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Musk promete sortear US$ 1 milhão por dia para quem assinar petição sobre liberdade de expressão e porte de armas

Foto: Trevor Cokley / US Air Force / Wiki Commons

O bilionário Elon Musk disse no sábado, 19, que concederá US$ 1 milhão por dia até a eleição nos EUA para uma pessoa selecionada aleatoriamente e que tiver assinado a petição do America PAC, seu comitê de ação política, prometendo defender o direito à liberdade de expressão e ao direito de portar armas.

Musk fundou o America PAC para registrar eleitores em Estados indecisos e persuadi-los a votar no republicano Donald Trump. A ação do fundador da Tesla e da SpaceX demarca um território desconhecido na política americana.

O bilionário fez o anúncio num comício em Harrisburg, Pensilvânia, onde entregou o primeiro cheque a um dos espectadores. “Um dos desafios que enfrentamos é como podemos fazer com que as pessoas saibam sobre esta petição”, disse. “Esta notícia eu acho que vai realmente voar”, completou.

A conta do America PAC no X publicou que a oferta está disponível para eleitores registrados na Pensilvânia que assinarem a petição. O grupo já havia divulgado uma oferta de US$ 100 para os eleitores do Estado que assinarem a petição e US$ 47 para eleitores de outros Estados decisivos, incluindo Michigan e Wisconsin. O documento diz: “ao assinar abaixo, prometo meu apoio à Primeira e Segunda Emendas”.

Antes do novo anúncio de US$ 1 milhão, os especialistas em legislação eleitoral estavam divididos sobre se a oferta de recompensas pela assinatura da petição – aberta apenas aos eleitores registrados – era contra a lei, por fornecer um incentivo. Um advogado de Musk não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o assunto na noite de sábado.

É crime federal, punível com pena de prisão, pagar pessoas com a intenção de induzi-las ou recompensá-las a votar ou a se registrar. A proibição abrange não apenas despesas monetárias, mas também qualquer coisa de valor monetário, como “bebidas alcoólicas, chances de loteria e benefícios sociais”, diz um manual de crimes eleitorais do Departamento de Justiça. 

Estadão Conteúdo

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Netanyahu diz que tentativa de assassiná-lo foi ‘um grave erro’ após ter drone lançado contra sua casa

Foto: Reprodução/Reuters

Depois de ter sua casa alvo de um ataque de drone neste sábado (19), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que a tentativa de assassiná-lo foi “um grave erro”.

O premiê, que está em guerra contra o Hamas há um ano e também protagoniza conflitos com o Irã e com o grupo extremista libanês Hezbollah, disse que o objetivo do ataque era matar ele e sua esposa, Sara, mas que ele não será intimidado:

“Os enviados do Irã que tentaram hoje assassinar a mim e a minha esposa cometeram um grave erro. Isso não vai me deter, nem ao Estado de Israel, de continuar a guerra de resistência contra nossos inimigos para garantir nossa segurança por gerações. Eu digo aos iranianos e seus parceiros no eixo do mal: qualquer um que prejudicar os cidadãos do Estado de Israel pagará um preço alto por isso. Continuaremos a eliminar seus terroristas, traremos de volta nossos sequestrados de Gaza, devolveremos nossos residentes no norte. Alcançaremos todos os objetivos da guerra que estabelecemos e mudaremos a realidade de segurança em nossa região por gerações”, declarou.

O atentado foi confirmado mais cedo por um porta-voz do governo israelense. Netanyahu não estava em casa e ninguém ficou ferido.

Nenhum dos grupos da Resistência Islâmica que estão em conflito com Israel desde o ano passado, assumiu a responsabilidade pelo ataque.

De acordo com o gabinete do primeiro-ministro, ele não esteve no local na última semana. No entanto, vizinhos relataram ter visto uma comitiva saindo do complexo neste sábado.

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, conversou com o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, neste sábado, e disse que estava aliviado que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu estivesse seguro após o ataque.

