Economia

Juros futuros sobem à espera de IPCA

Juros futuros sobem à espera de IPCA

A semana começou com as taxas de juros futuras reagindo à aparente pausa no processo de reancoragem de expectativas no Boletim Focus. Após um grande movimento na semana passada, o relatório ficou praticamente estável nesta segunda-feira. Sem melhora nos números, mercado reagiu a entrevistas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e da diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado.

Haddad defendeu que é possível zerar o déficit primário no ano que vem e repetiu que a Fazenda vai encaminhar ao Congresso Nacional medidas de redução de subsídios e incentivos fiscais.  Até agora, no entanto, o governo não conseguiu apresentar nada neste sentido e, recentemente, concedeu novos benefícios fiscais (temporários, é verdade) a setores como o de automóveis.

A diretora do BC se declarou parte do grupo citado na Ata do Copom como  “mais cauteloso”, ou aqueles que defendem que a autoridade monetária não deveria sinalizar um corte nas taxas em agosto. Ainda de acordo com Guardado, o BC deve ficar mais dependente de novos dados sobre inflação para definir os novos passos. Os juros reagiram com uma leve alta nas taxas por toda da curva futura.

O Ibovespa fechou em queda puxado pelas empresas de consumo discricionário e pela Vale (maior contribuição negativa para o índice). O indicador encerrou as negociações em queda de 0,80%, aos 117,9 mil pontos. As maiores quedas ficaram por conta dos negócios ligados ao varejo, com Lojas Renner liderando as perdas em 6,46%.

O dólar se fortaleceu contra o real e se encaminhava para terminar a segunda-feira em alta próxima de 0,5%, a R$ 4,89. A moeda brasileira foi a pior performance entre as emergentes no dia, refletindo as quedas nas commodities e a saída de estrangeiros do mercado nacional.

O Antagonista

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Economia

Repasse do FPM sofre atraso e gera preocupação em prefeitos; confira documento

 

O repasse do Fundo de Participação aos Municípios (FPM) que deveria ocorrer desde o início da manhã desta segunda-feira (10) sofreu um atraso. Os valores correspondentes à primeira parcela do mês de julho e adicional de 1% só devem ser depositadas a partir das 13h e das 18h, respectivamente. O motivo é um problema técnico.

Segundo informações obtidas pela reportagem, os valores normalmente são creditados no início do dia. O atraso trouxe preocupação aos gestores da Paraíba e do país. O problema técnico teria ocorrido devido a uma atualização dos dados enviados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que são encaminhados à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que faz o repasse e não teria tido tempo hábil.

“Conforme informado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a partir de julho deste ano, o repasse do FPM já deve considerar os novos coeficientes de distribuição do fundo divulgados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Decisão Normativa 205/2023, conforme determina o art. 2º da Lei Complementar 198/2023”, diz trecho de nota publicada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

O valor estimado que deve ser partilhado entre os 5.568 Municípios será de R$ 7,4 bilhões. Nesta segunda-feira (10) informações de bastidores davam conta de uma suposta suspensão  do envio dos recursos. Em contato com o presidente da Federação dos Municípios da Paraíba (Famup), a hipótese de suspensão de recursos foi negada.

“É inverídica, não existe disso. Foi esse problema. Não foi suspenso nenhum FPM, só foi problema técnico”.

Confira nota da CNM sobre o caso:

Com Clickpb

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Economia

Setor cervejeiro no Brasil cresce quase 12% em 2022

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Foto: Agência Brasil

O setor cervejeiro no Brasil cresceu quase 12% no ano passado. Em todo o país, já são mais de 1.700 estabelecimentos. As informações fazem parte do anuário da cerveja, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

O estado de São Paulo tem o maior número de cervejarias registradas (387), seguido pelo Rio Grande do Sul (310) e Minas Gerais (222). Atualmente, o Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos.

Neste ano, o volume de vendas no território nacional deve chegar a 16 bilhões de litros, 4,5% a mais em relação a 2022, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja. Segundo o presidente da entidade, a padronização de regras do setor contribuiu para esses resultados.

Confira mais detalhes na matéria da Agência Brasil

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Economia

Produção de abacaxi representa 50% da fruticultura cultivada na Paraíba

As cidades de Araçagi, Lagoa de Dentro, Itapororoca, Pedras de Fogo, Santa Rita, Cuité de Mamanguape e Curral de Cima concentram 82% de toda produção do estado.

Para Neto Franca, Diretor do Banco do Nordeste, a produção de abacaxi na Paraíba alcançará patamares próximos dos 10 mil hectares plantados por ano e situará o estado como o segundo maior produtor do fruto no país.”

