Economia

Governo estima que rombo previdenciário deve dobrar até 2060

O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, deve mais que dobrar até 2060 e quadruplicar até 2100, segundo estimativas da Secretaria do Regime Geral de Previdência Social do Ministério da Previdência Social.

Os números constam na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024, enviada pela área econômica ao Congresso Nacional em abril.

  • De acordo o governo, o rombo previdenciário previsto para esse ano é de R$ 276,9 bilhões, o equivalente a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB).
  • A projeção é de que o resultado negativo avançará em 2060 para R$ 3,3 trilhões ou 5,9% do PIB e, em 2100, para R$ 25,22 trilhões – 10,4% do PIB.
  • A comparação na proporção com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas.

Segundo o Ministério da Previdência, o aumento do rombo previdenciário, que é a diferença entre as receitas e as despesas do INSS, está relacionado com a alta de gastos estimada para as próximas décadas.

A lógica é que, com o aumento da proporção de idosos no país no futuro, também cresçam as despesas com o pagamento de benefícios previdenciários — que não podem ser menores do que um salário mínimo.

“Observa-se que um declínio da despesa em relação ao PIB nos próximos anos, porém, com retomada de crescimento a partir de 2029 e atingindo, em 2100, R$ 37, 22 trilhões (15,36% do PIB). Tal trajetória é pautada, fundamentalmente, pelo acelerado processo de envelhecimento populacional no Brasil”, informou o governo.

De acordo com o especialista em Previdência Social, Paulo Tafner, economista do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), o rombo previdenciário pode ser maior ainda do que o estimado, pois, em sua visão, o governo usou projeções otimistas para o crescimento do PIB.

Reforma recente na Previdência

O aumento no rombo previdenciário, estimado pelo Ministério da Previdência Social, acontecerá apesar da reforma da Previdência Social feita em 2019 no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro.

Entre as mudanças, foi instituída uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos mulheres e de 65 anos homens. Também foi definido um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e de 20 anos para homens.

Foi determinado um sistema de pontos na regra de transição, que envolve o tempo mínimo de contribuição e a idade, além de mudanças no cálculo para conseguir o benefício integral.

Com as mudanças, o antigo Ministério da Economia, comandado então por Paulo Guedes, estimou, em 2019, que a reforma teria um impacto potencial de reduzir o rombo previdenciário de R$ 800 bilhões a R$ 1,07 trilhão em dez anos.

No fim de 2022, estimativa apontou que a economia de recursos proporcionada pela reforma da Previdência entre 2020 e 2022 pode ter chegado a R$ 156,1 bilhões, valor 78,8% maior do que o esperado para o período na época em que o texto foi aprovado pelo Congresso (R$ 87,3 bilhões).

G1

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Economia

Variação da cesta básica pode chegar a R$ 180 em João Pessoa

PB: Dieese revela que João Pessoa possui uma das cestas básicas mais caras  do país | PSTU

Pesquisar nunca foi tão importante. Em nova pesquisa divulgada pelo Procon-PB (Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba), é destaque a variação de preço na cesta básica, em João Pessoa. O instituto visitou 14 supermercados em toda capital, no dia 3 de maio.

Considerando os itens com os menores preços encontrados durante a pesquisa como um todo, houve uma variação em torno de 93,42%, que corresponde a uma economia de R$180,00 no bolso do consumidor, entre a cesta de menor e a de maior valor. A cesta básica de menor valor foi encontrada por R$192,69 e a de maior preço foi de R$372,69.

T5

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Economia

Venda de veículos novos cresce 12,58% na Paraíba

Vendas de carros seminovos na Paraíba têm crescimento de 5,08%

A Paraíba registrou 4.349 emplacamentos de veículos novos em abril, o que corresponde a um crescimento de
12,58% sobre o mesmo mês de 2022 (3.863), conforme o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Estado da Paraíba (Sincodiv-PB). Com exceção da comercialização de caminhões, as vendas de todos os tipos de veículos foram maiores em abril deste ano em relação ao ano passado: automóveis, comerciais leves, ônibus, motos e implementos rodoviários.

A média de crescimento nacional foi de 9,1%. O Sincodiv-PB aponta vendas de 1.276 automóveis, em abril, com aumento de 5,11% sobre 2022. Com relação às motocicletas, a comercialização subiu 9,83%, passando
de 2.299 unidades, em abril de 2022, para 2.525, em abril deste ano.

