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‘Banana colada com fita adesiva’ pode ser arrematada por R$ 8,6 milhões em leilão de arte

Foto: Reuters

A prévia do leilão de arte de outono da Sotheby’s, realizada em Nova York na sexta-feira (8), ofereceu uma visão atípica: uma banana colada com fita adesiva a uma parede. A peça conceitual, intitulada “Comedian”, de Maurizio Cattelan, estreou em 2019 na Art Basel em Miami e viralizou.

Lucius Elliott, chefe dos leilões noturnos de arte contemporânea e atual da Sotheby’s, estima que a banana será vendida por US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,7 milhões) a US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) quando for a leilão em 20 de novembro.

“A arte conceitual historicamente não tem sido o ponto central dos leilões, mas acho que isso é algo com um apelo tão universal, com um reconhecimento tão universal, que realmente esperamos que faça sucesso”, disse ele.

Os leilões de outono da Sotheby’s apresentarão obras de artistas contemporâneos, modernos e impressionistas, incluindo Leonora Carrington. Sua “Le Grade Dame” (A Mulher Gato), de 1951, é estimada em até US$ 7 milhões (cerca de R$ 40 milhões).

Os compradores também podem encontrar obras de artistas como Keith Haring, Paul Signac, Henri Matisse, Ed Ruscha e muitos outros. Mas a banana na parede pode ser o assunto da cidade. “Este é um verdadeiro momento galvanizante para o mercado de arte”, disse Elliott.

CNN Brasil

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EUA acusam formalmente três pessoas de suposta conspiração iraniana para matar Trump

Trump foi alvo de atentado a tiros em julho; relembre | Mundo | G1

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou nesta sexta-feira (8) acusações federais contra três pessoas que seriam responsáveis por uma conspiração iraniana para matar Donald Trump antes da eleição presidencial. De acordo com documentos judiciais, autoridades iranianas pediram a um dos homens acusados, Farhad Shakeri, em setembro para se concentrar em vigiar e assassinar Trump. Shakeri ainda está foragido no Irã, disse o Departamento de Justiça.

Esta suposta conspiração foi recentemente revelada e marca uma possível tentativa de assassinato de Trump pelo regime iraniano. Shakeri disse aos investigadores que se ele não conseguisse elaborar um plano nesse prazo, a guarda esperaria até depois da eleição presidencial para seguir em frente, pois acreditava que Trump perderia.

Os outros dois indivíduos acusados, Carlisle Rivera e Jonathon Loadholt, que são cidadãos americanos, foram presos em Nova York e são acusados ​​de ajudar o governo iraniano a vigiar um cidadão americano de origem iraniana. Eles fizeram sua primeira aparição no tribunal na quinta-feira (7), disse o Departamento de Justiça, e estão detidos aguardando julgamento.

Em declarações, tanto o procurador-geral Merrick Garland quanto o diretor do FBI, a agência federal de investigações dos EUA, Christopher Wray denunciaram as ameaças contínuas do governo iraniano contra indivíduos nos Estados Unidos.

“Existem poucos atores no mundo que representam uma ameaça tão grave à segurança nacional dos Estados Unidos quanto o Irã. O Departamento de Justiça acusou um ativo do regime iraniano que foi encarregado pelo regime de direcionar uma rede de associados criminosos para promover os planos de assassinato do Irã contra seus alvos, incluindo o presidente eleito Donald Trump”, disse Garland

O governo dos EUA tem repetidamente levantado preocupações de que o Irã possa tentar retaliar um ataque de drones dos EUA em 2020 que matou o general Qasem Soleimani, um alto general do Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, tentando matar Trump, que ordenou o ataque, ou seus ex-assessores.

CNN

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Deputada que quer barrar Moraes é reeleita nos EUA

Reprodução

A deputada republicana María Elvira Salazar, da Flórida, foi reeleita para o terceiro mandato na Câmara dos Estados Unidos.

A parlamentar, que representa o condado de Miami-Dade, agradeceu aos eleitores nas redes sociais, comprometendo-se a “continuar a ser a voz do povo, lutando pelo povo”.

