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Kamala é oficializada como candidata e fala em “unir” os EUA

Foto: Reprodução

A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata do Partido Democrata à Casa Branca, Kamala Harris, fez nesta quinta-feira (22.) o seu discurso de aceitação de nomeação da sigla para a disputa. Segundo a democrata, ela “será a presidente que unirá” o país.

“Para manter os princípios fundamentais sagrados dos Estados Unidos, do estado de direito às eleições livres e justas, à transferência pacífica de poder. Serei uma presidente que nos une em torno de nossas mais altas aspirações. Uma presidente que lidera e escuta, que é realista, prática e tem bom senso. E sempre luta pelo povo norte-americano. Este tem sido o trabalho da minha vida”, declarou a milhares de apoiadores no United Center, em Chicago.

A democrata afirmou que o pleito de 2024 é não só o “mais importante” da vida dos norte-americanos que a estavam ouvindo, mas o “mais importante da história do país”.

Poder360

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Casas de opositores de Maduro são marcadas com um X preto na Venezuela

Portas dos opositores de Maduro são marcadas com um X preto na Venezuela |  CNN BrasilFoto: CNN via CNN Newsource

Em um bairro pobre de Caracas, a letra “X” está aparecendo nas casas das pessoas — riscos de tinta na altura do peito que os moradores dizem que representam uma ameaça.

Moradores que vivem em 23 de Enero, antiga fortaleza do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, acreditam que grupos paramilitares pró-regime estão por trás da tinta spray. Os grupos, conhecidos como colectivos, estão marcando pessoas que protestaram contra o resultado da eleição presidencial de julho, disseram moradores à CNN.

“Há cerca de cinquenta casas na minha rua, e trinta e duas foram marcadas”, disse um morador, que pediu para usar o pseudônimo “Pablo”, devido ao medo de retaliação por falar abertamente.

Os Xs apareceram no bairro de Pablo dias depois que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reivindicou a vitória nas urnas em 28 de julho — um resultado contestado pela oposição e questionado por observadores estrangeiros.

CNN Brasil

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ONU registra 23 mortes e aponta prisão de crianças após protestos na Venezuela

Foto: Pedro Rances Mattey/Anadolu via Getty Images

A missão independente da ONU para a determinação de fatos na Venezuela disse, nesta segunda-feira (12), que 23 pessoas morreram e pelo menos 1260 pessoas foram detidas na Venezuela desde o dia das eleições presidenciais, em 28 de julho. A equipe também recebeu informação de que há 100 crianças e adolescentes entre os detidos no contexto dos protestos.

“O governo da Venezuela deve deter imediatamente a crescente repressão que está comovendo o país (…) e investigar a fundo a avalanche de graves violações aos direitos humanos que estão ocorrendo”, afirmou a missão, criada em 2019 para avaliar violações aos direitos humanos na Venezuela.

A equipe da ONU também constatou que os protestos pós-eleitorais “abriram passo para uma feroz repressão pela máquina do Estado, dirigida por suas mais altas autoridades, criando um clima de temor generalizado”.

A maioria das 23 mortes registradas entre os dias 28 de julho e 8 de agosto foram ocasionadas por disparos com armas de fogo. Em 18 casos, as vítimas eram homens com idades inferiores a 30 anos.

A presidente da missão, Marta Valiñas, pediu que as mortes sejam “investigadas exaustivamente” e que se houver confirmação de uso abusivo da força letal pelas autoridades ou a participação de civis armados agindo com a conivência das mesmas, os responsáveis devem ser punidos.

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Macron diz ter ligado para Lula para falar sobre as eleições na Venezuela

ImagemFoto: Hannah Mckay/Reuters

O presidente da França, Emmanuel Macron, concedeu entrevista para o jornalista Guilherme Pereira, da TV Globo. Junto dele, jornalistas de outros quatro países (Estados Unidos, África do Sul, China e Índia) também participaram da conversa. Ele falou sobre o legado das olimpíadas de Paris e sobre outros assuntos de relevância mundial, como as eleições nos Estados Unidos e mudanças climáticas.

Ele também falou sobre a Venezuela, onde a reeleição de Nicolás Maduro segue sob desconfiança da comunidade internacional e acusaçõpes de fraude pela oposição. Macron disse que ligou para o presidente Lula nos últimos dias e que apoia as iniciativas tomadas pelos países da região.

g1

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Biden explica desistência: “Democratas acharam que eu iria prejudicá-los”

Foto: reprodução/Instagram

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (foto), comentou em entrevista à CBS News neste domingo, 11 de agosto, sua decisão de se retirar da disputa eleitoral à Casa Branca.

“Embora eu tenha a grande honra de ser presidente, acho que tenho a obrigação com o país de fazer a coisa mais importante que se pode fazer, e isto é que devemos, devemos, devemos derrotar Trump.”

Biden também se manifestou sobre seu fiasco no debate presidencial com Donald Trump, no final de junho:

“Eu tive um dia muito ruim naquele debate porque estava doente. Mas eu não tenho nenhum problema sério.”

O democrata afirmou ainda que as pesquisas indicavam uma disputa acirrada contra o republicano, o que gerou temores dentro de seu partido.

“As pesquisas que tínhamos mostravam que era uma disputa acirrada, seria até o fim. Mas o que aconteceu foi que alguns colegas democratas na Câmara e no Senado acharam que eu iria prejudicá-los em suas corridas. Fiquei preocupado que, se eu continuasse na disputa, isso viraria o foco principal. Você me perguntaria sobre o papel de Nancy Pelosi e os comentários de outros. E achei que seria uma grande distração.”