Quanto aos comerciais leves, foram emplacados 372 veículos, com alta de 63,16% sobre abril do ano passado.
As vendas de ônibus tiveram crescimento exponencial: 566%, passando de seis para 40. O emplacamento de implementos rodoviários passou de cinco para 23, com crescimento de 360%. Já a comercialização de caminhões recuou 17,65%, passando de 51 para 42.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, foram emplacados 17.307 veículos, 19,8% a mais do que
no primeiro quadrimestre de 2022 (14.447). O mês de março foi o que registrou o maior número de emplacamentos: 5.317. Em relação a março de 2022 (3.921), houve uma elevação de 35,6%.

Nacional
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) registrou o emplacamento de
160,7 mil unidades, em abril, o que corresponde a um crescimento de 9,1%, sobre o mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, foram comercializados 632,3 mil veículos, o que representa uma elevação de 14,4%. As vendas ainda estão abaixo dos patamares de 2019, pré-pandemia. Os números do primeiro quadrimestre deste ano ainda estão 207 mil unidades abaixo do total comercializado em igual período de 2019.

Blog do BG PB com União

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Brasil

Haddad atrasa burocracia para exportações e prejuízo pode chegar a R$ 1,5 bilhão


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Fazenda, chefiado por Fernando Haddad (PT), está desde o início de maio de 2023 sem fazer seguros para exportações de alto valor agregado. A consequência direta é a interrupção de novas vendas, o que pode causar um prejuízo de ao menos R$ 1,5 bilhão em 2023. Os cálculos são de pessoas ligadas ao ministério tomando como base a expectativa de exportações desses produtos no ano.

A atribuição de fazer seguros para exportações é da ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias). Mas, em 30 de abril de 2023, o contrato da agência com o governo federal foi encerrado e novos seguros deixaram de ser feitos.

Sem a garantia, os riscos aumentam e as empresas exportadoras não deixam de enviar seus produtos para outros países por medo de calote.

Inicialmente, havia uma disputa entre os ministérios de Fernando Haddad (Fazenda) e de Geraldo Alckmin (MDIC) sobre qual pasta teria a agência sob sua alçada. Oficialmente, a ABGF pertence ao ministério da Fazenda. Mas é a Camex (Câmara de Comércio Exterior), do MDIC, quem faz a gestão.

O MDIC buscava trazer a agência para a pasta e dar mais celeridade aos processos. Haddad, por outro lado, quer aumentar as suas atribuições. Segundo pessoas próximas a Alckmin, ele cedeu na disputa. A ABGF ficará com a Fazenda.

O Poder360 procurou o Ministério da Fazenda para perguntar se havia interesse em se manifestar. O jornal digital afirmou que aguardaria um comentário até 20h30 desta 6ª feira (12.mai.2023). Como não houve uma resposta, o texto foi publicado. Se o ministro Haddad ou sua equipe se manifestarem, a reportagem será atualizada com a posição.

LIMBO

A ABGF foi retirada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do plano de desestatização elaborado por Jair Bolsonaro (PL) em 6 de abril.

Enquanto fazia parte do plano, a agência fazia renovações contratuais de 3 em 3 meses com o governo. Não podia ser maior pelo fato de estar na lista de privatizações.

Ao sair da lista, essa renovação tornou-se obsoleta. E começou a ser negociado um novo contrato de 12 meses.

No meio do caminho, o embate dos ministérios impediu a evolução do novo acordo. Agora, com a disputa resolvida, a expectativa é pela renovação rápida do contrato, sob pena de prejuízos bilionários.

Em nota técnica, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) elogiou a retirada da agência do plano de desestatização.

“Uma liquidação apresentava riscos de interrompimento das análises de risco-país e das operações, e de perda da expertise de análise de risco e pessoal capacitado para exercer tal tipo de trabalho. A situação também criava incertezas sobre as parcerias já formalizadas para a realização de operações de cogarantias com agências de crédito oficial estrangeiras”, disse.

Poder 360

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Brasil

“Se dinheiro está caro, a culpa é do governo que deve muito”, diz Campos Neto

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Em entrevista exclusiva ao programa Caminhos com Abilio Diniz, da CNN, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que a taxa de juros estar em um patamar alto não é culpa do Banco Central (BC), mas sim da dívida do governo.

“A gente tem que tomar cuidado para não ter uma inversão de valores. Se você, empresário, está tentando pegar um dinheiro e está caro, a culpa não é do BC, porque é malvado, a culpa é do governo, que deve muito. Porque o governo está competindo com você pelo dinheiro que tem disponível para aplicar em projetos. Então, assim, o grande culpado pelos juros estarem altos é que tem alguém competindo pelos mesmos recursos e pagando mais”, disse.

De acordo com Campos Neto, se a dívida do governo fosse baixa, “o custo do dinheiro seria mais barato para todo mundo”.

