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Moraes alega ‘possibilidade de fuga’ ao negar devolução de passaporte a Bolsonaro

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apontou que as medidas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro no ano passado devem permanecer porque, segundo o magistrado, há risco de tentativa de fuga.

“O cenário que fundamentou a imposição de proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes, continua a indicar a possibilidade de tentativa de evasão do indiciado JAIR MESSIAS BOLSONARO, para se furtar à aplicação da lei penal”, aponta o ministro na decisão desta quinta-feira (16).

Moraes também destaca, no documento, que o ex-presidente pode proceder “da mesma maneira como vem defendendo a fuga do país e o asilo no exterior para os diversos condenados com trânsito em julgado pelo plenário do STF, em casos conexos à presente investigação”.

Esse é um dos argumentos do ministro para negar a devolução do passaporte a Bolsonaro, que foi solicitado pela defesa do ex-presidente para que ele pudesse ir à posse de Donald Trump nos Estados Unidos.

Bolsonaro não comprovou a existência do convite enviado a ele pelo próprio Trump, diz Moraes

O ministro do Supremo determinou, na semana passada, que os advogados de Bolsonaro apresentassem o documento, antes dele decidir sobre a devolução do passaporte do ex-presidente.

“Em 13/1/2025, sem juntar qualquer novo documento comprovatório, a defesa reiterou sua manifestação anterior, reafirmando que o convite é ‘o próprio e-mail datado de 08/01/2025 e enviado por [email protected] ao Deputado Eduardo Bolsonaro – nos EUA’. […] Não houve, portanto, o cumprimento da decisão de 11/01/2025, pois não foi juntado aos autos nenhum documento probatório que demonstrasse a existência do convite realizado pelo presidente eleito dos EUA ao requerente JAIR MESSIAS BOLSONARO, conforme alegado pela defesa“, diz trecho da decisão de Moraes.

Com informações de CNN Brasil

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Vaticano aprova diretrizes permitindo que homens gays se tornem padres, desde que se abstenham de sexo

Foto: Vaticano/Divulgação via Reuters

O Vaticano aprovou novas diretrizes que permitem que homens gays entrem nos seminários, desde que não façam sexo — assim como se exige de todos os sacerdotes. O ajuste dentro da Igreja Católica foi considerado inesperado. A princípio, a decisão vale apenas para a Itália.

Embora o Vaticano não tenha explicitamente proibido homens gays de ingressar no sacerdócio no passado, uma regra de 2016 dizia que os seminários não poderiam admitir homens com “tendências homossexuais profundamente arraigadas”.

As novas diretrizes, publicadas discretamente no site da conferência dos bispos italianos na quinta-feira (9), afirmam que os diretores de seminários devem considerar as preferências sexuais de um candidato ao sacerdócio, mas apenas como um dos aspectos de sua personalidade.

“Quando se trata de tendências homossexuais no processo de formação, também é apropriado não reduzir o discernimento apenas a este aspecto, mas … compreender seu significado dentro do contexto mais amplo da personalidade do jovem”, afirmam as diretrizes.

Os bispos italianos disseram ter aprovado o documento em novembro. O texto é acompanhado por uma nota do escritório do clero do Vaticano, confirmando as diretrizes como efetivas por um período experimental de três anos.

O Papa Francisco, líder da Igreja Católica desde 2013, tem sido creditado por adotar uma abordagem mais acolhedora em relação à comunidade LGBTQIA+. Recentemente, ele permitiu que padres abençoassem casais do mesmo sexo em casos específicos.

No entanto, a admissão de homens gays no sacerdócio continua sendo um assunto tabu. Padres gays frequentemente expressam medo de discutir sua sexualidade.

Francisco aprovou a instrução do Vaticano de 2016, que foi em grande parte uma atualização de um documento anterior emitido pelo Papa Bento XVI em 2005.

O papa pediu uma triagem cuidadosa dos candidatos ao seminário e, no passado, ordenou que padres que mantêm relações sexuais deixem o sacerdócio.

