Economia

João Pessoa tem a 9ª maior rentabilidade para aluguel no país; veja melhores bairros

Foto: Michelle Farias/Pauta Real

João Pessoa alcançou no mês de julho a quinta maior rentabilidade para aluguel residencial entre todas as capitais do Nordeste e ficou em 9º lugar do país, de acordo com o o Índice FipeZAP de Locação Residencial, divulgado nesta terça-feira (13). A rentabilidade na capital paraibana alcançou 6,87%, superando a média nacional, que ficou em 5,96%.

O preço médio para locação residencial ficou em R$ 39,96 / m². Entre os bairros analisados, o maior aumento no preço do aluguel foi registrado no bairro Jardim Cidade Universitária (19,4%), Jardim Oceania (18,6%), Bessa (18,3%), Portal do Sol (17,4%), Aeroclube (13,8%), Manaíra (10,9%). O Altiplano Cabo Branco foi o único a apresentar queda (2,8), enquanto o maior valor do metro quadrado para aluguel foi registrado no Cabo Branco (R$ 52,4 /m²).

Tomando como base o comportamento dos preços de locação residencial em 36 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou uma elevação de 1,12%  em julho, desacelerando em relação à variação observada em junho (+1,43%).

De acordo com a apuração, os preços de locação de imóveis que possuíam dois dormitórios apresentaram uma valorização mais acentuada (+1,24%), contrastando com o incremento menos expressivo entre unidades com quatro ou mais dormitórios (+0,89%).

Em João Pessoa, a variação em julho ficou em 0,11%, enquanto no acumulado do ano o aumento nos preços foi de 6,21%. Quando avaliado o recorte dos últimos 12 meses, o crescimento na capital paraibana foi de 12,88%.

O aluguel residencial acumula uma valorização de 14,60% nos últimos 12 meses. O comportamento do índice nesse recorte temporal também se manteve acima das variações acumuladas pelo IPCA/IBGE (+4,50%) e pelo IGP-M/FGV (+3,82%). Imóveis com um dormitório se valorizaram acima da média nesse intervalo temporal (+17,47%), contrastando com o aumento relativamente menor entre unidades com três dormitórios (+13,20%).

De acordo com a pesquisa, a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que
opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com o aluguel residencial. Com base em dados de julho de 2024, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em
5,96% ao ano.

A despeito da elevação recente, a taxa média apurada se manteve ligeiramente abaixo à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses, que também aumentou nos últimos meses. Em termos comparativos, a rentabilidade projetada do aluguel residencial foi relativamente maior entre imóveis com apenas um dormitório (6,68% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,67% a.a.).

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Economia

Brasil tem menor PIB per capita entre os 15 países com mais medalhas em Paris

ImagemFoto: Song Yanhua/Xinhua

Líder no número de ouros e de medalhas nos Jogos de Paris, os Estados Unidos estão entre os países mais ricos do mundo e da participação olímpica, com investimento estrutural no esporte. O país tem o melhor desempenho na régua de riqueza e medalhas.

Com um PIB per capita de US$ 81,6 mil, o equivalente a R$ 450,2 mil na cotação atual, os EUA levaram para casa 126 medalhas e também ficaram em primeiro do quadro geral, que prioriza o número de ouros.

A riqueza de um país, no entanto, não é necessariamente proporcional ao resultado no esporte. Há ao menos cinco nações com PIB per capita maior do que o americano, que competiram as Olimpíadas e conquistaram poucas medalhas, segundo análise da Folha, que considerou dados da riqueza anual da população divulgados pelo Banco Mundial em 2023.

A Irlanda, com R$ 571,3 mil por pessoa ao ano, conseguiu apenas sete medalhas. A Suíça, com R$ 551 mil, levou oito, assim como a Noruega, cujo PIB per capita é de R$ 484,7 mil. Qatar (R$ 482 mil) e Singapura (R$ 467 mil) obtiveram apenas uma medalha cada.

Olhando para as 15 delegações com mais medalhas, o Brasil apresenta o PIB per capita mais baixo da lista, de R$ 55,3 mil.

Folha de S. Paulo

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Economia

Custo médio da Construção Civil na Paraíba cresce 0,67% em julho

IBGE: Custo médio da construção civil tem diminuição na PB

O custo médio da construção civil na Paraíba apresentou um aumento de 0,67% em julho, comparado ao mês anterior, conforme aponta o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (09).

Este crescimento ficou acima da média nacional (0,4%) e da regional (0,6%), destacando-se como a quinta maior alta entre as unidades da federação. Os estados que superaram a Paraíba em elevação foram Rio de Janeiro (1,61%), Tocantins (1,06%), Maranhão (1%) e Ceará (0,83%).

