Mundo

Agentes de Maduro impediram entrada de comida em embaixada sob custódia do Brasil

Foto: Luciana Taddeo/CNN Brasil

Agentes do governo de Nicolás Maduro impediram a entrada de alimentos na embaixada da Argentina por pelo menos um dia no último fim de semana, quando a sede diplomática foi alvo de um cerco por agentes policiais e do Serviço Bolivariano de Inteligência.

O relato é de uma fonte que acompanhou as negociações para fim do assédio à embaixada Argentina, que desde o início de agosto é custodiada e representada pelo Brasil.

Seis opositores que integram a equipe da ex-deputada María Corina Machado estão asilados na embaixada argentina desde março, quando um mandato de prisão foi emitido pelo Ministério Público contra eles, assim como aconteceu com o ex-candidato à presidência Edmundo González.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

EUA sancionam juízes e aliados de Maduro e chamam eleição da Venezuela de ‘fraude eleitoral’

Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (12) que sancionaram 16 membros do governo venezuelano e do Judiciário do país próximos ao presidente Nicolás Maduro em retaliação ao processo eleitoral do país, que Washington chamou de fraudulento.

As sanções foram as primeiras após as eleições de junho. Entre os nomes que foram sancionados, está a da presidente do Supremo Tribunal de Justiça do país, Caryslia Rodríguez. Rodríguez foi quem leu a sentença na qual o Supremo reconheceu a vitória de Maduro, disse não ter havido fraude eleitoral e determinou que as atas eleitorais, os boletins de urna da Venezuela, não devem ser tornados públicos.

Em resposta, a Venezuela disse em comunicado que “rejeita as sanções nos termos mais enérgicos”.

Em julho, após as eleições, a Justiça Eleitoral do país declarou Maduro vitorioso, mas não tornou públicas as atas eleitorais, que registram os votos e resultados em cada local de votação. A oposição alega ter vencido com base em uma apuração das atas às que o grupo alega ter tido acesso através de representantes enviados às seções eleitorais no dia do pleito.

Além de Rodríguez, também foram sancionados os juízes Inocencio Figueroa, Malaquias Gil, Juan Carlos Hidalgo, Fanny Beatriz Marquez, Edward Miguel Briceno, além do promotores que Washington afirma terem envolvimento no resultado “ilegítimo e fraudulento” do pleito.

“Hoje, os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas contra Maduro e seus representantes por sua repressão ao povo venezuelano e negação dos direitos de seus cidadãos a uma eleição livre e justa”, disse o secretário-adjunto do Tesouro dos EUA, Wally Adeyemo.

 

“O Departamento do Tesouro está mirando em autoridades-chave envolvidas nas alegações fraudulentas e ilegítimas de vitória de Maduro e sua repressão brutal à liberdade de expressão após a eleição, enquanto a esmagadora maioria dos venezuelanos clama por mudança. O governo Biden-Harris continuará a usar nossas ferramentas para responsabilizar Maduro e seus comparsas e apoiar as aspirações democráticas do povo venezuelano.”

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, que aplicou as sanções, disse que os sancionados terão restrições no visto para entrada nos EUA.

No total, ainda segundo o Departamento do Tesouro, mais de 2.000 venezuelanos já foram alvos de sanções dos EUA, inclusive Nicolás Maduro e o presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE, equivalente à Justiça Eleitoral do país), Elvis Amoroso, sancionados em 2017.

Venezuela rejeita sanções

 

Em resposta, o Governo da Venezuela divulgou um comunicado no qual rejeitou “nos termos mais enérgicos” as sanções anunciadas pelos EUA.

“A Venezuela rejeita, nos termos mais enérgicos, o novo crime de agressão cometido pelo governo dos Estados Unidos da América contra a Venezuela (…) em um ato grosseiro, que busca se congraçar com uma classe política que lançou mão de práticas fascistas e violentas para derrubar, sem sucesso, a democracia Bolivariana”, manifestou-se o Ministério das Relações Exteriores venezuelano em um comunicado.

