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Papa Francisco muda rituais funerários e pede para ser enterrado em caixão simples de madeira

Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

O papa Francisco aprovou nesta quarta-feira (20) uma reforma dos ritos funerários papais que flexibilizarão e simplificarão cerimônias do tipo para pontífices.

A mudança passará a permitir também que o sepultamento de corpos aconteçam fora do Vaticano, o que não era permitido até agora. E retira a obrigação que pontífices fiquem sob três caixões tradicionais de chipre, chumbo e carvalho.

A simplificação, segundo o mestre de cerimônias litúrgicas do Vaticano, Monsenhor Diego Ravelli, visa “enfatizar ainda mais que o funeral do Romano Pontífice é o de um pastor e discípulo de Cristo e não de um homem poderoso deste mundo”.

A mudança está livro litúrgico atualizado que Francisco aprovou em 29 de abril e que substitui a edição anterior, publicada pela última vez em 2000. O jornal do Vaticano L’Osservatore Romano publicou nesta quarta detalhes nova edição.

Embora os papas frequentemente mexam nas regras do Vaticano, uma revisão dos ritos funerários papais se tornou necessária após a morte do papa Emérito Bento XVI, em 31 de dezembro de 2022.

Na ocasião, o Vaticano teve de elaborar um funeral para o primeiro papa aposentado em 600 anos. Meses depois, Francisco revelou que estava trabalhando com o , para revisar os ritos funerários papais e simplificá-los.

O mestre de cerimônias litúrgicas do Vaticano disse ao L’Osservatore Romano que a nova reforma inclui também a eliminação da exigência de que o papa seja colocado em um caixão elevado na Basílica de São Pedro para exibição pública.

Francisco já revelou que decidiu que seria enterrado na basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, não nas grutas sob a Basílica de São Pedro, onde a maioria dos papas está enterrada. Em vez disso, ele estará em exibição em um caixão simples.

Francisco completa 88 anos em dezembro e, apesar de alguns problemas de saúde e mobilidade, está em boa forma, segundo médicos.

g1

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Biden autoriza Ucrânia a usar mísseis americanos de longo alcance contra a Rússia

Foto: Alessandro Garofalo/Reuters

O presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance fornecidos pelos americanos na guerra contra a Rússia, segundo o jornal “The New York Times”.

A mudança de postura do governo americano ocorre por conta do envio de tropas norte-coreanas para lutarem na guerra na Ucrânia ao lado dos russos, segundo o jornal americano. Os mísseis de longo alcance devem começar a ser utilizados contra as tropas russas e norte-coreanas na região de Kursk, no oeste da Rússia, ainda de acordo com o “The New York Times”.

A Ucrânia estava vetada de utilizar esse tipo de armamento americano até o momento. O uso dos mísseis de longo alcance fornecidos pelos EUA era um tabu na guerra contra a Rússia, porque o presidente russo, Vladimir Putin, considera que isso muda o caráter do conflito e havia prometido represálias. Entre as ameaças que fez, Putin disse que realizaria testes nucleares.

A decisão de retirar a proibição do uso dos mísseis americanos de longo alcance é uma grande mudança na postura de Biden, que se manteve cauteloso sobre esse assunto durante seu governo. A permissão ocorre também após a vitória de Trump nas eleições dos EUA. O republicano é crítico do apoio financeiro aos ucranianos e prometeu terminar a guerra “em 24 horas”, mas sem explicar como. Ainda não se sabe se Trump reverteria a decisão quando assumir a presidência, em 20 de janeiro.

A retirada da restrição ocorre em um momento de escalada nas tensões entre países da Ásia, da Europa e dos EUA. Uma nova fase da ofensiva russa em território ucraniano a partir de maio fez Otan e EUA, aliados da Ucrânia, considerarem a autorização para utilização de mísseis de longo alcance fornecidos aos ucranianos.