Apenas a abacaxicultura representou mais de 50% do valor bruto de toda produção da fruticultura estadual, no ano de 2021. A informação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão vinculado ao Banco do Nordeste, que elabora e difunde informações socioeconômicas da região.

MaisPB

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Economia

Ocupação nos hotéis em João Pessoa chega a 66,27% no primeiro semestre

Foto: Divulgação

A cidade de João Pessoa vem se consolidando como opção turística para milhares de pessoas ao longo do ano, atraídas pelas belas praias, clima agradável e riqueza cultural, de acordo com Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria Municipal de Turismo (Setur). No primeiro semestre de 2023 a ocupação da rede hoteleira chegou a 66,27% de acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.

O número de feriadões no calendário nacional e pontos facultativos para o poder público nas esferas federal, estadual e municipal e, alguns também para a iniciativa privada, contribuíram para a ocupação elevada de turistas nos hotéis da cidade a exemplo do Carnaval, Semana Santa, Tiradentes, Dia do Trabalho e Corpus Christi, além da véspera e do dia de São João, que foram decretados em vários estados nordestinos.

De acordo com as informações da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seccional Paraíba (ABIH-PB) entre janeiro e maio deste ano chegou a 66,27%. O mês de janeiro foi o de maior ocupação atingindo o percentual de 82,96%, seguido pelos meses de fevereiro, março e abril com percentuais aproximados de 65,58%, 64,27% e 61,47%, respectivamente. Ao todo, a rede conta com 2.825 unidades habitacionais e 6.649 leitos apenas de equipamentos ligados à ABIH-PB.

Blog do BG PB 

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Brasil

Terceiro destilado mais consumido no mundo, cachaça movimenta R$ 15,5 bilhões por ano no Brasil

Foto: Getty Images/iStockphoto

A cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo e movimenta R$ 15,5 bilhões anualmente no país – montante que poderia ser ainda maior, se o Brasil explorasse, ao máximo, a capacidade produtiva da bebida. Segundo o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), o país tem capacidade para atingir um volume de produção de 1,2 bilhão de litros por ano. Atualmente, são cerca 800 milhões de litros.

No último anuário da cachaça divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em 2021, 936 produtores formalizados eram responsáveis por 4.969 rótulos.

Minas Gerais é destaque no ranking de estados produtores, com 50% da produção certificada do país e 353 alambiques.

O Sudeste concentra a maioria das cachaçarias, o equivalente a 66,2% da produção nacional.

A “marvada” genuinamente brasileira também tem representado bem no exterior. Segundo o governo federal, a exportação, em 2022, registrou um faturamento de US$ 18,47 milhões, o maior valor dos últimos 12 anos e um aumento de 54,74% em relação a 2021.

g1 –  por Ana Carolina Ferreira

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Economia

Preço médio da gasolina nos postos sobe para R$ 5,67, diz ANP

Preço médio da gasolina sobe mais de 5% e vai a R$ 5,67 nos postos. — Foto: Reuters
Pela segunda semana seguida, o preço médio do litro da gasolina nos postos de abastecimento de todo o país subiu. O aumento foi de 5,8%, tendo passado de R$ 5,36 para R$ 5,67.

A informação é do levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizado entre os dias 2 e 7 de julho.

A alta da gasolina no varejo reflete a volta integral da cobrança dos impostos federais PIS/Cofins sobre o produto desde o último dia 29. O aumento veio um pouco abaixo do estimado pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), que esperava uma alta de R$ 0,34 em vez de R$ 0,31 no preço do insumo.

O impacto da volta dos impostos ao consumidor seria ainda maior não fosse a redução praticada pela Petrobras nos preços válidos em suas refinarias, de aproximadamente R$ 0,14 por litro, ou 5,3%, válida desde 1º de julho.

A volta do PIS/Cofins completa o ciclo de reoneração da gasolina, após os cortes de impostos federais e estaduais feitos no fim do governo Jair Bolsonaro (PL).

O governo anterior promoveu a ampla desoneração na tentativa de frear a inflação oficial do país em meio à corrida eleitoral. Desde o início, o novo governo, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou claro que haveria a recomposição das cobranças para proteger a arrecadação da União e dos estados.

R7

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Economia

Endividamento, inflação e baixa rentabilidade afastam brasileiros da poupança

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A combinação adversa que envolve a situação financeira da população, inflação e baixa rentabilidade tem motivado a perda de espaço da caderneta de poupança na vida das famílias nos últimos anos. Somente no primeiro semestre, a aplicação amargou o maior volume de saques da história.

A perda de R$ 66,6 bilhões calculada entre janeiro e junho deste ano é fruto de 1,926 trilhão sacado e R$ 1,860 depositado na caderneta no período, de acordo com o BC (Banco Central).

