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VÍDEO: Nicolás Maduro determina o bloqueio da rede social X na Venezuela por 10 dias

Nicolás Maduro determina o bloqueio da rede social X na Venezuela por 10 dias.

Em discurso nesta quinta-feira (8), Maduro afirmou que ratificou pedido da Comissão Nacional de Telecomunicações do país, órgão controlado por seu regime.

O bloqueio do X começou às 21h na Venezuela — 22h no horário de Brasília —, de acordo com a agência France-Presse (AFP). A rede social só pode ser acessa por meio de redes privadas, conhecidas como VPN’s, informou a agência.

Enquanto a suspensão estiver vigente, o regulador de telecomunicações na Venezuela deverá estabelecer a “medida administrativa definitiva”, ou seja, a suspensão do funcionamento da rede social no país.

Metrópoles

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Nicarágua determina expulsão de embaixador brasileiro, diz imprensa local

ImagemFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Nicarágua determinou nesta quarta-feira (7) a expulsão do embaixador brasileiro Breno Souza da Costa na capital Manágua, de acordo com a imprensa local.

Segundo disse uma fonte do Itamaraty ao g1, o governo local se queixou depois que o Brasil não enviou representante para o aniversário da Revolução Sandinista, celebrada em 19 de julho.

O governo brasileiro ainda não confirma a expulsão, mas, segundo a mesma fonte do Itamaraty, as relações entre Brasil e Nicarágua tinham se tensionado havia algumas semanas. Há uma semana, a embaixada brasileira recebeu uma queixa formal do governo nicaraguense e a ameaça de expulsão do embaixador. Foi dado um prazo de 15 dias para que Breno Souza da Costa deixe o país.

g1

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Acadêmicos divulgam documento em defesa de estudo que crava derrota de Maduro

Em uma carta divulgada nesta quarta-feira (7), um grupo de acadêmicos e pesquisadores denuncia a escalada autoritária da Venezuela e reconhece o resultado de uma pesquisa independente que contraria o resultado divulgado pelo Conselho Nacional Eleitoral, que deu a vitória a Nicolás Maduro.

Segundo a tabulação da AltaVista, o candidato da oposição, Edmundo González, foi o real vencedor, com 66% dos votos.

Ainda segundo o documento, esse resultado está alinhado com as descobertas de levantamentos realizados pela Associated Press, pelo The Washington Post e pelas pesquisas de boca de urna.

CNN

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Em declaração conjunta, países europeus pedem que Venezuela divulgue atas de eleição presidencial

Foto: Marcos del Mazo/LightRocket via Getty Image

Um grupo de sete países europeus divulgou uma declaração conjunta neste sábado, pedindo que a Venezuela divulgue as atas da eleição presidencial de 28 de julho para “total transparência e a integridade do processo eleitoral”.

A declaração foi assinada por Alemanha, Espanha, França, Itália, Holanda, Polônia e Portugal. O grupo afirma que segue acompanhando de perto a situação e apoia o “apelo do povo venezuelano pela democracia e a paz.”

“A oposição indica que recolheu e publicou mais de 80% das atas eleitorais elaboradas por cada mesa de voto. Esta verificação é essencial para reconhecer a vontade do povo venezuelano”, diz o documento.

Antes deste grupo de países europeus, Estados Unidos, Panamá, Costa Rica, Peru, Argentina e Uruguai tinham se manifestando, declarando que a oposição venceu Maduro.

Brasil, Colômbia e México emitiram uma nota conjunta na quinta-feira (1º) pedindo a divulgação de todas as atas eleitorais na Venezuela e solução da desavença pelas “vias institucionais”.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) disse não reconhecer o resultado das eleições no país. Em relatório feito por observadores que acompanharam o pleito, a OEA diz haver indícios de que o governo Maduro distorceu o resultado.

Uma contagem realizada pela Associated Press de atas eleitorais divulgadas na sexta-feira (2) pela oposição do país também mostrou, segundo a agência, que Edmundo González obteve significativamente mais votos nas eleições do que o governo de Maduro reconheceu.

g1

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Após EUA, chanceleres da Argentina e do Uruguai reconhecem Edmundo González como presidente eleito da Venezuela

Maria Corina Machado (à esquerda) e Edmundo González (à direita) — Foto: Maxwell Briceno/Reuters

Após o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, foi a vez da chanceler da Argentina dar uma declaração pública reconhecendo Edmundo González como vencedor das eleições na Venezuela.

Em post no X, Diana Mondino afirmou:

“Todos podemos confirmar, sem espaço para dúvida, que o legítimo ganhador e presidente eleito é Edmundo González”.

Omar Paganini, ministro das Relações Exteriores do Uruguai, usou a rede social para fazer o mesmo horas depois.

“Em função das evidências esmagadoras, fica claro para o Uruguai que Edmundo González Urrutia obteve a maioria dos votos nas eleições presidenciais da Venezuela. Esperamos que a vontade do povo venezuelano seja respeitada. ‘A verdade é o caminho da paz’”, escreveu ele no X.

 

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) apontou Nicolás Maduro como vencedor no último domingo (28). A oposição, porém, alega fraude.

González é o candidato da Plataforma Democrática Unitária (PUD), coalização de oposição a Maduro, atual presidente venezuelano e que buscava a reeleição para um terceiro mandato.

“Dada a evidência esmagadora, é claro para os Estados Unidos e, mais importante, para o povo venezuelano, que Edmundo González Urrutia recebeu a maioria dos votos na eleição presidencial de 28 de julho na Venezuela”, diz comunicado divulgado por Blinken nesta quinta-feira (1º).

O resultado é contestado pela oposição, liderada por María Corina Machado e por Edmundo González, e pela comunidade internacional. As acusações são de falta de transparência da autoridade eleitoral venezuelana e há pedidos para a publicação dos resultados das urnas.

