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Kamala fala com Trump e admite derrota na eleição de 2024

Kamala Harris vence disputa no estado do Novo México, projeta CNN | CNN  BrasilFoto: reprodução/CNN

A vice-presidente Kamala Harris concedeu oficialmente a eleição de 2024, ligando para o presidente eleito Donald Trump para dar os parabéns nesta quarta-feira (6).

Segundo assessora sênior, a democrata “ligou para o presidente eleito Trump para parabenizá-lo por vencer a eleição presidencial de 2024. Ela discutiu a importância de uma transferência pacífica de poder e de ser uma presidência para todos os americanos”.

Um familiar disse à CNN que a ligação durou apenas alguns minutos. Kamala deve fazer um discurso às 16h, horário do leste dos EUA, na Howard University.

CNN Brasil

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Dólar turismo passa de R$ 6 após eleição de Donald Trump nos Estados Unidos

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A eleição de Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos fez o dólar disparar no Brasil. Nesta quarta-feira, o dólar turismo ultrapassou os R$ 6, enquanto o comercial, que também subiu, chegou a ser vendido por R$ 5,78.

A alta, segundo economistas, é uma tendência mundial trazida pelo Republicano e sua política econômica, conforme explicou Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos, à BandNews.

“Durante toda campanha, o discurso [de Trump] foi sempre protecionista. O importante é olhar que não foi só a vitória do Trump, mas toda a onda republicana, e isso dá um poder de executar de implementar a sua política mais rápido, ele vai ter todo o congresso do lado dele”, diz.

“Essas ações geram um impacto positivo na moeda americana, deixam o dólar fortalecido, a gente vai ver o dólar se valorizando frente a todas as moedas, não só o Real. O problema é que para gente já era um dos temas que vem gerando pressão inflacionária, a gente já teve uma disparada antes do Trump por conta da política fiscal”.

Segundo o especialista, o anúncio do Governo Federal sobre o corte de gastos pode, em tese, a trazer a moeda de volta para o patamar pré-eleição, ainda que um pouco elevado.

“O que a gente tem nesse momento é um real muito mais desvalorizado do que todos os nossos pares emergentes. Quanto a valorização do dólar, a gente não pode fazer nada. O dólar vai se fortalecer por conta da política de Trump. Agora, o que a gente pode fazer, nossa lição de casa, é melhorar a expectativa em relação ao fiscal”, afirma.

“Não adianta ter mais crescimento, tentar colocar mais impostos, sabemos que o governo não consegue agora, neste momento, mexer, o mais esperado é o anúncio do corte de gastos. Se vier numa medida que o mercado entenda positiva, a gente pode ter um alívio no câmbio”.

Band News

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Líderes mundiais parabenizam Donald Trump

Foto: Carlos Barria/Reuters

Líderes mundiais parabenizaram Donald Trump após a projeção dos veículos de imprensa, incluindo a Associated Press (AP), de que ele está eleito como 47º presidente dos Estados Unidos. A projeção aconteceu às 4h25 quarta-feira (6/11), horário de Brasília, quando ele atingiu 267 dos 270 delegados necessários.

Por meio do X, o premiê israelense Benjamin Netanyahu felicitou Trump por seu “retorno histórico à Casa Branca”.

Também pelas redes sociais, Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que está disposto a trabalhar com o americano “com respeito e ambição”. “Com as suas convicções e com as minhas. Com respeito e ambição. Por mais paz e prosperidade”, acrescentou o chefe de Estado francês em seu comunicado.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que Trump teve “vitória impressionante”.

“Agradeço o compromisso do presidente Trump com a abordagem de ‘paz através da força’ nos assuntos globais. Esse é exatamente o princípio que pode, na prática, aproximar uma paz justa na Ucrânia”, disse Zelensky na rede social X.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também se posicionou. “Parabéns, presidente eleito Trump, por sua vitória histórica nas eleições. Estou ansioso para trabalhar com Trump nos próximos anos. A relação Reino Unido-EUA continuará a prosperar.”

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que apoiou abertamente a candidatura presidencial de Donald Trump, disse nesta quarta-feira em sua página no Facebook, ainda antes da divulgação da projeção da AP, que o republicano estava “no caminho para uma bela vitória”.

“Parabéns ao presidente eleito dos Estados Unidos da América, Donald Trump. Que Deus o abençoe e o guie”, disse Nayib Bukele, presidente de El Salvador.