Elvira tem como característica oposição a regimes socialistas, como os de Cuba, Venezuela e Nicarágua, defendendo direitos humanos e a democracia.

No Brasil, a deputada ficou conhecida pelas críticas lançadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a quem chamou de “operador totalitário”.

A deputada também foi uma das autoras do projeto para barrar a emissão de vistos para autoridades que tenham cometido “censura” contra cidadãos do país.

Na proposta, Elvira cita Moraes ao chamar o ministro de “vanguardista” no “ataque internacional na liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos, como o empresário Elon Musk”. A fala ocorreu após a decisão do magistrado de bloquear no Brasil, a rede social X, antes conhecida como Twitter.

Diário Do Poder

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Deputados que apresentaram projeto contra Moraes são reeleitos nos EUA

Alunos descrevem como é o ministro Alexandre de Moraes como professor -  Estado de Minas

Os dois deputados republicanos que apresentaram um projeto que pode impedir a entrada do ministro do STF Alexandre de Moraes nos Estados Unidos foram reeleitos para um novo mandato no Congresso americano.

O projeto foi apresentado pelos deputados Darrell Issa e Maria Elvira Salazar, ambos filiados ao partido de Donald Trump. O primeiro foi reeleito pela Califórnia, enquanto a segunda conseguiu um novo mandato pela Flórida.

Como mostrou a coluna, o projeto foi protocolado pelos republicanos em setembro. Ele prevê que qualquer autoridade estrangeira que promova censura contra cidadãos americanos não seja aceita nos Estados Unidos.

Segundo os congressistas, uma dos motivos do projeto seria Alexandre de Moraes, que determinou a suspensão do X no Brasil. Para eles, a decisão do ministro seria uma violação dos direitos de Elon Musk, dono da rede social.

“O ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil Alexandre de Moraes é a vanguarda de um ataque internacional à liberdade de expressão contra cidadãos americanos como Elon Musk”, disse Salazar em seu site oficial.

Atualmente o X está liberado no Brasil. A rede social voltou a funcionar no país após Musk atender a todas as ordens de Moraes, incluindo a indicação de um representante no país, o bloqueio de contas e o pagamento de multas.

Metrópoles

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Kamala fala com Trump e admite derrota na eleição de 2024

Kamala Harris vence disputa no estado do Novo México, projeta CNN | CNN  BrasilFoto: reprodução/CNN

A vice-presidente Kamala Harris concedeu oficialmente a eleição de 2024, ligando para o presidente eleito Donald Trump para dar os parabéns nesta quarta-feira (6).

Segundo assessora sênior, a democrata “ligou para o presidente eleito Trump para parabenizá-lo por vencer a eleição presidencial de 2024. Ela discutiu a importância de uma transferência pacífica de poder e de ser uma presidência para todos os americanos”.

Um familiar disse à CNN que a ligação durou apenas alguns minutos. Kamala deve fazer um discurso às 16h, horário do leste dos EUA, na Howard University.

CNN Brasil

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Dólar turismo passa de R$ 6 após eleição de Donald Trump nos Estados Unidos

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A eleição de Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos fez o dólar disparar no Brasil. Nesta quarta-feira, o dólar turismo ultrapassou os R$ 6, enquanto o comercial, que também subiu, chegou a ser vendido por R$ 5,78.

A alta, segundo economistas, é uma tendência mundial trazida pelo Republicano e sua política econômica, conforme explicou Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos, à BandNews.

“Durante toda campanha, o discurso [de Trump] foi sempre protecionista. O importante é olhar que não foi só a vitória do Trump, mas toda a onda republicana, e isso dá um poder de executar de implementar a sua política mais rápido, ele vai ter todo o congresso do lado dele”, diz.

“Essas ações geram um impacto positivo na moeda americana, deixam o dólar fortalecido, a gente vai ver o dólar se valorizando frente a todas as moedas, não só o Real. O problema é que para gente já era um dos temas que vem gerando pressão inflacionária, a gente já teve uma disparada antes do Trump por conta da política fiscal”.