“Quando a gente pensa que o governo faz uma emissão hoje, longa, e paga uma taxa de juro real acima de 6%, isso não tem a ver com o Banco Central, isso é uma percepção de longo prazo e existe um risco que justifique que a taxa de juro real seja 6%”, explicou o presidente da autoridade monetária.

CNN

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Brasil

Com desaceleração da economia, seguro-desemprego atinge maior nível em 7 anos

Foto: Divulgação Seteq

Os pedidos de seguro-desemprego voltaram a aumentar nos três primeiros meses deste ano e atingiram o maior patamar para o trimestre desde 2016. Segundo o Ministério do Trabalho, de janeiro a março, 1,8 milhão de requerimentos foram registrados no país. O número representa alta de 5,7% em relação ao mesmo período de 2022, que teve 1,7 milhão de solicitações.

O total do acumulado deste ano é o maior desde 2016, quando o benefício foi solicitado por 1,9 milhão de pessoas que haviam perdido o emprego, de acordo com o Painel de Informações do Seguro-Desemprego, do Ministério do Trabalho e Emprego.

O benefício é pago ao trabalhador que é demitido sem justa causa e não tem renda própria. O valor varia de três a cinco parcelas, de R$ 1.320 a R$ 2.230,97, dependendo do tempo trabalhado com carteira assinada.

Março foi o mês no trimestre com o maior número de solicitações, 683.218. Mas o recorde de requerimentos foi registrado em maio de 2020, com 960.308, a maior marca da série histórica, no começo da pandemia de coronavírus.

A alta do benefício coincide com com a taxa de desemprego no Brasil que subiu 0,9 ponto percentual e atingiu 8,8% no primeiro trimestre de 2023. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,4 milhões de pessoas.

R7

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Economia

Gasolina: Confira onde encontrar o menor valor do combustível em João Pessoa

Gasolina vai baixar? Petrobras vai anunciar redução de preços
A gasolina comum está com média de preço de R$ 5,173, registra pesquisa comparativa para combustíveis realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, oscilando entre R$ 5,040 (Elesbão – Água Fria) e R$ 5,290 (Setta – Alto do Mateus) para pagamento à vista, com variação de 5% e diferença de R$ 0,25. O diesel S10 registra redução de preço nas duas pontas em relação ao levantamento anterior, com o menor mostrando queda de R$ 0,11, saindo de R$ 5,290 para R$ 5,180, e o maior saindo de R$ 6,690 para R$ 5,980.

Ainda em comparação à semana passada, a gasolina comum apresenta o menor preço reduzido em R$ 0,04, com o maior permanecendo o mesmo. O produto não subiu em nenhum posto, caiu em 44 e se manteve em 63 estabelecimentos. Para pagamento no cartão, o preço está sendo praticado entre R$ 5,040 e R$ 5,450, diferença de R$ 0,41 e variação de 8,1%.

Quanto à gasolina aditivada, o produto mostra redução de preços nas duas pontas, saindo de R$ 5,160 para R$ 5,150 (Auto Posto – Valentina) e de R$ 5,570 para R$ 5,500 (Maxi – Oitizeiro), com diferença de R$ 0,35, variação de 6,8% e média de R$ 5,346. O levantamento do Procon-JP foi realizado em 111 postos que estavam em atividade no dia 11 de maio.

Álcool – Já o menor preço do álcool mostra leve alta, saindo de R$ 3,840 para R$ 3,880 (Ferrari – Centro), com o maior permanecendo em R$ 4,290 (São Severino – Castelo Branco) quando comparado ao último dia 4. A diferença está em R$ 0,41, variação em 10,6% e a média em R$ 3,986. Ainda na comparação, o etanol aumentou em 14 locais, reduziu em 10 e se manteve em 83 estabelecimentos.

S10 – O diesel S10 volta a registrar redução nos preços, desta vez nas duas pontas, com o menor mostrando queda de R$ 0,11 em relação à última pesquisa do Procon-JP, saindo de R$ 5,290 para R$ 5,180 (Litoral Sul –Monsenhor Magno) e o maior saindo de R$ 6,690 para R$ 5,980 (Canaã –Jaguaribe), queda de R$ 0,71. A diferença está em R$ 0,80, a variação em 15,4% e a média em R$ 5,382. Nenhum posto subiu o preço do produto, 74 diminuíram e 30 mantiveram.

Diesel comum – O diesel comum foi outro combustível que apresentou redução no menor preço quando comparado ao último levantamento do Procon-JP, saindo de R$ 5,190 para R$ 4,990 (cinco postos), com o maior se mantendo em R$ 5,690 (Boa Viagem – Distrito Industrial). A média do preço do produto está em R$ 5,175.

