Paraíba

Quadrilha suspeita de aplicar golpe superior a R$ 5 milhões em vários estados é presa na Paraíba

Uma investigação da Polícia Civil da Paraíba desarticulou um grupo criminoso que aplicava golpes além das divisas do estado. Os criminosos estavam instalados no município de Rio Tinto (PB) e chegaram a fazer vítimas no Rio de Janeiro e em São Paulo.

De acordo com o delegado seccional Sylvio Rabelo, um banco privado com sede na região Sudeste teve um prejuízo de mais de R$ 5 milhões da quadrilha, que fazia empréstimos fraudulentos com documentos falsos. Várias pessoas idosas também foram prejudicadas pela organização criminosa.

“Esse grupo tinha uma empresa no segmento de placas de energia solar, que eram adquiridas por meio desses empréstimos realizados de forma fraudulenta. Dentro desse esquema criminoso, essa empresa oferecia descontos e condições favoráveis a idosos que fizessem empréstimos bancários. Só que o dinheiro desses empréstimos era depositado na conta do dono dessa empresa investigada”, explicou o delegado.

Além disso, as placas não eram instaladas nas residências das vítimas e, por vezes, os equipamentos eram revendidos a outras pessoas. “Era um ciclo de crimes”, acrescentou o delegado seccional de Mamanguape, onde as investigações tiveram início há quatro meses.

Durante a operação, seis pessoas foram presas. Equipamentos eletrônicos de interesse da investigação foram apreendidos, além de uma arma de fogo e munições.

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Paraíba

Polícia Federal deflagra nova operação contra desvio de recursos em hospital público de Campina Grande

Foto: PF

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União, deflagrou na manhã desta sexta-feira (24) a Operação Marasmo, com o objetivo de combater um esquema de desvio de recursos públicos da saúde envolvendo dispensas indevidas de licitação, além de pagamentos sem cobertura contratual.

As contratações tinham como objeto a aquisição de alimentos para suprir as necessidades de um hospital da rede pública em Campina Grande-PB. As irregularidades aconteceram entre o início de 2022 até meados agosto de 2023.

A justiça determinou o bloqueio de R$ 3.262.998,00  em bens dos investigados, a fim de buscar a mitigação dos prejuízos causados aos cofres públicos. Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão no município.

A investigação teve início com a análise de contratações realizadas pelo Hospital de Clínicas de Campina Grande (HCCG), tendo por objeto a aquisição de refeições prontas, destinadas a funcionários e pacientes, no valor de R$ 8.695.306,61, pagos com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foi constatado que os responsáveis pelos desvios não realizaram a licitação, mas fizeram contratações diretas, por meio de dispensas de licitação e termos de ajuste de contas (pagamentos sem cobertura contratual), com favorecimento de empresa e preços acima dos praticados em procedimento licitatório realizado para objeto semelhante.

O nome da operação é uma alusão ao estado patológico de atrofia progressiva dos órgãos e magreza excessiva que se sucedem a uma longa enfermidade, bem como à morosidade na condução do procedimento licitatório que deveria ter sido realizado e cuja pendência foi utilizada como justificativa para as contratações diretas.

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Paraíba

‘Bombando’ com movimentação de passageiros, aeroporto de João Pessoa ganhará sala vip em 2024

Empresa responsável por Aeroporto Castro Pinto rebate reclamação em  postagem que viralizou e diz que ar-condicionado está funcionando - ClickPBFoto: Reprodução

A Aena Brasil, concessionária espanhola de seis aeroportos no Nordeste, está negociando a instalação de salas vips nos aeroportos de João Pessoa/Castro Pinto, Maceió/Zumbi dos Palmares e Aracaju/Santa Maria. A informação, veiculada no site Cartões, Milhas e Viagens, foi confirmada pelo TURISMO EM FOCO por meio de uma fonte. A Aena ainda administra os aeroportos de Campina Grande, Recife e Juazeiro do Norte (CE).

Conforme a reportagem apurou, a Aena Brasil já está negociando com algumas empresas e instituições bancárias a possibilidade do investimento. Há um processo de licitação em curso. Não há informação sobre o local onde essa sala vip seria instalada no aeroporto paraibano.

Atualmente, os aeroportos de Aracaju e de João Pessoa são os que apresentam maiores índices de aumento de movimentação de passageiros – embarcando e desembarcando. O aeroporto de Maceió registrou a passagem de 1.911.363 passageiros até outubro deste ano, um crescimento de apenas 0,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

O aeroporto de João Pessoa registrou movimento de 1.161.173 passageiros em 2023, aumento de 15,6%, em relação a 2022, enquanto o aeroporto de Aracaju teve um aumento de 24,3%, no período, com passagem de 966.278 pessoas pelos portões de embarque e desembarque.

