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Chega a 16 o número de mortos em manifestações contra reeleição de Maduro

A vitória contestada de Nicolás Maduro nas urnas deixou a Venezuela mais perto de um “banho de sangue” – exatamente como previu o ditador, se ele perdesse a eleição. Em dois dias de protestos contra os resultados da votação, 16 pessoas morreram, mais de 100 ficaram feridas e 750 foram presas.

De acordo com Alfredo Romero, diretor da ONG Foro Penal Venezolano, das 16 mortes, pelo menos cinco foram registradas em Caracas, incluindo dois menores de idade. O procurador-geral da Venezuela, o chavista Tarek William Saab, afirmou que os manifestantes presos poderão responder por “atos de terrorismo e instigação do ódio”.

A ditadura foi rápida em culpar a oposição pelo “banho de sangue”. “Considero Urrutia responsável pela violência criminosa, pelos feridos, pelos mortos, pela destruição. O senhor será diretamente responsável, assim como a senhora Machado. A justiça vai chegar”, disse Maduro, em referência aos dois maiores nomes da oposição nesta eleição: Edmundo González Urrutia e María Corina Machado.

R7

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Líder político do Hamas, Ismail Haniyeh é morto no Irã, diz mídia estatal

ImagemFoto: Aziz Taher/Reuters

O líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, foi morto em Teerã, informou a mídia estatal iraniana Press TV nesta quarta-feira (31), citando o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).

O Hamas emitiu uma declaração logo após dizer que Haniyeh foi morto junto com seu guarda-costas em um “ataque sionista” em sua residência em Teerã depois que ele participou da posse do novo presidente iraniano.

A CNN entrou em contato com o exército israelense para comentar a alegação do Hamas.

Os Guardas Revolucionários do Irã informaram horas depois que Haniyeh foi assassinado por volta das 2h da manhã (horário local) desta quarta-feira, informou a mídia iraniana, acrescentando que ele estava hospedado em “uma residência especial para veteranos de guerra no norte de Teerã”.

O conselho supremo de segurança nacional do Irã decidirá qual será a estratégia de reação ao assassinato de Haniyeh, de acordo com uma fonte.

CNN Brasil

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Maduro ordena patrulhamento policial e militar em todo território venezuelano

Repressão na Venezuela: Número de mortos em protestos contra reeleição de  Maduro sobe para 11, dizem ONGsFoto: Divulgação

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou nesta terça-feira (30) patrulhas militares e policiais em todo o país. Ação começa a valer a partir desta quarta-feira (31).

Medida vem em meio a protestos contra os resultados eleitorais da eleição presidencial, que o apontam o líder venezuelano como vencedor.

Ao menos 749 pessoas foram presas devido aos protestos na Venezuela, segundo informou o procurador-geral do país, Tarek William Saab, nesta terça-feira (30). Além disso, 11 pessoas morreram, de acordo com a ONG Fórum Penal.

Os protestos acontecem pelo segundo dia seguido, após Nicolás Maduro ser ter sido declarado vencedor das eleições presidenciais de 2024 no país.

A oposição contesta o resultado e afirma que possui acesso a um número suficiente de atas eleitorais que confirmariam a vitória de Edmundo González.

CNN

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Governo Maduro expulsa embaixadores e diplomatas de 7 países que contestaram resultado das eleições

Comunicado do governo venezuelano expulsa corpo diplomático de sete países — Foto: Reprodução/Instagran

O governo de Nicolás Maduro expulsou todo o corpo diplomático de sete países na tarde desta segunda-feira (29). A expulsão ocorre após o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), o órgão máximo eleitoral do país, ter proclamado Maduro como presidente da Venezuela.

Os países que tiveram o corpo diplomático expulso são:

  • Argentina
  • Chile
  • Costa Rica
  • Peru
  • Panamá
  • República Dominicana
  • Uruguai

Entre os países que tiveram os diplomatas e embaixadores expulsos estão Argentina, Chile, Panamá, Peru e Uruguai, que contestaram o resultado das eleições na Venezuela.

A carta com a expulsão foi publicada pelo ministro das Relações Exteriores venezuelano, Yván Gil Pinto. Ele diz que o país “rejeita as ações e declarações de um grupo de governos de direita, subordinados a Washington e comprometidos abertamente com ideologias sórdidas do fascismo internacional” e que este grupo quer desconhecer o resultado da eleição realizada no domingo (28).