Francisco também teria usado uma palavra pejorativa para descrever pessoas gays ao discutir a homossexualidade em seminários durante uma reunião a portas fechadas no ano passado. O caso fez com que o Vaticano emitisse um raro pedido de desculpas.

g1

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Militares da Venezuela fecham fronteira com Brasil para posse de Maduro

Militares da Venezuela fecharam a fronteira com o Brasil nesta sexta-feira (10/1) e permanecem no final da BR-174, que liga o estado de Roraima ao país vizinho. A movimentação dos fardados venezuelanos acontece no dia da posse do presidente do país, Nicolás Maduro, para um terceiro mandato.

Sua reeleição no ano passado foi contestada internacionalmente e levou a um desgaste com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Visto como um aliado do regime, o petista não reconheceu o resultado do pleito, o que levou a um distanciamento diplomático entre Brasília e Caracas.

Imagens enviadas ao Metrópoles mostram militares venezuelanos fechando a rodovia com cones e barreiras. É possível ver também uma viatura da Polícia Militar de Roraima no local. Uma fila de brasileiros que se dirigiam ao país vizinho se formou.

De acordo com agentes que acompanham a situação, o fechamento ocorreu de maneira unilateral, mas pacífica pela Venezuela. Pessoas do país vizinho continuam se deslocando ao Brasil, porém, por rotas afastadas da rodovia federal. A BR-174 liga Pacaraima a Santa Elena de Uairén.

O regime de Maduro também fechou a fronteira com a Colômbia. De acordo com Freddy Bernal, governador venezuelano do estado de Táchira (na fronteira colombiana), a medida se devia a uma “conspiração internacional para perturbar a paz”. Ele acrescentou que o fechamento segue até as 5h do horário local (6h em Brasília) de segunda-feira (13/1).

Metrópoles

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Trump elogia mudança em checagem de fatos anunciando por Mark Zuckerberg

Perguntado se anúncio seria uma resposta à ameaças feitas por ele, presidente eleito dos EUA respondeu que “provavelmente”.

Metrópoles

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[VÍDEO] Mark Zuckerberg anuncia medidas para proteger a liberdade de expressão no Facebook e Instagram

Além da adoção de um sistema de notas de comunidades similar ao do X, diretor executivo da Meta afirmou que vai trabalhar com o governo Trump para repelir censura determinada por outros países.

“Países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente”, afirmou Zuckerberg em trecho do comunicado.

Fonte: Metrópoles

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Vitória de Trump na eleição presidencial é certificada pelo Congresso dos EUA

A Câmara e o Senado dos Estados Unidos certificaram e validaram, em sessão conjunta nesta segunda-feira (6), a vitória de Donald Trump nas eleições realizadas em novembro de 2024.

A cerimônia começou por volta das 15h (horário de Brasília) e foi realizada no Capitólio, edifício sede do Congresso americano, em Washington D.C., capital dos Estados Unidos. Ela durou cerca de 30 minutos. JD Vance, companheiro de chapa de Trump e vice-presidente eleito, estava na sala. Ele é senador do estado de Ohio.

Comandada pela atual vice-presidente Kamala Harris, candidata democrata derrotada pelo republicano no pleito, a certificação era a última etapa do processo eleitoral antes da posse de Trump, marcada para o dia 20 de janeiro, também em Washington D.C..

Nessa cerimônia, dois senadores e dois integrantes da Câmara foram selecionados como “escrutinadores”. Eles se sentaram na frente do Salão da Câmara e contabilizaram os votos dos delegados – figura do sistema eleitoral dos EUA.

O evento aconteceu com segurança reforçada, tendo em mente a invasão do Capitólio na última certificação, em janeiro de 2021, quando apoiadores de Trump tentaram impedir a validação da vitória de Joe Biden.

CNN

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Juiz marca sentença de Trump por caso envolvendo atriz pornô para antes da posse, mas descarta prisão

Foto: TIMOTHY A. CLARY / AFP

O juiz Juan Merchan, encarregado pelo julgamento do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, no caso de ocultação de pagamentos à ex-atriz pornô Stormy Daniels, indicou que a condenação do republicano no caso não deve incluir nenhuma pena de prisão. A leitura da sentença de condenação de Trump em Nova York será lida em 10 de janeiro, dez dias antes de seu retorno à Casa Branca, anunciou o magistrado na sexta-feira.

