Economia

Preço do pão francês varia 120% em João Pessoa; confira pesquisa

A pesquisa foi realizada pelo Procon-JP no último dia 6 de julho

O preço do quilo do pão em João Pessoa foi o foco da mais nova pesquisa do Procon-JP. O levantamento foi realizado no último dia 6 de julho e visitou 45 estabelecimentos, constatando uma diferença de até R$ 11,48 entre eles.

O menor preço encontrado no quilo do pão francês foi R$ 9,50, em um estabelecimento no bairro de Mangabeira. O maior deles, ficou em R$ 20,98, no bairro do Bessa. A pesquisa também traz preços de pão para cachorro quente, para hambúrguer e de caixa. O preço do pão para cachorro quente está sendo praticado entre R$ 12,99 e R$ 26,50, com média de R$ 18,50.

Já para o pão para hambúrguer, a pesquisa registrou diferença de R$ 15,01, com os preços oscilando entre R$ 12,99 e R$ 28,00. A média de preço ficou de R$ 18,43.

Confira a pesquisa completa no site do Procon-JP.

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Economia

João Pessoa tem a 3ª maior alta da cesta básica

Reforma tributária: associação de supermercados sugere 38 itens da cesta básica para isenção
João Pessoa teve a terceira maior alta no preço da cesta básica do país, em junho, conforme o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O levantamento mensal aponta que o custo é de R$ 604,89 e o índice na capital paraibana subiu de 4,12% sobre o mês anterior, atrás apenas de Recife (5,79%) e Natal (5%). O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. Goiânia (-5,04%) apresentou a maior redução e São Paulo manteve o maior custo (R$ 783,05).

Apesar do aumento, a cesta da capital paraibana é a terceira mais barata da pesquisa. Os menores valores são de Aracaju (R$ 567,11) e Salvador (R$ 595,84). O tomate foi o grande vilão da cesta básica no mês passado, com uma alta de 50,43%, no acumulado dos 30 dias.

O gasto estimado pelo Dieese na compra do fruto passou de R$ 69, em maio, para R$ 103,80, o que corresponde a um aumento de R$ 34,80. Outros produtos que apresentaram elevação do preço médio foram: banana (2,05%), leite integral UHT (1,74%), arroz agulhinha (0,36%), açúcar cristal (0,24%) e café em pó (0,22%). Já as reduções foram constatadas nos itens: óleo de soja (-8,47%), feijão carioquinha
(-6,54%), farinha de mandioca (-3,22%), carne bovina de primeira (-2,93%), pão francês (-2,65%) e manteiga (-1,01%).

Segundo o Dieese, o preço do óleo de soja baixou em todas as capitais, em junho, apesar da elevação dos preços internos e externos do grão e da maior demanda de óleo de soja para produção de biocombustível. Com relação à carne, o Dieese informa que os preços reduziram em razão da maior oferta de animais para abate e a menor demanda pelo aumento, justamente pelos altos patamares de preços dos últimos meses.

Semestre
No primeiro semestre do ano, o custo da cesta básica de João Pessoa subiu 7,66%, a quarta maior alta entre as capitais. No período, houve aumento em 10 cidades, com a liderança de Recife (9,92%), Aracaju (8,84%) e Natal (8,20%). Já as reduções variaram de -5,79%, em Belo Horizonte, a -1,04%, em São Paulo.

No acumulado dos últimos 12 meses, 13 capitais registraram aumento de preços, que oscilaram de 0,63%, em Fortaleza, a 4,37%, em Belém. Em João Pessoa, o aumento foi de 3,10%. Houve elevações em seis dos 12 produtos da cesta: farinha de mandioca (28,20%), tomate (19,81%), manteiga (13,58%), arroz agulhinha (12,91%), leite integral UHT (7,50%) e banana (3,27%).

As reduções nos custos ocorreram sobre óleo de soja (-35,38%), café em pó (-5,53%), carne bovina de primeira (-4,80%), feijão carioca (-3,51%), açúcar refinado (-1,86%) e pão francês (-0,95%). O gasto com carne no consumo de 4,5 quilos, conforme estima o Dieese, diminuiu de R$ 180,14 para R$ 171,5, uma diferença de R$ 8,64.