Fonte: g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Bodybuilder que comia 16.500 calorias diárias morre aos 36 anos após parada cardíaca

O bodybuilder de Belarus Illia 'Golem' Yefimchyk — Foto: Divulgação

O bodybuilder de Belarus Illia ‘Golem’ Yefimchyk — Foto: Divulgação

bodybuilder de Belarus Illia ‘Golem’ Yefimchyk morreu aos 36 anos. A notícia, confirmada pela mídia local, foi anunciada pela mulher dele, Anna.

 

Segundo o canal de notícias Nexta, o atleta teve uma parada cardíaca na manhã do dia 6. Ele foi levado de helicóptero ao hospital e os médicos conseguiram ressuscitá-lo, porém, dois dias depois, a morte cerebral foi decretada.

 

Illia tinha 1,85 m de altura e 160 kg. Para manter o corpo musculoso, ele comia sete vezes ao dia, um total de 16.500 calorias.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Trump diz que imigrantes ilegais estão comendo cães e gatos em cidades nos EUA

O ex-presidente Donald Trump disse nesta terça-feira (10), durante o debate da ABC News, que a administração de Joe Biden e Kamala Harris permitiu que milhares de imigrantes entrassem nos Estados Unidos e que essas pessoas estão “comendo cachorros e gatos”.

“Veja o que está acontecendo com as cidades ao redor dos Estados Unidos (…) Em Springfield, eles (os imigrantes) estão comendo os cachorros, as pessoas que entraram, estão comendo os gatos, comendo os animais de estimação”.

Trump disse ainda que os migrantes estão chegando aos Estados Unidos depois de fugirem de prisões e instituições psiquiátricas.

“Temos milhões de pessoas que chegam ao nosso país das prisões e dos presídios, das instituições psiquiátricas e dos manicómios”, afirmou Trump.

O republicano faz essa afirmação com frequência, dizendo que prisões e instituições mentais estão sendo esvaziadas deliberadamente para, de alguma forma, despejar pessoas nos EUA.

O debate desta terça-feira (10) marca a primeira vez que Donald Trump e Kamala Harris se encontram pessoalmente. As últimas pesquisas mostram uma disputa acirrada entre os candidatos.

Este é o sétimo debate presidencial de Trump — três contra Hillary Clinton e três contra Joe Biden.

O confronto acontece na Pensilvânia, um estado que pode decidir a eleição dos Estados Unidos.

Kamala assumiu a candidatura democrata após Joe Biden ter desistido de concorrer à reeleição. O desempenho do presidente americano no Debate da CNN levantou dúvidas sobre sua idade e aptidão para um novo mandato — o que gerou críticas até de apoiadores.

Já Trump tenta voltar à Casa Branca após ter sido derrotado por Biden em 2020.

A eleição presidencial nos Estados Unidos acontecerá no dia 5 de novembro.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Trump e Kamala trocam acusações sobre inflação, aborto, imigração e Putin em 1º debate

FOTOS: Donald Trump e Kamala Harris fazem 'caras e bocas' durante debate  presidencial nos EUA | Eleições nos EUA 2024 | G1Foto: Win McNamee/Getty Images

Donald Trump e Kamala Harris participaram do primeiro — e possivelmente único —, debate para a presidência dos Estados Unidos na noite desta terça-feira (10), realizado pela ABC News, com transmissão para todo o Brasil ao vivo pela RECORD NEWS, com tradução simultânea. Essa foi a primeira vez que o republicano e a democrata se encontraram pessoalmente. Eles apertaram as mãos no início da transmissão.

O embate começou com a discussão sobre a economia. A vice-presidente afirmou que o plano de Trump é o mesmo de seu primeiro governo e que o candidato governa para as grandes empresas. “Eu sou a única pessoa nesse palco que tem um plano para elevar a classe média e todo o povo americano”, disse.

Em contrapartida, o republicano afirmou que os Estados Unidos, atualmente, estão com uma inflação “nunca vista antes” e talvez uma das piores na história. “Eu criei uma das melhores economias da história do nosso país e vou fazer isso mais uma vez, e melhor ainda”.

