Economia

Imposto de Renda: prazo para tentar restituição no 1º lote se encerra nesta quarta

Para tentar receber a restituição do Imposto de Renda no primeiro lote, o contribuinte deve entregar a declaração até esta quarta-feira (10). O primeiro lote será pago no dia 31 de maio, data limite para entrega do IR.

A Receita Federal informa que o pagamento é feito com base nas prioridades legais. A recomendação é que os grupos prioritários, como idosos, enviem a declaração até o dia 10 de maio para ter chances de receber no primeiro lote de restituição. Isso porque o critério de desempate entre os grupos é a data de entrega. Os contribuintes com prioridade são idosos a partir de 80 anos; idosos com 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave e aqueles em que a maior fonte de renda seja o magistério.

Os outros lotes de restituição serão pagos nos seguintes dias: segundo lote (30 de junho), terceiro lote (31 de julho), quarto lote (31 de agosto) e quinto e último lote (29 de setembro).

Imposto a pagar

Aquele contribuinte com imposto a pagar deve também enviar a declaração até esta quarta-feira (10) se optar pelo débito automático da primeira cota ou cota única com vencimento no dia 31 de maio.

Novidades

A declaração tem novidades relativas à restituição. Quem optar por receber a restituição via Pix ou usar a declaração pré-preenchida receberá o valor mais rapidamente, sempre respeitando as prioridades legais. Em relação ao Pix, no entanto, a novidade só vale para quem declarar a chave do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no campo de pagamento da restituição.

Outra mudança importante é a ampliação dos dados disponíveis na declaração pré-preenchida. No ano passado, o acesso havia sido estendido a quem tem conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br. Agora, o formulário, que proporciona mais comodidade e reduz as chances de erros pelo contribuinte, terá mais informações, como imóveis registrados em cartório e criptoativos.

Também houve uma novidade em relação a quem tem investimentos na bolsa de valores. A Receita flexibilizou a obrigatoriedade da declaração para este público. Só quem fez vendas de grande valor ou obteve lucro (de qualquer valor) nessas aplicações deverá preencher a declaração.

Quem deve declarar

Estão obrigados a declarar os cidadãos que tiveram, em 2022, rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 28.559,70. No caso de rendimentos considerados “isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte”, é obrigado a declarar quem recebeu valor superior a R$ 40 mil.

Continua obrigado a apresentar declaração quem teve ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto, bem como aqueles que, no dia 31 de dezembro de 2022, eram proprietários de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 300 mil; e pessoas que, na atividade rural, receberam rendimentos tributáveis com valor acima de R$ 142.798,50.

Pessoas que tenham operado em bolsas de valores no ano passado também devem declarar o IR. Mas, neste ano, a Receita estabeleceu dois limites. Devem apresentação de rendimentos os que venderam ações em valores acima de R$ 40 mil, independentemente do volume de compras, e aqueles que fizeram operações e tiveram ganhos líquidos sujeitos à incidência dos impostos, acima do limite de isenção de R$ 20 mil.

Agência Brasil

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Brasil

Gasolina comum sobe mais de 12% no início do governo Lula

Os primeiros quatro meses do governo Lula à frente da Presidência da República foram de alta no preço médio da gasolina comum no país. A mais nova edição do “Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade Urbana” mostra que o valor do combustível cresceu 12,2%, no comparativo com o período de janeiro a abril de 2022. Divulgado nesta segunda-feira, 8, o levantamento foi realizado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

No primeiro quadrimestre de 2023, a gasolina comum não foi o único combustível a registrar alta acumulada. De acordo com o estudo, a gasolina aditivada também apresentou inflação acima de dois dígitos: elevação de 10,6%. O etanol hidratado foi outro item em que o preço médio cresceu; no caso, 4,8%.

Enquanto isso, o gás natural veicular (GNV) e o diesel comum apresentaram quedas, no comparativo do primeiro quadrimestre deste ano com o mesmo período do ano passado. Eles ficaram mais barato 7,5% e 8,9%, respectivamente. Contudo, a maior queda registrada no período foi do diesel S10, com recuo de 9,9%.