GNV – O preço do Gás Natural Veicular (GNV) permanece o mesmo da semana passada nas duas pontas, oscilando entre R$ 4,230 (Estrela do Geisel) e R$ 4,250 (Z – Jardim Cidade Universitária, Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial, São Luiz e Master Gás – Epitácio Pessoa), diferença de R$ 0,02, variação de 0.5% e média de R$ 4,242. Todos os 13 revendedores visitados pela pesquisa do Procon-JP mantiveram os preços da semana anterior.

Confira a pesquisa completa acessando os sites da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjp.pb.gov.br

Blog do BG PB

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Economia

Verba do Governo Federal garante pagamento do piso da enfermagem até dezembro e preocupa prefeitos paraibanos

Liminar do STF suspende piso nacional da enfermagem | Geral

A verba de R$ 7,3 bilhões liberada pelo Governo Federal para que o setor público consiga arcar com os custos provocados pela implantação do piso nacional da enfermagem foi comemorado por prefeitos em todo o Brasil. Entretanto a preocupação dos gestores não acaba. A verba só garante o cumprimento do pagamento até dezembro, ou seja, não representa uma solução definitiva.

“Ninguém é contra o piso, todos acham justo, mas é um recurso finito e é necessário que haja a definição da fonte da complementação de recursos de forma definitiva”, explicou o secretário- executivo da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), Pedro Dantas.  Ele explica que é necessária a regularização rápida da situação.

Outra questão que preocupa os gestores é que ainda não se sabe como esse dinheiro será distribuído e essa definição precisa ser feita no máximo até a próxima segunda-feira (15), antes do fechamento das folhas de pagamento, para garantir que o dinheiro já venha no próximo salário dos enfermeiros.

Dantas, explica que essas questões precisam ser resolvidas com urgência e agora a luta dos prefeitos é que haja uma fonte de recursos regular do dinheiro que será dividido entre estados municípios e instituições filantrópicas.

A lei que estabeleceu o piso salarial para profissionais de enfermagem foi aprovada no ano passado. Pouco tempo depois, a lei acabou sendo suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por não prever a fonte de recursos para bancar os pagamentos.

O Congresso Nacional precisou aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para viabilizar os recursos que seriam transferidos da União aos estados e municípios ficassem fora do teto de gastos.

ClickPB

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Economia

Enquanto arrecadação do Estado só cresce, servidores da PB amargam perdas salariais

Um documento entregue pelas entidades do Fórum dos Servidores Públicos da Paraíba revela estudo feito comparativo entre salários dos servidores e receita do Governo. O estudo revela que, enquanto nos cinco últimos anos o achatamento salarial das categorias chega a 16,6 %, a receita do Governo da Paraíba, só em 2022 aumentou 12%, chegando a R$ 16 bilhões.

O documento foi elaborado por 31 entidades, entre sindicatos e associações de servidores públicos do estado da paraíba, e foi entregue ao secretário Tibério Limeira, de Administração, durante reunião ocorrida na última quarta-feira (10) no Centro Administrativo do Governo.

Um nova reunião está marcada para o próximo dia 2 de junho, oportunidade em que o Governo se manifestará sobre a propostas da categorias. As entidades que integram o Fórum dos Servidores, além de mostrarem o estudo comparativo mostrando queda nos salários e aumento das receitas do Governo, apresentou proposta de reajuste linear para recompor, ao menos, as perdas salariais com o acumulado da inflação dos últimos anos.

Veja documento:

Com informações de Marcelo José

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Economia

Paraíba é o estado maior taxa de desigualdade social do país, afirma IBGE

A nova pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (11), constatou que a Paraíba teve a maior média de desigualdade social do Brasil em 2022.

Tendo como base o índice Gini, que mede a concentração de renda e a desigualdade econômica, no qual quanto mais próximo de 0, melhor, a Paraíba ficou com 0,558, estando acima da média do Nordeste (0,517) e da média nacional (0,518).

A pesquisa também utilizou outro indicador de desigualdade. Neste, o estado registrou que 50% da população com os menores rendimentos, recebia um valor médio mensal per capita de R$ 351,00. Já a população que faz parte do 1% com os maiores rendimentos, o valor subia para R$ 23.132.

Por fim, a pesquisa divulgou que a Paraíba ficou em 3º lugar na proporção de domicílios recebendo Bolsa Família ou Auxílio Brasil, com 35,5%, atrás somente das registradas no Maranhão com 40,7% e o Piauí, que constatou 40,3%.

Portal T5

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