O escritório presidencial da Coreia do Sul afirmou que irá construir uma “parceria de segurança perfeita” com a nova administração dos EUA.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de direita, ofereceu seus “mais sinceros parabéns” a Trump e disse que os EUA e a Itália têm uma “aliança inabalável”. “É um vínculo estratégico, que tenho certeza de que agora fortaleceremos ainda mais”, afirmou.

Metrópoles

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Trump anuncia vitória, diz que fechará fronteiras e promete virada nos EUA: ‘Será a era de ouro da América’

Foto: Alex Brandon/AP

O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, discursou em tom de vitória como novo presidente dos Estados Unidos, na madrugada desta quarta-feira (6). O republicano se reuniu em um evento com apoiadores em Palm Beach, na Flórida.

A apuração dos votos ainda estava em andamento quando Trump subiu ao palco. Ele liderava a disputa no Colégio Eleitoral e no voto popular. Além disso, o jornal “The New York Times” estimava chance de vitória para ele acima de 95%.
Trump começou seu discurso agradecendo o apoio do público, da família e de amigos. O republicano classificou a própria vitória como o “maior movimento político de todos os tempos”.

“Eu não vou descansar até devolver uma América segura e próspera que merecemos. Essa vai ser a era de ouro da América.”

Até a última atualização desta reportagem, Trump liderava em todos os estados-chave considerados decisivos para vencer a eleição presidencial, segundo a Associated Press.

O republicano comentou a votação expressiva nos estados-chave e disse que estava vivenciando um sentimento de amor maravilhoso. Ele também citou o fato de o partido ter retomado o controle do Senado após quatro anos.

.G1

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Saiba que horas termina a votação nos EUA e quando saem os resultados

Swing states: quais os estados que definirão a eleição nos EUA e como  votaram em 2020?Foto: Matt Sullivan/ Reuters

A atenção do mundo está voltada, a partir desta terça-feira (5/11), para o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Eleitores de todo o país comparecem às urnas e participam de um dos pleitos mais disputados e imprevisíveis da história recente. O republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris brigam, voto a voto, pela vaga de futuro chefe da Casa Branca.

A atenção do mundo está voltada, a partir desta terça-feira (5/11), para o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos. Eleitores de todo o país comparecem às urnas e participam de um dos pleitos mais disputados e imprevisíveis da história recente. O republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris brigam, voto a voto, pela vaga de futuro chefe da Casa Branca.

As primeiras urnas serão fechadas às 20h desta terça, conforme horário de Brasília, e a votação será encerrada na madrugada brasileira. As últimas urnas serão fechadas às 3h desta quarta (6/11). A previsão é que a contagem de votos comece logo em seguida, mas com duração diferente em cada estado do país, em razão das leis locais.

Sete estados são considerados decisivos para definir o ganhador das eleições norte-americanas este ano. Eles são chamados de estados-pêndulo, ou seja, aqueles onde a disputa está em aberto e é impossível traçar alguma previsão sobre qual candidato levará a melhor. O país inteiro está de olho nesses locais, onde o término da votação ocorrerá entre 21h e 00h (horário de Brasília).

Na disputa deste ano, os sete estados-pêndulo são: Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin. Entre esses, a Pensilvânia, considerado um dos mais importantes, deve demorar um pouco mais para finalizar a contagem, pois a lei local proíbe o início da contabilização das cédulas enviadas por correio antes do dia exato da eleição.

Metrópoles

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Votação antecipada nos EUA já equivale a quase metade do total geral de votos da eleição passada

Placa sinaliza votação antecipada enquanto apoiadores de Trump esperam para comício | Foto: Christian Monterrosa/AFP

A votação antecipada nos Estados Unidos já equivale a 46% do total de votos na última eleição. Foram mais de 72 milhões de votos registrados até este domingo, 3, no que promete ser uma disputa voto a voto entre a vice-presidente Kamala Harris e o ex-presidente Donald Trump.

Na Georgia, Estado decisivo, 4 milhões de pessoas já compareceram às urnas, o que corresponde a 80% do total de votos na última eleição. No Arizona e na Carolina do Norte, também decisivos, a metade dos eleitores saiu de casa antes para escolher entre Kamala e Trump.

