Economia

Companhias aéreas anunciam plano com passagens a R$ 799 em 2024

Avião
Objetivo é reduzir preços de passagens aéreas em 2024 (Foto: Divulgação)

As três maiores companhias aéreas do Brasil – Azul, Gol e a Latam – anunciaram, nesta segunda-feira (18), em Brasília, oferta passagens entre R$ 699 e R$ 799 por trecho viajado em 2024. Juntas, irão disponibilizar mais de 25 milhões de bilhetes aéreos.

Outras ações apresentadas pelas empresas estão: valores mais acessíveis para bilhetes comprados com até 14 dias de antecedência da data da viagem, inclusão de serviços de remarcação sem cobrança de taxa adicional, oferta de tarifas mais acessíveis para compras realizadas em determinados dias da semana; aumento no número de oferta de voos; ampliação da frota aérea, gratuidade no despacho de bagagens e marcação de assento para compras feitas em cima da hora e aumento na oferta de assentos.

Preço médio

Os preços dos bilhetes aéreos com tarifas máximas, de R$ 699 e R$ 799 por trecho, ficaram, no entanto, acima da tarifa aérea real média em voos domésticos, divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No último levantamento da agência reguladora, em setembro de 2023, o preço médio chegou a R$ 748, o maior do ano. O painel da Anac apresenta os dados das tarifas aéreas comercializadas desde 2002.

Planos das companhias aéreas

As propostas das três companhias aéreas serão válidas a partir de 2024. Confira as principais medidas anunciadas:

Azul

• oferta de 10 milhões de passagens por até R$ 799 por trecho, por ano, para compras com antecedência de até 14 dias;

• Marcação de assento e bagagem despachada gratuitamente para compras realizadas de última hora;

O CEO da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, John Rodgerson, esclarece que um terço dos assentos dos voos da companhia estarão nesta condição. “Estamos animados para fazer esta contribuição como primeiro passo, antes de ter uma saída com a judicialização ou do combustível, outras coisas, porque a gente acredita no mercado livre, que se atacarmos o custo de juros neste país, se atacarmos o preço do combustível, a tarifa média, naturalmente, vai cair”.

Gol

• 15 milhões de passagens por até R$ 699 por trecho para compras com antecedência mínima de 14 dias;

• promoção com voos de R$ 600 a R$ 800, nas compras realizadas com 21 dias de antecedência da data do voo;

• despacho gratuito da bagagem para o passageiro que comprar o bilhete de última hora;

• tarifas de assistência emergencial com desconto de até 80% na tarifa disponível, quando ocorrer o falecimento de um familiar direto.

“A gente está aqui, justamente, para passar essa percepção, firmar compromissos para que a gente possa criar essa agenda positiva, para que a população brasileira saiba que tem um setor que quer, de fato, crescer, estar de portas abertas e dar acesso”, disse o CEO da Gol, Celso Ferrer.

Latam

• campanhas publicitárias para ensinar os consumidores sobre como comprar passagens aéreas mais baratas, com planejamento;

• promoção com um destino semanal com tarifa abaixo de R$ 199;

• atualização do programa de fidelidade, que deixa de ter validade para uso das milhagens;

• aumento da oferta em 3 milhões assentos, com a média de 10 mil assentos diários nos voos da companhia.

Agência Brasil

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Economia

TURISMO: Aeroporto de João Pessoa bate recorde diário de voos

Aeroporto Internacional de João Pessoa (Foto: Prefeitura de João Pessoa)

O Aeroporto Castro Pinto bateu um recorde histórico no número de operações, neste domingo (17). Ao todo foram 50 voos, 25 pousos e 25 decolagens , o que deve ter representado a movimentação de cerca de cinco mil passageiros embarcando e desembarcando em apenas um dia. Além dos voos comerciais, houve uma operação com chegada de um avião de cargas vindo de São Paulo.