Questões sobre imigração dominaram boa parte do embate. “Sou a única pessoa aqui em cima que colocou em pauta a questão de armas, drogas e imigrantes. Mas o Congresso dos EUA, que tem grandes conservadores, veio com a questão das fronteiras. Eu tentei que as fronteiras funcionassem. Sabe o que ele fez? Trump ligou para os comparsas dele e pediu para que não fosse aprovado”, disse Kamala.

O republicano rebateu dizendo que se Harris se tornar presidente dos Estados Unidos, o país vai se tornar uma Venezuela com anabolizantes.

“Permitiram criminosos, terroristas e ladrões de rua entrarem em nosso país. […] Os países removem seus criminosos das ruas e exportando para o nosso país, rebateu Trump.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Organização dos Estados Americanos defende posse de González na Venezuela após exílio forçado

Foto: reprodução/Facebook @Edmundo González Urrutia

A OEA (Organização dos Estados Americanos) emitiu uma nota neste domingo (8) defendendo que Edmundo González Urrutia (Plataforma Unitária Democrática, centro-direita), o principal candidato opositor do presidente Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela, esquerda), tome posse da Presidência da Venezuela em 10 de janeiro, quando o vencedor do pleito deste ano assumirá o novo mandato de 6 anos.

A organização afirma em comunicado que “continuará trabalhando” para que o “verdadeiro vencedor” das eleições de 28 de julho assuma o cargo. O posicionamento da OEA se dá depois de González deixar o país bolivariano e se exilar na Espanha.

“Neste processo eleitoral que não terminou, continuaremos trabalhando para que o verdadeiro vencedor das eleições de 28 de julho assuma a Presidência da República Bolivariana da Venezuela em janeiro do próximo ano. Os objetivos que perseguimos em defesa da democracia e dos direitos humanos devem continuar e os nossos esforços devem ser tanto maiores quanto piores as circunstâncias se tornam”, afirma o comunicado.

A saída de González de Caracas se dá depois de a Justiça da Venezuela, controlada por Maduro, ter mandado prender o opositor em 2 de setembro. O diplomata, que afirma estar sendo perseguido pelo regime chavista, é acusado de descumprir 3 intimações do Ministério Público do país para esclarecer a divulgação das atas eleitorais do pleito de 28 de julho de 2024, embora os documentos sejam públicos em países democráticos e com eleições livres.

Em 5 de agosto, González se autodeclarou o vencedor do pleito, sendo apoiado pela OEA, que diz “não haver dúvidas” da vitória do opositor de Maduro.

Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Musk chama Moraes de “tirano maligno” ao postar sobre impeachment

Moraes e Musk em foto prismada

Elon Musk voltou a chamar, nesta terça-feira (3), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de “tirano”. A ofensa foi feita em resposta a uma publicação que afirma que 146 deputados assinaram um pedido de impeachment do ministro.

Este tirano maligno é uma vergonha para as vestes dos juízes”, escreveu o bilionário no X (ex-Twitter), rede social que pertence a Musk e está fora do ar por decisão de Moraes. Apesar da suspensão do X no país, os brasileiros que estão no exterior seguem com acesso normal à plataforma. Foi desta maneira que este jornal digital leu as mensagens postadas pelo empresário e replica neste texto, por ser de interesse público e ter relevância jornalística.

A iniciativa pelo impeachment de Moraes começou a circular no Congresso depois de uma reportagem da Folha de S.Paulo divulgar mensagens que sugerem que Moraes teria utilizado o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de maneira informal para embasar inquéritos contra apoiadores de Bolsonaro no Supremo.

O episódio é parte do embate entre Musk e Moraes, que se intensificou em meados de agosto (leia mais abaixo), e levou ao bloqueio das contas da Starlink e da suspensão do X no Brasil, ordenados pelo ministro.

