
Tal comprovação se dará por meio do formulário de Informação de desastre (FIDE), e pelo croqui da área afetada, que será apresentado oportunamente.
A medida foi tomada com base no que estabelece o Art. 70, inciso VII, da Lei Orgânica Municipal, e tendo em vista o que dispõe a Lei 12.608, de 10 de abril de 2012, e a Portaria 260, de 02 de fevereiro de 2022, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Ainda se levou em conta o Parecer Técnico 001, datado de 19 de maio de 2023, elaborado pela Gerência Executiva de Defesa Civil da Paraíba.
Conforme o artigo 2º do decreto, fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir Crédito Extraordinário para fazer face à estiagem prolongada. Também fica autorizada a convocação de voluntários para reforço das ações de respostas ao desastre natural e à calamidade pública decorrentes da estiagem prolongada que atingiram o Município.
Pelo decreto, ficam dispensados de licitações, os contratos de aquisição de bens e serviços necessários às atividades de resposta ao fenômeno da seca, locação de máquinas e equipamentos, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação do cenário de calamidade pública, desde que possam ser concluídas no prazo estipulado em lei.
O prefeito justifica que compete ao Município de Campina Grande resguardar o bem estar da população e das atividades socioeconômicas das regiões atingidas por estiagem, e, nesse sentido, adotar as medidas que se fizerem necessárias. Explicou que a estiagem tem gerado prejuízos significativos às atividades produtivas do Município, principalmente à agricultura pecuária e à indústria das regiões urbana e rural.
Segundo ele, o comprometimento da normalidade causado pela falta de água caracteriza um desastre que vem exigir a ação imediata do Poder Público, pois a população de menor poder aquisitivo tem o padrão de sobrevivência ainda mais afetado em função da carência de água, demandando da prefeitura o restabelecimento da normalidade nas regiões afetadas.
Caberá ao governo municipal prover o atendimento à população quanto à complementação do abastecimento de água e alimentação à população animal atingida pelo fenômeno.
Com Clickpb
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A Arquidiocese da Paraíba emitiu uma nota, na manhã desta sexta-feira (17), após a deflagração da Segunda Fase da Operação Indignus, em que o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado pediu a prisão do Padre Egídio Carvalho.
No documento obtido pelo Portal Correio, a instituição religiosa afirmou que está colaborando integralmente com as investigações e respeitando o segredo de justiça. Sobre o padre Egídio, um procedimento instaurado em 27 de setembro de 2023, que afastou o religioso das suas funções eclesiásticas, está seguindo seus trâmites normais.
Veja nota completa:
Nota de Esclarecimento
A Arquidiocese da Paraíba, consciente de sua responsabilidade e compromisso com a transparência e integridade, vem, por meio desta nota, esclarecer as notícias que estão sendo veiculadas nos meios de comunicação a respeito das investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO).
Informamos que estamos colaborando integralmente com as investigações em curso, respeitando o segredo de justiça estabelecido pelas autoridades competentes. Quanto ao processo da esfera penal, com recurso em tramitação perante o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, especialmente a determinação de prisão de alguns envolvidos, dentre estes o Cônego Egídio de Carvalho Neto, esclarecemos que todos detêm advogados habilitados, sendo estes responsáveis pela defesa e interesses de seus clientes.
No que diz respeito ao processo Canônico do Cônego Egídio de Carvalho Neto, informamos que o procedimento foi instaurado em 27 de setembro de 2023 e está seguindo seus trâmites normais.
Reforçamos nosso compromisso com a transparência e manifestamos total apoio às autoridades competentes, colaborando de forma irrestrita para que toda a verdade sobre os eventos em questão seja esclarecida.
João Pessoa, Paraíba, 17 de novembro de 2023.
Newton Marcelo Paulino de Lima
OAB/PB nº 9.403
Elias Belarmino de Araújo Júnior
Blog do BG PB
Foto: Reprodução
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), responsável pela Operação Indignus 2, deflagrada nesta sexta-feira (17), detalhou os prejuízos causados pelos supostos desvios de recursos públicos no Hospital Padre Zé.
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Foto: Reprodução



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