Economia

61% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro, aponta pesquisa

ImagemFoto: Arquivo/Agência Brasil

De acordo com os resultados da pesquisa Pulso 2023, da Ipsos, 61% dos entrevistados afirmam que não conseguem guardar dinheiro para algum tipo de investimento ou poupança, enquanto 34% declararam que conseguem fazer uma reserva financeira.

Outros 5% dos participantes não souberam ou preferiram não responder a essa questão. Em relação ao otimismo com relação à situação financeira pessoal, 60% dos brasileiros entrevistados dizem estar otimistas que seu padrão de consumo será melhor ou muito melhor nos próximos 12 meses.

Já 85% dizem que, de modo geral, sua vida será melhor ou muito melhor em 2024 do que foi no ano anterior. A pesquisa também mostra que os brasileiros têm uma percepção otimista sobrea capacidade de pagar dívidas em 2024. 77% dos entrevistados se mostraram confiantes de que conseguirão quitar débitos pendentes ao longo deste ano.

Radar Econômico – VEJA

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Economia

MEI: Paraíba contabiliza mais de 38 mil novos registros na categoria em 2023

A Paraíba encerrou o ano de 2023 com 153.468 registros ativos de microempreendedores individuais (MEI), categoria que é destinada, principalmente, para incentivar a formalização de profissionais autônomos. Desse total, segundo levantamento realizado pelo Sebrae/PB, 38.220 cadastros, o que corresponde a 24,9% do total, foram de novos registros no MEI, ou seja, de empreendedores que se formalizaram ao longo do ano de 2023.

Ainda conforme o levantamento do Sebrae, realizado a partir de dados disponibilizados pela Receita Federal, a atividade econômica mais procurada pelos MEIs que se formalizaram em 2023 foi o “comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios”, que contabilizou 2.018 novos registros no ano passado. Em seguida, aparece a atividade de “promoção de vendas”, que somou 1.785 novos cadastros no mesmo período, e compreende, entre outras possibilidades, a distribuição de folhetos ou materiais publicitários e a divulgação nos próprios locais de venda.

Já a atividade de “preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo”, que inclui, entre outras possibilidades, a realização de serviços de digitação, operações de sistema e transcrição de documentos, foi a terceira mais buscada pelos novos MEIs da Paraíba no ano passado, com 1.326 novos registros. Logo depois, a quarta atividade com maior número de novas formalizações no estado foi a de “cabeleireiro, manicure e pedicure”, responsável por 1.321 novos cadastros.

Fechando o ranking das cinco atividades mais buscadas pelos novos MEIs paraibanos em 2023, segundo o levantamento, está a de “outras atividades de ensino”, com 1.225 novos registros. Essa atividade inclui, entre outras possibilidades, a realização de serviços como aulas particulares, de reforço ou instrutoria de cursos.

Conforme ressalta a analista técnica do Sebrae/PB, Germana Espínola, o perfil dos novos MEIs abertos na Paraíba reflete, entre outros fatores, as tendências de consumo e as necessidades prioritárias do público. “Os segmentos mencionados podem ser mais demandados por diferentes razões. Uma delas é que eles exigem investimentos iniciais mais baixos, facilitando o acesso para os empreendedores iniciantes. Além disso, algumas dessas atividades, como a de cabeleireiro, manicure e pedicure, podem ser realizadas por quem tem habilidades técnicas, mas sem a necessidade prévia de uma educação formal extensiva”, explicou a analista.

Ainda conforme Germana Espínola, “outro ponto importante é a demanda do mercado local, uma vez que esses serviços, frequentemente, atendem necessidades básicas da comunidade, gerando demandas constantes”. Além disso, segundo a analista, os benefícios concedidos para quem é MEI também tornam a categoria bastante viável para os empreendedores iniciantes.