O Brasil conta com 95 salas vips espalhadas em 30 aeroportos. O aeroporto de Guarulhos (SP) é o que tem maior número desses ambientes (27 ao todo). O aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, é o segundo que oferece maior número de salas vips, com um total de nove, seguido do aeroporto de Brasília, que conta com 06 desses ambientes.

No Nordeste, os clientes que viajam têm acesso a salas vips nos aeroportos do Recife (05), Salvador e Fortaleza (02), Porto Seguro (BA), São Luis e Teresina, todos com uma sala vip.

Turismo em Foco

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Paraíba

Polícia Federal prende suspeitos de abuso sexual infantil na Paraíba

Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (23) a Operação Harpia, para cumprimento, simultaneamente, mandados de busca e apreensão em 24 estados e no Distrito Federal. Na Paraíba as ordens judiciais foram cumpridas Santa Rita, Campina Grande, Patos e Queimadas.

Em Santa Rita uma pessoa foi presa em flagrante por armazenamento de pornografia infantil e outra pessoa foi presa em Campina Grande em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

A ação está a cargo da Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil. A operação nacional almeja a prisão de ofensores sexuais de crianças e o resgate de vítimas, gerando um maior impacto social e consequente atenção para a ocorrência desse tipo de delito.

O trabalho policial é fruto de investigação iniciada na Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, onde foi realizada a análise de notícias de crimes relacionadas ao abuso sexual infantojuvenil on-line. Foram produzidos os relatórios de análise para que as unidades regionais da PF dessem prosseguimento às investigações, com o cumprimento das medidas cautelares no âmbito de uma operação em todo o Brasil.

Além dos mandados de busca e apreensão, foram realizadas prisões em decorrência da ação.

Em tese, os investigados responderão pelos crimes de armazenamento, compartilhamento e produção de material de abuso sexual infantil e estupro de vulnerável.

A Harpia é uma espécie de ave de rapina que tem os olhos sempre atentos e é exímia caçadora, relacionando-se com o objetivo da operação.

MaisPB

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Paraíba

Megaoperação que envolve mil policiais desocupa área invadida na Praia do Sol, em João Pessoa

A desocupação conta com a ação de 1.100 policiaisFoto: Reprodução

Uma megaoperação, deflagrada na madrugada desta quinta-feira (23), está desocupando parte da fazenda Paratibe, localizada na praia do Sol em João João Pessoa. O local fica em uma área de preservação ambiental, com mais de 100 hectares da mata atlântica remanescente do país.

Segundo a Polícia Militar, para construir barracos irregulares, as pessoas devastaram grande parte da mata, com a derrubada de árvores e queimadas, cometendo assim crime ambiental e extinguindo diversas espécies da flora e fauna.

De acordo com a PM, mais de 83 famílias ocupam irregularmente a área. Pelo menos 1.100 policiais entre militares civis e guarda municipal participam da ação, além de profissionais do Poder Judiciário, Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB), Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Cagepa e Energisa.

Os policiais  vão cumprir a decisão, auxiliando os moradores a deixarem o local. Nas últimas semanas, a prefeitura fez o registro e cadastro dos moradores e o setor social vai atender as famílias.

Após a desocupação, a área deve ser cercada, para inibir novas ocupações, com o objetivo de resgatar o que sobrou do meio ambiente local.

Armas e drogas que possam ser apreendidas na operação, serão levadas para a Central de Polícia Civil.

Com informações do F5 Online

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Paraíba

Empresário dono das Tintas Lux morre em Campina Grande

Morreu nesta quarta-feira (22) o empresário Renato Lago, proprietário da fábrica de tintas “Lux”, de Campina Grande.

Ele tinha 69 anos de idade e lutava há algum tempo contra um câncer. O velório acontece a partir das 16h30 no Cemitério Campo Santo Parque da Paz.

Renato era um empresário muito atuante na cidade e chegou a ser vice-presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep). Participou ativamente da formatação do plano de desenvolvimento “Campina 2035”.

Fonte 83

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Paraíba

Estado é condenado a pagar R$ 500 mil por descumprir decisão judicial após irregularidades em penitenciária

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) acolheu o pedido do Ministério Público (MPPB) e condenou o Estado da Paraíba ao pagamento de R$ 500 mil, pelo descumprimento da decisão judicial por diversas irregularidades encontradas na Penitenciária Regional Feminina de Campina Grande.