Com essa nova fase da guerra, os EUA começaram a levantar algumas restrições, deixando apenas a dos mísseis de longo alcance. Já países da Europa reforçaram os pacotes de ajuda financeira e o presidente da França, Emmanual Macron, chegou até a considerar enviar tropas francesas para a Ucrânia, e foi ameaçado por Putin.

Em contrapartida, Rússia e a Coreia do Norte estreitaram relações –diplomáticas e militares–, o que levou ao posicionamento de tropas norte-coreanas para lutarem na Ucrânia ao lado das russas. Diante disso, o Pentágono já havia dito que não haveria restrição de armas que a Ucrânia poderia utilizar.

Segundo as autoridades americanas ouvidas pelo “The New York Times”, o temor de que Putin suba ainda mais o tom por conta da autorização do uso de mísseis americanos pela Ucrânia ainda existe, mas foi superado pela urgência do atual cenário da guerra.

Ucrânia e Rússia estão em guerra desde fevereiro de 2022, após uma invasão de tropas russas em território ucraniano. O avanço russo continua: na última semana de outubro, tropas de Putin fizeram o avanço mais rápido desde o início do conflito. Na Ucrânia, o presidente Zelensky apresentou um “plano da vitória” na guerra contra a Rússia aos EUA e ao Parlamento ucraniano em outubro.

g1

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Rússia realiza ataque “massivo” contra rede elétrica ucraniana, dizem autoridades

Russian Ministry of Defense/Anadolu via Getty Images

A Rússia realiza seu maior ataque com mísseis, desde agosto, contra a Ucrânia, na manhã de domingo (17). Explosões foram ouvidas na capital, Kiev. Segundo autoridades, com o inverno chegando, o principal alvo são instalações de energia.

Há semanas que os ucranianos se preparam para um grande ataque ao deficiente sistema de energia, temendo danos paralisantes à rede que causariam longos apagões e aumentariam a pressão psicológica num momento crítico da guerra.

“Outro ataque massivo ao sistema de energia está em andamento. O inimigo está atacando instalações de geração e transmissão de eletricidade em toda a Ucrânia”, escreveu o ministro ucraniano da Energia, German Galushchenko, no Facebook.

As defesas aéreas podiam ser ouvidas atacando drones sobre a capital durante a noite, e uma série de explosões poderosas ecoaram pelo centro da cidade enquanto o ataque com mísseis estava em andamento pela manhã.

A escala dos danos não ficou imediatamente clara. As autoridades cortaram o fornecimento de energia em vários distritos da cidade, incluindo Kiev, região circundante e região de Dnipropetrovsk, no que disseram ser uma precaução para evitar um aumento repentino em caso de danos.

As autoridades da região de Volyn, no noroeste da Ucrânia, disseram que a infraestrutura energética sofreu danos, mas não deram mais detalhes. As autoridades muitas vezes ocultam informações sobre o estado do sistema energético por causa da guerra.

Em Mykolaiv, no sul, duas pessoas morreram durante o ataque noturno de drones, disse o governador regional. As explosões abalaram a cidade de Zaporizhzhia, no sudeste, e o porto de Odesa, no Mar Negro, disseram testemunhas da Reuters. Mais explosões foram relatadas nas regiões de Kryvyi Rih, no sul, e Rivne, no oeste.

“A Rússia lançou um dos maiores ataques aéreos: drones e mísseis contra cidades pacíficas, civis adormecidos, infraestruturas críticas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha.

A Polônia, membro da NATO, que faz fronteira com a Ucrânia, disse ter mobilizado a sua força aérea dentro como precaução de segurança devido ao ataque russo, que disse ter utilizado mísseis de cruzeiro, mísseis balísticos e drones.

A Polônia “ativou todas as forças e recursos disponíveis à sua disposição. Os pares de caças em serviço foram embaralhados e os sistemas terrestres de defesa aérea e de reconhecimento por radar atingiram o mais alto estado de prontidão”, disse o comando operacional das suas forças armadas no X.