Biden, de 81 anos, desistiu de concorrer a um segundo mandato e passou o bastão para sua vice-presidente, Kamala Harris. No debate transmitido pela CNN americana em 27 de junho, o presidente dos EUA mostrou sinais de cansaço e dificuldades em articular suas respostas.

O Antagonista

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Ex-presidente da Argentina, Alberto Fernández é alvo de buscas e tem celular apreendido após denúncia de agressão contra ex-mulher

Foto: AFP/Arquivos | Foto: Infobae/Reprodução

A Justiça argentina realizou na sexta-feira (9) uma operação de busca e apreensão no apartamento do ex-presidente Alberto Fernández, após denúncia de violência física feita pela ex-primeira-dama Fabiola Yañez. Um celular foi confiscado durante a ação.

Segundo a imprensa argentina, a medida visa verificar se o ex-presidente continuou “assediando” sua ex-parceira após receber a notificação de que não deveria manter contato com ela.

No momento da operação, Fernández estava no apartamento acompanhado do meio-irmão Pablo Galindez e de algumas outras pessoas. Esta é a primeira medida adotada no caso, que está sob sigilo.

Na quinta-feira (8), imagens da ex-primeira-dama com hematomas no braço e no rosto foram reveladas pelo site de notícias argentino Infobae. Na troca de mensagens com o ex-companheiro, Yañez cita que foi agredida por três dias seguidos.

Em outro trecho, ela afirmou: “Isso não funciona assim, você me agride o tempo todo. É insólito. Não pode me fazer isso quando eu não te fiz nada. E tudo o que tento fazer com a mente centrada é te defender, e você me agride fisicamente. Não há explicação”.

Yañez fez a denúncia contra o ex-presidente na terça-feira (6) durante uma videoconferência com o juiz federal Julián Ercolini, que ordenou imediatamente medidas de “restrição” e “proteção” para a mulher. As medidas urgentes tomadas incluem uma ordem para que o ex-presidente não se aproxime dela e não deixe o país.

A ex-primeira-dama contou que era agredida fisicamente quando vivia na Quinta de Olivos, residência oficial da presidência argentina. Fernández foi presidente da Argentina entre 2019 e 2023.

O ex-presidente negou as acusações em nota publicada nas redes sociais e afirmou que vai apresentar à Justiça “as provas e testemunhos que evidenciarão o que realmente aconteceu”.

g1

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Maduro comparece à Suprema Corte para validar reeleição em meio à pressão internacional

Foto: Federico PARRA / AFP

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, compareceu nesta sexta-feira (9) à Suprema Corte e pediu para validar sua questionada reeleição, em meio a uma crescente pressão internacional para que sejam divulgadas as atas da votação de 28 de julho, acusada de fraude pela oposição.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), o presidente venezuelano foi reeleito com 52% dos votos, frente aos 43% de seu adversário, Edmundo González Urrutia, mas não publicou os detalhes da votação, alegando que o sistema de votação foi hackeado.

A oposição denunciou fraudes e afirmou ter 80% das atas, que comprovam a vitória de González Urrutia. O chavismo rejeita as provas apresentadas pela oposição e as classifica como falsas.

g1

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VÍDEO: Nicolás Maduro determina o bloqueio da rede social X na Venezuela por 10 dias

Nicolás Maduro determina o bloqueio da rede social X na Venezuela por 10 dias.

Em discurso nesta quinta-feira (8), Maduro afirmou que ratificou pedido da Comissão Nacional de Telecomunicações do país, órgão controlado por seu regime.

O bloqueio do X começou às 21h na Venezuela — 22h no horário de Brasília —, de acordo com a agência France-Presse (AFP). A rede social só pode ser acessa por meio de redes privadas, conhecidas como VPN’s, informou a agência.

Enquanto a suspensão estiver vigente, o regulador de telecomunicações na Venezuela deverá estabelecer a “medida administrativa definitiva”, ou seja, a suspensão do funcionamento da rede social no país.

Metrópoles

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Nicarágua determina expulsão de embaixador brasileiro, diz imprensa local

ImagemFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Nicarágua determinou nesta quarta-feira (7) a expulsão do embaixador brasileiro Breno Souza da Costa na capital Manágua, de acordo com a imprensa local.

Segundo disse uma fonte do Itamaraty ao g1, o governo local se queixou depois que o Brasil não enviou representante para o aniversário da Revolução Sandinista, celebrada em 19 de julho.

O governo brasileiro ainda não confirma a expulsão, mas, segundo a mesma fonte do Itamaraty, as relações entre Brasil e Nicarágua tinham se tensionado havia algumas semanas. Há uma semana, a embaixada brasileira recebeu uma queixa formal do governo nicaraguense e a ameaça de expulsão do embaixador. Foi dado um prazo de 15 dias para que Breno Souza da Costa deixe o país.

g1

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Acadêmicos divulgam documento em defesa de estudo que crava derrota de Maduro

Em uma carta divulgada nesta quarta-feira (7), um grupo de acadêmicos e pesquisadores denuncia a escalada autoritária da Venezuela e reconhece o resultado de uma pesquisa independente que contraria o resultado divulgado pelo Conselho Nacional Eleitoral, que deu a vitória a Nicolás Maduro.

Segundo a tabulação da AltaVista, o candidato da oposição, Edmundo González, foi o real vencedor, com 66% dos votos.

Ainda segundo o documento, esse resultado está alinhado com as descobertas de levantamentos realizados pela Associated Press, pelo The Washington Post e pelas pesquisas de boca de urna.

CNN

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