Economia

PREPARE O BOLSO: Gás de cozinha fica mais caro na Paraíba

Aumento ocorre a nível nacional

Aumento ocorre a nível nacional (Foto: Sindpetro )

O gás de cozinha de 13 quilos vai ficar mais caro na Paraíba a partir desta quarta-feira (3). A informação foi confirmada por Marcos Antônio, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Paraíba (Sinregás). O reajuste deve elevar o valor cobrado pelas revendedoras em R$ 3,00.

 

Em justificativa, Marcos informou que o aumento ocorre a nível nacional. “Esse aumento não é da Petrobras. Se trata do imposto retirado pelo Governo Federal em 2021 e ele está voltando agora em 2024, que é o PIS e Cofins”, informou.

 

Ainda de acordo com o presidente, haverá um novo reajuste em fevereiro. “Esse são impostos estaduais que a alíquota mudou de 18% para 20%”, concluiu.

Com T5

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Economia

Preço da gasolina subiu 9% no 1º ano de Lula; diesel tem queda

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

O preço médio da gasolina no país acumulou alta de 9% ao longo de 2023. O 1º ano do novo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou com o litro do combustível custando, em média, R$ 5,12 nos postos. Terminou com o valor em R$ 5,58, um aumento de R$ 0,46.

No caso do óleo diesel, o cenário foi o contrário. O combustível acumulou queda de 8,6% em 2023. Na 1ª semana de 2023, o litro estava em R$ 6,41 –o maior patamar do ano. Depois, os preços apresentaram várias quedas e chegaram a R$ 4,92 em julho, quando voltaram a subir. Ainda assim, não retornaram aos patamares de janeiro, fechando o ano em R$ 5,86.

Os dados são das pesquisas semanais realizadas pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) junto a revendedores. O último levantamento, referente à semana encerrada em 30 de dezembro, foi divulgado na terça-feira (2.jan.2024).

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Poder360

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Economia

Diesel fica R$ 0,35 mais caro a partir desta segunda-feira com volta de impostos federais

ImagemFoto: ADRIANO MACHADO/REUTERS

Com a volta dos tributos federais, o diesel deve ficar mais caro em R$ 0,35 a partir desta segunda-feira, dia 1º de janeiro. A estimativa é da Brasilcom (Associação das Distribuidoras de Combustíveis), da Abicom (Associação dos Importadores de Combustíveis) e do ICL (Instituto Combustível Legal).

Desde 2022, o diesel tem isenção de PIS/Cofins. Gasolina e etanol já tiveram a retomada dos tributos em março de 2023.

Segundo o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha também deverá aumentar em até R$ 2 com a reoneração de tributos a partir desta segunda-feira. A alta afeta o GLP vendido para empresas e indústrias, em vasilhames de maior porte.

O Ministério da Fazenda não confirmou o aumento do gás, apenas a retomada dos impostos do diesel. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o impacto da reoneração do combustível será compensando pela redução de mais de 50% no preço do diesel anunciado pela Petrobras em dezembro.

No último dia 7, a companhia reduziu em R$ 0,27 (-6,7%) o preço do litro do diesel nas distribuidoras e, no dia 26, mais R$ 0,30 (-7,9%).

Aumento em 1º de janeiro, com a volta do PIS/Cofins

• Diesel – R$ 0,35
• Biodiesel – R$ 0,12
• GLP – R$ 2

Novo aumento em fevereiro

Já em fevereiro, todos os combustíveis, incluindo a gasolina e o etanol, terão um aumento de 12,5% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Por uma decisão do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) publicada no Dário Oficial da União em 16 de outubro, a alíquota fixa do imposto sobre a gasolina e o etanol passará de R$ 1,22 para R$ 1,37 a partir de 1º de fevereiro. Ou seja, um aumento de R$ 0,15.

No caso do diesel e do biodiesel, a alíquota passará de R$ 0,9456 para R$ 1,0635, alta de R$ 0,12.

O imposto sobre o GLP (gás liquefeito de petróleo) e o GLGN (gás liquefeito derivado de gás natural) também será elevado, de R$ 1,2571 para R$ 1,4139 (R$ 0,16).

“Serão duas pancadas, uma atrás da outra. Primeiro, o PIS/Cofins, que volta a vigorar em 1º de janeiro para diesel e GLP, e, depois, o aumento de 12,5% do ICMS para os combustíveis, a partir de 1º de fevereiro”, afirma Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás.

Aumento em 1º de fevereiro, com reajuste de 12,5% do ICMS

• Gasolina – R$ 0,15
• Etanol – R$ 0,15
• Diesel – R$ 0,12
• GLP – R$ 0,16

Entenda a mudança

A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre os combustíveis foi aprovada em 2022, ainda durante o governo de Jair Bolsonaro, após o impacto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Em fevereiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu estender até março a desoneração para a gasolina e o etanol e até o fim de dezembro para o diesel.