Segundo o especialista, o anúncio do Governo Federal sobre o corte de gastos pode, em tese, a trazer a moeda de volta para o patamar pré-eleição, ainda que um pouco elevado.

“O que a gente tem nesse momento é um real muito mais desvalorizado do que todos os nossos pares emergentes. Quanto a valorização do dólar, a gente não pode fazer nada. O dólar vai se fortalecer por conta da política de Trump. Agora, o que a gente pode fazer, nossa lição de casa, é melhorar a expectativa em relação ao fiscal”, afirma.

“Não adianta ter mais crescimento, tentar colocar mais impostos, sabemos que o governo não consegue agora, neste momento, mexer, o mais esperado é o anúncio do corte de gastos. Se vier numa medida que o mercado entenda positiva, a gente pode ter um alívio no câmbio”.

Band News

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Líderes mundiais parabenizam Donald Trump

Foto: Carlos Barria/Reuters

Líderes mundiais parabenizaram Donald Trump após a projeção dos veículos de imprensa, incluindo a Associated Press (AP), de que ele está eleito como 47º presidente dos Estados Unidos. A projeção aconteceu às 4h25 quarta-feira (6/11), horário de Brasília, quando ele atingiu 267 dos 270 delegados necessários.

Por meio do X, o premiê israelense Benjamin Netanyahu felicitou Trump por seu “retorno histórico à Casa Branca”.

Também pelas redes sociais, Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que está disposto a trabalhar com o americano “com respeito e ambição”. “Com as suas convicções e com as minhas. Com respeito e ambição. Por mais paz e prosperidade”, acrescentou o chefe de Estado francês em seu comunicado.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que Trump teve “vitória impressionante”.

“Agradeço o compromisso do presidente Trump com a abordagem de ‘paz através da força’ nos assuntos globais. Esse é exatamente o princípio que pode, na prática, aproximar uma paz justa na Ucrânia”, disse Zelensky na rede social X.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também se posicionou. “Parabéns, presidente eleito Trump, por sua vitória histórica nas eleições. Estou ansioso para trabalhar com Trump nos próximos anos. A relação Reino Unido-EUA continuará a prosperar.”

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que apoiou abertamente a candidatura presidencial de Donald Trump, disse nesta quarta-feira em sua página no Facebook, ainda antes da divulgação da projeção da AP, que o republicano estava “no caminho para uma bela vitória”.

“Parabéns ao presidente eleito dos Estados Unidos da América, Donald Trump. Que Deus o abençoe e o guie”, disse Nayib Bukele, presidente de El Salvador.

O escritório presidencial da Coreia do Sul afirmou que irá construir uma “parceria de segurança perfeita” com a nova administração dos EUA.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de direita, ofereceu seus “mais sinceros parabéns” a Trump e disse que os EUA e a Itália têm uma “aliança inabalável”. “É um vínculo estratégico, que tenho certeza de que agora fortaleceremos ainda mais”, afirmou.

Metrópoles

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Trump anuncia vitória, diz que fechará fronteiras e promete virada nos EUA: ‘Será a era de ouro da América’

Foto: Alex Brandon/AP

O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, discursou em tom de vitória como novo presidente dos Estados Unidos, na madrugada desta quarta-feira (6). O republicano se reuniu em um evento com apoiadores em Palm Beach, na Flórida.

A apuração dos votos ainda estava em andamento quando Trump subiu ao palco. Ele liderava a disputa no Colégio Eleitoral e no voto popular. Além disso, o jornal “The New York Times” estimava chance de vitória para ele acima de 95%.
Trump começou seu discurso agradecendo o apoio do público, da família e de amigos. O republicano classificou a própria vitória como o “maior movimento político de todos os tempos”.

“Eu não vou descansar até devolver uma América segura e próspera que merecemos. Essa vai ser a era de ouro da América.”

Até a última atualização desta reportagem, Trump liderava em todos os estados-chave considerados decisivos para vencer a eleição presidencial, segundo a Associated Press.

O republicano comentou a votação expressiva nos estados-chave e disse que estava vivenciando um sentimento de amor maravilhoso. Ele também citou o fato de o partido ter retomado o controle do Senado após quatro anos.

