Paraíba

Operação prende suspeito de estupro virtual que ameaçava expor fotos das vítimas na Paraíba

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem, de 27 anos, suspeito de praticar estupro virtual foi alvo de uma operação da Polícia Civil da Paraíba na manhã dessa quinta-feira (26). O investigado foi preso em Santa Rita, na região Metropolitana de João Pessoa.

De acordo com o delegado João Ricardo, da delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC), a investigação começou no início do ano quando uma das vítimas denunciou o homem. Segundo a polícia, os crimes de estupro virtual aconteciam há pelo menos dois anos. Não se sabe ainda quantas pessoas teriam sido vítimas do investigado.

Ainda de acordo com a polícia, o homem conversava com as vítimas através de perfis falsos em rede sociais e, quando recebia as fotos íntimas delas, ameaçava expor as imagens caso elas não obedecessem às ordens dele.

Um mandado de busca e apreensão também foi cumprido nesta quinta (26). O homem foi levado para a delegacia, onde deve passar por audiência de custódia.

O caso segue sob investigação.

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Paraíba

Réveillon de João Pessoa terá queima de fogos silenciosos

Imagem: Arquivo/Secom

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), reforça a importância de utilizar fogos de artifício silenciosos durante as comemorações de fim de ano e outros eventos festivos. A medida tem como objetivo proteger pessoas e animais que são sensíveis ao barulho causado pelos tradicionais fogos com estampido.

De acordo com especialistas, o som estridente dos fogos de artifício tradicionais pode causar grande desconforto em crianças, idosos e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de ser extremamente prejudicial para animais de estimação, como cães e gatos. O ruído elevado pode desencadear crises de ansiedade, estresse, pânico e, em casos extremos, até problemas de saúde mais graves.

“Os fogos de artifício silenciosos são uma alternativa mais segura e inclusiva para celebrar, respeitando o bem-estar de todos. É possível manter a beleza dos espetáculos pirotécnicos sem causar danos à saúde humana e animal”, destacou o secretário de Meio Ambiente da Capital, Welison Silveira.

Os animais, especialmente cães e gatos, possuem uma audição mais apurada do que a dos seres humanos, o que os torna ainda mais vulneráveis aos impactos do barulho. Entre os sintomas mais comuns em animais expostos aos estampidos estão tremores, taquicardia, perda de orientação e, em casos extremos, fugas descontroladas que podem resultar em acidentes.

Festa de Réveillon – Mais uma vez, na festa da virada do ano, a Prefeitura de João Pessoa fará um show pirotécnico utilizando fogos de artifício silenciosos. Para a chegada de 2025, quem for às praias de Tambaú e Cabo Branco, poderá assistir ao espetáculo com duração de 8 minutos.

Responsabilidade compartilhada – Adotar fogos de artifício silenciosos é uma demonstração de empatia e respeito ao próximo, contribuindo para uma sociedade mais harmônica. A Prefeitura de João Pessoa está empenhada em promover a conscientização da população sobre o tema e reforça que pequenas mudanças de atitude podem gerar impactos positivos significativos.

Serviço – Para denúncias a Semam disponibiliza o telefone (83) 3218-9208, que funciona recebendo mensagens de texto, áudio e vídeos pelo WhatsApp e ainda o aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

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Paraíba

Governo reconhece situação de emergência em cinco cidades da Paraíba

Foto: Michelle Farias

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nessa terça-feira (24), a situação de emergência em cinco cidades da Paraíba afetadas pela estiagem. A portaria com os reconhecimentos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Estão na lista os municípios de Alcantil, Arara, Cacimbas, Frei Martinho e Uiraúna. Agora, as prefeituras estão aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil.

Até o momento, Paraíba tem 112 reconhecimentos vigentes, dos quais 111 por estiagem e um por erosão costeira/marinha.

Como solicitar recursos?

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).

Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

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Paraíba

Maria Cecília e Miguel são os nomes mais registrados na Paraíba em 2024

Foto: Divulgação

Maria Cecília, Cecília e Miguel estão entre os nomes mais escolhidos para recém-nascidos na Paraíba em 2024. Segundo dados do Portal da Transparência do Registro Civil, divulgado nesta semana de Natal, o estado registrou 48.925 nascimentos ao longo do ano.

Maria Cecília foi o nome feminino mais registrado no estado, com 487 ocorrências, seguida por Maria Helena (444) e Maria Alice (429).

Entre os meninos, Miguel liderou com 335 registros, acompanhado por Ravi (308) e João Miguel (307). No panorama nacional, o nome Helena foi o mais comum em 2024.

Em João Pessoa

Na capital paraibana, Maria Cecília ocupou o primeiro lugar, com 120 registros, seguida por Maria Helena (114) e Maria Alice (93).

Entre os meninos, Theo foi o mais registrado, com 105 ocorrências, seguido de perto por Miguel (103) e Davi (102).