A ofensiva foi a primeira direcionada ao premiê israelense desde o início da guerra, há mais de um ano, e ocorreu no mesmo dia em que o Hezbollah lançou drones e foguetes contra diversos pontos de Israel após anunciar uma nova e ampla fase da guerra.

g1

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“Ninguém deveria ir para a cadeia por fumar maconha”; diz Kamala Harris

Kamala diz que Trump está “desequilibrado”Foto: Reprodução/ Instagram

A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata à presidência pelo Partido Democrata, Kamala Harris, afirmou, nesta terça-feira (15/10), em sua conta do X que “ninguém deveria ir para a cadeia por fumar m4c0nha”.

Em sua postagem no X, a candidata afirmou que tornará o consumo de m4conha recreativa legal, se eleita presidente.

“Kamala Harris vai legalizar a m4conha recreativa, rompendo com barreiras injustas que atrasam homens negros e outros americanos, assegurando que negros americanos tenham as mesmas oportunidades de sucesso assim que o mercado de trabalho se reestruturar”, escreveu Kamala.

Essa é a segunda manifestação de Kamala Harris sobre a legalização da m4conha em todo o país. Em outra oportunidade, a vice-presidente chegou a brincar que usou a dr0ga quando estava na faculdade.

Atualmente, a maioria dos estados norte-americanos legalizou o porte de m4conha, principalmente aqueles em que o grupo de eleitores é mais jovem, público-alvo da campanha Harris-Walz.

Diante desse posicionamento, Kamala Harris é a primeira candidata presidencial dos dois grandes partidos, Republicano e Democrata, a defender a legalização da m4conha publicamente, sem rodeios.

Metrópoles

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Maduro cometeu crimes contra a humanidade durante processo eleitoral na Venezuela, diz ONU

Foto: EPA/Miguel Gutierrez/Agência Lusa

O governo de Nicolás Maduro cometeu crimes contra a humanidade na Venezuela antes, durante e após as eleições de julho. Essa é a conclusão da missão criada pela ONU para investigar as violações de direitos humanos no país. Num informe de mais de 180 páginas divulgado nesta terça-feira (15), a equipe internacional apontou que a repressão contra a oposição envolveu assassinatos, tortura, prisão arbitrária e violência sexual.

A conclusão é ainda de que a ofensiva envolveu um planejamento e foi realizada de forma “consciente”, a partir de uma estreita cooperação entre militares e as diferentes instituições do Estado. Dissidentes foram obrigados a deixar o país, enquanto outros se refugiaram em embaixadas estrangeiras em Caracas. Muitos, porém, foram presos.

Na semana passada, o mandato da missão internacional foi renovado na ONU. Mas o Brasil optou por uma abstenção, alegando que a resolução que dava aos investigadores o direito de seguir seu trabalho é desequilibrada e que cria um contexto de isolamento ainda maior de Maduro. O Itamaraty explicou que o governo Lula não era contra a investigação, mas considerava equivocada a forma pela qual a resolução havia sido proposta.

Para a missão, a repressão após a votação para a eleição presidencial foi “sem precedentes”. O resultado das urnas passou a ser questionado pela oposição e nunca foi reconhecido pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A comunidade internacional exigiu que Maduro, que se declarou como vencedor, apresentasse as atas das sessões eleitorais, o que jamais ocorreu.

“A investigação documenta múltiplas e crescentes violações cometidas pelo governo venezuelano, pelas forças de segurança e por grupos civis pró-governo armados antes, durante e depois da disputada votação presidencial de julho no país”, constata o documento.

Essas violações incluem prisões arbitrárias, tortura, desaparecimentos forçados de curta duração e violência sexual. “Tudo isso está ocorrendo como parte de um plano coordenado para silenciar críticos e oponentes. Entre as vítimas, estão crianças e pessoas com deficiência”, alertam os investigadores.

Jamil Chade – UOL

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EUA enviarão moderno sistema de defesa antimísseis para Israel

Foto: Chang W. Lee / The New York Times

O governo americano anunciou neste domingo que enviará um sistema de defesa antimísseis além de 100 soldados para operar o sistema e atuar ao lado de Israel, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. O envio do Sistema de Defesa Aérea de Alta Altitude Terminal (Terminal High Altitude Area Defense – THAAD) ocorre diante da expectativa de novos ataques de retaliação por parte do governo iraniano.

