Economia

Quem ganha dois salários mínimos vai pagar imposto em 2024

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

Brasileiros que ganham 2 salários mínimos passam a pagar imposto de renda em 2024. O alerta foi feito pela Unafisco Nacional (União Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), em campanha para a atualização da tabela de isenção do tributo.

A associação explica que, com o aumento de 10,16% no salário mínimo em 2024, a renda das pessoas que ganham 2 salários mínimos passou de R$ 2.640 para R$ 2.824. Paralelamente, a tabela de isenção não foi corrigida.

“A faixa de isenção continua em R$ 2.112, permitindo, por artifício, que quem ganha até R$ 2.640 ficasse isento. Agora, com os ganhos de R$ 2.824, essa parcela da população volta a ser tributada, recolhendo R$ 13,80 de imposto todo mês”, explicou a Unafisco em nota.

“É, no mínimo, um absurdo. O governo vendeu a ideia de isenção para quem ganha até 2 salários mínimos, mas isso não é verdade”, afirmou Mauro Silva, presidente da associação.

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também serão impactados. “O governo está penalizando quem ganha menos. É crucial corrigir a tabela do IRPF para refletir a realidade da inflação”, completou Silva.

Poder360

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Economia

População “nem-nem” deixa de contribuir com R$ 46,3 bilhões na economia, diz CNC

4,7 milhões de jovens não procuraram emprego e nem gostariam de trabalharFoto; Reprodução

Jovens de 18 a 24 anos que não estudam nem trabalham poderiam ter contribuído com R$ 46,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 2022 se inseridos na economia, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A população “nem-nem”, ou seja, aqueles em idade produtiva (15 a 29 anos) que se encontram em situação de inatividade, totalizou 10,9 milhões em 2022, ou seja, um em cada cinco integrantes, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desse grupo, 4,7 milhões de jovens não procuraram emprego e nem gostariam de trabalhar, sendo que essa resposta veio em pouco menos da metade de mulheres responsáveis por cuidar de parentes ou de trabalhos domésticos.

A pesquisa da CNC considerou uma amostragem mais conservadora devido ao recorte etário disponível nos registros oficiais, de 7,6 milhões. Caso essa parcela participasse do mercado de trabalho, o PIB poderia ter sido de R$ 10,146 trilhões ante o valor obtido em 2022 de R$ 10,1 trilhões — um aumento de 0,46 ponto porcentual (p.p.)

CNN

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Economia

E-commerce: equipe de Haddad quer retomar imposto na faixa dos 20%

ImagemFoto: Marko Geber/Getty Images

Após um ano de iniciativas para regularizar o mercado de e-commerce cross-border (como é chamada a compra e venda on-line entre diferentes países por meio de plataformas), a equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, espera dar uma solução para o tema em 2024, segundo apurado pelo Metrópoles.

Neste ano, deverá ser retomado o imposto de importação, de competência federal, que foi zerado provisoriamente em 2023. O horizonte que vem sendo trabalhado para a alíquota está na casa de 20%.

Não há prazo definido para uma decisão ser tomada. O Remessa Conforme – programa de conformidade das remessas internacionais enviadas para o Brasil – está estruturado desde agosto, mas, como está rodando há pouco tempo, ainda há poucos dados disponíveis, o que explica não ter havido ainda uma decisão sobre a retomada do imposto federal.

Metrópoles

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Economia

Inflação do Brasil fecha 2023 a 4,62%, diz IBGE

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A inflação oficial do Brasil fechou 2023 a 4,62%, o menor nível anual desde 2020. A taxa é medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta quarta-feira (10).

A inflação também fechou dentro do intervalo permitido pela meta de inflação, que era de 3,25% em 2023 com tolerância de até 4,75%. A última vez que a taxa global ficou dentro do permitido foi há 3 anos, em 2020. Superou o teto da meta em 2021 e em 2022.

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O IPCA encerrou o ano abaixo dos 5,79% registrados em 2022. Foi pressionado em 2023 principalmente pelo grupo de Transportes, que avançou 7,14%, mas o grupo de Alimentação e bebidas teve alta modesta de 1,03% e contribuiu para a taxa mais baixa.

A gasolina encareceu 12,09% em 2023 e foi o subitem que teve o maior peso entre os 377 pesquisados pelo IBGE. Teve impacto de 0,56 ponto percentual. A deflação da alimentação de domicílio recuou 0,52% em 2023 e segurou a taxa anual.

META & INFLAÇÃO

A taxa anualizada ficou acima de 4,75% em 4 dos 12 meses de 2023: janeiro (5,77%), fevereiro (5,60%), setembro (5,19%) e outubro (4,82%).