Entre os países que contestaram o resultado das eleições também estão Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Espanha, Itália, Equador, Peru, Colômbia, Guatemala e Portugal.

O governo brasileiro ainda não se manifestou. O Itamaraty afirmou que “acompanha com atenção o processo de apuração” e que aguarda a divulgação de informações mais detalhadas, como os “dados desagregados”, pelo CNE. O governo afirma que isso é um “passo indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”. Esses dados incluem as informações que estão nas atas, como os dados por locais de votação.

O CNE, órgão presidido por um aliado do presidente do país vizinho, informou que Nicolás Maduro venceu e foi reeleito com 51,2% dos votos, contra 44% do opositor, Edmundo González. A oposição, no entanto, afirma que González venceu com 70%.

Nesta segunda, manifestantes contra Maduro saíram as ruas para protestar contra o resultado das eleições.

Com informações do g1

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VÍDEO: González diz ter vencido eleições e contesta resultado na Venezuela

Imagem

Edmundo Gonzáles, que aparecia com vantagem de mais de 30 pontos nas pesquisas na Venezuela, disse que o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE), controlado por Nicolás Maduro, não entregou a maioria das atas eleitorais, ou seja, o CNE simplesmente disse que Maduro venceu, mas não provou com as contagens.

“Nossa luta continua, e não descansaremos até que a vontade popular seja respeitada”, disse o candidato Edmundo González em um breve discurso.

Antes dele, em uma fala mais contundente, a líder oposicionista María Corina Machado, impedia de concorrer no pleito, disse que a declaração do CNE vai contra as pesquisas internas que apontavam vitória da oposição com ampla margem em relação a Maduro.

Com informações de g1

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Maduro é reeleito na Venezuela, diz órgão eleitoral; oposição denuncia fraude

ImagemFoto: AP Photo/Fernando Vergara

O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) informou na madrugada desta segunda-feira (29) que, com 80% dos votos apurados, Nicolás Maduro foi o vencedor das eleição presidencial realizada no domingo (28).

Segundo o CNE, liderado por um aliado do presidente venezuelano, Maduro teve 51,2% dos votos e o principal candidato da oposição, Edmundo González, 44%. O resultado indica uma diferença de 704 mil votos entre os dois candidatos – como os dados finais ainda não foram divulgados, esses números devem mudar.

Minutos após a divulgação, Maduro disse em discurso a apoiadores em frente ao Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano, que sua reeleição era o triunfo da paz e da estabilidade.

Com o resultado, Maduro – um ex-motorista de ônibus de 61 anos que se tornou chanceler da Venezuela – deve permanecer mais seis anos no poder em Caracas, chegando a 17 anos no comando do país. Hugo Chávez governou a Venzuela por 14 anos até sua morte, em 2013.

A oposição, que tem denunciado irregularidades, contestou os números divulgados pelo CNE, e disse que, em suas contas, Edmundo González teve 70% dos votos e Maduro, 30%. Resultados de duas pesquisas de boca de urna divulgadas pela agência Reuters indicavam vitória de Gonzáles por larga vantagem.

g1

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Votação é encerrada na Venezuela; expectativa é por resultado nas próximas horas

Foto: JUAN BARRETO / AFP

As seções eleitorais na Venezuela foram fechadas às 18h, horário local (19h em Brasília). As urnas receberam os votos dos venezuelanos na eleição presidencial deste domingo (28) por 12 horas.

Agora, a expectativa é pelo anúncio do resultado. Espera-se que o anúncio aconteça por volta da meia-noite (horário de Brasília).

Os venezuelanos foram às urnas neste domingo (28) para votar na eleição presidencial. Os principais candidatos na disputa são o presidente Nicolás Maduro e o opositor Edmundo González.

Quantos turnos tem a eleição na Venezuela?

A eleição venezuelana é definida em um único turno.

O candidato vencedor será o que tiver a maior quantidade de votos, sem a necessidade de uma porcentagem mínima.

O voto é obrigatório na Venezuela?

Cerca de 21 milhões de eleitores estão aptos para comparecer às urnas, mas o voto na Venezuela não é obrigatório.

