Brasil

Pix já é mais usado que dinheiro no Brasil, revela pesquisa

Foto: Adriano Ishibashi/FramePhoto

Lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central, o sistema de pagamento instantâneo Pix hoje já é usado pela maior parte dos consumidores brasileiros e tem substituído as transferências bancárias e já ultrapassou a utilização do dinheiro em pagamentos no país. O dado faz parte de uma pesquisa da consultoria McKinsey.

O levantamento da empresa mostra que o Pix já é mais utilizado que o dinheiro na distribuição de gastos entre meios de pagamento. Enquanto o Pix, ao lado de outras modalidades de transferência bancária (TED e DOC), é usado por 14% dos entrevistados, o dinheiro é empregado por 10%.

Apesar disso, os cartões de débito e de crédito ainda lideram as operações de pagamento, sendo eleitas por 38% e 22% dos consumidores, respectivamente. As transferências (Pix, TED e DOC) aparecem em terceiro lugar como meio de pagamento mais usados, e o dinheiro figura em quarto, na pesquisa.

Conveniência e flexibilidade

De acordo com a pesquisa da McKinsey, 66% dos entrevistados substituíram os pagamentos em dinheiro por pagamentos Pix. O Pix é visto pelos consumidores como um meio de pagamento de alta conveniência e flexibilidade. O meio de pagamento instantâneo está substituindo o cartão de débito e dinheiro devido à facilidade de uso e instabilidade da transação.

Ao todo, 98% dos entrevistados disseram que possuem chave Pix e usaram o meio de pagamento. 59% das pessoas usam Pix pela conveniência da velocidade da transação e capacidade de fazer a qualquer momento.

A consultoria entrevistou mais de 5 mil consumidores e também cerca de 30 bancos e instituições financeiras para chegar aos dados, que dizem respeito ao mercado em 2022.

Recorde de transações

O número diário de transações Pix bateu recorde por dois dias seguidos em julho, segundo informações divulgadas pelo Banco Central. Na quinta-feira (dia 6), foram feitas 129,4 milhões de operações; na sexta-feira (dia 7), novo recorde: 134,8 milhões de transações. Pix é a principal forma de pagamentos no Brasil.

Segundo dados do Banco Central, em junho, foram feitas 2,86 bilhões de transações por Pix – maior número da série histórica, que começa em novembro de 2020. Atualmente, mais de 405 milhões de contas estão cadastradas.

Extra, por Pollyanna Brêtas

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Economia

Paraíba registra recorde histórico em aumento de voos e passageiros em junho

Impulsionado pelas ações do Governo do Estado, o fluxo de passageiros e voos para a Paraíba bateu recorde histórico durante o mês de junho e quase 130 mil turistas passaram pelos aeroportos de João Pessoa e Campina Grande para aproveitar o clima das festas juninas e conhecer os atrativos que só a Paraíba oferece.

Na Rainha da Borborema, a edição do Maior São João do Mundo atraiu visitantes de várias partes do Brasil e de outros países. De acordo com a Aena, responsável pela administração do Aeroporto João Suassuna, no mês passado foram registradas 507 operações de voos comerciais e da aviação geral com 22.624 passageiros. Comparado a junho de 2023, houve um aumento de 42% no número de voos e um crescimento de quase 40% no número de passageiros.

O aumento do tráfego aéreo também impactou a movimentação no Aeroporto Castro Pinto. Nos 30 dias do mês passado, o aeroporto que atende a região metropolitana de João Pessoa, registrou 768 pousos e decolagens contra 743 no mesmo período de 2022. Já os embarques e desembarques subiram de 86.003, no ano passado, para 107.957 no mesmo período deste ano, o que representa um aumento de 26%.

A secretária de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba, Rosália Lucas, comemorou os números expressivos alcançados após a ampliação dos voos para o estado. “Graças a uma ação integrada que envolveu várias secretarias estaduais, a Paraíba entrou definitivamente na rota turística nacional e internacional e, com o aumento do fluxo de visitantes, os setores produtivos têm muito a comemorar”, completou Rosália.

O presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ferdinando Lucena, destacou o sucesso do trabalho e disse que “o esforço conjunto vem trazendo, cada vez mais, resultados positivos na promoção da Paraíba junto às agências de turismo e empresas de aviação”.

“A Aena está muito satisfeita com os resultados desse São João da Paraíba, que bateu todos os recordes de movimentação aérea”, informou o diretor de Relações Institucionais e de Comunicação da Aena Brasil, Marcelo Bento, que acredita em números mais promissores em 2024 após a conclusão das obras nos aeroportos. “Ficamos muito felizes que o São João de Campina Grande venha ganhando projeção cada vez maior, atraindo mais voos, turistas e negócios, não só para a festa, mas o ano todo”.