“Uma das razões é a facilidade de formalização, já que o processo é simplificado, com menor burocracia e baixos custos fiscais e de tributação, em comparação com outras modalidades de empresas. Outra questão que também é atraente para esses empreendedores iniciantes é o acesso aos benefícios previdenciários e o enquadramento no Simples Nacional”, concluiu Germana Espínola.

Orientação – Para quem já é ou deseja se tornar ummicroempreendedor individual, o Sebrae/PB oferece uma série de serviços de orientação e capacitação, que podem ser acessados através do portal da instituição (www.sebrae.com.br/paraiba) ou da Central de Relacionamento e do WhatsApp, ambos com número 0800 570 0800.

Confira o ranking, na Paraíba, das atividades mais formalizadas no MEI em 2023: 

Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios: 2.018 registros

Promoção de vendas: 1.785 registros

Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo: 1.326 registros

Cabeleireiro, manicure e pedicure: 1.321 registros

Outras atividades de ensino: 1.225 registros

Blog do BG PB

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Economia

Quem ganha dois salários mínimos vai pagar imposto em 2024

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

Brasileiros que ganham 2 salários mínimos passam a pagar imposto de renda em 2024. O alerta foi feito pela Unafisco Nacional (União Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), em campanha para a atualização da tabela de isenção do tributo.

A associação explica que, com o aumento de 10,16% no salário mínimo em 2024, a renda das pessoas que ganham 2 salários mínimos passou de R$ 2.640 para R$ 2.824. Paralelamente, a tabela de isenção não foi corrigida.

“A faixa de isenção continua em R$ 2.112, permitindo, por artifício, que quem ganha até R$ 2.640 ficasse isento. Agora, com os ganhos de R$ 2.824, essa parcela da população volta a ser tributada, recolhendo R$ 13,80 de imposto todo mês”, explicou a Unafisco em nota.

“É, no mínimo, um absurdo. O governo vendeu a ideia de isenção para quem ganha até 2 salários mínimos, mas isso não é verdade”, afirmou Mauro Silva, presidente da associação.

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também serão impactados. “O governo está penalizando quem ganha menos. É crucial corrigir a tabela do IRPF para refletir a realidade da inflação”, completou Silva.

Poder360

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Economia

População “nem-nem” deixa de contribuir com R$ 46,3 bilhões na economia, diz CNC

4,7 milhões de jovens não procuraram emprego e nem gostariam de trabalharFoto; Reprodução

Jovens de 18 a 24 anos que não estudam nem trabalham poderiam ter contribuído com R$ 46,3 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 2022 se inseridos na economia, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A população “nem-nem”, ou seja, aqueles em idade produtiva (15 a 29 anos) que se encontram em situação de inatividade, totalizou 10,9 milhões em 2022, ou seja, um em cada cinco integrantes, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desse grupo, 4,7 milhões de jovens não procuraram emprego e nem gostariam de trabalhar, sendo que essa resposta veio em pouco menos da metade de mulheres responsáveis por cuidar de parentes ou de trabalhos domésticos.

A pesquisa da CNC considerou uma amostragem mais conservadora devido ao recorte etário disponível nos registros oficiais, de 7,6 milhões. Caso essa parcela participasse do mercado de trabalho, o PIB poderia ter sido de R$ 10,146 trilhões ante o valor obtido em 2022 de R$ 10,1 trilhões — um aumento de 0,46 ponto porcentual (p.p.)

CNN

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Economia

E-commerce: equipe de Haddad quer retomar imposto na faixa dos 20%

ImagemFoto: Marko Geber/Getty Images

Após um ano de iniciativas para regularizar o mercado de e-commerce cross-border (como é chamada a compra e venda on-line entre diferentes países por meio de plataformas), a equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, espera dar uma solução para o tema em 2024, segundo apurado pelo Metrópoles.

Neste ano, deverá ser retomado o imposto de importação, de competência federal, que foi zerado provisoriamente em 2023. O horizonte que vem sendo trabalhado para a alíquota está na casa de 20%.