Com essa variação, o custo médio por metro quadrado no estado subiu de R$ 1.683,10 em junho para R$ 1.694,43 em julho, mantendo-se, pelo terceiro mês consecutivo, como o segundo maior do Nordeste, ficando atrás apenas do Maranhão (R$ 1.717,29). Esse valor também é superior à média nordestina (R$ 1.636,95), mas ainda abaixo da média brasileira (R$ 1.756,01).

O aumento no custo médio foi impulsionado pela elevação no preço dos materiais de construção, que subiram de R$ 989,31 para R$ 1.000,64. Em contrapartida, o custo da mão de obra permaneceu estável, fixado em R$ 693,79.

No acumulado de 2024, o custo médio da construção civil na Paraíba registrou uma alta de 2,61%, superior às médias do Brasil (1,97%) e do Nordeste (2,38%), configurando-se como o 11º maior aumento entre todas as unidades da federação. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi de 2,94%, também acima das médias nacional (2,66%) e regional (2,78%), porém, ocupando o 11º menor crescimento no país.

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Economia

Paraíba registra quase 70 mil negócios inadimplentes; 92% são micro e pequenas empresas

Foto: Agência Brasil

No mês de junho, 69.837 empresas estavam com contas negativadas na Paraíba,o que representa 25% dos negócios no estado, de acordo com os dados do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Do total de CNPJ com contas em atraso, 64.908 são micro e pequenas empresas.

A Paraíba figura entre os quatro menores percentuais de inadimplência do país e em número absolutos tem o terceiro menor número de empresas inadimplentes no Nordeste, à frente apenas de Sergipe (46.039) e Piauí (45.629).

Em todo o país, 6,9 milhões de negócios estavam inadimplentes, representando 31,2% do total de companhias existentes no Brasil. O levantamento também registrou o volume de mais de 50 milhões de dívidas no mês, que equivalem a soma de R$ 146,2 bilhões. Em média, cada CNPJ negativado possuía 7 contas atrasadas.

“A alta na inadimplência, que atingiu 6,9 milhões de CNPJs desde maio, pode ser atribuída à interrupção na queda das taxas de juros, que anteriormente estavam estáveis. Isso afeta principalmente as dívidas de longo prazo. Empresas com esse tipo de endividamento enfrentam riscos maiores e o aumento das taxas de juros pode resultar em pagamentos mais altos, complicando a gestão financeira. A incapacidade de refinanciar ou renegociar essas dívidas pode levar à insolvência. Além disso, a valorização do dólar adiciona uma pressão extra, pois os importadores de insumos ou produtos finais são diretamente impactados. O fortalecimento do dólar encarece essas importações, reduzindo as margens de lucro e prejudicando a liquidez necessária para cumprir com as obrigações financeiras”, explica o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

Ainda de acordo com o indicador, a maioria das contas foram contraídas pelos empreendedores do setor de Serviços (55,8%) seguido por “Comércio” (35,7%). Em relação ao setor das dívidas, a categoria de “Serviços também representou a maior parte delas (28,6%) seguida por “Outros” (28,4%), que engloba contas associadas a Indústrias, Terceiro Setor e Primário.

Em junho, a análise das Unidades Federativas revelou que Alagoas registrou a maior taxa de inadimplência das empresas do país, com 44,5% das companhias do estado com o CNPJ no vermelho. O ranking seguiu com o Maranhão (39,8%) e Roraima (38,5%) com os negócios com mais pendências financeiras.

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Economia

Preços de imóveis residenciais têm maior alta em 10 anos; João Pessoa tem 4° maior crescimento

Foto: Marco Pimentel/Destino Paraíba

Os preços dos imóveis residenciais no Brasil aumentaram 0,76% em julho com base no Índice FipeZAP, divulgado nesta semana. Esta é a maior variação mensal do índice desde janeiro de 2024, quando houve uma aceleração de 0,77%.

Em João Pessoa, a alta foi de 1,32%, considerada a quarta maior do país, atrás apenas de Salvador (+2,44%); São Luís (+1,76%) e Curitiba (+1,43%).

No acumulado do ano, a capital paraibana tem a segunda maior valorização dos imóveis entre as capitais, com aumento de 9,12%, percentual inferior apenas ao registrado em Curitiba (+11,71%). No recorte dos últimos 12 meses, João Pessoa apresenta aumento de 13,99% no preço dos imóveis; enquanto Curitiba teve 14,65% e Goiânia 14,49%).

Comparativamente, o incremento foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (+0,80%), contrastando com o avanço menos expressivo entre unidades à venda com quatro ou mais dormitórios (+0,52%).