A Gol Linhas Aéreas foi a companhia com maior número de voos. No total foram 11 chegadas vinda de São Paulo (quatro), Salvador (dois) e Brasília (dois), Rio de Janeiro e Confins (MG), além de Buenos Aires (um), e 11 partidas com retorno para os mesmos destinos. Operou ainda um voo em parceria com uma empresa de entrega de cargas.

A Azul Linhas Aéreas realizou oito operações de chegadas e oito de partidas. Três para Recife, duas para Campinas (SP) e uma para São Paulo, Confins e Salvador. Já a Latam teve cinco operações, sendo três para São Paulo e duas para Brasília.

O movimento no aeroporto tem registrado um dos maiores crescimentos de todos os tempos. Em novembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 12,8%. No acumulado do ano esse percentual chega a 15,4%, com 1.282.388 passageiros embarcando e desembarcando. Em novembro deste ano foram 121.225 passageiros.

De acordo com o secretário de Turismo de João Pessoa, Daniel Rodrigues, o crescimento no número de voos e passageiros é resultado do trabalho que a prefeitura da capital paraibana vem realizando na área do Turismo em parceria com o Governo do Estado e trade turístico. Foram participações em feiras de turismo, capacitação de agentes de viagens e operadores de turismo, além de roadshows e rodadas de negócios por diversas cidades brasileiras e da divulgação promocional do destino.

Daniel Rodrigues destacou que João Pessoa tem sido protagonista em todos os dados dos aplicativos de viagens e operadoras, a exemplo do Decolar.com, como um dos destinos tendência e em alta no país, sempre se posicionando entre os 10 mais buscados para o período de verão.

Blog do BG PB com MaisPB

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Economia

Famílias do nordeste usam 11% da renda para encher o tanque

Em contrapartida, as regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram médias inferiores

 

Que o brasileiro gasta muito com combustível a gente já sabe. Agora, novo levantamento nos mostra que o nordeste é a região que mais gasta com gasolina, além de outras coisas. Todos os detalhes vamos destrinchar ao longo do texto.

No terceiro trimestre de 2023, encher o tanque ficou mais caro. Isto porque o consumo de gasolina representou 6,6% da renda das famílias brasileiras – um aumento de 0,8% em relação ao primeiro semestre do mesmo ano e de 0,1% no trimestre anterior, quando o índice era de 6,5%.

No entanto, na região Nordeste a coisa ficou ainda pior. Lá, essa porcentagem foi ainda maior, atingindo, em média, 11% da renda familiar mensal.

Este é um número expressivo, que indica a predatória relação entre os salários e o preço dos combustíveis. Fica pior ainda se considerarmos como este é um gasto muitas vezes inevitável, seja para trabalhar ou deslocamentos diários essenciais.

Estes dados quem nos passa é o Indicador de Poder de Compra de Combustíveis, desenvolvido pela Fipe com base em informações da PNAD Contínua (IBGE). A divulgação é de responsabilidade do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade.

O acompanhamento revela também as diferenças regionais no impacto do custo do combustível nas finanças familiares. No Nordeste, por exemplo, estados como Maranhão (12,1%), Alagoas (11,9%), e Bahia (11,4%) destacam-se com percentuais acima da média nacional.

Em contrapartida, as regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram médias inferiores, com 4,9% em São Paulo e 5,4% no Centro-Oeste. Já entre as capitais, Rio Branco – AC lidera o ranking com 9,2%, enquanto Brasília registra o menor percentual (3,5%).

Além dos gastos, o Monitor de Preços de Combustíveis revela os desafios enfrentados pelos consumidores quando o assunto é cifras na bomba.

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Garagem 360

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Economia

Vendas de Natal devem crescer 8% este ano na Paraíba, aponta Fecomércio

Imagem ilustrativa – (Foto: Secom-JP)

O presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços da Paraíba (Fecomércio-PB), Marconi Medeiros, projetou, durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, um crescimento de até 8% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com Marconi Medeiros, apesar das dificuldades enfrentadas ao longo do ano, o setor de comércio e serviços no estado superou os números de 2022. “Este ano teremos um crescimento de 7,5% a 8%, apesar do ano difícil. Os setores do comércio e serviços da Paraíba estão superando os números do ano passado, por isso a expectativa é grande, principalmente com o pagamento da 2ª parcela do 13º salário que está possibilitando uma injeção financeira significativa na economia”, disse.