Não há prazo definido para uma decisão ser tomada. O Remessa Conforme – programa de conformidade das remessas internacionais enviadas para o Brasil – está estruturado desde agosto, mas, como está rodando há pouco tempo, ainda há poucos dados disponíveis, o que explica não ter havido ainda uma decisão sobre a retomada do imposto federal.

Metrópoles

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Economia

Inflação do Brasil fecha 2023 a 4,62%, diz IBGE

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A inflação oficial do Brasil fechou 2023 a 4,62%, o menor nível anual desde 2020. A taxa é medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta quarta-feira (10).

A inflação também fechou dentro do intervalo permitido pela meta de inflação, que era de 3,25% em 2023 com tolerância de até 4,75%. A última vez que a taxa global ficou dentro do permitido foi há 3 anos, em 2020. Superou o teto da meta em 2021 e em 2022.

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O IPCA encerrou o ano abaixo dos 5,79% registrados em 2022. Foi pressionado em 2023 principalmente pelo grupo de Transportes, que avançou 7,14%, mas o grupo de Alimentação e bebidas teve alta modesta de 1,03% e contribuiu para a taxa mais baixa.

A gasolina encareceu 12,09% em 2023 e foi o subitem que teve o maior peso entre os 377 pesquisados pelo IBGE. Teve impacto de 0,56 ponto percentual. A deflação da alimentação de domicílio recuou 0,52% em 2023 e segurou a taxa anual.

META & INFLAÇÃO

A taxa anualizada ficou acima de 4,75% em 4 dos 12 meses de 2023: janeiro (5,77%), fevereiro (5,60%), setembro (5,19%) e outubro (4,82%).

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HISTÓRICO RECENTE DA INFLAÇÃO

A inflação desacelerou nos primeiros meses da pandemia de covid-19. A taxa anual saiu de 4,31% em dezembro de 2019 para 1,88% em junho de 2020. Depois, acelerou por 18 meses consecutivos, até novembro de 2021.

A taxa cedeu em dezembro de 2022, mas voltou a subir por mais 4 meses, até atingir o pico de 12,13% em abril de 2022, o maior patamar do ciclo inflacionário recente.

A inflação terminou 2022 a 5,79%. Registrou o mínimo anual de 2023 em junho, quando foi de 3,16%. Terminou o ano abaixo do teto da meta de 4,75%.

Poder 360

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Economia

INFLAÇÃO: Em uma semana, preço da gasolina, em João Pessoa aumenta R$ 0,10

Consumidor pode acessar pesquisa para abastecer com economia.

Preço cobrado pela gasolina comum teve alteração de R$ 0,10 em uma semana.

O maior preço cobrado pela gasolina, em João Pessoa, teve um aumento de R$ 0,10 na comparação dos valores cobrados há uma semana.

A constatação está na pesquisa para combustíveis realizada pelo Procon-JP. O maior preço observado na capital é de R$ 5,690, o posto São José, no bairro da Torre, e o menor – R$ 5,340 – foi verificado no Posto Elesbão, bairro de Água Fria. A diferença no preço da gasolina comum nos postos da capital está em R$ 0,35.

A média do preço do combustível é de R$ 5.465. O levantamento analisou também que o menor preço caiu R$ 0,05 e o maior subiu R$ 0,10 em relação aos valores praticados na semana anterior.

A pesquisa foi realizada em 109 postos que estavam em atividade no dia 10 de janeiro. O menor preço da gasolina aditivada subiu de R$ 5,445 para R$ 5,450 nos postos Expressão – Centro e Torre, Auto – Valentina, Epitácio Pessoa – Tambauzinho e Araújo – Cristo. O maior preço caiu de R$ 5,890 para R$ 5,790 nos postos Santa Rita – Mangabeira e Cow Boy, no Valentina, em relação ao levantamento do último dia 3.