O requerimento do pagamento dos R$ 500 mil foi feito pelo 17º promotor de Justiça de João Pessoa, Ricardo José Medeiros, que atua na tutela coletiva do sistema prisional e direitos humanos, em todo o Estado.

Segundo ele, não cabe mais discussão sobre a dívida nos autos, já que os valores executados não foram impugnados pelo Estado, e a quantia deverá ser paga através de precatório em favor do Fundo de Direitos Difusos da Paraíba (FDD/PB).

Para o promotor de Justiça, a medida visa reparar a sociedade pelos danos causados. “A decisão consiste em vitória para a sociedade paraibana, uma vez que o Fundo de Direitos Difusos possui como objetivo arrecadar e gerir recursos financeiros que serão destinados exclusivamente na implementação de projetos sociais e políticas públicas em benefício da sociedade como um todo, como forma de ressarcir a coletividade por danos causados ao consumidor, aos bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, cultural, turístico, paisagístico, infração à ordem econômica e outros direitos e interesses difusos e coletivos, no Estado da Paraíba”, explicou.

Ação civil pública

O MPPB instaurou o Inquérito e constatou diversas irregularidades e o descumprimento da Lei de Execução Penal, na Penitenciária Feminina de Campina Grande. Apesar das inúmeras tentativas de solução extrajudicial do problema, o Estado da Paraíba manteve-se inerte, levando o MPPB a ajuizar, em junho de 2013, requerendo a imposição de obrigação de fazer ao Estado da Paraíba (responsável pela administração da unidade prisional), consistente na adoção de 20 providências, sob pena de multa e interdição.

A ação foi julgada pelo Juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, que, após ouvir o Estado, condenou-o, em 2019, a realizar as reformas e adequações necessárias para a correção dos problemas detectados nas perícias e inspeções indicadas na ação pelo MPPB.

Na decisão, o magistrado determinou que as obras estruturais deveriam ter início em 150 dias contados da intimação da sentença, com sua conclusão em um ano e que as demais obrigações que não dependiam de obras estruturais deveriam ser cumpridas no prazo máximo de 90 dias, tudo sob pena de multa semanal de R$ 5 mil até o limite de R$ 500 mil.

Confira as providências requeridas pelo MPPB na Penitenciária Feminina de Campina Grande e que foram julgadas procedentes pelo Judiciário:

1. classificação das presas, segundo os seus antecedentes e personalidade, para orientar a individualização da execução penal/prisão processual;

2. instituição e funcionamento regulares da Comissão Técnica de Classificação (CTC);

3. prestação de ampla e regular assistência material com fornecimento de vestuário digno e material de higiene pessoal bem como instalações higiênicas e em quantidade suficiente perante a população carcerária;

4. instalação de local destinado à venda de produtos e objetos permitidos e não fornecidos pela Administração;

5. prestação de ampla e regular assistência à saúde fornecendo-se atendimento médico, odontológico e farmacêutico na penitenciária;

6. prestação de ampla e regular assistência jurídica às presas sem recursos financeiros para constituir advogado, que deverão contar com amplo atendimento pelos defensores públicos;

7. assistência educacional consistente em: instrução escolar e a formação profissional do preso e do internado, através da possibilidade de realização dos cursos disponibilizados pela UEPB; ensino de 1º grau; biblioteca, no estabelecimento, para uso de todas as categorias de reclusos, provida de livros instrutivos, recreativas e didáticos;

8. prestação de ampla e regular assistência social pelo Estado, com profissional da área designado/incumbido das atividades previstas na LEP (conhecimento dos resultados dos diagnósticos ou exames; acompanhamento do resultado das permissões de saídas e das saídas temporárias; promoção, no estabelecimento, pelos meios disponíveis, da recreação;

9. instalação de local apropriado e destinado aos cultos religiosos (assistência religiosa);

10. instituição e funcionamento regulares do patronato;

11. instituição e funcionamento regulares do Conselho da Comunidade;

12. instalação de Colônia AgrícoIa, Industrial ou similar;

13. garantia de celas individuais com dormitório, aparelho sanitário e lavatório em condições adequadas ao uso humano, com salubridade do ambiente pela concorrência dos fatores de aeração, insolação e condicionamento térmico adequado à existência humana, e área mínima de 6 m2;

14. organização e atualização permanentes do arquivo da penitenciária em relação às guias de recolhimento/mandados de prisão, com (i) informatização de todos os dabos existentes, (ii) organizar o arquivo e (iii) proibição de designação de pessoa encarcerada para tal finalidade;