Medeiros também ressaltou que tanto as lojas de rua quanto as localizadas nos shoppings centers, estão registrando um bom volume de consumidores.  Segundo ele, os produtos mais procurados são vestuário, calçados e eletroeletrônicos.

Contratação de temporários

O presidente da Fecomércio também projetou a efetivação de um bom número de funcionários contratados temporariamente por conta da alta demanda desta época do ano.

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PB.com

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Economia

Congresso Nacional derruba veto de Lula e desoneração da folha é prorrogada até 2027

Foto: Gervásio Baptista/Agência Brasil

Senadores e deputados federais derrubaram, na tarde desta quinta-feira (14), durante sessão conjunta do Congresso Nacional, o veto do presidente Lula da Silva (PT) à proposta que renovava a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia até 2027. Economistas avaliam que a prorrogação pode beneficiar quase 9 milhões de emprego.

Entre os senadores, 60 votaram para derrubar o veto e 13 para manter a decisão presidencial. Na Câmara Federal, o resultado foi de 378 a 78 pela derrubada.

Com o veto derrubado, o texto agora segue para promulgação por parte do Congresso. Com isso, a medida passará a valer a regra que permite às empresas desses setores substituir a contribuição previdenciária, de 20% sobre os salários dos empregados, por uma alíquota sobre a receita bruta do empreendimento, que varia de 1% a 4,5%, de acordo com o setor e serviço prestado.

Em vigor desde 2011, a medida perderia validade no fim deste ano. Pela proposta aprovada no Legislativo, será prorrogada por mais quatro anos — até 31 de dezembro de 2027.

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Com MaisPB

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Economia

Setor de serviços na Paraíba registra 2ª maior do País em outubro, revela IBGE

Na contramão do país, o volume do setor de serviços na Paraíba apresentou a segunda maior alta do país em outubro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que foram divulgados, nesta quarta-feira (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Paraíba registrou alta de 5,1% em relação ao mês anterior, enquanto Acre liderou alta com 6,6%. O índice estadual foi na contramão da média nacional, que teve uma queda de 0,6% no mês de outubro e outros doze estados registaram recuo.

Frente a outubro do ano passado, o setor serviços da Paraíba também expandiu 7,1%, a segunda maior expansão do Nordeste enquanto a média do País registrou nova queda de 0,4%.

ACIMA DE DOIS DÍGITOS NO ANO – No acumulado de janeiro a outubro deste ano, a taxa da Paraíba, no setor de serviços, permanece com crescimento acima de dois dígitos (10,6%), maior índice dos nove Estados do Nordeste e alcançando o 4º maior crescimento da taxa nacional, atrás apenas dos estados de Mato Grosso (16,9%), Paraná (11,7%) e Tocantins (11,4%), enquanto o País cresceu 3,1% no ano até outubro.

COMPORTAMENTO DAS ATIVIDADES –Frente a outubro de 2022, os serviços profissionais, administrativos e complementares e os prestados às famílias exerceram contribuições positivas sobre o volume total de serviços, impulsionados pelo aumento de receita das empresas que atuam com locação de automóveis; serviços de engenharia; agências de viagens; com serviços de bufê e hotéis.

No acumulado no ano do setor de serviços, frente a igual período de 2022, quatro das cinco atividades de divulgação apontaram taxas positivas e crescimento de 57,8% dos 166 tipos de serviços investigados. A contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, impulsionado pelo aumento das receitas das empresas de transporte rodoviário de cargas; aéreo de passageiros; navegação de apoio marítimo e portuário; transporte por navegação interior de carga; rodoviário coletivo de passageiros; e armazenamento.