A PUD afirma que seu candidato recebeu 67% dos votos, contra 30% de Maduro —considerando cerca de 74% das atas das urnas.

González e Corina Machado estão ameaçados de prisão desde que contestaram o resultado das eleições. Para o governo americano, “as ameaças de Maduro contra líderes da oposição” são antidemocráticas e uma tentativa de se manter no poder.

Em artigo ao jornal americano “The Wall Street Journal”, María Corina Machado disse que está escondida e que teme pela sua vida.

g1

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Suprema Corte da Venezuela começa auditoria de eleições e convoca candidatos

ImagemFoto: Reprodução/Maduro no Youtube

A Suprema Corte da Venezuela convocou os 10 candidatos à presidência –Maduro, Edmundo González e mais oito– a comparecer nesta sexta (2) às 15h (horário de Brasília), para o início da auditoria da eleição do último domingo (28).

A Suprema Corte tem seus integrantes indicados por Maduro e é alinhada ao presidente, que foi apontado como vencedor da eleição pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) com 51,2% dos votos. O órgão eleitoral é dirigido por um aliado de Maduro.

“Admite-se, assume-se e inicia-se o processo de investigação e verificação para certificar os resultados do processo eleitoral”, expressou Caryslia Rodríguez, presidente da Suprema Corte.

A auditoria do resultado da eleição pela Suprema Corte acontece a pedido de Maduro. Segundo o presidente, a maior instância da Justiça venezuelana é o único órgão do país que tem o poder de auditar o resultado das eleições para apurar os resultados obtidos pelo CNE.

g1

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EUA diz estar claro que González venceu as eleições na Venezuela

ImagemFoto: Anadolu Agency/Getty Images

O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Antony Blinken, afirmou que está claro que Edmundo González venceu as eleições da Venezuela. O comunidado publicado nesta quinta-feira (1º/8) ainda afirma que a reeleição de Nicolás Maduro não representa a vontade do povo venezuelano.

Blinken destaca que o conselho eleitoral do país “não publicou dados desagregados ou nenhuma das folhas de contagem de votos, apesar dos repetidos apelos dos venezuelanos e da comunidade internacional para fazê-lo”.

O comunicado ainda frisa que a oposição, por outro lado, publicou mais de 80% das folhas de contagem recebidas diretamente das seções eleitorais em toda a Venezuela. “Essas folhas de contagem indicam que Edmundo González Urrutia recebeu a maioria dos votos nesta eleição por uma margem intransponível”, destaca.

Metrópoles

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Chega a 16 o número de mortos em manifestações contra reeleição de Maduro

A vitória contestada de Nicolás Maduro nas urnas deixou a Venezuela mais perto de um “banho de sangue” – exatamente como previu o ditador, se ele perdesse a eleição. Em dois dias de protestos contra os resultados da votação, 16 pessoas morreram, mais de 100 ficaram feridas e 750 foram presas.

De acordo com Alfredo Romero, diretor da ONG Foro Penal Venezolano, das 16 mortes, pelo menos cinco foram registradas em Caracas, incluindo dois menores de idade. O procurador-geral da Venezuela, o chavista Tarek William Saab, afirmou que os manifestantes presos poderão responder por “atos de terrorismo e instigação do ódio”.

A ditadura foi rápida em culpar a oposição pelo “banho de sangue”. “Considero Urrutia responsável pela violência criminosa, pelos feridos, pelos mortos, pela destruição. O senhor será diretamente responsável, assim como a senhora Machado. A justiça vai chegar”, disse Maduro, em referência aos dois maiores nomes da oposição nesta eleição: Edmundo González Urrutia e María Corina Machado.

R7

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Líder político do Hamas, Ismail Haniyeh é morto no Irã, diz mídia estatal

ImagemFoto: Aziz Taher/Reuters

O líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, foi morto em Teerã, informou a mídia estatal iraniana Press TV nesta quarta-feira (31), citando o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).

O Hamas emitiu uma declaração logo após dizer que Haniyeh foi morto junto com seu guarda-costas em um “ataque sionista” em sua residência em Teerã depois que ele participou da posse do novo presidente iraniano.

A CNN entrou em contato com o exército israelense para comentar a alegação do Hamas.

Os Guardas Revolucionários do Irã informaram horas depois que Haniyeh foi assassinado por volta das 2h da manhã (horário local) desta quarta-feira, informou a mídia iraniana, acrescentando que ele estava hospedado em “uma residência especial para veteranos de guerra no norte de Teerã”.

O conselho supremo de segurança nacional do Irã decidirá qual será a estratégia de reação ao assassinato de Haniyeh, de acordo com uma fonte.

CNN Brasil

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Maduro ordena patrulhamento policial e militar em todo território venezuelano

Repressão na Venezuela: Número de mortos em protestos contra reeleição de  Maduro sobe para 11, dizem ONGsFoto: Divulgação

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou nesta terça-feira (30) patrulhas militares e policiais em todo o país. Ação começa a valer a partir desta quarta-feira (31).

Medida vem em meio a protestos contra os resultados eleitorais da eleição presidencial, que o apontam o líder venezuelano como vencedor.

Ao menos 749 pessoas foram presas devido aos protestos na Venezuela, segundo informou o procurador-geral do país, Tarek William Saab, nesta terça-feira (30). Além disso, 11 pessoas morreram, de acordo com a ONG Fórum Penal.

Os protestos acontecem pelo segundo dia seguido, após Nicolás Maduro ser ter sido declarado vencedor das eleições presidenciais de 2024 no país.

A oposição contesta o resultado e afirma que possui acesso a um número suficiente de atas eleitorais que confirmariam a vitória de Edmundo González.

CNN

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