No país, com base em informações da amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em julho deste ano, o preço médio calculado foi de R$ 9.082/m². Imóveis de um dormitório se destacaram pelo preço médio de venda relativamente mais elevado (R$ 10.740/m²), contrastando com o menor valor identificado entre unidades com dois dormitórios (R$ 8.153/m²). Entre as 22 capitais monitoradas, Florianópolis (SC) apresentou o valor médio por metro quadrado mais elevado na amostra (R$ 11.426/m²). Na sequência, figuraram: Vitória (R$ 11.355/m²); São Paulo (R$ 11.077/m²); Curitiba (R$ 10.132/m²); Rio de Janeiro (R$10.131/m²); Brasília (R$ 9.254/m²); Belo Horizonte (R$ 8.887/m²); Maceió (R$ 8.821/m²); Recife (R$R$ 7.976/m²); Goiânia (R$ 7.643/m²); e Fortaleza (R$ 7.564/m²). João Pessoa ainda tem um dos valores mais baixos do país, de R$ 6.507/m².

A edição deste mês foi a primeira a acompanhar os preços de venda de imóveis residenciais em seis novas capitais: Aracaju (SE), Belém (PA), Cuiabá (MT), Natal (RN), São Luís (MA) e Teresina (PI).

Veja lista das variações entre as capitais:

Salvador/BA (+2,44%);
São Luís/MA (+1,76%);
Curitiba/PR (+1,43%);
João Pessoa/PB (+1,32%);
Aracaju/SE (+1,18%);
Goiânia/GO (+1,17%);
Fortaleza/CE (+1,15%);
Natal/RN (+1,06%);
Belo Horizonte/MG (+1,03%);
Teresina/PI (+1,03%);
Brasília/DF (+0,80%);
Porto Alegre/RS (+0,79%);
Florianópolis/SC (+0,75%);
Cuiabá/MT (+0,74%);
Belém/PA (+0,67%);
São Paulo/SP (+0,60%);
Recife/PE (+0,36%);
Rio de Janeiro/RJ (+0,30%);
Manaus/AM (+0,27%);
Vitória/ES (+0,05%)
Campo Grande/MS (-0,63%)
Maceió/AL (-0,05%).

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Economia

Demanda por crédito tem queda de 1,7% no primeiro semestre, na Paraíba

Foto: Agência Brasil

No primeiro semestre deste ano, a busca dos consumidores por crédito teve redução de 1,7% na Paraíba, considerada a queda mais acentuada da região Nordeste, conforme dados do Indicador de Demanda dos Consumidores por Crédito da Serasa Experian.

Na região, o estado de Alagoas teve o aumento mais expressivo, de 5,2%, enquanto no cenário nacional houve uma diminuição de 1,1% na busca dos brasileiros por recursos financeiros no primeiro semestre de 2024. Esta retração é menor do que a registrada em 2023.

“Alguns fatores que podem explicar a redução da disposição dos consumidores em assumirem mais crédito são as taxas de juros ainda estão elevadas, apesar de termos observado uma retração desde o segundo semestre do ano passado, e o alto nível de inadimplência das pessoas que representa um risco para os credores, por isso eles diminuem as ofertas de recursos”, explica o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

O especialista também observa que a menor retração em comparação com os primeiros seis meses de 2023 pode indicar uma melhoria gradual na confiança do consumidor.

No recorte por renda mensal dos consumidores, todas as faixas expressaram queda na procura por crédito no primeiro semestre do ano. A diminuição foi mais acentuada na faixa de renda até R$ 10 mil (-2,6%), enquanto a menor ficou entre R$ 500 a R$ 1 mil (-0,5%).

Ao analisar as Unidades Federativas (UFs), o levantamento aponta que os consumidores do Amapá tiveram a maior procura na demanda por crédito considerando os seis primeiros meses de 2024 (9,1%). Em segundo lugar ficou o Acre (6,5%), seguido por Roraima (6,4%), Alagoas (5,2%) e Espírito Santo (4,8%).

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Economia

Com dólar acima dos R$ 5,60, sem trégua, Banco Central pode aumentar os juros, dizem analistas

Foto: Pixabay

A manutenção da taxa básica de juros (a Selic) pelo Banco Central (BC) em 10,5%, na quarta-feira, a segunda consecutiva, deve produzir um aperto no crédito, num momento em que os empréstimos fecharam o primeiro semestre crescendo quase 10% sobre 2023.

A subida de 15% do dólar desde o início do ano, com a moeda chegando a R$ 5,79 na abertura do mercado ontem, é outro freio no crédito. A cotação fechou em R$ 5,70, refletindo a alta da taxa de desemprego nos EUA, que pode indicar um corte mais cedo nos juros americanos.

