP entram na mira do MPF; entenda

MPF na Paraíba produz mais e economiza 50% com teletrabalho na pandemia -  Diário do Poder
O Ministério Público Federal (MPF) determinou, na quarta (5), a instauração de inquéritos policiais referentes a cada um dos 92 imóveis localizados à beira-mar de Camboinha e Areia Dourada, no município de Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa (PB). O objetivo é apurar, em cada caso, se os proprietários cometeram ou não os crimes de invasão de terras da União e de impedimento à regeneração natural da vegetação local – artigos 48 da Lei nº 9.605/98 e 20 da Lei nº 4.947/66, respectivamente.

Segundo os procuradores da República João Raphael Lima Sousa e Renan Paes Felix, os inquéritos devem identificar os proprietários de cada imóvel investigado, a delimitação do imóvel, com suas respectivas confrontações e área, além de serem realizadas diligências locais para apurar se a situação de invasão ainda persiste. As investigações devem ser concluídas em até 90 dias.

Acordos
O MPF firmou acordo com diversos proprietários para a desocupação dos terrenos de marinha, ilegalmente invadidos, preservando as áreas regulares dos lotes e evitando processos penais contra os proprietários. O acordo previa o pagamento de multa de R$10 mil, para pessoa física, ou de R$20 mil para pessoa jurídica. O prazo inicial dos acordos foi finalizado em 28 de fevereiro de 2019, mas o MPF requereu e a Justiça prorrogou por mais 15 dias a possibilidade para que os proprietários firmassem os acordos e não respondessem por crimes que podem acarretar até quatro anos de prisão.

De acordo com os procuradores, os inquéritos policiais irão contemplar os proprietários que não firmaram ou não cumpriram acordos pré-processuais com o MPF e não desocuparam os respectivos imóveis, construídos em terrenos públicos sob domínio da União e em áreas originalmente cobertas por restinga.

Danos ambientais
Recentemente, integrantes do MPF puderam constatar que muito do avanço do mar e da erosão costeira decorre não de mudanças climáticas, mas de construções irregulares que avançam sobre a costa, impedindo a regeneração natural da área de restinga. O conhecimento foi apresentado na primeira expedição naval-científica-ambiental pela costa da Região Metropolitana do Recife (PE), realizada pelo MPF e pelo Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco, no último 1° de junho. O objetivo do evento foi compartilhar com representantes de diversas instituições da Paraíba experiências bem-sucedidas adotadas em Pernambuco para conter a erosão costeira nos municípios de Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Recife e Paulista.

Histórico
Em setembro de 2016, o MPF expediu recomendação para que a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) adotasse imediatamente as providências administrativas cabíveis para remoção das construções irregulares – muros, cercas, quiosques, piscinas e jardins, em casas de médio e alto padrão – existentes em área de propriedade da União na beira-mar das praias de Camboinha, Areia Dourada, Ponta de Campina e Formosa, todas no município de Cabedelo (PB). A SPU acatou a recomendação do MPF, estipulou cronograma para remoção das construções irregulares e iniciou, em outubro do mesmo ano, as remoções paulatinas e a aplicação de multas.

Aos proprietários remanescentes, que permaneceram ainda após a atuação da SPU, o MPF propôs os acordos pré-processuais; e os que não cumpriram ou não firmaram acordos agora serão investigados por meio dos inquéritos policiais e posteriormente processados, conforme as constatações das investigações.

Outras remoções
A partir de iniciativas do MPF, as praias paraibanas do Poço, Intermares e Formosa, em Cabedelo, além de Bessa, em João Pessoa, também já foram alvos de remoções de construções irregulares, que afetavam a vegetação de preservação permanente, o patrimônio da União, bem como a paisagem natural e ordenação urbana, no litoral paraibano. (Da assessoria do MPF).

SuetoniMaior

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