A movimentação colocará os soldados americanos mais próximos da guerra que se alastra no Oriente Médio e após o Irã lançar cerca de 200 mísseis, incluindo mísseis balísticos, contra Israel no dia 1º de outubro.

Em comunicado, o secretário de imprensa do Pentágono, Major General Patrick Ryder, afirmou que o presidente americano, Joe Biden, deu a ordem ao secretário de Defesa Lloyd J. Austin III, para que fosse feito o envio.

Biden disse que havia ordenado ao Pentágono para destacar o sistema “para defender Israel”. Já o General Ryder disse em seu comunicado que a bateria “aumentaria o sistema integrado de defesa aérea de Israel.” Não ficou claro, contudo, quando o equipamento e as tropas chegarão ao país.

“Este ato sublinha o compromisso inabalável dos Estados Unidos com a defesa de Israel e de defender os americanos em Israel contra quaisquer novos ataques com mísseis balísticos por parte do Irã”, disse o comunicado. “Faz parte dos ajustes mais amplos que o exército dos EUA fez nos últimos meses para apoiar a defesa de Israel e proteger os americanos de ataques pelo Irã e milícias alinhadas ao Irã.”

O Pentágono disse no mês passado que enviaria “alguns milhares” de tropas americanas para a região enquanto Israel intensificava seus ataques ao Hezbollah no Líbano, com um oficial colocando o número entre 2.000 e 3.000. Os Estados Unidos também enviaram uma bateria THAAD juntamente com outros sistemas de defesa aérea para a região semanas após os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.

Estadão Conteúdo

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Hezbollah dispara mísseis contra Israel durante o Yom Kippur, dia mais sagrado do judaísmo

Foto: SHARON ARONOWICZ / AFP

O grupo fundamentalista libanês Hezbollah disparou mísseis contra uma base militar em Israel neste sábado, enquanto as tropas israelenses lutavam no Líbano e na Faixa de Gaza durante o Yom Kippur, o dia mais sagrado do judaísmo. Durante o ataque, sirenes de alarme soaram no centro de Israel e o exército israelense disse ter interceptado um “projétil disparado do Líbano”.

O Hezbollah, cujo líder e uma longa lista de altos comandantes morreram em bombardeios israelenses desde o início da guerra no Líbano, disse neste sábado que atacou uma base militar ao sul da cidade de Haifa com mísseis.

Os combatentes do Hezbollah atacaram “uma fábrica de materiais explosivos”, afirmou o grupo pró-iraniano em comunicado. Segundo um correspondente da AFP, o exército de Israel bombardeou o sul do Líbano, onde há três semanas iniciou uma vasta ofensiva aérea e terrestre contra o Hezbollah.

O porta-voz do exército para o público de língua árabe, Avichay Adraee, ordenou aos moradores do sul do Líbano neste sábado “que não retornassem às suas casas” para a sua “própria segurança”.

O ataque coincide com o feriado de Yom Kippur, que Israel celebra desde a noite de sexta-feira até o pôr do sol deste sábado.

Durante este “dia da penitência”, que é o feriado mais importante do judaísmo, o país para. As fronteiras, os aeroportos e a maior parte das empresas permanecem fechados e os transportes públicos estão suspensos.

Entretanto, com o país em guerra contra o Hezbollah no Líbano e o grupo palestino Hamas na Faixa de Gaza — ambos aliados e apoiados pelo Irã — as tropas israelenses continuaram lutando nas fronteiras norte e sul em meio a uma onda de críticas porque quatro soldados da paz da ONU foram feridos no Líbano nesta quinta-feira

Horas antes do início do Yom Kippur, Israel enfrentou protestos internacionais após a Força de Paz da ONU acusar Israel de disparar contra sua base no Líbano.