Blog do BG PB

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Brasil

Primeira fase do Desenrola pode limpar até 2,5 milhões de nomes

Brasília (DF), 17/07/2023 - O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fala sobre o programa Desenrola Brasil, durante entrevista coletiva a imprensa. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.Foto: Agência Brasil

O total de brasileiros com dívidas de até R$ 100 que terão o nome limpo pode chegar a 2,5 milhões se o banco Nubank aderir ao Desenrola, disse nesta segunda-feira (17) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a instituição financeira ainda está decidindo se vai entrar no programa porque tem direito a pouco crédito presumido, incentivo dado pelo governo aos bancos.

“Tem um banco só que está em dúvida de adere ou não, porque ele tem pouca vantagem no crédito presumido e tem 1 milhão de pessoas negativadas: o Nubank. Estamos aguardando. Se eles aderirem, serão 2,5 milhões de CPFs [com o nome limpo]”, disse Haddad. O Ministério da Fazenda fornecerá um balanço das adesões apenas nos próximos dias.

Na primeira fase do Desenrola, que entrou em vigor nesta segunda-feira, as instituições financeiras limpam o nome das pessoas com débitos de até R$ 100 vencidos até 31 de dezembro do ano passado. A dívida não é perdoada. Apenas o devedor deixa de ficar com o nome sujo e pode contrair novos empréstimos e fazer operações como fechar contratos de aluguel.

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Brasil

Economia cai 2% em maio, indica ‘prévia’ do PIB do Banco Central

Foto: Imagem ilustrativa

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou recuo de 2% em maio na comparação com abril, informou o BC nesta segunda-feira (17).

O resultado foi calculado após ajuste sazonal – um tipo de “compensação” para comparar períodos diferentes.

Essa é a maior queda do IBC-Br desde março de 2021, quando foi registrada uma queda de 3,6%. O BC divulga apenas o dado, sem indicar motivações ou analisar o índice.

Em abril, a prévia do PIB tinha indicado um crescimento de 0,56% na economia.

Confira mais informações na matéria do G1

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Economia

João Pessoa tem o litro da gasolina mais barato do Nordeste, aponta ANP

O senador Fernando Bezerra leu relatório do projeto que limita a cobrança do ICMSFoto: Divulgação

A capital paraibana tem a terceira gasolina mais barata do Brasil e o combustível menos caro do Nordeste. Segundo um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, a média de preços da gasolina nos postos pessoenses é de R$ 5,40 por litro.

João Pessoa só perde para Campo Grande-MS e Macapá-AP, que têm o combustível por R$ 5,26 e R$ 5,28, respectivamente. No outro extremo, a capital Rio Branco, no Acre, tem a gasolina mais cara do país, com o litro custando R$ 6,30. 

Blog do BG PB

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Economia

Ovo tem maior alta de preços em uma década no Brasil; Produto acumula inflação de 22,93%

Foto: Miguel Schincariol/AFP

Os preços da alimentação no domicílio perdem força na média do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mas ainda há produtos específicos que pesam no bolso do brasileiro. É o caso do tradicional ovo de galinha.

No período de 12 meses até junho, o alimento acumulou inflação de 22,93% no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Trata-se da maior alta de preços do ovo em uma década, desde julho de 2013. À época, o avanço havia sido de 24,54%. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do Brasil.

Conforme André Almeida, analista da pesquisa do IBGE, a carestia pode ser associada a questões como a oferta menor provocada pelo aumento dos custos de produção.

“Além disso, o consumo de ovo cresceu no Brasil, por conta da alta de preços nas proteínas concorrentes”, afirma.

Em períodos de inflação elevada nas carnes, como ocorreu nos últimos anos, o ovo costuma ser visto como um substituto mais barato de proteínas. Quando há maior demanda pelo produto, a tendência é de pressão sobre os preços.

Considerando os 377 subitens (bens e serviços) que compõem o IPCA, o ovo de galinha acumulou a nona maior alta de preços em 12 meses até junho.

Só ficou atrás de tangerina (52,5%), inhame (46,95%), filhote de peixe (40,79%), farinha de mandioca (34,93%), banana-maçã (32,62%), batata-doce (29,6%), melancia (24,9%) e alimento infantil (23,27%).

Na média da alimentação no domicílio, a inflação desacelerou para 2,88% nos 12 meses até junho. É a menor variação desde outubro de 2019 (2,84%).

Com informações de Folhapress, por Leonardo Vieceli

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Brasil

Gasolina teve alta de 11,8% desde que Lula assumiu governo

Gasolina: governo Lula reavalia aumento planejado para marçoFoto: Reprodução

O preço da gasolina no Brasil ficou 11,8% mais caro desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O combustível encareceu em todos os Estados, sendo que 7 registraram um aumento superior a 15% em comparação a última semana de dezembro de 2022.

O Amazonas foi o Estado onde a gasolina ficou mais cara. Segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil), o combustível é vendido a R$ 6,30, valor 25,7% superior ao comercializado no final do ano passado (R$ 5,33). Já o Piauí foi o Estado que registrou a menor variação (3,1%).