A Força Aérea da Ucrânia pediu aos residentes que se protegessem, fornecendo atualizações regulares sobre o progresso dos cruzeiros russos, dos mísseis balísticos e hipersônicos que, segundo ela, estavam passando pelo espaço aéreo ucraniano.

A Polônia, membro da NATO, que faz fronteira com a Ucrânia, disse ter mobilizado a sua força aérea dentro como precaução de segurança devido ao ataque russo, que disse ter utilizado mísseis de cruzeiro, mísseis balísticos e drones.

A Polônia “ativou todas as forças e recursos disponíveis à sua disposição. Os pares de caças em serviço foram embaralhados e os sistemas terrestres de defesa aérea e de reconhecimento por radar atingiram o mais alto estado de prontidão”, disse o comando operacional das suas forças armadas no X.

A Força Aérea da Ucrânia pediu aos residentes que se protegessem, fornecendo atualizações regulares sobre o progresso dos cruzeiros russos, dos mísseis balísticos e hipersônicos que, segundo ela, estavam passando pelo espaço aéreo ucraniano.

CNN Brasil

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Encontro de Negócios das Américas fortalece relações comerciais entre a Paraíba e a Flórida, nos EUA

O ECON (Encontro de Negócios das Américas) realizou sua segunda edição em João Pessoa, no dia 5 de novembro, com empresários e representantes de várias instituições. Antes do evento, uma comitiva foi recebida pelo governador da Paraíba, João Azevêdo, que destacou os planos de investimento em infraestrutura logística, portuária e turismo, além de apresentar a cachaça como potencial produto de exportação para os EUA. Ele demonstrou interesse em participar de uma missão empresarial na Flórida em abril de 2025.

O evento, realizado no restaurante NAU Frutos do Mar, contou com palestrantes como Rodrigo Fonseca, da APEX Brasil, e Fábio Yamada, da Select Florida, além de dez painéis focados na internacionalização e oportunidades de negócios nos EUA. Gláucio Uchoa, CEO do ECON, apresentou a “Missão Flórida”, planejada para promover uma imersão empresarial em Orlando com 100 empresários brasileiros ou mais. O ECON consolidou-se como um importante fórum de networking e suporte a empresários interessados no mercado norte-americano.

O evento teve a co-produção do SEBRAE PB, apoio FIEPB, Fecomércio, Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba e participação de entidades locais.

Blog do BG 

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Joe Biden recebe Donald Trump na Casa Branca; líderes falam em “transição suave”

Trump se reúne com Biden em 1ª visita à Casa Branca após eleição e promete  'a transição mais suave possível' | Eleições nos EUA 2024 | G1Foto: reprodução/CNN

Donald Trump e Joe Biden se reuniram nesta quarta-feira (13) na Casa Branca. Imagens mostraram ambos se cumprimentando no Salão Oval.

Em comentários breves, que duraram cerca de um minuto, Biden parabenizou Trump e destacou que trabalhará para que ele seja acomodado da melhor maneira no retorno à Casa Branca.

“Bem-vindo. Bem-vindo de volta”, disse o atual presidente.

Trump destacou que a política “é difícil e, em muitos casos, não é um mundo muito bom, mas é um mundo bom hoje, e eu aprecio muito isso”. O democrata respondeu: “De nada”.

Em 2020, quando Trump era chefe de Estado e foi derrotado por Biden na eleição, o democrata não foi recebido na Casa Branca, mesmo essa sendo uma “cortesia” tradicional entre governantes após o pleito nos EUA.

Ambos os líderes se criticam duramente há anos e suas equipes têm posições muito diferentes sobre diversos assuntos, desde mudanças climáticas até a relação com a Rússia e comércio.

O democrata retratou Trump como uma ameaça à democracia, enquanto o republicano coloca Biden como incompetente. O presidente eleito fez falsas alegações de fraude generalizada na eleição de 2020.