“Parece apropriado nesta conjuntura dar a conhecer a inclinação da corte a não impor nenhuma pena de prisão”, escreveu Merchan em uma decisão de 18 páginas, por meio da qual negou várias moções de advogados de Trump, que buscavam a anulação do veredito.

Trump foi considerado culpado de 34 acusações relacionadas à falsificação de registros de negócios para encobrir um escândalo sexual com Stormy, que ameaçava prejudicar sua campanha presidencial em 2016. O pagamento, concluíram as investigações, tinham como objetivo comprar o silêncio da ex-atriz pornô sobre um suposto encontro sexual entre os dois ocorrido em 2006.

Menchan também se referiu ao “contexto” — Trump foi reeleito após ser considerado culpado no caso — ao afirmar que os promotores envolvidos no caso não acreditam que a pena de prisão seja “uma recomendação viável”. A mesma preocupação parece ter motivado a fixação da data para a leitura da sentença.

“Por não encontrar nenhum impedimento legal ao anúncio da sentença, e reconhecendo que a imunidade presidencial provavelmente será aplicada uma vez que o acusado assuma o cargo, cabe a esta corte fixar a imposição da sentença antes de 20 de janeiro de 2025”, declarou o juiz.

Em uma publicação na Truth Social na noite de sexta-feira, Trump reprovou a decisão de Mechan de condená-lo. O presidente eleito se referiu à decisão como “um ataque político ilegítimo” e classificou sua condenação à “nada mais que uma farsa manipulada”.

O Globo com AFP

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Autor de ataque que matou 10 pessoas em Nova Orleans tinha bandeira do Estado Islâmico no veículo e era veterano do Exército, diz FBI

Polícia isola área de ataque em massa na Bourbon Street, em Nova Orleans — Foto: Matthew Hinton/AFP

O homem que jogou uma caminhonete contra uma multidão de pessoas que comemoravam o Ano Novo em Nova Orleans nesta quarta-feira foi identificado como Shamsud-Din Jabbar, um cidadão americano de 42 anos do Texas e veterano do Exército, e levava uma bandeira do grupo terrorista Estado Islâmico no veículo, informou o FBI (polícia federal americana).

“Uma bandeira do EI foi encontrada no veículo, e o FBI está trabalhando para determinar as potenciais associações e afiliações do indivíduo com organizações terroristas”, disse a agência em um comunicado.

Posteriormente em entrevista coletiva, Alethea Duncan, representante do FBI revelou que o homem serviu no Exército dos EUA, mas não quis fornecer detalhes sobre sua ficha criminal.

Ele matou pelo menos 10 pessoas e feriu dezenas antes de ser morto em uma troca de tiros com a polícia. Potenciais bombas caseiras foram encontradas em seu veículo e ao redor do Quarteirão Francês, o local do ataque, segundo o FBI, que investiga o crime como um “ato de terrorismo”.

O presidente francês Emmanuel Macron enviou suas condolências nesta quarta-feira às famílias das vítimas do ataque contra uma multidão que celebrava o Ano Novo.

“Nova Orleans, tão querida aos corações dos franceses, foi atingida pelo terrorismo”, escreveu no X em francês e inglês. “Nossos pensamentos estão com as famílias das vítimas e dos feridos, assim como com o povo americano, cuja tristeza compartilhamos.”

Horas depois do ataque, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, associou o crime à imigração irregular e afirmou que o país vive uma onda de violência “jamais vista”, alegações que não correspondem à realidade.

“Quando eu disse que os criminosos que estão chegando são muito piores do que os criminosos que temos em nosso país, essa declaração foi constantemente refutada pelos democratas e pela mídia de notícias falsas, mas acabou sendo verdade”, escreveu Trump em sua rede social, o Truth Social.