15. o pagamento regular das remunerações vencidas e vincendas dos detentos que trabalham (ram)/prestam (ram) serviços ao Estado da Paraíba, respeitando-se o limite mínimo de 3/4 do salário mínimo;

16. respeito à lotação carcerária conforme a estrutura e a finalidade da penitenciária, resguardado o limite mínimo de seis metros quadrados por preso, removendo-se o excedente para outro local adequado;

17. proibição da presença de agentes do sexo masculino na segurança quanto aos compartimentos ocupados por mulheres;

18. instalação de berçário, onde as condenadas/presas possam cuidar de seus filhos, inclusive amamentá-los, no mínimo, até seis meses de idade;

19. a instalação (i) de seção para gestante e parturiente e (ii) de creche para abrigar crianças maiores de seis meses e menores de sete anos, com a finalidade de assistir a criança desamparada cuja responsável estiver presa;

20. garantia da segurança, com a reforma do prédio (ou, subsidiariamente, a construção de um novo) voltada à implementação de todos os itens necessários ao cumprimento das ordens de prisão, com muros altos, providos de grampos, cercas elétricas, arame farpado, guaritas (e outros elementos de segurança), livre de qualquer vegetação ou objeto que favoreça a escalada-fuga dos detentos e/ou invasão externa, sistema de prevenção a incêndios.

 

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Paraíba

Português é investigado pela Polícia Federal por extrair minério ilegalmente no sertão da Paraíba

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (22) a Operação Lioz em Várzea, no sertão do estado. A ação tem o objetivo de combater a extração ilegal de minérios e crimes ambientais. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas sede de um empresa de mineração. Segundo as investigações, o local pertence a um cidadão português. A empresa investigada realizava extração de calcário sem autorização dos órgãos estatais, usurpando matéria-prima de propriedade da União e causando enorme impacto ambiental. Segundo a Agência Nacional de Mineração, foram extraídas mais de 50 toneladas do minério, os quais estão avaliados em aproximadamente 750 mil reais. A justiça também determinou a quebra do sigilo telefônico, bem como o bloqueio de valores e sequestro de bens do investigado, para recompor o prejuízo causado ao cofres públicos e também o dano ao meio ambiente. A pedra Lioz, que dá nome à operação de hoje, é um tipo de calcário valioso encontrado somente em Portugal, utilizado especialmente para construção de monumentos, palácios e mosteiros daquele país. Blog do BG PB

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Paraíba

Relatório da PEC que criminaliza porte de drogas deve ser apresentado nesta quarta-feira no Senado

Foto: Agência Brasil

O relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC) que criminaliza o porte e a posse de qualquer quantidade de drogas no Brasil deve ser apresentado nesta quarta-feira (22) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Apesar de ter entrado na pauta da comissão, a votação da matéria deve ocorrer em outra sessão, segundo o relator, o senador Efraim Filho (União-PB).

A expectativa é que proposta seja votada no plenário do Senado até o fim do ano. Entre os principais pontos do texto, há a intenção de enquadrar o tráfico e o porte de drogas como crime hediondo, ou seja, aquele enquadrado no rol de mais graves e para o qual não é cabível fiança.

Efraim ainda confirmou que a ideia é definir que usuários ainda estariam cometendo um crime ao comprar e usar drogas. No entanto, as penas estabelecidas seriam mais brandas. “A diferenciação é que o usuário seja tratado com penas alternativas, como restrição de direitos ou serviço comunitário, ao invés do encarceramento”, afirmou o relator.

A PEC foi sugerida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e é vista como uma forma de o Congresso marcar posição sobre o assunto. O tema também está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento sobre a descriminalização do porte de maconha.

R7

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Paraíba

Padre Egídio tem AIDS e defesa pede prisão domiciliar

Foto: Reprodução

A defesa do Padre Egídio pediu a Justiça a revogação da prisão preventiva do religioso, por ser portador do vírus da Aids.

No documento obtido pelo Blog do BG PB, os advogados alegam questões humanitárias porque Egídio também é diabético, hipertenso e depressivo e grau máximo.

O Gaeco afirma que as investigações revelaram um esquema estimado em cerca de R$ 140 milhões. Os desvios teriam sido cometidos por Egídio e feitos através do Instituto São José, responsável pelo Hospital Padre Zé, e da Ação Social Arquidiocesana, e ocorreram entre 2013 e setembro deste ano.

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