CNN Brasil

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Irã nega envolvimento em suposta conspiração para matar Trump

Foto: Instagram / Reprodução

O Irã “rejeitou categoricamente” a alegação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de que conspirou para matar Donald Trump antes das eleições presidenciais americanas.

De acordo com documentos judiciais divulgados na sexta-feira (8), as autoridades iranianas teriam pedido em setembro a Farhad Shakeri, um cidadão afegão residente em Teerã, que se concentrasse na vigilância e, por fim, no assassinato de Trump, que foi eleito presidente dos EUA esta semana. Shakeri ainda está foragido no Irã, segundo o Departamento de Justiça.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irã descreveu as alegações como “completamente sem fundamento” e as rejeitou em um post no X neste sábado (9), acrescentando que “acusações semelhantes foram feitas no passado”, que o Irã já “negou firmemente e provou serem falsas”.

O Ministério afirmou que as alegações equivalem a uma “conspiração maliciosa” que visa “complicar ainda mais a relação entre os EUA e o Irã”.

A alegada conspiração recentemente divulgada marca mais um suposto atentado contra Trump por parte do regime iraniano.

O governo dos EUA tem repetidamente levantado preocupações de que o Irã pode tentar retaliar um ataque de drone dos EUA em 2020 que matou o general Qasem Soleimani, um dos principais generais do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã, tentando matar Trump – que ordenou o ataque da época – ou seus antigos conselheiros.

CNN Brasil

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‘Banana colada com fita adesiva’ pode ser arrematada por R$ 8,6 milhões em leilão de arte

Foto: Reuters

A prévia do leilão de arte de outono da Sotheby’s, realizada em Nova York na sexta-feira (8), ofereceu uma visão atípica: uma banana colada com fita adesiva a uma parede. A peça conceitual, intitulada “Comedian”, de Maurizio Cattelan, estreou em 2019 na Art Basel em Miami e viralizou.

Lucius Elliott, chefe dos leilões noturnos de arte contemporânea e atual da Sotheby’s, estima que a banana será vendida por US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,7 milhões) a US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) quando for a leilão em 20 de novembro.

“A arte conceitual historicamente não tem sido o ponto central dos leilões, mas acho que isso é algo com um apelo tão universal, com um reconhecimento tão universal, que realmente esperamos que faça sucesso”, disse ele.

Os leilões de outono da Sotheby’s apresentarão obras de artistas contemporâneos, modernos e impressionistas, incluindo Leonora Carrington. Sua “Le Grade Dame” (A Mulher Gato), de 1951, é estimada em até US$ 7 milhões (cerca de R$ 40 milhões).

Os compradores também podem encontrar obras de artistas como Keith Haring, Paul Signac, Henri Matisse, Ed Ruscha e muitos outros. Mas a banana na parede pode ser o assunto da cidade. “Este é um verdadeiro momento galvanizante para o mercado de arte”, disse Elliott.

CNN Brasil

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EUA acusam formalmente três pessoas de suposta conspiração iraniana para matar Trump

Trump foi alvo de atentado a tiros em julho; relembre | Mundo | G1

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou nesta sexta-feira (8) acusações federais contra três pessoas que seriam responsáveis por uma conspiração iraniana para matar Donald Trump antes da eleição presidencial. De acordo com documentos judiciais, autoridades iranianas pediram a um dos homens acusados, Farhad Shakeri, em setembro para se concentrar em vigiar e assassinar Trump. Shakeri ainda está foragido no Irã, disse o Departamento de Justiça.

Esta suposta conspiração foi recentemente revelada e marca uma possível tentativa de assassinato de Trump pelo regime iraniano. Shakeri disse aos investigadores que se ele não conseguisse elaborar um plano nesse prazo, a guarda esperaria até depois da eleição presidencial para seguir em frente, pois acreditava que Trump perderia.