Preço médio da gasolina comum em abril

Segundo o levantamento da Fipe, o preço médio da gasolina comum no Brasil foi de R$ 5,57. Apesar disso, ao menos três Estados da Região Norte fecharam o mês com valores acima dos R$ 6: Acre (R$ 6,10), Roraima (R$ 6,19) e Amazonas (R$ 6,46).

No entanto, o panorama revela que foi outro Estado do Norte que teve a gasolina comum mais barata do país em abril, o Amapá. Nos postos amapaenses, a saber, o preço médio do litro do combustível foi de R$ 5,20. Paraíba (R$ 5,35) e São Paulo (R$ 5,37) completam o pódio dos Estados com os preços mais baixos do mês.

Revista Oeste

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Brasil

Governo e deputados querem acabar com crédito do saque-aniversário do FGTS

Deputados articulam usar a MP (medida provisória) do Minha Casa, Minha Vida para impedir que o saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) seja usado como garantia para contratação de empréstimos.

A medida é de interesse da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT), forte crítica da possibilidade de concessão de crédito regulamentada em 2020 pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O ministro Luiz Marinho (Trabalho) já deu declarações públicas contra a criação do saque-aniversário do FGTS e criticando a possibilidade de usar os recursos como garantia de empréstimos. Na avaliação dele, a mudança “criou a possibilidade da farra do sistema financeiro”.

Hoje, bancos oferecem linha de crédito com garantia no saque-aniversário. Emenda do deputado Sílvio Costa Filho (Republicanos-PE) à MP do Minha Casa, Minha Vida busca retirar da lei que regula o FGTS a possibilidade de uso dos recursos em operações de microcrédito.

Na justificativa, o deputado afirma que o fundo se constituiu “como fonte imprescindível de recursos para financiar a produção habitacional para famílias de baixa renda, bem como para infraestrutura”.

“Qualquer iniciativa de redirecionamento destes recursos, mesmo que para objetivos nobres, reduz a capacidade do país de equacionar tais gargalos”, argumenta. “A revogação da política de microcrédito com recursos do FGTS busca salvaguardar os recursos para habitação e infraestrutura.”

A emenda tem apoio do governo, que defende que os recursos do fundo sejam usados prioritariamente em política habitacional e em outros objetivos essenciais previstos na lei. Nos bastidores, o relator da MP, deputado Fernando Marangoni (União-SP), já sinalizou que não acatará em seu parecer sugestão envolvendo mudança no FGTS.

A MP do Minha Casa, Minha Vida tem validade até 14 de junho e precisa ser aprovada tanto na Câmara quanto no Senado antes desse prazo para permanecer em vigor.

O relator já fez seis audiências públicas com diversos setores interessados no programa social. Outras cinco audiências regionais devem ser realizadas na semana que vem, uma por região do país. A decisão deve ser tomada em conjunto com o presidente da comissão, o senador Eduardo Braga (MDB), nesta semana.

O objetivo é colher sugestões que levem em conta as diferenças locais no Brasil para aperfeiçoar o programa.

Somente depois disso um relatório final deve ser fechado por Marangoni. Nele, devem estar as sugestões do vice-presidente da comissão, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP).

Boulos chegou a ser indicado para relatar a MP, mas abriu mão do posto após um ensaio de rebelião por parte do União Brasil. Ao deixar o posto, recebeu a garantia de que suas contribuições estariam no relatório.

Assim, o projeto deve ir para votação na Comissão Mista que analisa o texto na segunda metade do mês. Daí, seguirá para o plenário das duas Casas.

Até o momento, 298 emendas já foram apresentadas e é provável que mais adendos sejam sugeridos nas audiências regionais.

O FGTS é um foco de atenção do governo federal por conta de um julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) que avalia a rentabilidade do fundo.

Uma decisão da corte constitucional revendo para cima o rendimento dos recursos depositados no FGTS impactará diretamente os setores que mais dependem de financiamentos do fundo de garantia: a habitação e o saneamento.

O problema é que o governo com os financiamentos mais baratos do FGTS para garantir o sucesso do Minha Casa, Minha Vida e a universalização do saneamento básico.

Assim, o fim de saques extraordinários do FGTS, como o saque-aniversário, e outras políticas que tiram recursos do fundo são uma maneira de destinar mais verba para essas políticas.