.G1

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Saiba que horas termina a votação nos EUA e quando saem os resultados

Swing states: quais os estados que definirão a eleição nos EUA e como  votaram em 2020?Foto: Matt Sullivan/ Reuters

A atenção do mundo está voltada, a partir desta terça-feira (5/11), para o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Eleitores de todo o país comparecem às urnas e participam de um dos pleitos mais disputados e imprevisíveis da história recente. O republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris brigam, voto a voto, pela vaga de futuro chefe da Casa Branca.

A atenção do mundo está voltada, a partir desta terça-feira (5/11), para o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Eleitores de todo o país comparecem às urnas e participam de um dos pleitos mais disputados e imprevisíveis da história recente. O republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris brigam, voto a voto, pela vaga de futuro chefe da Casa Branca.

As primeiras urnas serão fechadas às 20h desta terça, conforme horário de Brasília, e a votação será encerrada na madrugada brasileira. As últimas urnas serão fechadas às 3h desta quarta (6/11). A previsão é que a contagem de votos comece logo em seguida, mas com duração diferente em cada estado do país, em razão das leis locais.

Sete estados são considerados decisivos para definir o ganhador das eleições norte-americanas este ano. Eles são chamados de estados-pêndulo, ou seja, aqueles onde a disputa está em aberto e é impossível traçar alguma previsão sobre qual candidato levará a melhor. O país inteiro está de olho nesses locais, onde o término da votação ocorrerá entre 21h e 00h (horário de Brasília).

Na disputa deste ano, os sete estados-pêndulo são: Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin. Entre esses, a Pensilvânia, considerado um dos mais importantes, deve demorar um pouco mais para finalizar a contagem, pois a lei local proíbe o início da contabilização das cédulas enviadas por correio antes do dia exato da eleição.

Metrópoles

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Votação antecipada nos EUA já equivale a quase metade do total geral de votos da eleição passada

Placa sinaliza votação antecipada enquanto apoiadores de Trump esperam para comício | Foto: Christian Monterrosa/AFP

A votação antecipada nos Estados Unidos já equivale a 46% do total de votos na última eleição. Foram mais de 72 milhões de votos registrados até este domingo, 3, no que promete ser uma disputa voto a voto entre a vice-presidente Kamala Harris e o ex-presidente Donald Trump.

Na Georgia, Estado decisivo, 4 milhões de pessoas já compareceram às urnas, o que corresponde a 80% do total de votos na última eleição. No Arizona e na Carolina do Norte, também decisivos, a metade dos eleitores saiu de casa antes para escolher entre Kamala e Trump.

Os números sugerem uma mudança, intensificada pela pandemia mas duradoura, nos hábitos de votação nos EUA. O dia oficial da eleição é a próxima terça-feira, 5.

A votação antecipada não chegou ao mesmo nível da última eleição, em 2020, marcada pela pandemia, mas superam qualquer pleito anterior. Depois de anos desqualificando o voto adiantado e por correio, Donald Trump passou a emitir sinais mistos e incentivar que os republicanos fossem às urnas o quanto antes.

Reflexo de uma eleição acirrada, em que as pesquisas apontam empate técnico, 40% dos eleitores que depositaram seus votos antecipadamente estão registrados como democratas e outros 40% como republicanos, segundo levantamento da rede americana NBC. 54% foi pessoalmente às urnas e outros 46% enviaram por correio.

O número de cédulas de votos antecipados deve continuar a subir antes do dia da eleição. Em comícios recentes nos Estados decisivos, Trump e Harris incentivaram seus apoiadores e eleitores indecisos a votar antecipadamente. Para as campanhas, a votação antecipada permite garantir o voto dos apoiadores para focar nos indecisos.

As regras de votação variam de acordo com o Estado. Alguns permitem que o processo se estenda por semanas, alguns enviam automaticamente cédulas para todos os eleitores registrados e outros limitam rigorosamente quando um eleitor pode votar antes do dia da eleição.

Estadão Conteúdo

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