O pedido de impeachment deve ser protocolado no Senado em 9 de setembro. Até lá, a oposição mobilizará assinaturas de congressistas e de juristas, além do apoio popular, para engrossar o documento.

Também está no horizonte de senadores e deputados a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as informações.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

“Este é um dia triste para os usuários do X“, diz CEO do X sobre proibição no Brasil

ImagemFoto: reprodução/X Linda Yaccarino

A CEO do X (ex-Twitter), Linda Yaccarino, disse na sexta-feira (30) esperar que a rede social volte a operar no Brasil “em breve”. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraesmandou tirar a plataforma do ar no país depois que o empresário Elon Musk, dono do X, descumpriu a ordem que determinava que a rede social identificasse um representante legal no Brasil em até 24 horas.

Moraes determinou a suspensão do X no Brasil. No entanto, brasileiros que estão no exterior seguem com acesso normal à plataforma. Foi desta maneira que este jornal digital leu as mensagens postadas pela executiva e replica neste texto, por ser de interesse público e ter relevância jornalística.

Este é um dia triste para os usuários do X ao redor do mundo, especialmente aqueles no Brasil, que estão tendo acesso negado à nossa plataforma”, escreveu Linda Yaccarino na rede social. 

alt

Gostaria que não tivesse chegado a esse ponto –parte meu coração. A Constituição brasileira diz: ‘É proibida toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística’. Espero por  um dia em que o governo brasileiro cumpra a Constituição que o povo brasileiro ratificou. Mas até que haja mudanças no Brasil, X será suspenso. Esperamos voltar em breve”, completou. 

O X começou a sair do ar no Brasil na madrugada deste sábado (31.ago). A suspensão da rede social no país é mais um capítulo na longa disputa entre Moraes e Musk que se arrasta há meses. 

Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

‘Ditador malvado disfarçado de juiz’, diz Elon Musk sobre Moraes

Foto: ETIENNE LAURENT/AFP

Após não cumprir as exigências feitas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o empresário sul-africano Elon Musk, dono da rede social X (antigo Twitter), publicou novos ataques ao juiz nesta quinta-feira (29).

Em seu perfil no X, Musk compartilhou a nota oficial da empresa que confirma o não-cumprimento das ordens e chama Moraes de “ditador malvado disfarçado de juiz.

Minutos depois, em outra publicação, o bilionário voltou a atacar Moraes, de maneira mais debochada. Elon Musk classificou o ministro como “um criminoso vestindo roupas de juiz, como uma fantasia de Halloween”, seguido de um emoji de fantasma.

Na nota publicada nesta quinta-feira, o X afirmou aguardar a ordem de bloqueio do site no Brasil feita por Moraes e chamou as exigências do magistrado brasileiro de “ilegais”.

O Tempo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Fundador do Telegram é preso na França acusado de ‘cumplicidade’ em crimes

Pavel Durov, fundador do Telegram, em evento

O CEO e fundador do Telegram, Pavel Durov, 39 anos, foi preso neste sábado (24.ago.2024) na França. O dono do aplicativo de mensagens foi abordado pela polícia francesa ao descer de seu avião, assim que pousou no aeroporto de Le Bourget, na região metropolitana de Paris. A informação é do jornal francês TF1.

Segundo o veículo de imprensa francês, Durov é alvo de um mandado de busca e é acusado de ser cúmplice de “tráfico de drogas, crimes contra crianças e fraudes”.

A participação do bilionário nesses crimes é referente a ausência de moderação no Telegram, que permitiria que grupos criminosos se comunicassem dentro da plataforma.

A prisão de Durov é provisória e foi executada porque a Justiça francesa entendeu que o executivo tem recursos e meios para deixar o país caso fosse apenas notificado. Ele chegou à França vindo do Azerbaijão, e o TF1 informou que a polícia francesa enxergou a situação como um “erro” de Durov, que sabia da investigação corrente no país.

O Telegram foi fundado em 14 de agosto de 2013 pelos irmãos russos Pavel e Nokolai Durov. Em 2024, o aplicativo atingiu a marca de 1 bilhão de usuários.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.