O julgamento no STF já tem dois votos para que o rendimento das aplicações no fundo seja equiparado ao da poupança. Ele foi interrompido após um pedido de vista do ministro Kassio Nunes.

Folha de São Paulo

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Economia

Produção de veículos cai 19,4% em abril, diz Anfavea

Produção de veículos no Brasil cresce 2,8% no 1º semestre | Vídeos |  autoesporte

A produção de veículos apresentou uma queda de 3,9% em abril, quando comparada a igual período de 2022, como reflexo dos ajustes feitos pelas montadoras diante das vendas abaixo das expectativas neste ano. Conforme balanço da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, foram vendidos 178,9 mil no mês passado, enquanto frente a março de 2023, abril mostrou queda de 19,4% na fabricação de veículos.

Na comparação com igual período de 2022, a produção teve aumento de 4,8% nos quatro primeiros meses deste ano, quando somou 714,9 mil veículos entre todas as categorias. Na comparação com os níveis anteriores à pandemia, a produção dos quatro primeiros meses do ano ficou em torno de 250 mil veículos abaixo. Desde fevereiro, metade das fábricas de carros e caminhões já parou ou ainda vai parar temporariamente parte da produção em razão das vendas fracas.

As vendas de abril, de 160,7 mil veículos, superaram em 9,2% as do mesmo mês do ano passado. Apesar disso, o número segue abaixo dos registrados antes da pandemia – em abril de 2019, 232 mil veículos foram emplacados no Brasil, ou seja, uma diferença expressiva de 71 mil unidades. Na média, o mercado se manteve em ritmo diário abaixo de 9 mil veículos no mês passado.

O balanço da Anfavea mostra ainda queda de 24,1% das exportações no comparativo de abril com igual mês do ano passado. Os embarques, de 34 mil veículos no mês passado, caíram 23,9% contra março. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, as exportações mostraram recuo de 4,3%, somando 146,3 mil unidades. Segundo o levantamento da entidade, 13 vagas de trabalho foram fechadas em abril nas montadoras, que agora empregam 101,6 mil pessoas.

Poder360

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Economia

Insumos elevam preços de serviços em Bares e Restaurantes; 31% dos estabelecimentos relatam prejuízos

12 mil bares e restaurantes fecham na capital paulista durante pandemia, diz associação; delivery se consolida | São Paulo | G1
Na baixa estação turística, estabelecimentos de alimentação fora do lar enfrentam dificuldades no desempenho da atividade. Insumos mais caros elevam os preços dos serviços, o que impacta diretamente no bolso do consumidor, que precisa readaptar os hábitos para contê-los no orçamento familiar. Além disso, os danos da pandemia de Covid-19 ainda são uma realidade no caixa das empresas que estão em vias de recuperação.

Pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) indica que apenas 33% das empresas do setor registraram lucro em suas atividades, em fevereiro. As empresas que funcionaram com estabilidade representaram 36% do total, e 31% tiveram prejuízos.

No último grupo, os participantes responderam como motivos para a situação: a queda nas vendas (76%), redução do número de clientes (65%), alta nos insumos (53%) e empréstimos realizados durante a pandemia de Covid-19 (45%). Era possível marcar mais de uma alternativa.

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação da alimentação fora do domicílio é de 7,99%, no acumulado dos últimos 12 meses terminados em março. No período, o aumento de preços da cerveja foi de 6,7% e o de outras bebidas alcoólicas, de 7,75%.

Segundo o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, houve uma piora do setor em quase todos os índices medidos. “Com a dificuldade no desempenho, cresce também o número de empresas endividadas, com impostos atrasados e parcelas de empréstimos em aberto”. Para ele, é uma situação limite para muitos empreendedores.

Mudança de hábitos

Pesquisa da consultoria Bain & Company, feita no fim do ano passado, mostra que 38% dos consumidores passaram a reduzir as idas a restaurantes e cafés. O microempresário Alysson Tomaz está priorizando eventos e momentos específicos ao sair de casa para almoçar e jantar ou frequentar festas e bares.

“Em vista dos aumentos de preços, precisamos escolher aquilo que mais queremos e gostamos. Sair para jantar em restaurantes com frequência, não dá mais. Escolhemos datas específicas. As opções de pratos diminuem e algumas até desaparecem. O que fica maior é o preço”, brinca ele.