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HISTÓRICO RECENTE DA INFLAÇÃO

A inflação desacelerou nos primeiros meses da pandemia de covid-19. A taxa anual saiu de 4,31% em dezembro de 2019 para 1,88% em junho de 2020. Depois, acelerou por 18 meses consecutivos, até novembro de 2021.

A taxa cedeu em dezembro de 2022, mas voltou a subir por mais 4 meses, até atingir o pico de 12,13% em abril de 2022, o maior patamar do ciclo inflacionário recente.

A inflação terminou 2022 a 5,79%. Registrou o mínimo anual de 2023 em junho, quando foi de 3,16%. Terminou o ano abaixo do teto da meta de 4,75%.

Poder 360

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Economia

INFLAÇÃO: Em uma semana, preço da gasolina, em João Pessoa aumenta R$ 0,10

Consumidor pode acessar pesquisa para abastecer com economia.

Preço cobrado pela gasolina comum teve alteração de R$ 0,10 em uma semana.

O maior preço cobrado pela gasolina, em João Pessoa, teve um aumento de R$ 0,10 na comparação dos valores cobrados há uma semana.

A constatação está na pesquisa para combustíveis realizada pelo Procon-JP. O maior preço observado na capital é de R$ 5,690, o posto São José, no bairro da Torre, e o menor – R$ 5,340 – foi verificado no Posto Elesbão, bairro de Água Fria. A diferença no preço da gasolina comum nos postos da capital está em R$ 0,35.

A média do preço do combustível é de R$ 5.465. O levantamento analisou também que o menor preço caiu R$ 0,05 e o maior subiu R$ 0,10 em relação aos valores praticados na semana anterior.

A pesquisa foi realizada em 109 postos que estavam em atividade no dia 10 de janeiro. O menor preço da gasolina aditivada subiu de R$ 5,445 para R$ 5,450 nos postos Expressão – Centro e Torre, Auto – Valentina, Epitácio Pessoa – Tambauzinho e Araújo – Cristo. O maior preço caiu de R$ 5,890 para R$ 5,790 nos postos Santa Rita – Mangabeira e Cow Boy, no Valentina, em relação ao levantamento do último dia 3.

Álcool e diesel

O preço do álcool não foi alterado, mantendo-se o mesmo da última pesquisa e está oscilando entre R$ 3,630 (Ferrari – Centro) e R$ 3,990 (Pichilau – Distrito Industrial e Setta – Alto do Mateus), com média de R$ 3,685, diferença de R$ 0,36 e variação de 9,9%.

S10 – O diesel S10 também está com os mesmos preços da pesquisa anterior e oscila entre R$ 5,580 (08 postos) e R$ 6,190 (Select – Tambauzinho e São José – Cruz das Armas). A diferença do produto está em R$ 0,61, a variação em 10,9% e a média em R$ 5,768.

O menor preço do diesel comum se manteve em R$ 5,530 (Frei Damião – Ipês e Independência – Tambiá). O maior, porém, caiu de R$ 6,020 para R$ 5,990 (Globo Sul – Colinas) comparado à semana passada, registrando variação de 8,3%, uma diferença de R$ 0,46, e média de R$ 5,737.

Gás Natural Veicular

O Gás Natural Veicular (GNV) manteve os mesmos preços nas duas pontas em relação ao levantamento anterior e está sendo praticado entre R$ 4,450 (Z – Jardim Cidade Universitária) e R$ 4,720 (oito postos). O levantamento visitou nove revendedores que estavam em atividade no dia 10 de janeiro.

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Economia

Confira os bairros mais caros de João Pessoa; Um deles é TOP 3 no Nordeste

Avenida Cabo Branco, em João Pessoa

A cidade de João Pessoa encerrou o ano de 2023 com um bairro entre os mais valorizados do mercado imobiliário do Nordeste. Trata-se do Cabo Branco, o 3º colocado no ranking da região, à frente de bairros das capitais Recife e Salvador, por exemplo.

Segundo dados do índice FipeZap, que avaliou o comportamento dos preços de milhares de apartamentos em 50 cidades, Cabo Branco registrou uma média de R$ 9.335 pelo metro quadrado, uma alta de 0,5% em comparação com o ano anterior.

Já o segundo bairro mais caro da capital paraibano é o Altiplano, com imóveis custando em média R$ 7.933 /m².

Em termos de variação, o Aeroclube foi quem registrou a maior alta, com 17,8%, passando a ter uma média R$ 5.993 pelo metro quadrado.