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE passou neste ano de 2023 por atualizações na seleção da amostra de empresas, ajustes nos pesos dos produtos e das atividades, além de alterações metodológicas, para retratar mudanças econômicas na sociedade.

O QUE MEDE A PESQUISA – A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços do país e dos Estados, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, mas excluídas as áreas de saúde e educação. Ao lado da administração pública, os setores de serviços e de comércio têm os maiores pesos na composição do PIB do País e dos Estados.

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Economia

Preço caro: Valor da cesta básica em João Pessoa tem variação de quase 130%

A variação nos preços dos alimentos que compõem a cesta básica pode chegar a 129,50% nos supermercados da Capital, segundo registra pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor que encontrou a massa para cuscuz flocão São Braz 500g oscilando entre R$ 1,39 (O Cestão – Geisel) e R$ 3,19 (Mateus – Altiplano), diferença de R$ 1,80.

O levantamento do Procon-JP foi realizado no dia 12 de dezembro em 15 estabelecimentos e traz preços de 72 produtos como óleo, feijão (carioquinha e preto), arroz parboilizado, café, macarrão, massa para cuscuz, açúcar, sal, leite em pó e em caixa, margarina, manteiga e biscoitos doces e salgados.

A maior diferença de toda pesquisa ficou com o leite em pó integral Ninho 750g, R$ 8,00, com o preço do produto sendo praticado entre R$ 28,99 (O Cestão – Geisel) e R$ 36,99 (DoDia – Bessa), variação de 27,60%.

Mais variações – Outras duas grandes variações foram encontradas na margarina Deline 250g, 100,40%, com preços entre R$ 2,49 (Manaíra – Manaíra) e R$ 4,99 (DoDia – Bessa), diferença de R$ 2,50; e no litro do leite integral UHT (caixa) Italac, 79,20%, com preços entre R$ 3,99 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 7,15 (Varejão – Varjão), diferença de R$ 3,16.

Mais diferenças – O Procon-JP registra, ainda, outras diferenças significativas, como no preço da manteiga Betânia 200g, R$ 3,90, que está oscilando entre R$ 11,79 (Varejão do Preço – Rangel) e R$ 15,69 (Carrefour – Bancários), variação de 33,08%, seguido do café moído Melita 250g, R$ 3,60, com preços entre R$ 6,39 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 9,99 (Latorre – Torre), variação de 56,34%.

Estabelecimentos visitados – A pesquisa visitou os seguintes supermercados: São João (Centro); Varejão (Varjão); Menor Preço (Bairro dos Estados); Assaí Atacadista (Epitácio Pessoa); Manaíra (Manaíra); Bemais e Carrefour (Bancários); Assis (Mangabeira VIII, Cidade Verde); DoDia (Bessa); O Cestão e Super Box Brasil (Geisel); Pague Bem Menos (Valentina); Varejão do Preço (Rangel); Latorre (Torre); e Mateus (Altiplano).

Para conferir a pesquisa completa acesse o portal da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP – www.proconjp.pb.gov.br

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Brasil

Extrema pobreza no Brasil cai pela 1ª vez desde o início da pandemia

Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas no BrasilFoto: Sérgio Lima/Poder360

O percentual de brasileiros em situação de extrema pobreza caiu em 2022 pela 1ª vez desde o início da pandemia, em 2020. Passou de 9% em 2021 para 5,9% no último ano, enquanto a pobreza teve queda de 36,7% para 31,6% no mesmo período. Os dados são da SIS (Síntese de Indicadores Sociais) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No ano passado, o Brasil teve 67,8 milhões de pessoas na pobreza e 12,7 milhões na extrema pobreza, segundo o instituto. O recuo em relação a 2021 foi de 10,2 milhões e 6,5 milhões, respectivamente. A série histórica do IBGE foi iniciada em 2012.