Uma das opções para economizar sem deixar de desfrutar dos finais de semana, é receber os amigos em casa, algo que ele gosta de fazer. Ele reclama em ter de pagar R$ 15 numa cerveja de marca popular de tamanho long neck e mais de R$ 30 em um drink, nos bares de João Pessoa. “Muitas vezes, a estrutura do local não condiz com os altos preços do cardápio, sobretudo, quando a gente tem em mente que um salário mínimo custa R$ 1.320 para que o trabalhador arque com todas as despesas”.

Blog do BG PB com União

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Brasil

Dia das Mães deve movimentar R$ 33 bilhões no varejo em todo Brasil

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Foto: Agência Brasil

O Dia das Mães é considerado pelos varejistas a 2ª melhor data do ano em relação ao faturamento, perdendo apenas para o Natal. Pesquisa feita pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) em parceria com o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e com a Offerwise estima movimentação de R$ 33 bilhões no varejo.

Durante os próximos dias, 79% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra. A expectativa é de que aproximadamente 128,7 milhões de brasileiros presenteiem alguém neste ano. Em média, os entrevistados pretendem comprar 2 presentes na data, com gasto total médio de R$ 258.

Roupas, calçados e acessórios devem ser os líderes de venda. As lojas físicas aparecem como o principal local de compras dos consumidores: 72% afirmaram que pretendem comprar a maioria dos presentes presencialmente, sobretudo em shopping centers (31%) e lojas de rua (18%). Só 40% dos consumidores devem dar preferência às compras pela internet.

“Apesar dos últimos anos terem significado uma verdadeira revolução no comércio eletrônico, o brasileiro ainda valoriza muito a compra presencial, a experiência de ir à loja e escolher o produto”, afirmou o presidente da CNDL, José César da Costa.

INADIMPLENTES

Em relação aos gastos, 28% pretendem gastar o mesmo valor este ano quando comparado a 2022, enquanto 23% têm intenção de gastar menos. As razões são orçamento apertado (21%) e piora do cenário econômico em relação a 2022 (20%).

Segundo o levantamento, 32% dos que vão comprar presentes este ano estão com contas atrasadas e 7 em cada 10 estão com o nome sujo. Além disso, 12% dos entrevistados reconhecem que podem deixar de pagar alguma conta para ir às compras.

A especialista em finanças da CNDL, Merula Borges, falou sobre a importância do planejamento do orçamento em datas comemorativas. “Vivemos um momento de recorde de inadimplência da população. Por isso o consumidor deve priorizar o pagamento das contas antes de adquirir novas dívidas”, disse.

Poder 360

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Economia

FECOMÉRCIO: 70% dos paraibanos pretendem presentear no Dia das Mães

Dia das Mães movimentará R$ 353 milhões no comércio de Fortaleza - Fecomercio
Não há dúvidas que as agraciadas do mês merecem toda atenção e homenagens. E é para demonstrar todo o carinho por elas que 69,35% dos paraibanos afirmam que pretendem presentear as mães no seu dia neste mês de maio. A Pesquisa realizada pelo Instituto de Planejamento, Estatística e Desenvolvimento (INDEP) da Fecomércio Paraíba mostra que a grande maioria está otimista e irá continuar a tradição de dar presentes nesta data, que é considerada a mais importante para o comércio neste primeiro semestre.

“Podemos atribuir esse bom resultado, em parte, ao aumento do nível de emprego com carteira assinada, a redução da inflação nos dois últimos meses desse ano e aos saques aniversários das contas do FGTS dos trabalhadores. Esses fatores contribuíram para tornar os consumidores mais otimistas, e parte desse otimismo pode ser destinado às compras dos presentes do Dia das Mães”, destacou o Presidente da Fecomércio Paraíba, José Marconi Medeiros.

Como nos anos anteriores, os itens de vestuário serão os mais procurados pelos filhos (26,77%). Os perfumes (24,19%) aparecem em segundo lugar, seguidos pelos eletrodomésticos e eletroeletrônicos (13,23%). Dentre estes, os mais citados foram os smartphones, apontados por 24,39% dos respondentes. Na lista dos presentes ainda aparecem: fogão (12,20%), máquina de lavar roupa e liquidificador, cada com 9,76% das intenções de compra. Outros produtos também foram citados, a exemplo de calçados (11,94%), bolsas (4,84%), cosméticos (4,52%), móveis (3,87%) e joias e bijuterias (3,55%).