O exército israelense garantiu que disparou na direção de uma “ameaça” perto da posição das forças da ONU e disse estar investigando o ocorrido.

O Globo com informações de AFP

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Sobe para dez número de mortos após furacão Milton, nos EUA

Subiu para dez o número de mortos pelo furacão Milton. A informação foi confirmada pelo Secretário de Segurança Interna dos EUA, Alejandro Mayorkas.

Pelo menos duas pessoas morreram em São Petersburgo, na Flórida (EUA), após o furacão Milton atingir a costa oeste do estado americano durante a noite de quarta-feira (9), segundo o chefe de polícia do condado, Tony Holloway, durante uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (10).

“Um era médico e o outro era alguém que foi encontrado em um parque”, comentou Holloway. “Estamos aguardando o médico legista informar a causa da morte”.

As autoridades estão considerando que ambas as mortes estão relacionadas à tempestade, informou o Tampa Bay Times nesta quinta. A polícia não sabe a causa exata ainda, informou ao Times um porta-voz da Polícia de São Petersburgo, Ken Knight.

CNN

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VÍDEO: Furacão Milton deixa rastro de destruição na Flórida; assista

O furacão Milton tocou o solo na Flórida por volta das 21h30 desta quarta-feira (9.out.2024) com ventos próximos a 190 km/h. Ao chegar à costa, autoridades do país classificaram o furacão na categoria 3, que varia de 178 km/h a 208 km/h. Depois, foi rebaixado para a categoria 2. A escala vai de 1 a 5.

 

Com previsão de ser um dos furacões mais destrutivos já registrados, autoridades dos Estados Unidos instruíram moradores da Flórida que não cumpriram a ordem de evacuação a anotar seus nomes com tinta permanente no braço. O pedido tem o objetivo de facilitar a identificação de possíveis vítimas.

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Prefeito mexicano é morto e decapitado 6 dias após assumir o cargo

Foto: Reprodução redes sociais

O prefeito da cidade de Chilpancingo, no México, Alejandro Arcos, foi ass4ssinado seis dias após ter assumido o cargo. O crime aconteceu no último domingo (6/10).

A presidente Claudia Sheinbaum anunciou nesta segunda-feira (7/10) que a morte de Arcos, que foi dec4pitado, poderá ser investigada pelo Ministério Público Federal, segundo informações da imprensa local.

“Sobre o lamentável acontecimento com o presidente municipal de Chilpancingo (…) estão sendo feitas as investigações necessárias para descobrir qual foi o motivo e, claro, para fazer as prisões correspondentes”, declarou Sheinbaum em sua coletiva de imprensa matinal.

A presidente também informou que as autoridades federais estão trabalhando em conjunto com as do estado de Guerrero, onde fica Chilpancingo. “Estamos vendo se é necessário levar o caso à Procuradoria-Geral da República”, disse.

Sheinbaum indagou que, mesmo após o ass4ssinato de Arcos, que ocorreu após a execução do secretário municipal Francisco Tapia, em 3 de outubro, Chilpancingo “não aparece entre os municípios com maior número de hom1cídios”.

Arcos, momentos antes de morrer, publicou fotos nas suas redes sociais. Nas imagens, ele estava visitando comunidades que foram atingidas recentemente por um furacão.

Fonte: Metrópoles

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Israel declara secretário-geral da ONU ‘persona non grata’ e proíbe sua entrada no país

Secretário-geral da ONU, António Guterres | Foto: Arun SANKAR / AFP

O ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, anunciou nesta quarta-feira (2) que decidiu declarar o secretário-geral da ONU, António Guterres, como ‘persona non grata’ e proibir sua entrada no país, uma vez que considera que não condenou “de forma inequívoca” o ataque iraniano de terça-feira (1).

“Qualquer pessoa que não possa condenar de forma inequívoca o ataque atroz do Irã contra Israel não merece pôr os pés em solo israelense. Este é um secretário-geral anti-Israel que presta apoio a terroristas, estupradores e assassinos”, advertiu Katz no comunicado no qual fez o anúncio.

Jovem Pan

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