Confira o TOP 10 de João Pessoa:

Cabo Branco – R$ 9.335 /m²
Altiplano Cabo Branco – R$ 7.933 /m²
Jardim Oceania – R$ 7.366 /m²
Brisamar – R$ 7.073 /m²
Manaira – R$ 6.307 /m²
Aeroclube – R$ 5.933 /m²
Bessa – R$ 5.710 /m²
Castelo Branco – R$ 4.877 /m²
Torre – R$ 4.798 /m²
Portal do Sol – R$ 4.779 /m²

Confira o TOP 10 do Nordeste:

Meireles (Fortaleza): Fortaleza lidera o ranking com o bairro Meireles, apresentando um metro quadrado médio de R$ 9.874. Em constante valorização, o Meireles é o mais caro da Região Nordeste, com expectativas de superar os R$ 10 mil por metro quadrado em 2024.

Pajuçara (Maceió): Maceió marca presença com o bairro Pajuçara, ocupando a segunda posição com um metro quadrado médio de R$ 9.617. Reconhecido por suas praias paradisíacas, Pajuçara é uma opção cara e tradicional na cidade.

Cabo Branco (João Pessoa): Representando João Pessoa, Cabo Branco se destaca na terceira posição, apresentando um metro quadrado médio de R$ 9.335. Com uma praia urbana deslumbrante de 5,1 km, o bairro oferece um cenário idílico para quem busca qualidade de vida.

Ponta Verde (Maceió): Maceió figura novamente no ranking com o bairro Ponta Verde, ocupando a quarta posição. Com um metro quadrado médio de R$ 9.272, Ponta Verde é uma escolha nobre e sofisticada, destacando-se pela praia de areia branca e coqueiros.

Jatiúca (Maceió): Jatiúca, mais um representante maceioense, aparece em quinto lugar. Com um metro quadrado médio de R$ 9.207, o bairro encanta com sua praia de areia dourada e águas cristalinas, além de oferecer uma infraestrutura completa para lazer e entretenimento.

Engenheiro Luciano Cavalcante (Fortaleza): Ao mesmo tempo, Fortaleza retorna ao ranking com o bairro Engenheiro Luciano Cavalcante, ocupando a sexta posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.937, a zona Sul da capital cearense oferece uma alternativa sofisticada para investidores.

Jacarecica (Maceió): Jacarecica, mais um destaque de Maceió, se posiciona em sétimo lugar. Com um metro quadrado médio de R$ 8.846, o bairro se destaca pela natureza exuberante e pela praia preservada, sendo uma opção para quem busca tranquilidade.

Barra (Salvador): Salvador marca presença no ranking com o bairro da Barra, ocupando a oitava posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.593, a Barra mistura beleza natural, patrimônio histórico e uma vida noturna animada.

Santo Amaro (Recife): A princípio, Recife entra na lista com o bairro Santo Amaro, ocupando a nona posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.459, Santo Amaro é um bairro histórico na área central da capital pernambucana.

Boa Viagem (Recife): Por fim, fechando o ranking, temos Boa Viagem, também em Recife, ocupando a décima posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.241, Boa Viagem é um bairro litorâneo com uma das praias mais famosas e movimentadas do Brasil.

Com MaurílioJR

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Economia

Preço da cesta básica em João Pessoa é o terceiro menor do país

Em março, cesta básica ficou mais barata em João Pessoa e outras 12  capitais - TV PONTA DOS SEIXASFoto: Reprodução Em dezembro de 2023, o maior custo da cesta básica foi em Porto Alegre (R$ 766,53), depois em São Paulo (R$ 761,01), Florianópolis (R$ 758,50) e no Rio de Janeiro (R$ 738,61). Aracaju (R$ 517,26), Recife (R$ 538,08) e João Pessoa (R$ 542,30) registraram os menores valores médios. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos em 17 capitais. A estimativa do Dieese leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em dezembro de 2023, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi 109 horas e três minutos, considerando o trabalhador remunerado pelo salário mínimo. Em novembro, a jornada necessária era de 107 horas e 29 minutos. Em dezembro de 2022, a média era de 122 horas e 32 minutos. Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido – descontado o valor referente à Previdência Social – o levantamento mostra que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro de 2023, 53,59% do rendimento para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandaram 52,82%. Em dezembro de 2022, o comprometimento era de 60,22%. Blog do BG PB

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Economia

Governo da Paraíba isenta complementação de ICMS de mercadorias de empresas em estoque

Imagem: Reprodução

O governador João Azevêdo, atendendo ao pleito de contribuintes paraibanos, assinou decreto isentando as empresas da Paraíba de complementar a nova alíquota do ICMS do Estado (padrão), que desde o dia 1° de janeiro é de 20%. O decreto foi publicado, nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial do Estado.

Na prática, conforme o decreto, as empresas paraibanas com inscrição estadual do regime de tributação de Substituição Tributária (ST), que tinham comprado mercadorias até o 31 de dezembro, terão isenção em dois pontos percentuais desses produtos  em estoque, ou seja, não terão mais a obrigação de complementar a nova alíquota padrão do Estado.