Álcool e diesel

O preço do álcool não foi alterado, mantendo-se o mesmo da última pesquisa e está oscilando entre R$ 3,630 (Ferrari – Centro) e R$ 3,990 (Pichilau – Distrito Industrial e Setta – Alto do Mateus), com média de R$ 3,685, diferença de R$ 0,36 e variação de 9,9%.

S10 – O diesel S10 também está com os mesmos preços da pesquisa anterior e oscila entre R$ 5,580 (08 postos) e R$ 6,190 (Select – Tambauzinho e São José – Cruz das Armas). A diferença do produto está em R$ 0,61, a variação em 10,9% e a média em R$ 5,768.

O menor preço do diesel comum se manteve em R$ 5,530 (Frei Damião – Ipês e Independência – Tambiá). O maior, porém, caiu de R$ 6,020 para R$ 5,990 (Globo Sul – Colinas) comparado à semana passada, registrando variação de 8,3%, uma diferença de R$ 0,46, e média de R$ 5,737.

Gás Natural Veicular

O Gás Natural Veicular (GNV) manteve os mesmos preços nas duas pontas em relação ao levantamento anterior e está sendo praticado entre R$ 4,450 (Z – Jardim Cidade Universitária) e R$ 4,720 (oito postos). O levantamento visitou nove revendedores que estavam em atividade no dia 10 de janeiro.

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Economia

Confira os bairros mais caros de João Pessoa; Um deles é TOP 3 no Nordeste

Avenida Cabo Branco, em João Pessoa

A cidade de João Pessoa encerrou o ano de 2023 com um bairro entre os mais valorizados do mercado imobiliário do Nordeste. Trata-se do Cabo Branco, o 3º colocado no ranking da região, à frente de bairros das capitais Recife e Salvador, por exemplo.

Segundo dados do índice FipeZap, que avaliou o comportamento dos preços de milhares de apartamentos em 50 cidades, Cabo Branco registrou uma média de R$ 9.335 pelo metro quadrado, uma alta de 0,5% em comparação com o ano anterior.

Já o segundo bairro mais caro da capital paraibano é o Altiplano, com imóveis custando em média R$ 7.933 /m².

Em termos de variação, o Aeroclube foi quem registrou a maior alta, com 17,8%, passando a ter uma média R$ 5.993 pelo metro quadrado.

Confira o TOP 10 de João Pessoa:

Cabo Branco – R$ 9.335 /m²
Altiplano Cabo Branco – R$ 7.933 /m²
Jardim Oceania – R$ 7.366 /m²
Brisamar – R$ 7.073 /m²
Manaira – R$ 6.307 /m²
Aeroclube – R$ 5.933 /m²
Bessa – R$ 5.710 /m²
Castelo Branco – R$ 4.877 /m²
Torre – R$ 4.798 /m²
Portal do Sol – R$ 4.779 /m²

Confira o TOP 10 do Nordeste:

Meireles (Fortaleza): Fortaleza lidera o ranking com o bairro Meireles, apresentando um metro quadrado médio de R$ 9.874. Em constante valorização, o Meireles é o mais caro da Região Nordeste, com expectativas de superar os R$ 10 mil por metro quadrado em 2024.

Pajuçara (Maceió): Maceió marca presença com o bairro Pajuçara, ocupando a segunda posição com um metro quadrado médio de R$ 9.617. Reconhecido por suas praias paradisíacas, Pajuçara é uma opção cara e tradicional na cidade.

Cabo Branco (João Pessoa): Representando João Pessoa, Cabo Branco se destaca na terceira posição, apresentando um metro quadrado médio de R$ 9.335. Com uma praia urbana deslumbrante de 5,1 km, o bairro oferece um cenário idílico para quem busca qualidade de vida.

Ponta Verde (Maceió): Maceió figura novamente no ranking com o bairro Ponta Verde, ocupando a quarta posição. Com um metro quadrado médio de R$ 9.272, Ponta Verde é uma escolha nobre e sofisticada, destacando-se pela praia de areia branca e coqueiros.