Apesar da queda em relação a 2021, o percentual de pessoas pobres no Brasil se manteve acima do nível de 2020 (31%). Foi igual ao percentual de 2015, quando começou a haver um aumento, depois de anos de queda. O nível de 2022 foi mais baixo que o de todos os anos de 2016 (33,7%) a 2019 (32,5%).

Já a extrema pobreza teve o menor índice no ano passado desde 2015 (5,6%), quando o país começou a registrar um aumento da taxa. Os níveis mais baixos da série histórica foram os de 2014, tanto para a pobreza (30,8%) quanto para a extrema pobreza (5,2%). Já os mais altos foram os de 2021 –ano mais grave da crise sanitária da covid no país.

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Poder360

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Economia

A cada dez brasileiros, oito estão endividados, mostra pesquisa

Pesquisa do Instituto Locomotiva aponta que oito em cada dez famílias brasileiras estão endividadas e um terço têm dívidas em atraso. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (7) no relatório Raio-x dos Brasileiros em Situação de Inadimplência. Os índices, que haviam piorado significativamente durante a pandemia da covid-19, já recuaram, mas ainda são elevados, segundo o relatório.

Para averiguar como anda o cenário de inadimplência no país, a entidade realizou 983 entrevistas pela internet. O questionário foi aplicado entre 11 e 22 de setembro, entre homens e mulheres de todos os estados.

O instituto buscou compreender quais as circunstâncias ligadas à falta de pagamento em dia das contas. A intenção foi identificar a origem das dívidas contraídas, mas também capturar percepções dos brasileiros sobre a perspectiva que têm no horizonte quanto quitar os débitos e também verificar como a inadimplência afeta a vida pessoal dos brasileiros e como os círculos sociais influenciam no modo como as pessoas conduzem sua vida financeira.

O que continua abrindo mais brechas para a inadimplência é o cartão de crédito, de acordo com a pesquisa. O cartão foi a fonte de 60% dos débitos em aberto neste ano, porcentagem que superou a de 2022, de 56%.

Deixar de liquidar dívidas junto a bancos e financeiras e empréstimos e financiamentos também tem sido um desafio para grande parte dos brasileiros. Uma parcela de 43% lida com isso atualmente, proporção que subiu em relação ao ano passado, quando era de 40%.
Os brasileiros também acumulam dívidas do cheque especial (19%); de contas de serviços básicos, como luz, gás e água (17%); de impostos, como IPVA e IPTU (15%); de celular (14%); e compras feitas em lojas de departamento (12%).

Contas pendentes de assinaturas de internet e TV a cabo respondem por 10% e são seguidas na lista pelas ligadas a planos de saúde (6%); mercado (5%); mensalidades em escolas (4%); taxas de condomínio (4%); fabricantes de produtos que a pessoa revende (3%); lojas de materiais esportivos (1%); e outros (2%).

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Economia

Com volta de imposto federal e alta de ICMS, combustíveis ficam mais caros no início de 2024

Gasolina e diesel da Petrobras ficam mais baratos para distribuidoras a  partir de hoje | Economia | G1Foto: Reprodução

Com a volta dos tributos federais, o diesel e o gás de cozinha devem ficar mais caros em R$ 0,35 e R$ 2, respectivamente, a partir de 1º de janeiro. Já em fevereiro, todos os combustíveis, incluindo a gasolina e o etanol, terão um aumento de 12,5% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Por uma decisão do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) publicada no Dário Oficial da União em 16 de outubro, a alíquota fixa do imposto sobre a gasolina e o etanol passará de R$ 1,22 para R$ 1,37 a partir de 1º de fevereiro. Ou seja, um aumento de R$ 0,15.

No caso do diesel e do biodiesel, a alíquota passará de R$ 0,9456 para R$ 1,0635, alta de R$ 0,12.

O imposto sobre o GLP (gás liquefeito de petróleo) e o GLGN (gás liquefeito derivado de gás natural) também será elevado, de R$ 1,2571 para R$ 1,4139 (R$ 0,16).

R7

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