Depois, o governo tentou antecipar a cobrança sobre o diesel, mas medidas provisórias sobre a medida perderam a eficácia sem que fossem votadas.

R7

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Economia

Municípios da Paraíba devem reduzir investimentos devido ao aumento do salário mínimo

O aumento do salário mínimo em 2024 vai trazer benefícios à população brasileira, mas também pode complicar a folha de pagamento dos 223 municípios paraibanos. De acordo com George Coelho, presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), os investimentos podem ser reduzidos para que os salários sejam cumpridos todos os meses.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta última quarta-feira (27) um reajuste de R$ 92, saindo de R$ 1.320 para R$ 1.412. O valor é inferior ao do ano passado, que saiu de R$ 1.212 para R$ 1.320, e do retrasado, de R$ 1.100 para R$ 1.212. Porém, em 2021, o aumento foi equivalente a R$ 55; em 2020, R$ 47; e 2019, R$ 34.

A medida obviamente traz benefícios diretos à população brasileira, mas complicações para empregadores, empresários e também gestores públicos. George Coelho ressalta a importância do aumento, mas cobra maneiras de que o reajuste seja melhor viabilizado.

“O salário mínimo sempre tem que ter esse aumento acima da inflação e, portanto, [a população] ter esse poder de compra. Mas você sabe que quando você coloca no total, você coloca em todos os funcionários da rede municipal, aqueles que trabalham e tem seus direitos. Portanto, nós temos que ver condição de pagamento. E isso pode ser que afete as folhas de pagamento, até porque já estão em níveis elevados”, alertou o presidente da Famup.

A preocupação está direcionada aos municípios mais pobres da Paraíba, que, certamente, vão ter mais problemas para reajustar a folha de pagamento. Para George, tudo dependerá do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Com a atenção voltada ao pagamento dos servidores, mais difícil será a capacidade de investimentos na Saúde, Educação, Infraestrutura, etc.

“Nós precisamos ter a capacidade de investimento e temos que ver também a capacidade de recurso, o que vai ser realmente repassado da projeção, se vai ser cumprido do FPM no próximo ano”, enfatizou o presidente da Famup.

MaisPB

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Economia

Número de empresas em recuperação judicial cresce quase 200% em 2023

bloco de notas contasFoto: Reprodução

O mês de novembro registrou um número recorde de empresas com pedidos de recuperação judicial. Foram 175 companhias que recorreram ao artifício legal para elaborar um plano de reestruturação, segundo dados da Serasa Experian.

O aumento em relação a outubro foi de 8,0%. Já na comparação com novembro de 2022, o crescimento foi de 196,6%.

“Apesar de começarmos a observar os resultados da queda da inflação e das taxas de juros, o que tem contribuído para uma melhoria na inadimplência das empresas, o cenário de recuperação judicial apresenta uma reação mais lenta”, diz o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. 

Os pequenos negócios lideram a lista de pedidos para recuperação judicial. São 137 pedidos de micro e pequenas empresas em novembro. No mesmo mês de 2022, eram 113.

As grandes companhias (16) têm uma minoria dos pedidos. As médias têm quase o dobro, 33.

Apesar dos índices mais negativos para a recuperação judicial, a quantidade de empresas que pediram falência diminuiu em 36,1% na comparação com outubro. A queda foi de 58,9% ante novembro de 2022.

Poder360

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Economia

Lula termina 2023 com rombo próximo de R$ 145 bi nas contas

ImagemFoto: Ricardo Stuckert/Planalto

O 1º ano do 3º mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terminará com um deficit próximo de R$ 145 bilhões, ou 1,4% do PIB (Produto Interno Bruto). Poderia ser maior, mas o montante desconsidera o pagamento de precatórios que será custeado com crédito extra de mais de R$ 90 bilhões.

Mesmo com a retirada dessa cifra do cálculo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não cumpriu a promessa de entregar um rombo fiscal próximo de 1% do PIB, algo perto de R$ 100 bilhões.

Em parte, o ministro defende que a gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL), entregou as contas desarrumadas. Disse que teve que pagar Estados e municípios pela perda de arrecadação com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O valor foi de R$ 16,3 bilhões. Também afirmou que foi preciso elevar o valor do Bolsa Família, o que também seria feito pelo governo anterior.

A média das projeções mais recente do mercado financeiro, divulgada na terça-feira (26.dez.2023) pelo Boletim Focus, indica que o deficit primário das contas do governo será de 1,4% do PIB. A promessa de Haddad foi feita em janeiro, quando apresentou o pacote de ajuste nas contas.

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Poder360

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Economia

Viajar de avião ficou quase 50% mais caro em 2023, diz IBGE

Movimento de voos no aeroporto de Congonhas (SP)Foto: Renato Cerqueira

Viajar de avião ficou mais caro neste ano. O preço da passagem aérea acumula alta de 48,11% em 2023, o maior aumento desde 2011, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), divulgado nesta quinta-feira (28), mostra que em dezembro o item subiu 9,02% e foi responsável pelo maior impacto na prévia da inflação, que ficou em 0,4%.