Os números sugerem uma mudança, intensificada pela pandemia mas duradoura, nos hábitos de votação nos EUA. O dia oficial da eleição é a próxima terça-feira, 5.

A votação antecipada não chegou ao mesmo nível da última eleição, em 2020, marcada pela pandemia, mas superam qualquer pleito anterior. Depois de anos desqualificando o voto adiantado e por correio, Donald Trump passou a emitir sinais mistos e incentivar que os republicanos fossem às urnas o quanto antes.

Reflexo de uma eleição acirrada, em que as pesquisas apontam empate técnico, 40% dos eleitores que depositaram seus votos antecipadamente estão registrados como democratas e outros 40% como republicanos, segundo levantamento da rede americana NBC. 54% foi pessoalmente às urnas e outros 46% enviaram por correio.

O número de cédulas de votos antecipados deve continuar a subir antes do dia da eleição. Em comícios recentes nos Estados decisivos, Trump e Harris incentivaram seus apoiadores e eleitores indecisos a votar antecipadamente. Para as campanhas, a votação antecipada permite garantir o voto dos apoiadores para focar nos indecisos.

As regras de votação variam de acordo com o Estado. Alguns permitem que o processo se estenda por semanas, alguns enviam automaticamente cédulas para todos os eleitores registrados e outros limitam rigorosamente quando um eleitor pode votar antes do dia da eleição.

Estadão Conteúdo

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Rússia multa Google em US$ 20 decilhões de dólares, valor maior que todo o PIB mundial

Foto: Gavriil Grigorov/AP

20 decilhões de dólares. Esse valor — maior que todo o PIB mundial, que hoje é estimado em US$ 110 trilhões pelo FMI — é a multa dada por um tribunal russo ao Google pelo bloqueio de canais russos no YouTube.

Com 33 zeros (US$ 20.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000), a multa acumulada ofusca completamente o valor de mercado da Alphabet, dona do Google, que é de “apenas” US$ 2 trilhões (com 12 zeros).

A quantia é tão alta que o Kremlin admitiu à “NBC” que foi mais “um gesto simbólico” e que não há perspectiva de recebimento.

Conforme publicado originalmente pelo canal de notícias russo RBC, o processo discute o bloqueio no YouTube, plataforma de vídeos da gigante, de 17 canais de televisão russos e outros meios de comunicação.

Entre eles, estão os canais “Zvezda”, de TV, “Channel One”, “VGTRK” (canais de TV Rússia 1 e Rússia 24), “Televisão Parlamentar”, “Moscow Media” e “TV Center”, e canais apoiadores do presidente Vladimir Putin sancionados internacionalmente.

No relatório do terceiro trimestre deste ano, a Alphabet apontou que “o Google tem questões jurídicas em andamento relacionadas à Rússia”. “Por exemplo, algumas das disputas estão relacionadas com o encerramento de contas, incluindo as de pessoas sujeitas a sanções. Multas progressivas também foram impostas à empresa em conexão com disputas sobre bloqueio de contas, incluindo contas de indivíduos sancionados”, afirmou o relatório.

Porém, no mesmo texto, a Alphabet disse que “não acredita que essas questões legais terão um impacto material adverso nos negócios do Google”.

Procurado pelo Valor, o Google não se manifestou imediatamente sobre o assunto. O espaço segue aberto.

Multa dobra a cada semana desde 2020

O tribunal exigiu que o Google restaurasse as contas em até nove meses, com multa de 100.000 rublos (cerca de US$ 1.000) por dia após o prazo. Essa multa dobra a cada semana de não conformidade infinitamente desde a primeira decisão em 2020, segundo informou o “RBC”.

O processo judicial foi aberto pela primeira vez em 2020, quando o Google bloqueou canais no YouTube que pertenciam ao chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, e ao oligarca Konstantin Malofeev. A justificativa da plataforma para os primeiros bloqueios foi “devido a violações da legislação de sanções e das regras comerciais”

Em fevereiro de 2022, tropas russas invadiram a Ucrânia pela primeira vez na guerra que ainda está em curso.

Já em março de 2022, o YouTube anunciou que bloquearia mais canais operados pela mídia estatal russa, incluindo “RT” e “Sputnik”, por publicar conteúdo sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia que viole as políticas da plataforma para conteúdo que negue, minimize ou banalize “eventos violentos bem documentados”.