Blog do BG PB com União

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Brasil

Lula libera emendas e Câmara aprova texto-base da reforma tributária

Câmara aprova a Reforma Tributária em primeiro turno: 382 votos a favorFoto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta sexta-feira (6) o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária. A discussão sobre um novo sistema tributário brasileiro se arrasta há quase 30 anos no Brasil.

A sessão foi encerrada antes da conclusão da votação em segundo turno à 1h53. Os deputados ainda precisam analisar destaques (mudanças) ao texto. A análise será retomada nesta sexta às 10h.

A votação na Câmara ocorre em dois turnos. As discussões que tiveram início às 11h desta quinta. Em segundo turno, foram 375 votos a 113 a favor da PEC e três abstenções. Em primeiro turno, foram 382 votos a favor e 118 votos contra. Eram necessários 308 votos para a aprovação da proposta. Finalizada essa etapa, o texto vai à análise do Senado.

Reforma tributária é aprovada em segundo turno na Câmara

Dessa vez, foi possível destravar a reforma após um esforço que uniu diferentes correntes políticas e econômicas, com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), atuando diretamente nas negociações, além do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e governadores, prefeitos e líderes partidários de diferentes correntes políticas.

Ainda que haja divergências sobre o texto, o entendimento é que a simplificação do sistema tributário é fundamental para atrair investimentos e desenvolvimento para o país, além de impulsionar o crescimento do produto interno bruto (PIB) do país.

O que é a reforma proposta

Em linhas gerais, a proposta da reforma tributária prevê a unificação de cinco tributos. A última versão também prevê zerar imposto sobre a cesta básica e criar o ‘imposto do pecado’.

IPI, PIS e Cofins, que são federais;

ICMS, que é estadual, e o ISS, que é municipal.

Esses tributos deixariam de existir e seriam criados dois impostos sobre valor agregado, os IVAs: um seria gerenciado pela União e outro teria gestão compartilhada por estados e municípios.

Clique aqui para saber mais detalhes sobre a reforma

G1 e Metrópoles 

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Brasil

Se reforma for aprovada, alimentos terão maior carga tributária do mundo, diz Associação de Restaurantes

A Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) afirma seguir em tom de preocupação com itens do texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma tributária. A visão da entidade é que esses pontos podem resultar em aumento da carga tributária.

“A ANR apoia a simplificação do sistema e a desoneração da folha do setor de serviços que mais emprega no Brasil e rechaça o possível aumento da já elevada carga tributária brasileira, o que limitaria o crescimento do foodservice (setor de alimentação fora do lar), da oferta de postos de trabalho e colocaria em risco a sustentabilidade financeira de muitos negócios”, afirma Fernando Blower, diretor executivo da ANR.

A ANR argumenta que, se o texto for aprovado com os itens considerados problemáticos, o Brasil passará a ter a maior tributação sobre alimento do mundo. “Mesmo hoje, onde temos 23,4% como tributação média do alimento no Brasil, já é mais que o triplo da média da OCDE (7%)”, diz.

Com informações de UOL

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Economia

77% dos brasileiros dizem que impostos sobre alimentos são altos

Confira lista com índice de impostos que integram preços de 137 produtos |  O TEMPO
Uma pesquisa do IPRI (Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem) mostra que 77% dos brasileiros dizem que impostos sobre alimentos são altos (42%) ou muito altos (35). Já para 15% a carga tributária está na média, enquanto para 4% a taxação está baixa (3%) ou muito baixa (1%). Outros 5% não souberam responder.

Por outro lado, 86% dizem ser contrários ao aumento de impostos que podem refletir nos alimentos. Só 11% avaliam ser favoráveis à alta. Enquanto 2% não é nem a favor e nem conta.

O percentual de opinião dos brasileiros sobre a redução dos impostos em alimentos é próximo ao índice de aumento. São 85% favoráveis, enquanto 12% são contrários. 1% disse não ser nem a favor e nem contra e 2% não souberam responder.

Sobre o aumento em determinados grupos de alimentos, 90% dizem ser contrários. Só 6% são a favor, enquanto 2% não tem opinião definida. Outros 2% não souberam responder.

Ao todo, a pesquisa entrevistou presencialmente 2.015 pessoas com idade a partir de 16 anos nas 27 unidades federativas de 17 a 22 de junho de 2023. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. Foi aplicado um fator de ponderação para corrigir eventuais distorções em relação ao plano amostral. Devido ao arredondamento, a soma dos percentuais pode variar de 99% a 101%.