Os outros dois indivíduos acusados, Carlisle Rivera e Jonathon Loadholt, que são cidadãos americanos, foram presos em Nova York e são acusados ​​de ajudar o governo iraniano a vigiar um cidadão americano de origem iraniana. Eles fizeram sua primeira aparição no tribunal na quinta-feira (7), disse o Departamento de Justiça, e estão detidos aguardando julgamento.

Em declarações, tanto o procurador-geral Merrick Garland quanto o diretor do FBI, a agência federal de investigações dos EUA, Christopher Wray denunciaram as ameaças contínuas do governo iraniano contra indivíduos nos Estados Unidos.

“Existem poucos atores no mundo que representam uma ameaça tão grave à segurança nacional dos Estados Unidos quanto o Irã. O Departamento de Justiça acusou um ativo do regime iraniano que foi encarregado pelo regime de direcionar uma rede de associados criminosos para promover os planos de assassinato do Irã contra seus alvos, incluindo o presidente eleito Donald Trump”, disse Garland

O governo dos EUA tem repetidamente levantado preocupações de que o Irã possa tentar retaliar um ataque de drones dos EUA em 2020 que matou o general Qasem Soleimani, um alto general do Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, tentando matar Trump, que ordenou o ataque, ou seus ex-assessores.

CNN

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Deputada que quer barrar Moraes é reeleita nos EUA

Reprodução

A deputada republicana María Elvira Salazar, da Flórida, foi reeleita para o terceiro mandato na Câmara dos Estados Unidos.

A parlamentar, que representa o condado de Miami-Dade, agradeceu aos eleitores nas redes sociais, comprometendo-se a “continuar a ser a voz do povo, lutando pelo povo”.

Elvira tem como característica oposição a regimes socialistas, como os de Cuba, Venezuela e Nicarágua, defendendo direitos humanos e a democracia.

No Brasil, a deputada ficou conhecida pelas críticas lançadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a quem chamou de “operador totalitário”.

A deputada também foi uma das autoras do projeto para barrar a emissão de vistos para autoridades que tenham cometido “censura” contra cidadãos do país.

Na proposta, Elvira cita Moraes ao chamar o ministro de “vanguardista” no “ataque internacional na liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos, como o empresário Elon Musk”. A fala ocorreu após a decisão do magistrado de bloquear no Brasil, a rede social X, antes conhecida como Twitter.

Diário Do Poder

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Deputados que apresentaram projeto contra Moraes são reeleitos nos EUA

Alunos descrevem como é o ministro Alexandre de Moraes como professor -  Estado de Minas

Os dois deputados republicanos que apresentaram um projeto que pode impedir a entrada do ministro do STF Alexandre de Moraes nos Estados Unidos foram reeleitos para um novo mandato no Congresso americano.

O projeto foi apresentado pelos deputados Darrell Issa e Maria Elvira Salazar, ambos filiados ao partido de Donald Trump. O primeiro foi reeleito pela Califórnia, enquanto a segunda conseguiu um novo mandato pela Flórida.

Como mostrou a coluna, o projeto foi protocolado pelos republicanos em setembro. Ele prevê que qualquer autoridade estrangeira que promova censura contra cidadãos americanos não seja aceita nos Estados Unidos.

Segundo os congressistas, uma dos motivos do projeto seria Alexandre de Moraes, que determinou a suspensão do X no Brasil. Para eles, a decisão do ministro seria uma violação dos direitos de Elon Musk, dono da rede social.

“O ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil Alexandre de Moraes é a vanguarda de um ataque internacional à liberdade de expressão contra cidadãos americanos como Elon Musk”, disse Salazar em seu site oficial.

Atualmente o X está liberado no Brasil. A rede social voltou a funcionar no país após Musk atender a todas as ordens de Moraes, incluindo a indicação de um representante no país, o bloqueio de contas e o pagamento de multas.

Metrópoles

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