Se a maioria dos filhos querem presentear com roupas, as mães, este ano, preferem ganhar eletrodomésticos/eletroeletrônicos (27,94%), sendo que destes, os smartphones foram os mais citados (26,32%), seguidos por fogão (13,16%), máquina de lavar, televisão e micro-ondas, com 10,53% cada.

Os filhos pretendem gastar uma média de R$213,83 nas compras, valor superior em 6,53% quando comparado a 2022 (R$200,72). A maior parte dos entrevistados (37,10%) deve comprar presentes com valores até R$ 100, e 29,35% pretendem gastar entre R$101 e R$200. Já os presentes com valores acima de R$800 foram informados por 7,10% do total.

Quanto à forma de pagamento, a maioria (55,16%) pretende comprar à vista. Destes, 50,29% pretendem utilizar o dinheiro em espécie; 29,82% pretendem pagar através de pix. Os que querem utilizar débito em conta aparece com um percentual de 19,88%. Já entre os que optarão por pagar a prazo (44,52%), 99,28% irão usar o cartão de crédito. Os entrevistados pretendem economizar na hora da compra: 59,35% querem fazer pesquisa de preço, 21,29% desejam comprar presentes com preços mais baixos, 17,10% vão comprar no local que a mãe escolher e 6,13% pretendem comprar os presentes em conjunto com os familiares.

Sobre o local das compras, 47,10% dos entrevistados pretendem adquirir os presentes nos shoppings centers, devido à diversidade de produtos, ao conforto e à segurança que estes estabelecimentos oferecem. Já para 33,87%, os locais escolhidos para as compras serão as lojas do centro. As compras pela internet aparecem em 3º lugar, citadas por 18,39%. Para escolher o local de compras, os consumidores irão considerar: local onde os preços estiverem melhor (42,26%), qualidade dos produtos oferecidos (28,39%), acessibilidade (21,94%), atendimento (20,97%), conforto (12,58%) e promoções (10%).

Perfil do consumidor

Ao traçar o perfil dos entrevistados, verificou-se que as mulheres representam a maioria, com 59,51%. Do total, 53,24% dos entrevistados são solteiros, seguidos por 39,60% casados ou vivem em união estável, depois aparecem os divorciados (5,59%) e os viúvos (0,89%). No que condiz à faixa etária destes consumidores, a maioria possui entre 26 e 36 anos (31,99% do total), e 25,73% possuem idades entre 18 e 25 anos. Já em relação à escolaridade, 46,53% concluíram o ensino médio, seguidos por 23,71% que possuem ensino superior completo.

De acordo com a pesquisa, o maior número de entrevistados possui renda mensal entre um e dois salários mínimos, representando um percentual de 33,78%. Em seguida, encontram-se os consumidores com rendimento de até um salário mínimo (33,11%) e superior a seis salários (3,36%). Ainda no que condiz à faixa de renda, 11,41% dos consumidores afirmaram não possuir rendimentos (representando os que não têm ocupação remunerada ou estão fora do mercado, são dependentes financeiros dos cônjuges ou estudantes).

Em relação à situação financeira, a maior parte dos entrevistados (48,77%) afirmou que a situação financeira permaneceu semelhante a que tinha no ano passado. Já para um grupo de 29,08% a situação financeira está melhor este ano. Destes, 66,92% afirmaram ter recebido reajuste salarial ou aumento nas comissões sobre vendas. Já um grupo de 16,92% de entrevistados conseguiu quitar dívidas.

Metodologia

A pesquisa foi realizada no período de 24 a 28 de abril de 2023, com consumidores que residem na Região Metropolitana de João Pessoa. No total, foram aplicados 447 questionários devidamente estruturados, com entrevistas realizadas em pontos onde ocorrem as maiores concentrações de vendas na Região Metropolitana de João Pessoa. Os entrevistados foram escolhidos de forma aleatória, sendo necessário ter idade igual ou superior a 18 anos. Para que o trabalho apresentasse resultado satisfatório foi calculado um erro amostral de 4,62% e o índice de confiança de 95%.