Um documento da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) estima que a carga tributária que incide sobre a cesta básica teria um aumento de 59,83% caso a reforma tributária seja aprovada. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta 4ª feira (5.jul.2023) querer votar o texto na 5ª (6.jul) no plenário.

Poder360

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Economia

Gás de cozinha varia de R$ 83,99 a R$110 em João Pessoa

De acordo com pesquisa realizada pelo Procon-JP, a diferença no preço do botijão de gás cozinha com 13 quilos em João Pessoa, está em 26 R$. De acordo com o levantamento o produto está oscilando entre R$ 83,99, na Ilha do Bispo, e R$ 110, em Manaíra, Bancários e Mangabeira, uma variação de 31%.

Para pagamento á vista, mas com entrega domiciliar, o gás de cozinha está sendo praticado em R$ 84,95 (JDS- Colinas do Sul) e R$110,00 (Arlete Gás- Manaíra).

O levantamento, que também traz preços para quem pretende adquirir o vasilhame do botijão de gás cheio, foi realizado no dia 04 de Julho em 40 estabelecimentos de 22 bairros da capital João Pessoa.

F5Online

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Economia

Reforma tributária pode encarecer cesta básica; veja lista de produtos

Preço da cesta básica em João Pessoa tem terceira maior alta do Nordeste e  fica em R$ R$ 586,73 em junho | Paraíba | G1Foto: Felipe Menezes/Metrópoles

Nas últimas semanas, o debate da reforma tributária, em tramitação no Congresso Nacional, despertou críticas do setor de supermercados e mexeu diretamente com a vida da população mais pobre: a possibilidade de um eventual aumento de preço de alimentos e itens da cesta básica.

Atualmente, os 1.380 itens que compõem a cesta básica brasileira (veja a lista completa de produtos abaixo) são isentos de impostos federais, mas incidem sobre eles impostos municipais e estaduais como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Além do ICMS, para outros produtos comprados pela população, incidem ainda quatro tributos — IPI, PIS, Cofins, e ISS. Pelo texto atual da reforma tributária, todos os produtos e serviços vendidos no país terão um imposto federal unificado por meio de um “IVA dual”, unindo IPI, PIS e Cofins em uma tributação federal e outra estadual e municipal, que unificaria ICMS e ISS.

A proposta de reforma tributária também prevê que, para produtos essenciais, a cobrança será de 50% da alíquota geral. Uma outra alíquota, 50% menor, seria aplicada para produtos e serviços como transportes públicos, remédios, alimentos in natura, serviços médicos e educação. Os produtos da cesta básica entrariam nessa faixa.

Veja abaixo a lista sugerida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras):

  • Alimentação: carne bovina, carne de frango, carne suína, peixe e ovos; farinhas de trigo, de mandioca e de milho, massas alimentícias e pão francês; leite UHT, leite em pó, iogurte, leite fermentado, queijos, soro de leite e manteiga; frutas, verduras e legumes; arroz, feijão e trigo; café, açúcar, óleo de soja, óleo vegetal e margarina.
  • Higiene pessoal: sabonete, papel higiênico, creme dental, produtos de higiene bucal, fralda descartável e absorvente higiênico.
  • Limpeza: detergente, sabão em pó e água sanitária.

Metrópoles

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Brasil

Prefeitos reivindicam mudanças no texto da reforma tributária e que votação seja adiada

Por que governadores resistem à Reforma Tributária? Estados e municípios  vão perder arrecadação? Entenda

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) reuniu representantes de diversas cidades na Câmara dos Deputados para propor alterações no texto substitutivo da reforma tributária.

Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, 4, os políticos se demonstraram preocupados com o aumento de impostos em alguns setores e um possível impacto negativo na arrecadação dos municípios.

A proposta apresentada pelos deputados Aguinaldo Ribeiro (PP) e Reginaldo Lopes (PT) prevê a substituição dos cincos tributos atuais pelo Imposto de Valor Adicionado (IVA), que será chamado de Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS).

A diretriz é de que se adote uma versão dual dos tributos sobre o consumo: um de competência da União e outro compartilhado entre estados e municípios. Prefeito de Aracaju e presidente da FNP, Edvaldo Nogueira afirmou que o grupo não é contra a reforma, mas que não concorda com a forma como ela vem sendo conduzida.