Segundo analistas, o valor das passagens aéreas tem sofrido oscilações em decorrência de diversos fatores, como o preço do querosene de aviação e a taxa de câmbio, além da baixa oferta em um momento de alta demanda pelas férias e pelas temperaturas elevadas.

A última pesquisa da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), de outubro, confirmava a evolução e mostrava que o preço médio da passagem aérea era de R$ 741,47 (valor corrigido pela inflação oficial). Trata-se do maior valor desde que a análise passou a ser realizada, em 2010. No mesmo mês do ano passado, o preço médio dos bilhetes era 10,8% menor, de R$ 669,12.

R7

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Economia

Preço do GNV vai subir mais de 9% na Paraíba, em 2024

Foto: Reprodução

A Agência de Regulação do Estado da Paraíba aprovou reajuste reajuste do preço do gás natural comercializado pela Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS). A Resolução da diretoria foi publicada na edição desta quinta-feira (28) do Diário Oficial do Estado.

O reajuste da tarifa média foi de 6,8% e no caso do segmento de Gás Natural Veicular (GNV), o aumento atingiu 9,4%.

Foi aprovado também reajuste de 6,2% no segmento Industrial; 13% no segmento Gás Natural Comprimido – GNC; 4,4 % no segmento Comercial; 0,7% no segmento Residencial; 6,5% no segmento dos Energéticos de Baixo Valor Agregado – EBVA; 10,2% no segmento Geração Distribuída – GD; 6,1% no segmento Cerâmico e Mineração; e 4,5% no segmento Poder Público.

A decisão da Diretoria Colegiada para reajustar as tarifas foi tomada em sua reunião realizada ontem.

MaisPB

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Economia

PIS/Pasep: prazo para sacar abono salarial acaba nesta quinta; veja quem tem direito

Foto: Freepik

O prazo para sacar abono salarial PIS/Pasep de 2023, de ano-base 2021, encerra nesta quinta-feira (28). O benefício é pago aos trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa.

Os pagamentos começaram em fevereiro deste ano, de acordo com o mês de nascimento de cada trabalhador para o PIS, administrado pela Caixa Econômica Federal. Já para o Pasep, benefício pago pelo Banco do Brasil, o calendário se guiava pelo final do número de inscrição.

O valor varia de R$ 108,50 a R$ 1.302, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante 2021 e não ultrapassando o valor máximo de um salário mínimo.

A estimativa era de que 22,9 milhões de pessoas recebessem o abono salarial em 2023, totalizando R$ 24 bilhões em pagamentos.

Contudo, a Caixa Econômica Federal informou que cerca de 84,5 mil trabalhadores ainda não sacaram o benefício deste ano.

O cronograma de pagamento do PIS/Pasep de 2024 já foi divulgado e aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), referente ao ano-base de 2022.

Os abono salarial do próximo ano terá início a partir de 15 de fevereiro.

Quem tem direito ao abono salarial

Para receber o PIS/Pasep o trabalhador ou servidor precisa atender aos seguintes critérios:

  • Estar inscrito no programa PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • Trabalhar para empregadores contribuintes do PIS/Pasep;
  • Ter trabalhado por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, durante o ano-base;
  • Ter dados corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial do ano-base considerado para apuração. O prazo para essa atualização foi até 30 de setembro de 2022.

Caso não atenda a todos os pontos, não terá direito ao abono salarial.

Empregados domésticos, trabalhadores rurais ou urbanos empregados por pessoa física e trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica também não têm direito ao benefício.

Como consultar o benefício

Para consultar o benefício é possível ligar ao 158 ou acessar a Carteira de Trabalho Digital no portal gov.br.

Como sacar PIS/Pasep

Para trabalhadores da iniciativa privada que têm conta-corrente ou poupança na Caixa, o crédito cai em conta. Para quem não tem, o pagamento será por meio da Poupança Social Digital, aberta automaticamente pelo banco. Já o Pasep é pago pelo Banco do Brasil.

CNN Brasil

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Economia

Dívida pública federal bate recorde e atinge R$ 6,33 tri em novembro

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

A dívida pública cresceu 2,48% em novembro em relação a outubro de 2023. O valor atingiu R$ 6,33 trilhões, uma alta de R$ 153,11 bilhões no período. É o recorde na série histórica.

Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta 4ª feira (27.dez.2023). Eis a íntegra da apresentação.

O estoque da dívida inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior. Em outubro, o passivo havia alcançado R$ 6,17 trilhões.

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A dívida pública é emitida pelo governo federal para financiar o deficit orçamentário, ou seja, para cobrir as despesas que superam a arrecadação com impostos, contribuições e outras receitas.

O indicador é tido como uma das principais referências para a avaliação da capacidade de pagamento do país pelas agências globais que avaliam o grau de investimento.

Em agosto, a dívida atingiu R$ 6,27 trilhões. Era até então o recorde da série histórica.

Poder360

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