Nas eleições presidenciais de 2018, quando Maduro foi reeleito, a participação foi de 46%. Em 2013, quando o atual presidente chegou ao poder, após a morte de Hugo Chávez, a participação passou de 79%.

“Repetição de Maduros” nas urnas

Na tela da urna eletrônica, o eleitor verá uma lista de fotos dos candidatos acima dos partidos que os apoiam.

A foto de Maduro aparece 13 vezes. Edmundo González, três. Outro candidato opositor, pela aliança Lápiz, Antonio Ecarri, aparece seis vezes.

Apesar de chamar atenção, a repetição de rostos é típica do sistema eleitoral venezuelano: nas eleições de 2012, o opositor Henrique Capriles aparecia 22 vezes na tela da urna. Já Hugo Chávez, que acabou ganhando o pleito, aparecia 12 vezes.

Disposição dos candidatos na urna para a eleição presidencial da Venezuela de 2024

 

 

Transmissão dos resultados

Os votos ficam armazenados na memória do sistema automatizado e também são impressos em atas nos centros de votação.

Ao fim da jornada eleitoral, a totalização dos votos é criptografada e transmitida a servidores do Conselho Nacional Eleitoral.

CNN Brasil

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Venezuela vai às urnas em ameaça inédita ao regime de Nicolás Maduro

ImagemFoto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

Os venezuelanos votam neste domingo (28) em um cenário jamais visto em 25 anos de chavismo. Sob pressão internacional e desgastado pela crise econômica prolongada, Nicolás Maduro, no poder desde 2013, vê uma ameaça inédita ao regime.

A mobilização da oposição fez nascer uma esperança que havia muito não se via de troca no comando do país e do retorno da democracia.

São dez os candidatos presidenciais a disputar a preferência de mais de 21 milhões de eleitores, que em recentes pesquisas demonstraram ampla vontade de ir às urnas, ainda que o voto seja facultativo.

Folha de S. Paulo

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Trump diz que apoiadores não precisarão mais votar depois de 2024

ImagemFoto: Reprodução

O ex-presidente dos Estados Unidos e candidato do Partido Republicano às eleições, Donald Trump, disse a apoiadores que “em 4 anos, tudo estará arrumado” e eles “não vão mais precisar votar”. Eleitores democratas criticaram a declaração.

Segundo a Reuters, o porta-voz de Trump, Steven Cheung, afirmou que a fala do republicano era sobre “unir o país” e atribuiu o ataque a tiros de 13 de julho ao “ambiente político polarizado” dos Estados Unidos.

Eis o que Trump disse em evento do grupo conservador Turning Point Action, em West Palm Beach, na Flórida:

“Temos que ganhar estas eleições, [porque elas são] as mais importantes de todas. Queremos uma vitória tão grande que seja difícil de ser manipulada. Se querem salvar a América, peguem seus amigos, família e todos que conhecem e votem. Votem cedo, à distância, no dia das eleições. Não me interessa como, mas vocês têm que sair e votar. Cristãos, saiam e votem só desta vez e não precisarão votar mais. Em 4 anos, tudo estará arrumado e vocês não vão mais precisar votar, meus lindos cristãos. Eu sou cristão, eu amo vocês. Vão e votem.”

Poder360

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Mulher morre em live ao tentar comer 10 kg de comida em 10 horas

Influenciadora 10kg de comida
Influenciadora produzia conteúdos ‘Mukbang’, onde come diante das câmeras enquanto interage com fãs (Foto: Reprodução)

 

No último dia 14 de julho, a influenciadora digital Pan Xiaoting, de 24 anos, morreu durante uma live nas redes sociais enquanto tentava comer 10 quilos de alimentos em 10 horas.

De acordo com o TimesNow, a autópsia detalhou que o estômago estava deformado por estar cheio de comida não digerida. Pan deixou o emprego de garçonete após começar a viver apenas das lives.

A influenciadora produzia conteúdos ‘Mukbang‘, que consiste em comer diante das câmeras enquanto o influenciador interage com os fãs. Segundo o China News, a jovem já tinha sido hospitalizada outras vezes por conta da alta quantidade de alimentos que ingeria.

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Blog do BG PB com T5

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