Ainda de acordo com o relatado pela mídia russa na época, os canais foram bloqueados na Europa antes de serem removidos globalmente. O YouTube chegou a informar que mais de 1 mil canais e 15 mil vídeos foram tirados do ar em 15 dias. Não se sabe quantos desses canais continuam bloqueados atualmente. Com isso, mais canais entraram no processo. Atualmente, é reivindicado o desbloqueio de 17 canais de mídia.

Valor Econômico

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Na véspera das eleições, Lula diz que Kamala é melhor para os EUA: ‘Estou torcendo’

Lula diz torcer para Kamala ganhar nos EUA: 'Fortalecer a democracia' –  CartaExpressa – CartaCapitalFoto: Reprodução/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (1º), que uma vitória da candidata Kamala Harris nas eleições dos Estados Unidos (EUA) representa um caminho mais “seguro para fortalecer a democracia”.

“Eu acho que com Kamala Harris é muito mais seguro para a gente fortalecer a democracia, é muito mais seguro. Nós vimos o que foi o presidente Trump no final do seu mandato fazendo aquele ataque ao Capitólio. Uma coisa que era impensável acontecer nos Estados Unidos, porque os Estados Unidos se apresentavam ao mundo como um modelo de democracia. E esse modelo ruiu”, disse.

Lula deu a declaração durante entrevista ao canal de televisão francês TF1, nesta tarde. O petista alegou que evita dar palpite sobre as eleições em outros países, mas que, como “um amante da democracia”, torce por uma vitória democrata.

“Nós, agora, temos o ódio destilado todo santo dia. Temos as mentiras destiladas todo santo dia. Não apenas nos Estados Unidos, mas na Europa, na América Latina, em vários países no mundo. É o nazismo e o fascismo voltando a funcionar com outra cara. E como eu sou amante da democracia, acho a democracia a coisa mais sagrada que nós conseguimos construir para bem governar os nossos países, eu, obviamente, fico torcendo para a Kamala ganhar as eleições”, seguiu.

O pleito norte-americano começam oficialmente na próxima terça-feira (5). A democrata, atual vice-presidente de Joe Biden, disputa a Casa Branca com o ex-presidente Donald Trump.

g1

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Trump defende fim do imposto de renda nos EUA

Os hackers também distribuíram os e-mails mais amplamente, incluindo para um operador político democrata

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump (Republicano) disse na sexta-feira (25) que está disposto a acabar com o imposto de renda sobre gorjetas, horas extras e benefícios da Previdência Social e substituir por tarifas.

Em entrevista ao podcast de Joe Rogan, o The Joe Rogan Experience, o entrevistador questionou se o republicano falava sério sobre se livrar dos impostos. “Sim, claro. Por que não?”, disse.

O candidato republicano à Casa Branca sugeriu ainda substituir o imposto por tarifas, citando o ex-presidente William McKinley, um republicano cujas opiniões sobre tarifas Trump frequentemente elogia.

“Nosso país era o mais rico, relativamente, nas décadas de 1880 e 1890. Um presidente que foi assassinado chamado McKinley — ele era o rei das tarifas. Ele falava lindamente sobre tarifas […]. Por volta do início dos anos 1900, eles mudaram estupidamente para um imposto de renda francamente. E você sabe por quê? Porque os países estavam colocando muita pressão sobre a América”.

Poder360

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Venezuela critica veto à entrada no Brics e compara Lula a Bolsonaro

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O governo do presidente Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela, de esquerda) classificou nesta quinta-feira (24.out.2024) o veto do Brasil à entrada venezuelana no Brics como uma “agressão”. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse que a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve “o pior” de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o documento, a decisão brasileira “contradiz a natureza e a postura” do bloco e nenhuma “artimanha” será capaz de mudar o curso da Venezuela, que seria um país “livre e sem hegemonismos”. Também agradece o convite do presidente Vladimir Putin para Maduro participar da Cúpula do Brics em Kazan. O líder russo foi favorável à adesão da Venezuela.

“O Itamaraty, liderado pelo embaixador Eduardo Paes Saboia, decidiu manter o veto que Bolsonaro impôs à Venezuela durante anos, reproduzindo o ódio, a exclusão e a intolerância promovida pelos centros de poder ocidentais para impedir, por ora, a entrada da Pátria de Bolívar a essa organização. E uma ação que configura uma agressão à Venezuela e um gesto hostil”, diz.

Poder360

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