Jatiúca (Maceió): Jatiúca, mais um representante maceioense, aparece em quinto lugar. Com um metro quadrado médio de R$ 9.207, o bairro encanta com sua praia de areia dourada e águas cristalinas, além de oferecer uma infraestrutura completa para lazer e entretenimento.

Engenheiro Luciano Cavalcante (Fortaleza): Ao mesmo tempo, Fortaleza retorna ao ranking com o bairro Engenheiro Luciano Cavalcante, ocupando a sexta posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.937, a zona Sul da capital cearense oferece uma alternativa sofisticada para investidores.

Jacarecica (Maceió): Jacarecica, mais um destaque de Maceió, se posiciona em sétimo lugar. Com um metro quadrado médio de R$ 8.846, o bairro se destaca pela natureza exuberante e pela praia preservada, sendo uma opção para quem busca tranquilidade.

Barra (Salvador): Salvador marca presença no ranking com o bairro da Barra, ocupando a oitava posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.593, a Barra mistura beleza natural, patrimônio histórico e uma vida noturna animada.

Santo Amaro (Recife): A princípio, Recife entra na lista com o bairro Santo Amaro, ocupando a nona posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.459, Santo Amaro é um bairro histórico na área central da capital pernambucana.

Boa Viagem (Recife): Por fim, fechando o ranking, temos Boa Viagem, também em Recife, ocupando a décima posição. Com um metro quadrado médio de R$ 8.241, Boa Viagem é um bairro litorâneo com uma das praias mais famosas e movimentadas do Brasil.

Com MaurílioJR

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Economia

Preço da cesta básica em João Pessoa é o terceiro menor do país

Em março, cesta básica ficou mais barata em João Pessoa e outras 12  capitais - TV PONTA DOS SEIXASFoto: Reprodução Em dezembro de 2023, o maior custo da cesta básica foi em Porto Alegre (R$ 766,53), depois em São Paulo (R$ 761,01), Florianópolis (R$ 758,50) e no Rio de Janeiro (R$ 738,61). Aracaju (R$ 517,26), Recife (R$ 538,08) e João Pessoa (R$ 542,30) registraram os menores valores médios. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos em 17 capitais. A estimativa do Dieese leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em dezembro de 2023, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi 109 horas e três minutos, considerando o trabalhador remunerado pelo salário mínimo. Em novembro, a jornada necessária era de 107 horas e 29 minutos. Em dezembro de 2022, a média era de 122 horas e 32 minutos. Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido – descontado o valor referente à Previdência Social – o levantamento mostra que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro de 2023, 53,59% do rendimento para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandaram 52,82%. Em dezembro de 2022, o comprometimento era de 60,22%. Blog do BG PB

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Economia

Governo da Paraíba isenta complementação de ICMS de mercadorias de empresas em estoque

Imagem: Reprodução

O governador João Azevêdo, atendendo ao pleito de contribuintes paraibanos, assinou decreto isentando as empresas da Paraíba de complementar a nova alíquota do ICMS do Estado (padrão), que desde o dia 1° de janeiro é de 20%. O decreto foi publicado, nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial do Estado.

Na prática, conforme o decreto, as empresas paraibanas com inscrição estadual do regime de tributação de Substituição Tributária (ST), que tinham comprado mercadorias até o 31 de dezembro, terão isenção em dois pontos percentuais desses produtos  em estoque, ou seja, não terão mais a obrigação de complementar a nova alíquota padrão do Estado.

A medida, que vai beneficiar as empresas paraibanas diante da alíquota padrão do ICMS, visa fazer justiça fiscal, pois elas haviam recolhido o imposto integralmente na operação anterior pelo regime de Substituição Tributária.

Dessa forma, o Governo da Paraíba não cobrará mais a complementação do ICMS dos dois pontos percentuais desses produtos em estoque. A medida de isenção promove justiça fiscal com todas as empresas que adquiriram produtos até o dia 31 de dezembro de 2023.

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