Economistas do Santander e do UBS já começam a ver chance de a Taxa Selic voltar a subir por causa dessa valorização recente da moeda americana. Em relatório, o banco suíço UBS calcula que há 30% de chance de aumento na taxa em setembro. Em entrevista à Bloomberg, o analista do Santander Marco Antonio Caruso disse que, se o câmbio chegar ao patamar entre R$ 5,75 e R$ 5,80, o BC seria forçado a subir os juros.

O Globo

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Economia

Paraíba registra mais de 26 mil novas empresas no 1° semestre

A Paraíba comemorou avanços significativos no cenário empreendedor durante o primeiro semestre de 2024, conforme dados do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O estado registrou a abertura de 26.236 novas empresas, um aumento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registradas 25.698 novas empresas.

Um dos destaques foi a redução do tempo médio para a abertura de empresas. Em 2023, o processo levava em média 18 horas. Em 2024, esse tempo caiu para 16 horas, uma melhoria de 11,1% na eficiência dos processos burocráticos, reforçando o compromisso do estado com a agilidade e a simplificação para novos empreendedores.

Atualmente, a Paraíba possui 278.935 empresas ativas, demonstrando a vitalidade do setor empresarial no estado. João Pessoa lidera na abertura de novas empresas com 10.663 registros, seguida por Campina Grande com 3.951, Patos com 1.001, Santa Rita com 774 e Cabedelo com 615 novas empresas.

“O aumento no número de novas empresas em comparação ao primeiro semestre de 2023 mostra uma tendência de crescimento contínuo no ambiente de negócios da Paraíba. A melhoria no tempo médio de abertura de empresas reforça a eficácia das iniciativas implementadas para facilitar o processo e fomentar o empreendedorismo”, afirmou Gregória Benário, presidente da Junta Comercial da Paraíba.

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Economia

‘Taxa das blusinhas’ começa a valer a partir de hoje; impacto no preço final pode chegar a 44%

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Começa a valer nesta quinta-feira (1º) a cobrança da alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como a “taxa das blusinhas”. A nova tributação foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 27 de junho. Com a aplicação do imposto de importação e do ICMS, imposto estadual, sobre as compras internacionais, o impacto no preço final pode chegar a 44%, de acordo com empresas de e-commerce.

Com isso, se um consumidor fizer uma compra de R$ 100 (ou US$ 18, considerando a cotação de R$ 5,50 para o dólar), ele deverá pagar 20% desse valor no novo tributo, ou seja, R$ 20.

Além disso, o ICMS de 17% será aplicado sobre a soma do valor inicial do produto mais o novo imposto. No exemplo, o preço final será R$ 144,58. Esta fórmula de cobrança se aplica a todas as compras abaixo de US$ 50.

Para compras entre US$ 50 e US$ 3.000, a alíquota de importação será mantida em 60% sobre o valor total. No entanto, a nova lei prevê uma dedução de US$ 20, o que significa que a taxa para produtos acima de US$ 50 será reduzida com a nova regra.

R7

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Economia

Sine-PB anuncia mais de 500 vagas de emprego nesta semana, na Paraíba

Lei da igualdade salarial
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Sistema Nacional de Emprego da Paraíba (Sine-PB) disponibiliza, a partir de segunda-feira (29), um total de 510 vagas de emprego em diversas funções e municípios do estado.

Das oportunidades, 213 são em João Pessoa, enquanto as demais estão distribuídas entre Campina Grande, Santa Rita, Guarabira, Bayeux, Patos, Sapé, Pombal, Cabedelo e São Bento.

Vagas por município:

  • João Pessoa: 213 vagas, destacando-se pedreiro (35), servente de pedreiro (20), conferente de carga e descarga (12), carpinteiro (10), agente de portaria (9), entre outras.
  • Campina Grande: 177 vagas, com 61 para servente de obras, além de carpinteiro (12), auxiliar de limpeza (6), auxiliar de pizzaiolo (3), entre outras.
  • Santa Rita: 57 vagas, sendo 33 para auxiliar de linha de produção e sete para vendedor.
  • Guarabira: 30 vagas, todas para costureira em geral.
  • Bayeux: 10 vagas, incluindo duas para entregador de gás e uma para supervisor de transportes.
  • Patos: 7 vagas variadas, como montador de móveis, encarregado de alimentos e vendedor.
  • Sapé: 6 vagas para atendente de padaria, balconista, pasteleiro e promotor de vendas.
  • São Bento: 4 vagas para vendedor, atendente de lanchonete e gerente de empresas comerciais.
  • Cabedelo: 4 vagas para cozinheiro de restaurante, supervisor de logística e auxiliar nos serviços de alimentação.
  • Pombal: 2 vagas para vendedor.

Para mais informações, os interessados podem procurar os postos do Sine-PB em João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.

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