Em Campina Grande

Em Campina Grande, Miguel foi o destaque masculino, com 72 registros, enquanto Maria Cecília também liderou entre as meninas, com 65 ocorrências.

Outros nomes femininos populares foram Maria Helena (62) e Maria Alice (60). Entre os meninos, Heitor (65) e Davi (61) também estiveram entre os preferidos.

A pesquisa, realizada pela Arpen-Brasil, reúne informações detalhadas dos cartórios brasileiros e destaca tendências regionais e nacionais.

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Paraíba

Confira programação das missas e cultos de Natal em Campina Grande e João Pessoa

Catedral de Campina Grande  — Foto: Ligia Coeli

A Arquidiocese da Paraíba e a Diocese de Campina Grande divulgaram as programações das missas de Natal na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa, e na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Campina Grande. Igrejas evangélicas também divulgaram os cronogramas de cultos para as duas cidades.

João Pessoa

 

Em João Pessoa, as celebrações na catedral vão ser presididas pelo arcebispo metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson e por Monsenhor Robson Bezerra.

25 de dezembro, quarta-feira: dia de Natal

  • 9h – Missa presidida por Dom Manoel Delson, Arcebispo Metropolitano da Paraíba
  • 12h – Missa presidida por Monsenhor Robson Bezerra

 

Às 19h haverá a celebração, ao ar livre, ao lado da Primeira Igreja Batista. O evento acontece há 24 anos e é o único culto de Natal ao ar livre da cidade.

Campina Grande

 

A programação em Campina Grande será presididade pelo bispo diocesano Dom Dulcênio. Os horários das missas serão às 10h, 16h30 e 19h30.

A Primeira Igreja Batista de Campina Grande terá uma cantata de Natal, prevista para começar a partir das 19h30.

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Paraíba

DEVO, NÃO NEGO: Paraíba é um dos estados do Nordeste que tem menos caloteiros

A Paraíba é o 8º estado do Nordeste com maior percentual de caloteiros, segundo dados de uma pesquisa do Serasa de outubro de 2024.

Com 39%, a Paraíba só perde para o Maranhão que tem 35%.  No TOP três temos Pernambuco com 46,9% de inadimplência, seguido do Ceará (46,2%) e o Rio Grande do Norte (45%).

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Paraíba

Paraíba registra seca em todo território, diz pesquisa

Foto: Bruno Lira

A Paraíba registrou seca na totalidade de seu território entre setembro e novembro de 2024. Desde o período de outubro a dezembro de 2021, essa é a primeira vez que o estado tem seca em 100% de seu território por três meses consecutivos.

Entre outubro e novembro, a seca se intensificou na Paraíba com o forte aumento da área com seca moderada de 8% para 92% de seu território. É a condição mais severa no estado desde janeiro deste ano, quando houve seca grave em 1% do território paraibano.

Conforme a última atualização do Monitor de Secas no Brasil, entre outubro e novembro, em oito estados a seca se intensificou nesse período: Alagoas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. Já no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado após uma sequência de 13 meses sem seca. Já em outros dois estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá e Santa Catarina.

Dezoito unidades da Federação registraram seca em 100% do território em novembro deste ano: Acre, Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Nas demais unidades da Federação, os percentuais variaram de 4% a 99%.

Monitor de Secas

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.

O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023.

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Paraíba

Procon Paraíba realiza pesquisa de itens da ceia natalina; confira

A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor da Paraíba (Procon-PB), através do Setor de Pesquisa e Estatística, realizou nos dias 23 de dezembro de 2024 uma pesquisa de preços sobre itens de ceia natalina, em virtude da proximidade do período natalino.

Foram pesquisados 201 itens entre amêndoas sem casca, amendoim, champignon,
castanha de caju, castanha do pará, damasco, pistache, azeitona verde, azeitona preta,
palmito, ervilha, milho verde, frutas cristalizadas, tâmara, ameixa seca sem caroço, uva
passa branca e uva passa preta, em 07 estabelecimentos da grande João Pessoa
Referente às amêndoas sem casca, a marca La Violetera (150 g), com variação de
19,09%, tem preços a partir de R$ 20,90 (Mix Mateus – Cabedelo) a R$ 24,89 (Atacadão-Geisel), uma diferença de R$ 3,99.

Nos amendoins, destaca-se a marca Santa Helena de 1Kg, obteve variação de 41,23%,
com preços de R$ 26,90 (Assaí Atacadista – Geisel)) a R$ 37,99 (SuperFácil Atacado –
Água Fria), uma diferença de R$11,09.

Nos champignons, a marca Mariza (100 g), obteve uma variação de 32,13%, com preços a partir de R$ 11,95 (Novo Atacarejo – Cabedelo) até R$ 15,79 (SuperFácil Atacado – Água Fria), possibilitando uma diferença de R$ 3,84.