Blog do BG PB com T5

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Economia

João Pessoa registra um dos menores valores da cesta básica no Nordeste; confira ranking

Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril, aponta pesquisa | Jovem Pan
A cidade de João Pessoa, na Paraíba, teve o terceiro menor preço da cesta básica do Nordeste no mês de abril, segundo dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta sexta-feira (5). A capital paraibana registrou o valor de R$ 585,42, ficando atrás apenas de Aracaju (R$ 553,89) e Recife (R$ 582,26).

Enquanto isso, algumas cidades registraram aumento nos preços dos produtos básicos, como em Porto Alegre (5,02%), Florianópolis (3,65%), Goiânia (3,53%), Brasília (3,43%) e Fortaleza (3,38%). Por outro lado, reduções foram observadas em Natal (-1,48%), Salvador (-0,91%) e Belém (-0,57%).

São Paulo teve o maior custo da cesta básica em abril, no valor de R$ 794,68, seguida por Porto Alegre (R$ 783,55), Florianópolis (R$ 769,35) e Rio de Janeiro (R$ 750,77). Entre as cidades do Norte e do Nordeste, Aracaju (R$ 553,89), Recife (R$ 582,26), João Pessoa (R$ 585,42) e Salvador (R$ 585,99) registraram os menores valores.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, nove capitais tiveram queda nos preços da cesta básica, com variações que oscilaram entre -6,12%, em Curitiba, e -0,08%, em Recife.

T5

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Economia

Poupança tem 4º mês seguido de perdas; saídas em Abril somam 6,25 bilhões, diz BC

BC estuda mudar a regra de correção da caderneta de poupança – Congresso  Aqui
A aplicação financeira mais procurada pelos brasileiros registrou um saque líquido de R$ 6,252 bilhões no mês passado, após uma perda líquida de R$ 6,087 bilhões em março.

Em abril do ano passado, os saques líquidos somaram R$ 9,877 bilhões, sendo que o ano de 2022 terminou com um resgate total recorde de R$ 103,237 bilhões.

No mês passado, os saques superaram os depósitos no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em R$ 5,075 bilhões. Já na poupança rural, as saídas líquidas foram de R$ 1,176 bilhão.

No ano, a poupança acumula uma perda de R$ 57,485 bilhões. O movimento de saques ocorre em meio a um cenário de juros elevados, que reduz a competitividade da poupança frente a outros investimentos.

Reuters

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Brasil

Clientes poderão ter nome social impresso no cheque; Veja outras mudanças

O modelo-padrão dos cheques vai mudar a partir de outubro com o objetivo de trazer mais segurança. De acordo com o Banco Central, outra novidade é que clientes também poderão incluir o nome social nas folhas. As mudanças foram estabelecidas por resoluções aprovadas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional.

O que vai mudar

Caberá às instituições financeiras regular o modelo-padrão do cheque. Até então, essa responsabilidade era do BC. O objetivo, segundo o BC, é oferecer maior segurança e flexibilidade.

O cliente poderá incluir nome social nas folhas de cheque. De acordo com o BC, a inspiração para a mudança veio do Pix, que já permite o uso do nome social por parte de seus usuários. Interessados devem entrar em contato diretamente com as instituições financeiras.

As mudanças passam a valer em 2 de outubro de 2023. Entre as possíveis mudanças, está a inclusão de um código de segurança nos campos que identificam a agência em que o cliente tem conta para garantir que o cheque é legítimo.
Uso em queda

Mesmo com o uso em queda (94% desde 1995), o cheque ainda movimentou R$ 667 bilhões em 2021 e R$ 666 bilhões em 2022 no Brasil.

Mais popular que DOC, mas menos usado que boleto e Pix. Segundo levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), foram feitas 202,8 milhões de operações com cheques em 2022, à frente do DOC (59 milhões), mas bem atrás do boleto (4 bilhões) e Pix (24 bilhões), o preferido dos brasileiros.

“Por ser um título executivo extrajudicial, preservando todos os benefícios inerentes a um título de crédito, o cheque, apesar da crescente diminuição em sua utilização, se mantém como um importante instrumento de pagamento”, disse Antonio Guimarães, do Departamento de Normas do BC.

UOL

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