A maior perda da série histórica, iniciada em 1995, mostra a manutenção dos resultados negativos contabilizados pela caderneta desde 2021. No acumulado dos últimos cinco semestres, a derrocada da poupança supera R$ 205 bilhões.

A consultora financeira Renata Cavalheiro, da Prósperus, atribui as perdas recentes da poupança ao cenário desafiador enfrentado pelas famílias brasileiras nos últimos anos. “Com o aumento da inflação a população perdeu o seu poder de compra, muitas famílias estão endividadas e manter uma poupança se tornou algo difícil”, afirma ela.

R7

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Economia

Preço do pão francês varia 120% em João Pessoa; confira pesquisa

A pesquisa foi realizada pelo Procon-JP no último dia 6 de julho

O preço do quilo do pão em João Pessoa foi o foco da mais nova pesquisa do Procon-JP. O levantamento foi realizado no último dia 6 de julho e visitou 45 estabelecimentos, constatando uma diferença de até R$ 11,48 entre eles.

O menor preço encontrado no quilo do pão francês foi R$ 9,50, em um estabelecimento no bairro de Mangabeira. O maior deles, ficou em R$ 20,98, no bairro do Bessa. A pesquisa também traz preços de pão para cachorro quente, para hambúrguer e de caixa. O preço do pão para cachorro quente está sendo praticado entre R$ 12,99 e R$ 26,50, com média de R$ 18,50.

Já para o pão para hambúrguer, a pesquisa registrou diferença de R$ 15,01, com os preços oscilando entre R$ 12,99 e R$ 28,00. A média de preço ficou de R$ 18,43.

Confira a pesquisa completa no site do Procon-JP.

Blog do BG PB com T5

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Economia

João Pessoa tem a 3ª maior alta da cesta básica

Reforma tributária: associação de supermercados sugere 38 itens da cesta básica para isenção
João Pessoa teve a terceira maior alta no preço da cesta básica do país, em junho, conforme o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O levantamento mensal aponta que o custo é de R$ 604,89 e o índice na capital paraibana subiu de 4,12% sobre o mês anterior, atrás apenas de Recife (5,79%) e Natal (5%). O valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. Goiânia (-5,04%) apresentou a maior redução e São Paulo manteve o maior custo (R$ 783,05).

Apesar do aumento, a cesta da capital paraibana é a terceira mais barata da pesquisa. Os menores valores são de Aracaju (R$ 567,11) e Salvador (R$ 595,84). O tomate foi o grande vilão da cesta básica no mês passado, com uma alta de 50,43%, no acumulado dos 30 dias.

O gasto estimado pelo Dieese na compra do fruto passou de R$ 69, em maio, para R$ 103,80, o que corresponde a um aumento de R$ 34,80. Outros produtos que apresentaram elevação do preço médio foram: banana (2,05%), leite integral UHT (1,74%), arroz agulhinha (0,36%), açúcar cristal (0,24%) e café em pó (0,22%). Já as reduções foram constatadas nos itens: óleo de soja (-8,47%), feijão carioquinha
(-6,54%), farinha de mandioca (-3,22%), carne bovina de primeira (-2,93%), pão francês (-2,65%) e manteiga (-1,01%).

Segundo o Dieese, o preço do óleo de soja baixou em todas as capitais, em junho, apesar da elevação dos preços internos e externos do grão e da maior demanda de óleo de soja para produção de biocombustível. Com relação à carne, o Dieese informa que os preços reduziram em razão da maior oferta de animais para abate e a menor demanda pelo aumento, justamente pelos altos patamares de preços dos últimos meses.

Semestre
No primeiro semestre do ano, o custo da cesta básica de João Pessoa subiu 7,66%, a quarta maior alta entre as capitais. No período, houve aumento em 10 cidades, com a liderança de Recife (9,92%), Aracaju (8,84%) e Natal (8,20%). Já as reduções variaram de -5,79%, em Belo Horizonte, a -1,04%, em São Paulo.

No acumulado dos últimos 12 meses, 13 capitais registraram aumento de preços, que oscilaram de 0,63%, em Fortaleza, a 4,37%, em Belém. Em João Pessoa, o aumento foi de 3,10%. Houve elevações em seis dos 12 produtos da cesta: farinha de mandioca (28,20%), tomate (19,81%), manteiga (13,58%), arroz agulhinha (12,91%), leite integral UHT (7,50%) e banana (3,27%).

As reduções nos custos ocorreram sobre óleo de soja (-35,38%), café em pó (-5,53%), carne bovina de primeira (-4,80%), feijão carioca (-3,51%), açúcar refinado (-1,86%) e pão francês (-0,95%). O gasto com carne no consumo de 4,5 quilos, conforme estima o Dieese, diminuiu de R$ 180,14 para R$ 171,5, uma diferença de R$ 8,64.

Blog do BG PB com União

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