Além de o homem ter sido identificado como um cidadão americano, em setembro do ano passado, o FBI anunciou que, em 2023, houve uma queda de 3% no número de crimes violentos em relação ao ano anterior — os homicídios caíram 11,6%, os estupros 9,4% e os episódios de agressão tiveram queda de 2,8%. Um estudo do Conselho sobre a Justiça Criminal, de janeiro do ano passado, mostrou redução de 10% nos homicídios em 32 cidades pesquisadas e apontou que a criminalidade estava mais elevada nos tempos de Trump como presidente do que atualmente.

O Globo

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Papa Francisco critica aborto e pede perdão ou redução das dívidas de países pobres

Foto: Reprodução/Instagram

O papa Francisco celebrou, nesta quarta-feira (1º), a Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus, na data em que a Igreja Católica comemora o Dia Mundial da Paz. Em homilia na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o pontífice fez críticas a guerras e aborto e também pediu cancelamento ou redução das dívidas de países pobres.

Francisco fez apelo por dignidade à vida de cada ser “nascido de uma mulher”. “Por isso, faço apelo a um firme compromisso de promover o respeito pela dignidade da vida humana, desde a concepção até à morte natural, para que cada pessoa possa amar a sua vida e olhar para o futuro com esperança”, disse.

Em referência a 2025 como ano de Jubileu, celebrado a cada 25 anos, Francisco pediu que fiéis entreguem alegrias, preocupações, questões e sofrimentos a Maria. “Confiemos-lhe o mundo inteiro, para que a esperança renasça e a paz germine finalmente em todos os povos da terra”, completou.

Novamente citando o Jubileu, o pontífice pediu que “governantes dos países de tradição cristã” deem “bom exemplo”. “Cancelando ou reduzindo o mais possível as dívidas dos países mais pobres”, falou Francisco.

“O Jubileu pede para traduzir esta remissão no âmbito social, para que nenhuma pessoa, nenhuma família, nenhum povo seja sufocado pelas dívidas”, explicou.

O pontífice ainda criticou guerras e pediu orações para pessoas em locais de conflito: “Rezemos para que cessem os combates e se invista decididamente na paz e na reconciliação. Penso na martirizada Ucrânia, em Gaza, Israel, Mianmar, Kivu do Norte e em tantos povos em guerra”. “Irmãos e irmãs, a guerra destrói. Destrói sempre! A guerra é sempre uma derrota. Sempre”, afirmou.

“As mães sempre têm seus filhos no coração. Hoje, neste primeiro dia do ano, dedicado à paz, pensemos em todas as mães que se alegram em seus corações, e em todas as mães cujos corações estão repletos de dor, porque seus filhos foram levados pela violência, pela soberba, pelo ódio. Como é bela a paz, que alegra a vida dos povos! Como é desumana a guerra, que despedaça o coração das mães!”

SBT News

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FOTOS: Já é 2025 no Japão, na Austrália e na Nova Zelândia

Austrália comemora chegada de 2025 com queima de fogos no Porto de Sydney (Imagem: REUTERS/Reprodução)

A Austrália já entrou em 2025, às 10h do horário de Brasília. O país da Oceania celebrou a passagem do ano com uma queima de fogos de mais de 10 minutos na Baía de Sydney, na capital australiana.

Mensagem de ‘Feliz Ano Novo’ projetada em prédios em Tóquio (Foto: REUTERS/Kim Kyung-Hoon)

O Japão, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte já entraram em 2025, às 12h do horário de Brasília.

Além de 1° de janeiro, a Coreia do Sul também celebra a tradição do Ano Novo Lunar, que neste ano acontece em 29 de janeiro de 2025.

Foto: REUTERS/Reprodução

Hong Kong dá as boas-vindas a 2025 com uma deslumbrante exibição de fogos de artifício sobre o icônico Porto de Victoria.

AucklandImagem: reprodução/X

A cidade de Auckland, na Nova Zelândia, celebrou a virada do ano com fogos de artifício por volta das 8h de Brasília, mesmo horário em que corredores davam largada na prova de São Silvestre.

Para celebrar, os neozelandeses receberam um show de luzes na emblemática Sky Tower, torre que é símbolo do país

g1

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