Poder360

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Economia

Latam foi companhia que mais transportou passageiros em 2022

Latam anota aumento de 64% dos passageiros transportados no País no final  do ano - Mercado&Consumo
A companhia aérea Latam Brasil foi a que movimentou mais passageiros domésticos no país no ano passado. Foram 28,7 milhões –alta de 43,5% em relação aos cerca de 20 milhões de 2021. A empresa ultrapassou a Azul, que ficou em 2º lugar em 2022 e estava em 1º em 2021. Os dados são da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

A Latam Brasil não ocupava o topo da lista desde 2012, quando ainda se chamava Tam e movimentou 30,6 milhões de passageiros em voos domésticos.

A Gol é a companhia aérea que ficou no topo do ranking de 2013 a 2020, mas em 2021 e em 2022 ficou em 3º lugar. No ano passado, movimentou cerca de 26,3 milhões de passageiros em voos nacionais.

Em 2000, a companhia aérea que estava no topo era a Varig, com 7,3 milhões de passageiros domésticos naquele ano. A empresa encerrou suas atividades em 2006.

Até 31 de maio deste ano, a Latam Brasil segue no topo da lista, com 13 milhões de passageiros. A Gol está em 2º lugar, com 12,1 milhões, e a Azul, na 3ª posição, com 11,3 milhões.

Poder360

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Brasil

Regulamentação da reforma tributária ficará para 2024, diz Ministério da Fazenda

Coaf retorna ao Ministério da Fazenda - InfoMoneyFoto: Divulgação

A regulamentação da primeira fase da reforma tributária, que simplifica os impostos sobre o consumo, ficará para 2024, disse nesta sexta-feira (14) o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Em evento virtual para um banco, ele adiantou que, a princípio, estão previstos quatro projetos de lei complementar.

Segundo Appy, o primeiro projeto detalhará as regras do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual. O segundo criará e regulamentará o Conselho Federativo. O terceiro tratará do Fundo de Desenvolvimento Regional, e o último trará regras para os créditos acumulados de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que desaparecerá para d ar lugar ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

“Em princípio, são essas quatro leis complementares. Não temos uma data definida, mas estamos trabalhando com a ideia de mandar ao Congresso Nacional na abertura da sessão legislativa do ano que vem, no começo de fevereiro de 2024”, declarou o secretário.

Appy disse que o governo quer construir os projetos em parceria com os estados e os municípios e que os governos locais terão alguns espaços de autonomia, como no caso da alíquota do IBS, tributo de responsabilidade dos governos estaduais e das prefeituras.

De acordo com o secretário, os governos locais poderão estabelecer as alíquotas do IBS, mais altas ou mais baixas, por lei complementar. No entanto, se nada for feito, prevalecerá a alíquota de referência definida nacionalmente. “Se não fizerem nada, vale a de referência”, disse.

Em relação ao Conselho Federativo, Appy explicou que o órgão, que definirá as políticas fiscais e tributárias dos governos locais por maioria de votos e por maioria de população nos estados e nos municípios, será um órgão técnico, sem poder político. O secretário também informou que a lei complementar terá uma fórmula de distribuição para repartir os recursos do IBS aos governos locais.

Sobre os créditos acumulados de ICMS, um dos passivos que a reforma tributária terá de resolver, Appy disse que o pagamento pelos estados às empresas com direito a recebê-los estará garantido por 240 meses (20 anos). Por meio dos créditos tributários, uma empresa pode obter descontos no pagamento de tributos ou serem reembolsadas por causa de tributos cobrados a mais ao longo da cadeia produtiva.

Agência Brasil

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Economia

Preço da cesta básica varia até R$ 160 em João Pessoa

Em Porto Alegre economia anual de R$ 900 em supermercado aponta pesquisa da  PROTESTE
Para quem for fazer a feira em João Pessoa, é importante ficar atento à variação de preços nos supermercados. O valor da cesta básica foi o foco da nova pesquisa do Procon, realizado na última terça-feira (11), que visitou 13 supermercados da capital paraibana.

Considerando os itens com os menores preços encontrados durante a pesquisa como um todo, houve uma variação de 82,87%, que corresponde a uma economia de R$ 166,76 no bolso do consumidor, entre a cesta de menor e maior valor. Verifica-se que a cesta básica de menor valor foi de R$201,24 no bairro de Jardim Veneza e a de maior preço foi de R$36 no Altiplano.

Foram pesquisados 264 produtos entre: feijão carioca, arroz parbolizado, açúcar cristal, flocão de milho, óleo de soja, café tradicional em pó, leite integral, leite em pó integral, manteiga com sal, margarina com sal, macarrão espaguete, frutas, legumes, creme dental, sabonete, papel higiênico com 4 rolos (folha dupla e simples – 30 metros), papel higiênico com 16 rolos (folha dupla – 30 metros), álcool em gel 70% e álcool etílico (500ml e 1 L)

Confira a pesquisa completa no site do Procon-JP.

Blog do BG PB com T5

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