Jovem Pan

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Economia

Litro da gasolina sobe mais de R$ 0,30 em João Pessoa; confira valores

 

O litro da gasolina ficou R$ 0,33 mais caro em João Pessoa, de acordo com o Procon-JP. O combustível já é encontrado a R$ 5,79 na capital para pagamento no cartão de crédito. A pesquisa, realizada em 111 estabelecimentos na segunda-feira (3), registra, ainda, que para pagamento no cartão, o produto está oscilando entre R$ 5,260 e R$ 5,790, com diferença de R$ 0,41 e variação de 7,6%.

Em relação à pesquisa da semana passada, o menor preço da gasolina subiu R$ 0,33 e, o maior, R$ 0,16. Onze postos mantiveram o mesmo preço do produto nas bombas, 98 aumentaram e nenhum reduziu o valor.

A média no preço da gasolina comum para pagamento à vista está em R$ 5,405, registra pesquisa comparativa para preços de combustíveis na Capital realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, que encontrou o produto oscilando entre R$ 5,260 (Elesbão – Água Fria) e R$ 5,550 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial), diferença de R$ 0,29 e variação de 5,5%. A fiscalização do Procon-JP que monitora os preços dos combustíveis nas bombas, e que continua esta semana, já multou oito estabelecimentos.

Desde a última quinta-feira (29), que o Procon-JP percorre os postos de combustíveis da Capital para verificar, nas bombas, se o aumento oriundo de tributos federais (alíquota cheia do Pis/Cofins desde 1º de julho) para a gasolina (R$ 0,34) e para o etanol (R$ 0,22), está chegando ao consumidor de forma correta.

A gasolina aditivada também mostra alta nas duas pontas em comparação com a semana passada, com o menor preço saindo de R$ 4,970 para R$ 5,380 (postos Expressão – Torre e Centro e Novo Millenium – Bessa), com o maior subindo de R$ 5,390 para 5,790 (FX – Bessa). A diferença está em R$ 0,41, a variação em 7,6% e a média em R$ 5,567.

Álcool 

O litro do álcool também registra alta nas duas pontas em relação ao último dia 28 de junho, com o menor saindo de R$ 3,790 para R$ 3,950 (Verão – Torre e São Luiz XVI – Jaguaribe), com o maior indo de R$ 4,390 para R$ 4,490 (22 postos). A média do produto está em R$ 3,997, a diferença em R$ 0,54 e a variação em 13,7%. O etanol aumentou em 98 locais, se manteve em 11 e nenhum posto reduziu o preço do produto.

S10 

Já o diesel S10 volta a registrar queda nas duas pontas quando comparado à semana passada, saindo de R$ 4,550 para R$ 4,610 (Almeida – Brisamar) e o maior caindo de R$ 5,890 para R$ 5,190 (Shopping – Bessa), com diferença de R$ 0,58, média de R$ 4,776 e variação de 12,6%. Em relação à pesquisa anterior, cinco postos subiram, 24 diminuíram e 76 locais mantiveram o preço do produto.

Diesel comum 

O diesel comum manteve os mesmos preços nas duas pontas da pesquisa passada, e está sendo praticado nas bombas entre R$ 4,540 (Independência – Tambiá) e R$ 4,890 (Seixas Petróleo – Penha). A média está em R$ 4,622.

GNV 

O Gás Natural Veicular (GNV) manteve o mesmo menor preço da semana passada e está sendo comercializado a R$ 4,230 (Estrela – Geisel), com o maior subindo de R$ 4,250 para R$ 4,590 (oito postos), A média está em R$ 4,455, a diferença em R$ 0,36 e a variação em 8.5%. Dos 13 postos visitados pelo Procon-JP, oito aumentaram e cinco mantiveram os mesmos preços do último dia 28.

Confira a pesquisa completa acessando os sites da Prefeitura de João Pessoa –  www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjp.pb.gov.br

Blog do BG PB

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Brasil

Americanas fechou 43 lojas e perdeu 5 milhões de clientes em 2023

Foto: Eduardo Ribeiro Jr./g1

A Americanas perdeu 5 milhões de clientes de dezembro do ano passado até maio de 2023 e fechou 43 lojas de janeiro a junho.

Os números foram divulgados na última sexta (30) pelos administradores judiciais da varejista, a Preserva-Ação Administração Judicial e o Escritório de Advocacia Zveiter, informa a Folha. A companhia ainda tem cerca de 44 milhões de clientes e 1.837 unidades no Brasil.

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