Nas castanhas de caju (200g), a marca Pequena Maria, torrada com sal, obteve uma
variação de 13,37%, com preços encontrdaos a partir de R$ 24,69 (SuperFácil Atacado –
Água Fria) até R$ 27,99 (Supermercado Latorre – Torre).

No pistache, a marca Doce Mel (100g), obteve variação de 29,23%, e pode ser adquirida
a partir de R$ 23,98 (Novo Atacarejo – Cabedelo) ate R$ 30,99 (La Torre – Torre), uma
diferença de R$ 7,01.

Para mais informações ou dúvidas, entre em contato através do WhatsApp (83) 98618-
8330 ou disque 151 gratuito. Se preferir, visite nosso site: www.procon.pb.gov.br ou
nossas redes sociais: Instagram ou Facebook:@proconpb e Twitter: @procongovpb.

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Paraíba

Anvisa proíbe suplemento vendido como cura para diabetes

Reprodução

Um vídeo que circula nas redes sociais promete a cura para o diabetes com um suplemento alimentar de componentes naturais chamado Insupril. Se isso fosse possível, milhões de pessoas não dependeriam mais de medicamentos ou insulina.

No entanto, a verdade é que se trata de um golpe. A Anvisa publicou uma resolução proibindo a comercialização do falso medicamento, e especialistas alertam que trocar a medicação por esse tipo de produto representa um risco à vida.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a estimativa é que 20 milhões de pessoas no país sofram de diabetes. Causada pela falta de insulina, produzida no pâncreas, ou pela deficiência na ação dela, a doença não tem cura, apenas controle.

Com milhões de pessoas nessa condição, algumas empresas enxergam nesse cenário um “mercado” para vender falsas promessas. No início do mês, o Fato ou Fake do g1 fez reportagem mostrando a tentativa de fraude da empresa responsável pelo Insupril por divulgar uma publicação falsa em uma página que simulava ser uma notícia do site.

O produto é um suplemento alimentar, ou seja, não é um medicamento. Mesmo assim, a empresa divulgava promessas de tratamento e cura para o diabetes.

Na página, o produto não revela qual seria a substância natural capaz de promover a cura para a doença.

No site de reclamações Reclame Aqui, há centenas de relatos de pessoas enfrentando problemas com a entrega ou a eficácia do produto. Isso demonstra que muitas estão acreditando na falsa promessa.

Nesta semana, a empresa publicou um novo anúncio com um indivíduo que se apresenta como médico, mas que, na verdade, não é. Ele faz afirmações falsas de que medicamentos usados no tratamento global, como a metformina, não funcionam ou possuem efeitos colaterais graves. No vídeo, ele sugere que os pacientes substituam a medicação pelo suplemento, vendido por R$ 199,90.

Leia mais

G1

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Paraíba

‘SAIDINHA DE NATAL’: saiba por que presos não vão para casa na Paraíba



					'Saidinha de Natal': entenda por que presos não vão para casa na Paraíba

A “saidinha temporária” de presos, que é quando o preso cumpre pena em regime semiaberto e até a data da saída tenha cumprido um sexto da pena total se for primário ou um quarto se for reincidente, não se aplica na Paraíba.

Na prática, os presos do regime semiaberto na Paraíba não se recolhem em unidades prisionais, mas sim em suas próprias residências, monitorados por tornozeleiras eletrônicas, sob regras já definidas.

Essa situação foi uma decisão tomada pela Justiça da Paraíba em 2020, durante a pandemia de Covid-19, que adaptou o regime semiaberto às recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde então, todos os presos do semiaberto no estado estão em prisão domiciliar, com horários restritos e diversas condicionantes.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB), os presos em regime semiaberto têm horários para permanecerem em casa:

  • Durante a semana: recolhimento domiciliar das 20h às 5h;
  • Finais de semana e feriados: permanência integral em casa, começando às 13h de sábado até as 5h da segunda-feira;
  • Feriados prolongados: o recolhimento inicia às 20h do dia anterior ao feriado.


					'Saidinha de Natal': entenda por que presos não vão para casa na Paraíba
Foto: TV Globo/Reprodução.

Além disso, os presos do semiaberto não podem sair da região da Grande João Pessoa sem autorização judicial, portar armas, consumir álcool ou drogas, nem frequentar bares ou festas. Qualquer descumprimento dessas regras pode levar ao reencaminhamento ao regime fechado.

O benefício da saída temporária, previsto desde 1984 pela Lei de Execução Penal, era destinado a presos em regime semiaberto como forma de reintegração social, desde que tivessem bom comportamento e cumprido ao menos um sexto da pena. Contudo, na Paraíba, essa prática foi gradualmente substituída pelo atual modelo de prisão domiciliar e monitoramento eletrônico.

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Blog do BG PB com JornalPB

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