A medida, que vai beneficiar as empresas paraibanas diante da alíquota padrão do ICMS, visa fazer justiça fiscal, pois elas haviam recolhido o imposto integralmente na operação anterior pelo regime de Substituição Tributária.

Dessa forma, o Governo da Paraíba não cobrará mais a complementação do ICMS dos dois pontos percentuais desses produtos em estoque. A medida de isenção promove justiça fiscal com todas as empresas que adquiriram produtos até o dia 31 de dezembro de 2023.

Blog do BG PB

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Economia

Americanas demitiu quase 1.000 funcionários na semana do Ano Novo

Varejista teve pedido de recuperação judicial aceito pela JustiçaFoto: Reprodução

As lojas Americanas demitiram 950 funcionários temporários durante a semana do Ano Novo. O número de demissões está em conformidade com o período anterior à recuperação judicial, de acordo com a empresa. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou, ontem, uma lista de companhias abertas em atraso na entrega de documentos à autarquia, incluindo a Americanas e a Coteminas.

Conforme a CVM, essas empresas estão inadimplentes por não terem enviado, por pelo menos três meses, pelo menos um dos documentos periódicos, como as demonstrações financeiras padronizadas (DFP), informações trimestrais (ITR) e o formulário de referência (FRE).

A lista não inclui empresas em situação de falência ou liquidação, nem aquelas com registro suspenso. As empresas mencionadas são:

  • Americanas
  • Cia. Tecidos Norte de Minas (Coteminas)
  • Ammo Varejo (Empresa do grupo Coteminas, proprietária das marcas Mmartan e Artex)
  • Springs Global Participações (Empresa do grupo Coteminas)
  • Auzza Securitizadora
  • Leads Securitizadora
  • Rio Alto STL Holding I (Empresa de geração de energia com foco em energia solar)
  • Serra Azul Water Park (Dona do parque aquático Wet’nWild).

No comunicado, a CVM alerta os investidores sobre a importância de considerarem essas informações em suas relações com as companhias ou em suas decisões de investimento.

Americanas

Lojas Americanas é uma das maiores redes de varejo do Brasil, com uma presença significativa no setor de comércio eletrônico. A empresa foi fundada em 1929, no Rio de Janeiro, inicialmente como uma loja de departamentos. Ao longo dos anos, a Americanas expandiu sua atuação e diversificou seu portfólio de produtos, tornando-se uma das marcas mais reconhecidas no varejo brasileiro.

A empresa opera em diversos segmentos, oferecendo uma ampla variedade de produtos, incluindo eletrônicos, eletrodomésticos, itens de moda, brinquedos, livros, entre outros. Além das lojas físicas, a Americanas investiu significativamente no comércio eletrônico, mantendo uma forte presença online.

 

No dia 11 de janeiro, uma informação viraria de ponta-cabeça a história da Americanas, umas das maiores e mais tradicionais varejistas do Brasil. No fim daquele dia, a companhia divulgou ao mercado a descoberta de inconsistências contábeis da ordem de R$ 20 bilhões – um número que aumentaria dias depois para R$ 40 bilhões. O anúncio veio junto da renúncia do então CEO, Sérgio Rial, e do diretor de relações com investidores, André Covre.

O “risco sacado”, ou “forfait”, uma espécie de antecipação de recebíveis, foi apontado como uma das potenciais causas do rombo. A prática, comum no varejo, consiste em pegar financiamento com um banco para compra de material de fornecedores.

BG com R7 e G1

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Economia

CRISE: Supermercado ‘Todo Dia’ vai encerrar atividades na Paraíba; confira detalhes

 

As lojas da rede de supermercados ‘Todo Dia’, pertencente ao grupo Carrefour, deverão ser fechadas até o fim deste mês. A informação foi obtida pela reportagem em contato com colaboradores da empresa. Apenas na Paraíba o fechamento deve atingir ao menos quatro lojas espalhadas em três municípios do estado (João Pessoa, Cabedelo e Mamanguape).

Até o momento não há informações se as lojas vão ser substituídas por alguma outra rede de supermercados da marca.

A bandeira ‘Todo Dia’ foi criada em 2004, após a compra do antigo ‘Bompreço’ pelo Walmart. No fim daquela década, o Todo Dia passou por um processo de expansão e a rede chegou a ter unidades em quase todos os estados do Nordeste além de cidades do Sul do país. Em meio a crise financeira de 2015, algumas lojas foram fechadas, inclusive na Paraíba.

Em 2019, a rede passou a integrar o Grupo Big, com a compra dos hipermercados que foram adquiridos pelo Walmart. Em 2021, o Todo Dia, Supermercados Bompreço e Hipermercados Bompreço, além do Sam’s Club, passam a integrar o grupo Carrefour Brasil, após uma transação em torno dos R$ 7 bilhões.

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Com Clickpb

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